A Nova Era de Amor

Qual a verdade ou falsidade sobre as profecias que anunciam o retorno de Cristo? Como devemos considerar esse tema ao mesmo tempo apaixonante e complexo?  E os profetas atuais, qual sua importância e papel?  E como separar fatos de especulações?  Sobre as Profecias, Afinal, que temos a ver com tudo isso e o que podemos fazer Independente de seu cumprimento ou não? Vamos refletir juntos? Não sei se ainda me surpreendo com a capacidade do homem de iludir-se e iludir os outros. Acho que já a perdi. Não me espanto mais. Tornou-se algo comum ver pessoas de bem, inteligentes e capacitadas regressarem a níveis primitivos de infantilidade, imbecilidade e ingenuidade. Falo tanto dos que arriscam seus empregos e credibilidade ao sairem pregando profecias absurdas, quanto daqueles que acreditam  nelas. E por que absurdas? Porque o sujeito promete, marca a data, nada se cumpre e ele sai incólume. Obviamente, ele sempre tem uma desculpa para o seu ‘equívoco’. Às vezes tem várias: é o “pessoal” que mudou de ideia; é ele que “não entendeu bem a profecia”; é que está faltando algo que ele “precisa terminar”. E o sujeito continua falando as mesmas bobagens em congressos, reuniões, revistas e programas, como se nada tivesse acontecido. Dizem os tais profetas que não teriam motivos para mentir. Que isso está sendo uma provação também pra eles. E com isso sensibilizam os outros com seu melodrama. Na verdade, estão apenas usando uma estratégia de convencimento conhecida e amplamente usada por mágicos, hipnólogos e marqueteiros. Ou seja, ativam sua emoção, de forma a enfraquercer sua razão. Isso evita que sejam percebidas suas incoerências, absurdos e mentiras.

Primeiramente, nenhuma profecia é clara e nada do que se diz numa profecia acontece exatamente do jeito que está descrito. Foi assim com as profecias dos profetas judeus, foi assim com as profecias de João e Nostradamus. Além disso, interpretar uma profecia é algo extramente complexo, principalmente se ela tiver sido escrita na antiguidade. Ora, peguemos o exemplo de Jesus. Por que os Judeus não creram que ele foi o messias prometido? Certamente porque ao comparar a história de Jesus com o que diziam os profetas, perceberam que não era a mesma coisa. Ou seja, só há três possibilidades: ou Jesus não é o messias, ou os profetas erraram, ou a interpretação está errada. Obviamente, os judeus preferiram ficar com a primeira. Os cristãos com a terceira. Ou seja, não desautorizaram os profetas porque aí seria negar a Divindade de Jesus. Mas preferiram interpretar as profecias, buscando encontrar elementos que confirmassem a tese de que Jesus era, de fato, O Messias Anunciado. Obviamente que algumas coisas ficaram de fora - as que não confirmaram a tese. Mas as que confirmaram, foram Relevadas ao Máximo. Mas, os judeus preferiram seguir outro caminho.
Peguemos alguns exemplos. Na profecia de Malaquias 4:5, ele diz: 


Peguemos alguns exemplos. Na profecia de Malaquias 4:5, ele diz: “Eis que vos enviarei o Profeta Elias antes que venha o grande e terrível Dia do Senhor”. Ou seja, os judeus estavam esperando que o Profeta Elias retornasse antes do Messias. Mas Elias não veio. Ora, se Elias não retornou, então o Messias também não. Então como resolver esta questão? Muito simples, para os que acreditam em reencarnação, João Batista é Elias encarnado. E isto é confirmado em várias páginas do Evangelho pelo próprio Jesus.
Mas, se judeus e cristãos não acreditam em reencarnação, como fica? Um dilema, obviamente. Pois, ou João Batista é Elias reencarnado e Jesus é o Messias. Ou, João Batista não é Elias e Jesus não é o Messias. Tornou-se assim, novamente, uma questão de interpretação. E cada um interpretou da forma que lhe foi mais conveniente. Há ainda outras controvérsias. Nas profecias dizia-se que o nome do messias seria  Emmanuel e não Jesus; as profecias sobre o lugar de seu nascimento  que não batem com as profecias: Galiléia ou Belém? Pois Belém não ficava na região da Galiléia e sim na Judéia. Então porque o chamavam de Galileu?  E a genealogia de Jesus que em Mateus é descrita através de José. Mas José não seria pai biológico. Dentre outras coisas que uma pesquisa mais acurada e imparcial pode revelar.

Por isso que esta história de profecia é sempre um terreno perigoso, complexo e incerto. Quantos finais de mundo já foram anunciados? Quantos retornos de “Cristo” as igrejas e Religiões anunciaram desde o tempo de Jesus? E quantas vezes erraram, ou, talvez, tenham acertado? Vamos pegar o exemplo das profecias no tempo de Jesus. Quando Jesus Estava Vivo, não havia nele nenhum sinal especial que o indicasse, sem sombras de dúvidas que ali estava o messias. Como a Vida de Jesus foi, no tempo, algo comum e corriqueiro, como saber se o Messias já estava na terra ou não? Afinal, naquele tempo era comum aparecerem profetas e messias - boa parte deles fajutos. E como saber que Aquele Era Verdadeiro? Como saber se os fatos a Ele atribuídos Eram Verdadeiros - pois havia muita gente que dizia fazer o mesmo? Ora, isso acontece ainda hoje. Quantos atualmente se consideram “avatares, iluminados, profetas, santos” etc. etc.? Se mesmo com toda a exposição na mídia e com todo avanço tecnológico e científico, ainda existem “avatares fabricados”, imagina naquele tempo. Vemos isso na televisão diariamente: são milagreiros fazendo mais milagres do que Jesus. E “avatares” que erram até mesmo a profecia de sua própria morte. Como podem querer saber o destino dos homens e do universo? Como podem se achar a “Encarnação do Todo Poderoso”?
 
Mas mesmo quando eles erram - como vários erraram - vem sempre alguém para justificar o erro. Em outras palavras, não importam o quanto errem, o quanto enganem o povo. Estamos no campo da fé. E onde há fé e crença, não há necessidade de razão, reflexão, verdade e coerência. Como disse o psicólogo americano Michael Shermer: “não evoluimos para questionar e duvidar”. Há ainda outra questão: só cremos no que nos convém, no que nos conforta, no que se encaixa em nossas expectativas e esperanças. Por isso, os Judeus não creram em Jesus. Eles estavam esperando o grande libertador. Alguém mais poderoso que Moisés, Salomão e Davi. Viviam com esta esperança, alimentaram-na de geração em geração. Não era possível que o messias já estivesse na terra. Eles não viram os grandes “sinais”, nem as transformações e mudanças que tanto aguardavam e que acreditaram ter sido prometidas pelos profetas. Será que não estamos vivendo o mesmo contexto? Será que não está acontecendo a mesma coisa? E se estiver? E se Jesus Já Tiver retornado e ninguem tiver percebido? Será Que o Julgamento dos Vivos e dos Morto Se Não Já Estaria Acontecendo, Mas Ninguém Está Percebendo? Será Possível Que O Fim Já Não Estaria Acontecendo? Como Saberemos?
 
Não temos como saber. Repito, não temos como saber. Tudo o que se disser neste particular não passará de especulação. Sem falar nos aproveitadores que se utilizam das profecias para explorar, enganar e conquistar mais fiéis. Saem dizendo asneiras, procurando em suas religiões os personagens e sinais citados nas profecias. Obviamente, que tais sinais e personagens só podem surgir na religião deles. Nunca nas adversárias. Sempre foi assim. O fato é que não temos como saber se as profecias dos Maias falam sobre o fim do mundo físico, material, ou apenas sobre o término de um ciclo. E isso não é motivo pra pânico. Talvez seja motivo de alegria. De 2011 pra cá vi mudanças profundas na vida de várias pessoas - tanto conhecidas quanto desconhecidas. Tanto na minha vida, quanto na vida de amigos e familiares. Certamente, independente de profecias, estamos vivendo um momento de profundas mudanças. Quem tem mais sensibilidade e está mais atento, percebe uma poderosa energia de mudança no ar. Mudanças de paradigmas espirituais e uma concepção inovadora sobre religião e espiritualidade - muito além da visão tradicional. O novo homem se sente mais confiante, maduro, autônomo e capaz de seguir seu próprio caminho. Não se sente mais escravo dos deuses, nem das religiões ditas “sagradas e autorizadas”. Hoje, há uma consciência cada vez mais presente de que o homem é um “deus adormecido”. Precisando, somente despertar para este fato. Sem necessidade de intermediários, sejam eles quais forem. Sim, muitos profetas que no século passado anunciaram o retorno do Cristo para este final de milênio, podem ter acertado. O problema é que eles estavam esperando uma coisa, e pode ter acontecido outra. Exatamente como há dois mil anos atrás. Jesus já pode ter retornado sem ninguém perceber. E nunca saberemos como e de que forma ele veio. Se foi num disco voador, se foi encarnado em uma pessoa, em várias pessoas, ou apenas como uma “elevação da consciência” sentida através das vibrações, pessoas e acontecimentos inusitados. Mas, exatamente por não sabermos, é que temos que “orar e vigiar”. Estar “preparados” pois, talvez isso tudo já esteja acontecendo, ou já tenha acontecido e não tenhamos percebido exatamente como no tempo de Jesus.
Ora, independente das profecias serem verdadeiras ou não, o que isso significa pra nossa vida?
O que alguém deve fazer ao saber que o mundo pode estar se acabando e que o Cristo já pode ter retornado? Não seria, buscar o despertar, a evolução, a transformação interior? E, mesmo que tudo isso fosse apenas uma “piração coletiva”, isso nos isentaria de fazermos a nossa parte? Claro que não.  Na verdade, nada muda em nossa vida, quer acreditemos nas profecias ou não. Tudo continua a mesma coisa. Se as profecias servissem para nossa transformação e despertar então haveria um sentido para elas. Mas não Mudamos. Continuamos com nossos sonhos, ilusões e estupidez. Na verdade, muitos se apoderam dessas "Revelações" para fortalecer mais ainda o caos, o sono e a confusão. Em nada contribuem para uma Real Salvação Humana no que tange ao seu despertar. Querem ser famosos, vender livros, aparecer na mídia, serem entrevistados e bajulados. Passam horas e horas discutindo o “sexo dos anjos”. Mas não dispensam um minuto para o que realmente importa: o Despertar do Homem. Em Raros Momentos falam de “Amor” - coisa que Jesus pregou há milênios e que ninguém nunca ouviu - como ouvirá agora? Mas por que não ouviram? Por que não quiseram? A resposta é simples: ninguém ouve se está dormindo. Muito menos 'Amar'. Não há Amor Sem Autoconhecimento. Por isso, a necessidade prioritária para o Despertar da ‘Consciência’. O Amor de alguém que dorme é desprovido de verdade, uma vez que é contraditório. Lá no fundo, seus reais motivos são outros. Muitos só querem ser admirados por suas “maravilhosas e abnegadas ações”. Ações humanitárias que disfarçam suas verdadeiras intenções: ganhar status, ter poder e serem famosos. Como poderão ser amados e respeitados se não agirem desta forma? Todos sabem que o ser humano, em sua maioria, é idealista. E quando encontramos alguém que se encaixa nesses modelos idealizados, passamos a admirá-los.  Eis, então o Avatar, o Santo, o Bemfeitor.
Enquanto isso? Muitos sonham um dia poder ser como eles. E enquanto lutam pra realizar esses ideais…dormem. Ficam tão ocupados e envolvidos com "a obra" que não tem tempo de Pensar no Despertar. Tal  atitude alimenta-nos a ilusão de estarmos cooperando com Deus, ajudando em Sua Obra Celestial. Isso nos faz importante por estarmos “contribuindo” para o bem da humanidade. Ora, não será isso uma grande petulância? Não sabemos Amar nem a nós mesmos, nem aos nossos familiares e amigos e queremos Amar a Humanidade. Essa humanidade não existe. É uma abstração conveniente e confortadora, que satisfaz os discursos vazios e demagógicos. Não cumprimos nem o pequeno e queremos fazer o grandioso. Não somos fiés nem no pouco e queremos sê-lo no muito. A salvação do mundo deve começar primeiramente consigo mesmo. Do contrário, tudo será pura mentira e autoenganação. Não importa se o mundo vai acabar em 2012, ou se Jesus já retornou ou se virá apenas daqui a dez ou cem anos. Jesus já veio há mais de 2000 anos atrás, isso sim é importante. Assim como Ele, tantos outros vieram chamar nossa atenção para o que realmente importa: A condição humana de ignorância e ilusão. Mas há forças no Universo que não querem que o homem desperte para a Realidade. Exatamente como no filme Matrix. Estas forças existem tanto dentro quanto fora do homem. Ao indivíduo, e somente a ele, cabe a missão de buscar e lutar por Seu Despertar. Mesmo que venham os Sócrates, os Platões, os Budas, os Cristos, os Ramanas, os Babajis e os Krishnamurtis, dentre outros, gritando para que despertemos - nada ouviremos pois nosso sono é profundo e pesado.
O trabalho de despertar exige de nós um sacrifício nada fácil e simples: a morte de nós mesmos. Temos que morrer, sacrificar tudo o que somos, do contrário não renasceremos. Mas tememos perder a nós mesmos. Tememos arriscar tudo pelo Desconhecido e, por isso, preferimos a segurança ilusória do conhecido.
A Meditação nos prepara para o salto no Desconhecido. Esse Desconhecido é sentido como
morte, vazio, nada, pelo EGO. Mas a mente-ego não quer morrer. Por isso, ela não suporta
a não-mente. Ela quer ser  "alguém’, ser importante, ser o centro de tudo. Ela pensa que sabe
o que é a felicidade, geralmente ligada à noção de prazer, satisfação e realização. Ela sente o "não-ser-nada" como sofrimento, não porque seja assim, mas por temer o que não conhece
e não controla. Assim, ela estabelece para si um ideal de felicidade e faz tudo para alcançá-lo.
O ego-mente não abre mão disso, pois essa é sua natureza. Mas na Meditação percebemos que o EGO com seus pensamentos, desejos e buscas são como  pesadas nuvens impedindo a visão do céu infinito. Nuvens que nos identificamos como sendo nós mesmos. De tão identificados e apegados, esquecemos que além das nuvens há um céu Infinito e que lá encontra-se a Luz da Verdadeira Felicidade.  O Ego não quer o Desconhecido por Temê-lo. Prefere o Conhecido por ser mais Prazeroso e Seguro. Mesmo que isso signifique viver de ilusões.Todavia, no Não-Ser-Nada, está o Ser-Tudo. No Desconhecido, Encontra-se o Eterno. Não Deixemos o Despertar Para Amanhã. O Amanhã Poderá Não Vir. A qualquer hora o fim pode chegar de forma inesperada: seja através da morte natural ou mesmo pelo tal Fim do Mundo. Meditar, Significa Viver A Eternidade no agora e não no "depois". Nessa Dimensão Não Existe o Tempo. Mas apenas "o que é"...o aqui e agora. Quanto mais conscientes desta dimensão interna, mais e mais Despertos Estaremos. Um homem desperto não se engana nem engana aos outros. Não se ilude nem ilude aos outros. Ele está preparado e atento. Vigia constantemente sua "casa" pois não sabe o dia, nem a hora em que o "ladrão"  virá. Sua oração é sua comunhão com o Eterno alcançada durante a Meditação. Por não ser mais controlado pelo pensamento, eleva-se acima deste nível ordinário de compreensão e alcança o plano da Consciência. Somente tal homem saberá viver, agir e amar verdadeiramente, sem medos, sonhos ou ilusões! Que cada um possa buscar seu próprio despertar no agora, independente do amanhã - pois amanhã poderá ser tarde demais!
Matéria de: Alsibar (inspirado)
 


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