MOMENTO DE REFLEXÃO

As Estratégia de Satanás 

20/08/2007 

Em seu discurso de abertura, ele disse:"Não podemos impedir os cristãos de irem à igreja"

"Não podemos impedi-los de ler as suas Bíblias e conhecerem a verdade "."Nem mesmo podemos impedí -los de formar um relacionamento íntimo com o seu Salvador".

E, uma vez que eles ganham essa conexão com Jesus, o nosso poder sobre eles está quebrado.

 "Então,vamos deixá-los ir para as suas igrejas;vamos deixá-los estudar a bíblia, mas, vamos roubar-lhes o tempo que têm, de maneira a que não sobre tempo algum para desenvolver um relacionamento com Jesus Cristo".

”O que quero que vocês façam é o seguinte", disse o diabo:

"Distraia-os a ponto de não conseguirem aproximar-se do seu Salvador".

Como vamos fazer isto? Gritaram os seus demônios."Mantenham-os ocupados nas coisas não essenciais da vida, e inventem enumeráveis assuntos e situação que ocupem suas mentes, respondeu-lhes Satanás

"Tentem-os a gastarem, gastarem, e assim tomarão muita coisa como empréstimo.

"Persuadam as suas esposas a irem trabalhar durante longas horas, e os maridos a trabalharem de 6a7 dias por semana,durante 10a12 horas por dia,a fim de que eles tenham capacidade financeira para manter os seus estilos de vida fúteis e vazios."

"Criem situações que os impeçam de passar algum tempo com os filhos".

"À medida em que suas famílias se forem fragmentando, muito em breve seus lares já não mais oferecerão um lugar de paz para se refugiarem das pressões do trabalho".

"Estimulem suas mentes com tanta intensidade, que eles não possam mais escutar aquela voz suave e tranqüila que orienta seus espíritos".

"Encham as mesinhas de centro de todos os lugares com revistas e jornais ".

Bombardeiem as suas mentes com noticias, 24 horas por dia" ...

"Invadam os momentos em que estão dirigindo, fazendo-os prestar atenção a cartazes chamativos".

"Inundem as caixas de correio deles com papéis totalmente inúteis, catálogos de lojas que oferecem vendas pelo correio, ofertas de produtos gratuitos, serviços, e falsas esperanças".

"Mantenham lindas e delgadas modelos nas revistas e na TV, para que seus maridos acreditem que a beleza externa é o que é importante e eles se tornarão insatisfeitos com suas próprias esposas".

"Mantenham as esposas demasiadamente cansadas para amarem seus maridos à noite, e dêem-lhes dor de cabeça também.

Se elas não dão a seus maridos o amor que eles necessitam, eles então começam a procurá-lo em outro lugar, e isto, sem dúvida, fragmentará as suas famílias rapidamente." "Dêem-lhes Papai Noel, para distraí-los da necessidade de ensinarem aos seus filhos, a verdade da bíblia e assim, ficarão servindo a deus estranho sem saber."

"Dêem-lhes o coelho da páscoa, para que eles não falem sobre a ressurreição de Jesus, e o seu poder sobre o pecado e a morte."

"Até mesmo quando estiverem se divertindo,se distraindo,que seja tudo feito com excessos, para que ao voltarem dali estejam exaustos!"

"Mantenham-os de tal modo ocupados que nem pensem em ir andar ou ficar na natureza, para refletirem na criação de Deus.

Ao invés, mandemos para Parques de Diversão, acontecimentos esportivos, peças de teatro, concertos e ao cinema. Mantenham-os ocupados, muito ocupados."

"E, quando se reunirem para um encontro,ou uma reunião espiritual, envolvam-os em mexericos e conversas sem importância, para que, ao saírem, o façam com as consciências pesadas". "Encham as vidas de todos eles com tantas causas nobres e importantes a serem defendidas que não tenham nenhum tempo para buscarem o poder de Jesus".

"Muito em breve, eles estarão buscando, em suas próprias forças, as soluções para seus problemas e para as causas que defendem, sacrificando sua saúde e suas famílias pelo bem da causa."

"Isto vai funcionar!! Vai funcionar !!" Os demônios ansiosamente partiram para cumprirem as determinações do chefe, fazendo com que os cristãos, em todo o mundo, ficassem mais ocupados, e mais apressados,indo daqui para ali,e vice-versa,tendo pouco tempo para Deus e para suas famílias e não tendo nenhum tempo para contar a outros sobre o poder de Jesus para transformar vidas.
Creio que a pergunta é: teve o diabo sucesso nas suas maquinações??????

Por favor, passe isto adiante, se você não estiver muito OCUPADO !!!!!  


O Filho Pródigo

06 de agosto de 2007 

Ministro José Carlos Delfino 

 

Texto base: Lc. 15.11-32


O texto fala sobre um jovem que estava insatisfeito com o seu pai queria mais do que ele lhe dava.

Querer mais não é pecado, mas ele não estava disposto a esperar o tempo certo. Pediu a herança antes que o pai morresse.

Infelizmente não é diferente desta parábola a realidade dos seguidores do senhor Jesus Cristo.

Muitos não estão contentes, vivem insatisfeitos e então se afastam da igreja, pegam as benção que receberam e partem.

 O pecado do filho pródigo foi

a)    afastar-se do pai.

b)     busca dos prazeres mundanos.

Afastar-se do pai é não estar submisso a sua vontade, lembre-se Jesus Cristo disse: “Qualquer que fizer a vontade de meu Pai celeste, esse é meu irmão, irmã e mãeMateus 12:50
Infelizmente a maioria das pessoas querem como o jovem a herança, a benção mas não querem ser submissos a vontade de Deus, se inclinam para os desejos da carne.

Outros pensam que se não forem crentes poderão ganhar mais dinheiro, pois podem fazer negócios fraudulentos, roubar ou trapacear, outros dizem que o sábado é um peso, e impossibilita de ganhar mais dinheiro, pois o comércio que quer abrir ou manter não sobrevive sem trabalhar no sábado e como Demas preferem amarem o século presente e abandonarem a Deus.

 

A conseqüência do pecado:

A conseqüências nem sempre vem imediatamente decisão que tomamos, algumas vezes parece que tomamos a decisão certa, podemos notar isso  com o jovem da parábola, no inicio gozou de amigos, de festas e aparente prosperidade, mas no decorrer do tempo veio sobre aquela região uma grande fome “E, havendo ele gastado tudo, houve naquela terra uma grande fome, e começou a padecer necessidades” Lucas 15:14.

Nos dias de hoje não é diferente, as pessoas saem da igreja, acreditando que irão bem, e até certo momento vão mesmo, porém num determinado momento virá uma crise, uma perda, e ele cai na miséria, fracasso, solidão. O prazer dará lugar ao sofrimento. Está situação nem sempre é financeira, mas pode ser uma doença física, uma depressão, etc.

Aquele jovem sem recurso, sem amigos, pois no mundo não podemos contar com ninguém, então alguém lhe manda apacentar porcos.

Um filho junto aos porcos. É a condição do pecador longe de Deus.

Porquanto se, depois de terem escapado das corrupções do mundo, pelo conhecimento do Senhor e Salvador Jesus Cristo, forem outra vez envolvidos nelas e vencidos, tornou-se-lhes o último estado pior do que o primeiro. Porque melhor lhes fora não conhecerem o caminho da justiça, do que, conhecendo-o, desviarem-se do santo mandamento que lhes fora dado; Deste modo sobreveio-lhes o que por um verdadeiro provérbio se diz: O cão voltou ao seu próprio vômito, e a porca lavada ao espojadouro de lama”. II Pedro 2:20-22
Não existe pecado sem conseqüências, o jovem recebeu a dele, fome, miséria, abandono.

Mas quando um pecador reconhece seu estado há uma esperança para ele.

O arrependimento:

Caindo em si  Lucas 15:17-19.

Arrependimento significa reconhecimento do pecado, mudança de pensamento e opinião em relação ao pecado. Aquilo que parecia bom é reconhecido como maligno. Arrependimento implica em sentimento (tristeza pelo pecado) e decisão de mudar: “Levantar-me-ei e irei ter com meu pai”.

Muitos se afastam de Deus, e não conseguem mais retornar, outras, porém, conseguem enxergar seu estado de miséria e arrependidos retornam para  igreja e se submetem como o jovem que disse voltarei para casa do pai pedirei perdão e reconhecerei que não sou digno de ser mais seu filho, mas que ele me aceite como sendo um empregado. Não importam se vão ficar em observação, se vão ficar no banco, se perderão ou não seu cargo que tinham antes, eles querem estar na casa do Pai. Isso se chama verdadeiro arrependimento.

A conversão:

 Levantou-se, pois, e foiLucas 15:20. É a ação correspondente ao arrependimento.

O que nos trais tristeza é que muitos até reconhecem que estão errados, que só há um caminho para eles, é retornar ao Pai, porém tomam a decisão mas nunca se levantam, ficam aguardando um tempo oportuno. Feliz é aquele que faz igual ao jovem da parábola, “Levantou-se, pois, e foi”.

Então Arrependa-te e volte para a casa do pai. “Levanta-te agora, como fez o filho pródigo”.

A recepção:

 O pai tem o coração cheio de amor e os braços abertos para receber os filhos arrependidos.

Mas o pai disse aos seus servos: Trazei depressa a melhor roupa; e vesti-lho, e ponde-lhe um anel na mão, e alparcas nos pés;  E trazei o bezerro cevado, e matai-o; e comamos, e alegremo-nos;  Porque este meu filho estava morto, e reviveu, tinha-se perdido, e foi achado. E começaram a alegrar-se”.

A igreja te espera, os irmãos estão te esperando, o Pai eterno te espera, por que Assim vos digo que há alegria diante dos anjos de Deus por um pecador que se arrepende. Lucas 15:10

 

A importância do conhecimento

José Carlos Delfino

30/07/2007 

Texto básico: Oséias 6:6

 Pois misericórdia quero, e não sacrifícios; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos”.

O conhecimento em geral é proveitoso para o homem, porém de muito maior proveito é quando buscamos o conhecimento de Deus. Este conhecimento leva-nos a adquirir uma vida melhor, nas diversas áreas da vida e por fim a vida eterna.

Provérbios 16:20 “O que atenta prudentemente para a palavra prosperará; e feliz é aquele que confia no Senhor”.

A nação de Israel foi punida várias vezes por terem se afastados do conhecimento do Senhor, perdiam guerras, eram subjugados por outras nações, foram levados como escravos pra a Babilônia pelo rei Nabucodonozor e por último foram dispersos por todas as nações e ficaram por quase 19 séculos fora da sua terra, sofrendo perseguições e desprezos, tudo porque rejeitaram o conhecimento.

E por que o rejeitaram?

Deus sempre estabeleceu homens para que estes transmitissem a sua palavra ou seu conhecimento, esses homens foram chamados de sacerdotes.

Antes de existir a nação de Israel, havia o sacerdócio de Melquisedeque, somente depois de Israel sair do Egito a tribo de Levi foi escolhida como tribo sacerdotal. Depois com Jesus o sacerdócio voltou a ser o de Melquisedeque, Hebreus 6:20 “aonde Jesus, como precursor, entrou por nós, feito sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque”.

O sacerdote foi posto como mensageiro de Deus e deve ter e transmitir conhecimento como escreveu o profeta Malaquias 2:7.

 Pois os lábios do sacerdote devem guardar o conhecimento, e da sua boca devem os homens procurar a instrução, porque ele é o mensageiro do Senhor dos exércitos”.

Agora, os sacerdotes levitas deixaram de buscar o conhecimento de Deus, na verdade eles desprezaram como registrado em Oséias 4:4 e 6 “Todavia ninguém contenda, ninguém repreenda; pois é contigo a minha contenda, ó sacerdote. O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento. Porquanto rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não seja sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos”.

Assim, Deus os rejeitou como sacerdotes os levitas, por que não cumpriu sua missão de ensinar o povo de Israel a sabedoria divina, e por falta dela a nação vivia no pecado, é por este motivo, que foi mudado o sacerdócio Levítico para o de Melquisedeque.

Jesus profetizou aos sacerdotes levitas que eles perderiam este privilégio - Mateus 21:43 “Portanto eu vos digo que vos será tirado o reino de Deus, e será dado a um povo que dê os seus frutos”.

Mateus 21:45 “Os principais sacerdotes e os fariseus, ouvindo essas parábolas, entenderam que era deles que Jesus falava”.

Os sacerdotes levitas ao se desviarem da verdadeira sabedoria, trocaram os mandamentos de Deus por tradições, assim, era pecado comer sem lavar as mãos, mas era permitido deixar os pais padecerem necessidades. Trocaram a glória de Deus por glória humana, a direção de Deus por preceitos humanos, e o povo carente de entendimento acabou por aceitar a palavras falsas dos sacerdotes levitas e desprezaram a verdade de Deus, foi por este motivo também que o povo Judeu não reconheceu o verdadeiro messias o senhor Jesus Cristo, sendo que seus corações estavam cheios de falsas esperanças que eram alimentadas pelos sacerdotes, na verdade, os sacerdotes levitas tinham muito ciúme de Jesus e este foi um dos motivos que os levou a desprezar aquele que poderia salvar a nação Israelita.

Os sacerdotes induziram o povo hebreu a crer que, para Deus somente importava o sacrifício de animais, que este ritual era importante para perdoar pecados, assim, o povo de Israel tinha mais prazer nos sacrifícios do que em fazer a vontade de Deus, mas o senhor os repreendendo pelo profeta Oséias 6:6 diz “Pois misericórdia quero, e não sacrifícios; e o conhecimento de Deus, mais do que os holocaustos”

 

Deus puniu aos Israelitas e certamente corrigirá a nós na vinda de Jesus se rejeitarmos o conhecimento espiritual – “Porventura aquele que disciplina as nações, não corrigirá? Aquele que instrui o homem no conhecimento”, Salmos 94:10.

 Com Jesus o sacerdócio passou a ser o de Melquisedeque como já dissemos e neste novo concerto e sacerdócio, continua a mesma exigência da parte de Deus, que o povo seja instruído na verdade, o próprio senhor Jesus disse: “Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará” - João 8:32. A respeito de Jesus foi profetizado muito tempo antes de seu nascimento que: repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor. Isaías 11:2 o que se comprovou durante sua pregação:

E, chegando à sua terra, ensinava o povo na sinagoga, de modo que este se maravilhava e dizia: Donde lhe vem esta sabedoria, e estes poderes milagrosos?” Mateus 13:54.

Os sacerdotes a qual Jesus estabeleceu “e nos fez reino, sacerdotes para Deus, seu Pai, a ele seja glória e domínio pelos séculos dos séculos” – Apocalipses 1:6 devem deter o verdadeiro conhecimento. E, o mesmo Jesus prometeu aos seus discípulos: “Porque eu vos darei boca e sabedoria, a que nenhum dos vossos adversários poderá resistir nem contradizer”. Lucas 21:15.

A importância do verdadeiro conhecimento está em você saber exatamente o que Deus quer de você, qual é a sua vontade, devemos saber que durante toda a existência do homem existiram aqueles que resistem a Deus, que no nome do Senhor pregam mentiras e desviam da verdade os simples, agora, o que é pior, Jesus disse: se um cego seguir outro cego os dois cairão no buraco, se referindo a aqueles que não entendem a palavra de Deus, os israelitas na sua maioria não creram em Jesus, e isso foi por culpa dos sacerdotes, porém, como os sacerdotes foram rejeitados eles também o foram, assim se você hoje seguir um falso guia, pastor, mestre, etc; perderá a salvação assim como os israelitas. Eis ai a razão de buscarmos a verdade que liberta e esta verdade esta na bíblia sagrada, que é a palavra de Deus.

Quantos trocam a verdade por mentiras e tradições, seguem preceitos de homens em lugar de buscar a sabedoria divina como escreveu Paulo a I Timóteo 4:1,2 “Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demônios, pela hipocrisia de homens que falam mentiras e têm a sua própria consciência cauterizada”. E ainda II Timóteo 4:3, 4 Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas”.

Para que o homem de Deus não seja enganado e perca a salvação é necessário adquirir a verdadeira sabedoria ou do conhecimento de Deus, o apóstolo Paulo disse: “o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade”. I Tim. 2:4. É através do conhecimento que renovamos nossa mente para fazermos a completa vontade de Deus, pois, entendemos qual é a sua vontade, o que é pecado, o que lhe agrada e desagrada, certamente não a sabedoria humana, mas a sabedoria  Divina que nos guiará a vida eterna, pois esta sabedoria nos conduz a Cristo.

 Agora, no mundo muitos estão preferindo ficar na ignorância, rejeitam a sabedoria de Deus como disse Jó: Eles dizem a Deus: retira-te de nós, pois não desejamos ter conhecimento dos teus caminhos. Jó 21:14 e 15.

Devemos lembrar as palavras do apóstolo Paulo escritas a Timóteo - “Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça; para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra”; II Timóteo 3:16 –17.

Aquele que não busca aperfeiçoar seu conhecimento na escritura sagrada estará pouco a pouco trilhando um caminho para a perdição, pois facilmente poderá ser enganado pelos falsos mestres que existem no mundo religioso e como escreveu o apóstolo Pedro – “Mas houve também entre o povo falsos profetas, como entre vós haverá falsos mestres, os quais introduzirão encobertamente heresias destruidoras, negando até o Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. E muitos seguirão as suas dissoluções, e por causa deles será blasfemado o caminho da verdade; também, movidos pela ganância, e com palavras fingidas, eles farão de vós negócio; a condenação dos quais já de largo tempo não tarda e a sua destruição não dormita”.  II Pedro 2:1-3.

Certamente que os homens maus e impostores irão de mal a pior, enganando e sendo enganados e por fim serão destruídos, agora, se você não quer ter a mesma sentença deve seguir a recomendação de Paulo a Timóteo - Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido, e que desde a infância sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus.

Devemos lembrar que a fé vem por ouvir e ouvir a palavra de Deus, a verdadeira fé, que leva o homem a ser obediente a Deus, a guardar os seus mandamentos, a ter certeza da vida eterna, a praticar obras de um filho de Deus. Assim eu te convido a buscar sempre o conhecimento de Deus como escreveu o profeta Oseías - Conheçamos, e prossigamos em conhecer ao Senhor, lembrando as palavras de Paulo persevera nestas coisas; porque, fazendo isto, te salvarás, tanto a ti mesmo como aos que te ouvem.

E se você tem falta de sabedoria, peça a Deus e Ele a dará como escreveu o apóstolo Tiago, certamente enviará um dos seus sacerdotes para transmitir a verdadeira sabedoria como fez com Cornélio, que enviou a Pedro para instruí-lo e derramou sobre eles o seu espírito,  da mesma forma o Senhor concede também a nós o seu espírito que nos ajuda a compreender a sua palavra transmitida pelos seus servos.

 

Por certo, um dia a terra se encherá do conhecimento da glória do Senhor, como as águas cobrem o mar. Habacuque 2:14.

Deus os abençoe.


PORQUE ALGUMAS PESSOAS JÁ RESSUSCITARAM?

Ministro José Carlos Delfino

09 de julho de 2007 

E eis que o véu do santuário se rasgou em dois, de alto a baixo; a terra tremeu, as pedras se fenderam, os sepulcros se abriram, e muitos corpos de santos que tinham dormido foram ressuscitados; e, saindo dos sepulcros, depois da ressurreição dele, entraram na cidade santa, e apareceram a muitos”.

Mateus 27:51, 52, 53.

 

Muitas pessoas, ainda hoje, quando lêem estes versículos perguntam: Porque ressuscitaram estes santos que viveram no tempo de Jesus?

Podemos dizer que a seqüência destes versos nos mostra com clareza um testemunho que Jesus era o Messias prometido, o filho de Deus, note que o mesmo verso está em harmonia com rasgar do véu do templo e ao tremor da terra. E podemos dizer que cada parte destes versos pode ser aplicado como parte do reino de Deus; O véu que se rasga, demonstra que Jesus abriu um caminho para nós até o pai, pois o santo dos santos era o local onde estava a presença de Deus, local que os gentios não podiam ir como também, o povo simples de Israel e na verdade somente podia adentrar ao santo dos santos o sumo sacerdote. Agora, na nova aliança, nós somos o templo de Deus. Do mesmo modo a ressurreição destes mortos em particular, demonstra que, como Deus teve poder para ressuscitar a estes, também terá para ressuscitar os que morreram em Cristo.    

Agora, note que não foi esse evento tão importante para Marcos, Lucas e João, que também escreveram sobre a vida e a morte de Jesus Cristo, mas, eles não registraram tal ocorrido, isto não quer dizer, que seja um acréscimo, simplesmente não foi tão importante para eles como foi para Mateus. Eles se ativeram a principal ressurreição que foi s de Jesus Cristo.

Muitos perguntam: Para onde foram aqueles que ressuscitaram?

A resposta esta no versículo 53, que diz, que depois da ressurreição do senhor Jesus Cristo eles foram para a cidade e se apresentaram a muitos, isto quer dizer que eram pessoas que pouco tempo antes morreram, e haviam sido sepultados, que as pessoas os conheciam, se não como poderiam acreditar que haviam ressuscitado? Após ressuscitarem eles retornaram a suas casas.

Podemos notar que, Lázaro, também foi ressuscitado, e que mais tarde veio a morrer, como o filho da Sunamita que Elizeu ressuscitou e que morreu depois, de igual modo, Dorcas a qual Pedro ressuscitou, o filho da viúva que Jesus ressuscitou, certamente poderíamos falar daquele que foi ressuscitado ao tocar nos ossos de Eliseu, na verdade muitos morreram e ressuscitaram, mais nenhum deles para receber o prêmio da vida eterna, simplesmente receberam o direito de viver mais alguns anos e depois morreram novamente e estão aguardando a vinda de Jesus Cristo.

Não podemos esquecer uma coisa importante! Jesus é a primícia dos que Dormem, (I aos Coríntios 15:20 – 23) isto quer dizer que antes dele ninguém poderia ter ressuscitado para a transformação ou para a vida eterna, note a ordem de ressurreição, Cristo a primícia, e os que são de Cristo na sua vinda, não antes, temos que aguardar a segunda vinda de Cristo para então começar a ressurreição daqueles que o esperam. (Apoc. 11:15; I aos Coríntios 15:52; Hebreus 11:40).

O mesmo se aplica a uma terceira pergunta que fazem: “Deus poderia ressuscitar a alguém, ou mesmo em vida e levar a um lugar especial maravilhoso, pois a ele pertence todo o poder e vontade?”.

Certamente eu não discordo do poder de Deus, pois quem é a criatura para questionar o Criador, somente, que, esta hipótese é uma especulação, pois não esta registrada na palavra de Deus. A idéia de um paraíso ou de um inferno antes da volta de Cristo ou mesmo de um purgatório é coisa extra Bíblica, crença pagã que se adentrou no cristianismo através da Igreja Católica Romana, e a maiorias dos cristãos continuam seguindo.

Medite nesta passagem Bíblica escrita pelo apóstolo Paulo a Timóteo.

 Conjuro-te, pois, diante de Deus e do Senhor Jesus Cristo, que há de julgar os vivos e os mortos, na sua vinda e no seu Reino”. (II Timóteo 4:1)

Como poderá o Senhor Jesus iniciar seu julgamento na sua vinda, se já estão os salvos ou alguns dentre eles gozando da benção futura, como pode, terem eles recebido as promessas antes de nós? Será que o escritor de Hebreus estava equivocado? Ou mesmo o apóstolo João quando escreveu o Apocalipse, pois, ele escreveu o que Jesus disse:

Eis que cedo venho, e o meu galardão está comigo para dar a cada um segundo a sua obra” (Apoc. 22:12).

Iraram as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra”. (Apoc. 11:18)

 Note, que estás profecias são para a volta de Jesus Cristo a Terra, e não antes.

Todas as ressurreições que ocorreram antes ou depois de Jesus Cristo, foram simplesmente para confirmar o poder de Deus em refazer o que já estava destruído, cumprindo as palavras de Jesus registradas por João:

“Em verdade, em verdade vos digo que vem a hora, e agora é, em que os mortos ouvirão a voz do Filho de Deus, e os que a ouvirem viverão.

Não vos admireis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz e sairão:os que tiverem feito o bem, para a ressurreição da vida, e os que tiverem praticado o mal, para a ressurreição do juízo”.

João 5:25, 28, 29.

 

Deus tornou a Restabelecer a Israel

 Ministro José Carlos Delfino

 02 de julho de 2007

Um dos mais extraordinários cumprimentos das profecias bíblicas nos tempos modernos ocorreu em 14 de maio de 1948. Data em que Israel proclamou sua independência e passou a ser uma nação soberana.   

Desde este tempo Israel e o Oriente Médio tem sido o centro da atenção mundial, uma área especial de distúrbios nas nações. As nações árabes que rodeiam Israel recusam fazer a paz e planejam como destruir a jovem nação.

A organização para a Libertação da Palestina (OLP) foi formada com um único ideal: eliminar a nação de Israel.

Durante os primeiros 25 anos de Israel moderno como uma nação, este manteve quatro guerras com os árabes.

Israel saiu vitorioso em todas elas, porém, ainda assim não tem havido paz, nem negociações diretas por uma paz duradoura. Finalmente, esta situação mudou quando o Presidente Sadat, do Egito, declarou-se pela paz e realizou sua memorável viagem á Jerusalém em novembro de 1977. Em continuação veio a histórica conferência em Campo David entre o Presidente Carter, o Presidente Sadat e o Primeiro Ministro Begin, a qual resultou num plano básico por uma paz acordada entre Israel e o Egito.

Até 1980 esta ação progrediu ao ponto em que Israel e o Egito tem feito intercâmbio de embaixadores e estabelecido viagens diretas entre os dois países. Porém, segue a questão sobre a ocupação israelita na Margem Ocidental do Jordão, a Faixa de Gaza e as montanhas de Golan. Também a posição da antiga cidade de Jerusalém continua provocando distúrbios. A nação da Jordânia exige que a antiga cidade volte a estar sob regras anteriores. Israel, todavia declarou que “Jerusalém nunca voltará a ser dividida”, pois a cidade unificada e completa é a capital de Israel e assim deve permanecer.

As nações árabes têm condenado o Egito por fazer a paz com Israel, e lhe cortaram a ajuda financeira. Os árabes, liderados pelo O.L.P, prosseguem lutando por um estado soberano em separado (uma nação), para ocupar as terras da margem ocidental.

O Iraque e a Síria mantêm-se como fortes inimigos de Israel e fizeram um pacto para a eventual “Libertação da Palestina”, o que, em claras palavras significa, a destruição de Israel. Porém, Israel não somente continua como nação, bem como atualmente está expandindo sua presença nas terras ocupadas.

Que o futuro reserva para Israel e seus vizinhos? Em ralação á paz acertada com o Egito, Israel devolveu a maior parte da Península do Sinai.

Porque Israel devolveu o Sinai, e não a margem ocidental? A resposta está fundamentada na Bíblia, na história do povo de Israel, dos judeus e nos registros bíblicos das promessas de Deus para este povo. O Sinai não era parte da “terra prometida”, porém a margem ocidental sim; e a Bíblia, se refere a esta área como sendo Judéia e Samaria.

Como se ajustam hoje estes acontecimentos com as profecias bíblicas?

Muitas Profecias da Bíblia mostram que estamos no período referido como “os últimos dias”, “derradeiros dias” ou “tempos do fim” – perto da Segunda vinda de Cristo. As referidas profecias predizem um retorno de Israel á sua Pátria e o estabelecimento de uma nação judia durante os últimos dias. Estamos vivendo este tempo! Tem havido um grande retorno depois do movimento chamado Sionismo.

O fundador do movimento sionista foi um jovem judeu alemão-austríaco Teodoro Herzl. Em 1896 escreveu: “O Estado-judeu”, uma declaração dos objetivos do sionismo. Herzl não foi o primeiro a falar do sionismo, porém foi o instrumento para criar e organizar o movimento. Ele trabalhou por uma reunião mundial e o Primeiro Congresso Sionista foi realizado na Suíça em 1897.

Na Segunda reunião realizada em 1898 Herzl declarou sua fé de que dentro de 50 anos os judeus seriam uma nação independente na Palestina. Sua profecia foi precisa. Em 1948 Israel estabeleceu-se como nação.

Em junho de 1947, as Nações Unidas enviaram uma comissão á Palestina para estudar aquela situação instável. A comissão Especial das Nações Unidas na Palestina (CENUP) entregou seu relatório em agosto. Recomendou que o país fosse dividido em dois estados separados e soberanos: um para os árabes e outro para os judeus. Em 29 de novembro de 1947, 33 das 55 nações membros das Nações Unidas declararam-se á favor de dividir a Palestina. Os judeus ao redor do mundo suspiraram aliviados. Uma vez mais teriam a mínima parte de sua querida terra. A decisão das Nações Unidas conduziu os britânicos a declarar que o mandato de 1917, sobre a Palestina terminaria em 15 de maio de 1948.

Todas as forças britânicas da Palestina seriam retiradas. Esta notícia alertou aos judeus que deveriam preparar-se para governar seu país e defendê-lo. Em 14 de maio de 1948 os britânicos saíram e os judeus proclamaram o Estado Independente de Israel. A Bíblia tinha predito por milhares de anos Israel seria eventualmente restabelecido em sua pátria.

“Porque eis que vêm dias, diz Jeová em que farei tornar o cativeiro do meu Israel e Judá, diz Jeová e torná-los-eis a trazer á terra que dei a seus pais e a possuirão”. (Jer. 30:3)

“Eis que vos congregarei de todas as terras, para onde os houver lançados na minha ira, e no meu furor, e na minha grande indignação e os tornarei a trazer a este lugar, e farei que habitem nele seguramente”. (Jer. 32:37) “Daqui a muitos dias tu serás visitado: ao fim dos anos virás a terra que foi salva da espada, recolhida dentre muitos povos, aos montes de Israel, que sempre serviram de assolação, mas aquela terra foi tirada dentre os povos, todos eles habitarão seguramente”.(Ezeq. 38:8).

 

Como as minhas ações podem influir na igreja

25 de junho de 2007 

Ministro José Carlos Delfino 

Exortando-vos e consolando-vos, e instando que andásseis de um modo digno de Deus, o qual vos chama ao seu reino e glóriaI Ts. 2:12

Como membros da igreja de Deus, devemos nos portar de maneira que todos os nossos atos sejam para exaltação do Senhor nosso Deus e de seu filho Jesus Cristo.

Quando as nossas ações do dia a dia, não são muito dignas, levamos o nome do senhor a ser blasfemado, pois dizemos sermos cristãos, porém nosso modo de proceder demonstra ao contrário.

 Muitas vezes, pensamos que: se não roubo, não mato, não adultero, guardo o sábado, então sou crente. Na verdade, isso é somente uma parte, ser cristão de verdade, é muito superior a isso, Jesus disse: “Pois eu vos digo que, se a vossa justiça não exceder a dos escribas e fariseus, de modo nenhum entrareis no reino dos céus”. Mateus 5:20.

Ser cristão é ser um imitador de Cristo e de Deus “Sede meus imitadores, como também eu o sou de Cristo”. I Coríntios 11:1 e “Sede pois imitadores de Deus, como filhos amados” Efésios 5:1. Como imitadores de Jesus, devemos procurar viver segundo seus ensinamentos e exemplos. Porque toda a ação tem um resultado, positivo ou negativo, bom ou ruim, para nós e naqueles que nos cercam. Assim, devemos sempre mostrar pelo nosso proceder que somos novas criaturas, renovadas em Cristo Jesus, onde verdadeiramente habita o espírito de Deus. “Vós, porém, não estais na carne, mas no espírito, se é que o espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o espírito de Cristo, esse tal não é dele”. Romanos 8:9

Quando agimos de forma errada no nosso lar, trabalho, Igreja, escola, etc. com amigos, vizinhos, irmãos ou mesmo desconhecidos. Esta ação afetará negativamente nossa imagem e a imagem da igreja, porque nos identificamos como membro da Igreja. Assim, todos nossos atos são observados pelos que nos rodeiam, mesmo os irmãos, uns observam os outros principalmente quando nossos atos são inadequados para filhos de Deus.

Muitas vezes, pessoas não se convertem, devido a terem observado o modo de proceder do membro da Igreja de Deus, outras vezes, irmãos param de congregar devido à atitude de certos membros da Igreja e quando digo membro estão envolvidos todos, obreiros, diáconos, ministros, pastores.

Estes atos podem ser, simplesmente uma palavra de forma ofensiva ou mesmo uma manifestação de descontentamento um para ou outro (Mas agora despojai-vos também de tudo isto: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca) Col. 3:8, quando deixamos de congregar nos dias de culto ou escola, nosso comportamento dentro da congregação (conversação, risadinhas, etc.) (Nem baixeza, nem conversa tola, nem gracejos indecentes, coisas essas que não convêm; mas antes ações de graças) Efésios 5:4, quando nos vestimos de forma inadequada, extravagante ou indecente (Quero, do mesmo modo, que as mulheres se ataviem com traje decoroso, com modéstia e sobriedade, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos custosos) I Timóteo 2:9, não honramos nossos compromissos financeiros, não nos preocupamos com os irmãos quando estes talvez estejam doentes, carentes, fracos, desanimados (Exortamo-vos também, irmãos, a que admoesteis os insubordinados, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos) I Tess. 5:14, são estes alguns dos procederes que devemos eliminar da nossa vida, para que possamos herdar o reino de Deus.

Que as nossas ações possam ser sempre para edificação, nossa e daqueles que nos cercam, possam, eles verem em nós um imitador de Cristo, aqueles que guardam o mandamento de Deus e tem a fé de Jesus.

Porque nos diz as escrituras: Seremos julgado de acordo com as nossa obras sejam elas boas ou ruins, teremos que dar conta naquele dia e cada um receberá o seu galardão segundo a sua obra. Apoc. 22:12.

Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai”. Filipenses 4: 8

 Portanto, meus amados irmãos, sede firmes e constantes, sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que o vosso trabalho não é vão no Senhor”. I Coríntios 15: 58   

 

 

Uma lei escrita em nossos corações.

18 de junho de 2007

Ministro José Carlos  Delfino

"Compadece-te de mim, ó Deus, segundo a tua benignidade; apaga as minhas transgressões, segundo a multidão das tuas misericórdias.

Lava-me completamente da minha iniqüidade, e purifica-me do meu pecado.

Pois eu conheço as minhas transgressões, e o meu pecado está sempre diante de mim.

Contra ti, contra ti somente, pequei, e fiz o que é mau diante dos teus olhos; de sorte que és justificado em falares, e inculpável em julgares.

Eis que eu nasci em iniqüidade, e em pecado me concebeu minha mãe.

Eis que desejas que a verdade esteja no íntimo; faze-me, pois, conhecer a sabedoria no secreto da minha alma.

Esconde o teu rosto dos meus pecados, e apaga todas as minhas iniqüidades.

Cria em mim, ó Deus, um coração puro, e renova em mim um espírito estável.

Não me lances fora da tua presença, e não retire de mim o teu santo Espírito".

 

Salmos 51:1-6, 9-11.

Davi escreveu este salmo, depois de haver cometido o pecado com Bate-Seba, e em seu coração carregava a culpa também, da morte de Urias, assim, Davi busca a Deus nessa oração sabendo que seu coração era mau, pelos atos praticados e assim diz: “Cria em mim, ó Deus, um coração puro”. Davi entendeu claramente que a lei de Deus era boa; mas seu coração era mau, e havia necessidade que seu coração fosse mudado. O apóstolo Paulo, sabendo que em seu próprio coração havia este problema, exclamou! “Desventurado homem que sou! Quem me livrará do corpo dessa morte?” - Rom. 7:24.

Temos de concordar que Davi e Paulo não são os únicos a enfrentar esse problema. Todo mundo tem de lidar com a presença, o poder e o habito do pecado na própria vida.

Além disso, nós nunca encontramos alivio nas “tábuas de pedra da lei de Deus”. A lei é santa, justa e boa - Rom. 7:12, contudo nosso coração é pecaminoso e infiel, como bem nos mostram as nossas próprias experiências pessoais!

A boa lei de Deus condena – mas não pode ajudar – o mau coração do homem. Por isso, como Davi, todos nós podemos clamar a Deus para que faça uma obra profunda em nosso interior: “Cria em mim, ó Deus, um novo e puro coração”.

Uns quatrocentos anos depois de Davi, o profeta Jeremias abordou o mesmo tema. Ele claramente previu a nova aliança como uma obra interior da graça de Deus. Ele traçou claramente uma linha definitiva de contraste entre a velha e a nova aliança.

Prestemos bastante atenção a suas palavras e veremos que são as mesmas citadas no livro de Hebreus no capitulo oito. “Eis que os dias vêm, diz o Senhor, em que farei um pacto novo com a casa de Israel e com a casa de Judá, não conforme o pacto que fiz com seus pais, no dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito, esse meu pacto que eles invalidaram, apesar de eu os haver desposado, diz o Senhor. Mas este é o pacto que farei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor: Porei a minha lei no seu interior, e a escreverei no seu coração; e eu serei o seu Deus e eles serão o meu povo”. (Jeremias 31:31-33)

Jeremias diz que quando Deus, pelo seu grandioso poder, trouxe seu povo da terra do Egito para o monte Sinai, Ele fez uma aliança com eles (Êxodo 19:1-6)Deus prometeu fazer deles um reino de sacerdotes, uma nação santa, um povo especial – se eles guardassem as Suas leis e obedecessem à Sua voz.

Ele escreveu Sua lei em tábuas de pedra e as deu a Moisés. A importância dessa aliança foi demonstrada por uma prodigiosa exibição de fogo, fumaça, trovão e um terremoto.

Os israelitas ficaram grandemente impressionados – mas apenas por pouco tempo. Antes que Moisés descesse do monte, eles já haviam infringido a lei de Deus. Eles fizeram ídolo de ouro, como os que viram no Egito, e estavam dançando ao redor dele e o adorando.

A lei de Deus gravada em pedra foi guardada dentro de uma arca feita exclusivamente para esse fim. Era nela ou sobre ela que Deus se manifestava no Propiciatório, a arca da aliança era lugar da habitação de Deus entre seus escolhidos.

A lei de Deus não justifica ninguém, não salva ninguém, a lei de Deus é a forma pela qual conhecemos o que é pecado – “Porquanto pelas obras da lei nenhum homem será justificado diante dele; pois o que vem pela lei é o pleno conhecimento do pecado”. Romanos 3:20; “O aguilhão da morte é o pecado, e a força do pecado é a lei”. I Coríntios 15:56. A lei de Deus é a regra pela qual os homens serão julgados, se a transgrediu será condenado, e a condenação é a morte, porque o salário do pecado é a morte diz Paulo aos Romanos.

Sabendo Deus, que o homem é pela carne tendencioso para o pecado, na nova aliança Ele diz: Eu farei por vocês o que vocês não conseguem fazer por si mesmo; Eu imprimirei a minhas leis em vosso coração e os levarei a cumprir fielmente  a minha vontade e andar nos meus caminhos.

Como Deus consegue manter uma promessa tão maravilhosa? De que maneira ele pode remover a Lei das tábuas de pedra e escrever no coração e na mente dos homens?

Temos que ir ao profeta Ezequiel para achar as respostas. È importante que o façamos, pois sem considerarmos a revelação de Ezequiel, a nova aliança será apenas uma teoria, e nunca uma realidade em nossas vidas.

Lembra-se que Davi Pediu a Deus não somente um coração puro, mas renovasse dentro dele um espírito reto. Observemos o teor da profecia de Ezequiel:

 Também vos darei um coração novo, e porei dentro de vós um espírito novo; e tirarei da vossa carne o coração de pedra, e vos darei um coração de carne”.

“Ainda porei dentro de vós o meu espírito, e farei que andeis nos meus estatutos, e guardeis as minhas ordenanças, e as observeis”.  Ez. 36:26, 27.

Assim, após sermos perdoados dos pecados cometido na nossa ignorância pela infinita misericórdia de Deus; que enviou seu filho para que morresse no nosso lugar, já que o salário do pecado é morte; Ele ainda nos concede o seu espírito para nos fortalecer, afim de que não voltemos mais a transgredir a sua vontade expressa na sua lei. È a graça de Deus, um presente imerecido que recebemos, primeiro o perdão dos pecados, depois a unção do seu espírito.

Desta forma, como a lei era guardada na arca da aliança, hoje a lei é guardada no nosso coração, a arca da nova aliança, e da mesma forma Deus habitava na antiga arca Ele habita na nova – “Ou não sabeis que o vosso corpo é santuário do espírito santo, que habita em vós, o qual possuís da parte de Deus, e que não sois de vós mesmos?” I Cor. 6:19

Não sabeis vós que sois templo de Deus, e que o espírito de Deus habita em vós?” I Cor. 3:16.

É de suma importância lembrarmos de que o espírito santo não substitui a palavra de Deus. O espírito santo ajuda-nos a entender a palavra de Deus e aplica-la em nossa vida. “Ensinará todas as coisas” João 14:26, e “guiará em toda a verdade” João 16:26; “A tua (de Deus) palavra é a verdade” João 17:17. O espírito e a palavra trabalham juntos para revelar-nos a vontade de Deus e dar-nos poder para sermos transformados na imagem de seu filho Jesus. A obra do espírito santo em nossas vidas sempre estará de acordo com a verdade da palavra de Deus.

Além disso, o espírito santo não só nos revelará a vontade do Pai Celestial; ele também nos capacitará a cumpri-la. Se nos submetermos ao seu controle, o espírito santo não apenas nos mostrará o que fazer e aonde ir; mas também nos levará na direção certa.

 

O APÓSTOLO PAULO

11 de junho de 2007

Ministro José Carlos Delfino 

Pergunto, pois: Acaso rejeitou Deus ao seu povo? De modo nenhum; por que eu também sou israelita, da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim.

Romanos 11:1

Paulo nasceu na cidade de Tarso, na Cilícia (hoje uma região da Turquia) por volta do ano 10 da era cristã, de uma família judaica da tribo de Benjamim. Recebeu o nome de Saulo (“desejado”), que alterou para Paulo (do latim paulus, “pequeno”) depois da conversão e do batismo, provavelmente em homenagem ao pró-cônsul convertido Sérgio Paulo. Membro da seita ortodoxa dos fariseus, como seu pai, recebeu desde a infância, em Jerusalém, uma sólida formação religiosa do célebre escriba Raban Gamaliel. Tudo indica que foi influenciado também pelas idéias helênicas que predominavam em Tarso, centro de ensino estóico.

Fiel à formação judaica, Paulo passou a perseguir os cristãos Esteve presente, embora sem participação ativa, ao martírio de Estêvão, membro da comunidade cristã de Jerusalém que foi apedrejado após julgamento pelo Sinédrio.

Por volta do ano 35, em viagem para Damasco, onde pretendia efetuar novas prisões de cristãos, Paulo teve a visão na qual Jesus o convocou para seu serviço. Temporariamente cego, foi guiado pelo espírito santo até Damasco, onde Ananias o curou e depois o batizou. Mudou então radicalmente de vida e começou a pregar na própria cidade, para admiração dos cristãos, habituados a vê-lo como perseguidor. Viajou para a Arábia, de onde voltou a Damasco e tornou a pregar para os judeus, que decidiram matá-lo. Fugiu então para Jerusalém, onde conheceu Pedro e Tiago.

Nas três grandes viagens missionárias que a seguir empreendeu, narradas no livro dos Atos dos Apóstolos, Paulo expandiu o cristianismo e criou igrejas na Síria, Cilícia, Chipre, Macedônia e Atenas, e fixou-se em Corinto por algum tempo.

No ano 53 voltou à Ásia, foi a Éfeso, depois a Corinto e à Macedônia. Fez três viagens missionárias, e entre a primeira e a segunda, no ano 49, participou do Concílio em Jerusalém, quando opôs-se aos judeu-cristãos e até ao próprio Pedro, que queriam impor a circuncisão e a observância da lei judaica aos gentios convertidos.

Anos depois no retorno a Jerusalém, para onde levava o resultado de uma coleta para os pobres, foi preso e submetido a julgamento pelo Sinédrio. Alegou então sua condição de cidadão romano e foi levado para Roma, onde viveu em relativa liberdade. Preso novamente em 66, foi morto alguns anos depois. Segundo a tradição, Paulo foi decapitado em Roma, no ano 67 ou 70.

Paulo escreveu a maioria de suas 13 epístolas durante as viagens. Escritor de talento, dono de rico vocabulário e sólido conhecimento da língua grega e aramaica. As epístolas, como escritos ocasionais, não devem ser vistas como tratados de teologia, mas como respostas a situações concretas. Traçadas sem preocupação literária, destinadas a leitores concretos em situações específicas, as cartas de Paulo constituem orientação específica a pastores de comunidades, com a finalidade de orientá-los em seu trabalho junto aos fiéis. Mesmo assim, deixam ver claramente uma doutrina fundamental, centrada em Cristo. Que veio para salvar tantos judeus como gentios, que nasceu segundo a carne, foi morto mas ressuscitou, e que virá para estabelecer seu reino. Ainda, deixa claro a ressurreição dos mortos em Cristo Jesus, para um corpo transformado, perfeito, na volta do mestre.

As epístolas paulinas estão dispostas na seguinte ordem: Romanos; Primeira e Segunda Coríntios; Gálatas; Efésios; Filipenses; Colossenses; Primeira e Segunda Tessalonicenses; Primeira e Segunda Timóteo; Tito; Filemon.

A concepção teológica de Paulo ensina que os homens são por natureza filhos de Adão e herdeiros de seu pecado, mas por adoração tornam-se filhos de Deus e participam das bênçãos de Cristo, o segundo Adão. Tal participação, porém, está vinculada à morte e à ressurreição de Cristo e é uma dádiva voluntária de Deus, uma graça imerecida que ele dá a quem quer e cuja forma de alcança-la é por meio da fé.

Para Paulo, o vocábulo igreja designava tanto a congregação local quanto a corporação inteira de todos os fiéis, que ele chamava “o Corpo de Cristo, a Igreja de Deus”, do qual os fiéis são os membros. Ensinava a unidade de caráter entre Cristo e Deus, atribuindo-lhe preexistência e pós-existência na glória. Paulo desenvolveu também uma nova concepção da lei mosaica e de seu lugar nos planos de Deus. Sua importância, ao contrário do pensamento judaico, era episódica e apenas preparatória, como está dito em Romanos 3:27: “Em força de que lei? A das obras? De modo algum, mas em força da lei da fé.” Paulo demonstra que a salvação é alcançada por exercer fé em Jesus e não pelas obras, ou seja o pagamento da divida do pecado que é a morte, somente é alcançada quando cremos que Jesus morreu em nosso lugar – Romanos 6:23. Através da fé em Cristo, cuja morte na cruz satisfazia as exigências da lei mosaica e estabelecia um novo pacto. Com esta doutrina, Paulo evitou que o cristianismo se tornasse uma seita judaica e deu-lhe dimensão  não legalista, universal e cristocêntrica.

Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé. Desde agora, a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, justo juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos os que amarem a sua vinda

II Tim. 4:7,8

 

nossos pensamentos

04 de junho de 2007

ministro José Carlas Delfino 

Tu conheces o meu sentar e o meu levantar; de longe entendes o meu pensamento”.

Salmos 139:2

Porque as obras são os reflexos de nossos pensamentos.

Nossa mente é como uma mina de benção quando permitimos que só bons pensamentos a ocupem. Entretanto, será como um enxame de abelhas, quando permitimos entrar ali todo mau pensamento.

Querido irmão, se você sabe que tem tido idéias ou pensamentos que te estão fazendo mal, busque a ajuda de Deus, Ele te dará força e sabedoria para que sejas vencedor dentro de tua própria mente. Não te deixe agir penosamente entre as trevas de teu pessimismo. Não vivas atormentado, e ainda, que venhas a atormentar a outras pessoas. O que deves fazer e livrar-se de teus pensamentos negativos e pensar nas coisas boas e nobres da vida. Trate de buscar sempre o lado bom de todas as coisas. Admire o que é bom e não se fadigue pelo que lhe falta ou sobra. De lugar ao otimismo que trás consigo alegria e felicidade.

È comprovado cientificamente que os maus pensamentos afetam a saúde. Os pensamentos deprimentes dos enfermos que acreditam que não vão melhorar, são os seus piores inimigos que estas pessoas tem, e são também os piores inimigos dos médicos, para quem a maior dificuldade não é tratar a doença, mas sim, os pensamentos pessimistas de seus pacientes. 

Os maus pensamentos são agentes diretos da degradação e do espírito caído. Quantos enfermos existem agora, que tem acabado todo o incentivo: desconfiam de todos, olham as pessoas como indignas, se desassociam egoisticamente crendo que seu mundo todo está dentro de si mesmas.

Tenhamos bons pensamentos, para que as nossas vidas sejam melhores, entretanto, é necessário lembrar que: os bons pensamentos têm que serem executados, colocados em prática.

Talvez você pergunte o que é ter um bom ou mau pensamento? E na verdade muitas pessoas não sabem identificar o seu pensamento ou idéia.

Quando nos achamos ser melhores que os demais, segundo a própria palavra de Deus é um mau pensamento veja o que diz Paulo – “Porque pela graça que me foi dada, digo a cada um dentre vós que não tenha de si mesmo mais alto conceito do que convém; mas que pense de si sobriamente, conforme a medida da fé que Deus, repartiu a cada um”. Romanos 12:3 e complementa dizendo: “nada façais por contenda ou por vanglória, mas com humildade cada um considere os outros superiores a si mesmo”. Filipenses 2:3.

Ou, quando não demos valor a nós mesmo, não nos amamos, e quando o homem não consegue  amar a si mesmo como poderá amar o seu semelhante? Veja que o segundo mandamento relativo ao amor é: “... e amar o próximo como a si mesmo, é mais do que todos os holocaustos e sacrifícios”. Marcos 12:33

É preciso pensar  a respeito de nós mesmo com moderação, não achando que somos melhores que todos ou mesmo piores que todos, devemos entender que sempre alguém é melhor do que nós e que nós sempre seremos melhores que outros, porém, devemos viver nessa sociedade sem nos preocuparmos ou nós comportarmos como sendo de uma ou outra maneira radical a nós mesmo sem encontrar o ponto de equilíbrio.

Se estivermos doentes, devemos saber que é possível a cura, se desempregados, logo arranjaremos trabalho, nunca desanimar, porque, o desanimo é sinal de mau pensamento. Quando tudo vai bem, lembrar que poderão vir dias maus, e que devemos ajudar os que estão passando por dificuldades, se temos uma boa capacidade intelectual, entender que Deus se agrada dos simples. Aprendendo e melhorando sempre o nosso comportamento, procurando conviver em uma sociedade que é diversificada no seu modo de pensar e agir, e que eu posso ser diferente,  melhor em Cristo Jesus, seguindo seu exemplo de fé, amor e humildade, sabendo pedir e dar perdão, reconhecendo que todos somos em algum momento certo e em outros agimos errado, mas, caminhamos na direção de alcançarmos a perfeição, como escreveu o apóstolo Paulo ao filipenses 3:12 “Não que já a tenha alcançado, ou que seja perfeito; mas vou prosseguindo, para ver se poderei alcançar aquilo para o que fui também alcançado por Cristo Jesus”. Agora, certamente esperamos que, quando vier o nosso salvador Jesus Cristo o perfeito então alcançaremos a plena perfeição “mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado”. I Coríntios 13:10

Sabendo que caminhamos nessa direção, de alcançarmos a plenitude da perfeição é que somos chamados a sermos “Sede vós, pois, perfeitos, como é perfeito o vosso Pai celestial”. Mateus 5:48; Assim foi, que Jesus preocupado conosco clamou a Deus por cada um de nós dizendo “eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, a fim de que o mundo conheça que tu me enviaste, e que os amaste a eles, assim como me amaste a mim”. João 17:23

 

Deus nos ama muito

29 de maio de 2007 

Deus o ama muito! Sabes a quem foi dito estas palavras? Primeiramente e individualmente foram ditas ao profeta Daniel, “No princípio das tuas súplicas, saiu a ordem, e eu vim, para to declarar, pois és muito amado; considera, pois, a palavra e entende a visão. E me disse: Daniel, homem muito amado, entende as palavras que te vou dizer, e levanta-te sobre os teus pés; pois agora te sou enviado. Ao falar ele comigo esta palavra, pus-me em pé tremendo. E disse: Não temas, homem muito amado; paz seja contigo; sê forte, e tem bom ânimo. E quando ele falou comigo, fiquei fortalecido, e disse: Fala, meu senhor, pois me fortaleceste”. (Daniel 9:23; 10:11, 19).

Deus ama ao homem, este é criatura feita por Ele, mas os homens se afastaram de Deus - “Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados esconderam o seu rosto de vós, de modo que não vos ouça”. Isaías 59:2, preferindo ser escravo do pecado, porém, muitos homens, se voltaram a Deus para o servirem e o adorarem.

Daniel é um desses, sua lealdade e confiança em Deus eram tanta que ele sabendo que por ordem do rei Dario, por um espaço de 30 dias ninguém poderia fazer petição a nenhum deus o homem, somente ao rei, caso contrário, seria laçando na cova dos leões “Depois se foram à presença do rei e lhe perguntaram no tocante ao interdito real: Porventura não assinaste um interdito pelo qual todo homem que fizesse uma petição a qualquer deus, ou a qualquer homem por espaço de trinta dias, exceto a ti, ó rei, fosse lançado na cova dos leões? Respondeu o rei, e disse: Esta palavra é certa, conforme a lei dos medos e dos persas, que não se pode revogar”.   Daniel 6:12

Mesmo assim, Daniel não se intimidou e continuou a orar a Deus três vezes ao dia e o fazia de janelas abertas como era de seu costume. Por este motivo, foi lançado na cova dos leões e ali passou uma noite inteira entre as feras famintas, mesmo assim, nada de mal lhe ocorrera, o Senhor o guardará, o Senhor o Deus vivo havia enviado um anjo e fechou a boca dos leões. Daniel 6:20, 21, 22.

Deus ama àqueles que tomam uma decisão firme de servi-lo e de não se contaminar com esse mundo, de não ceder, mesmo mediante a ameaças, como o fez Daniel. Por isso, o Senhor o amava muito.

Agora, nós podemos ver que Deus ama na verdade toda a humanidade e ama a ponto de fazer um sacrifício, o de enviar seu filho para morrer em nosso lugar, para pagar o preço do pecado que é a morte. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:16.

Jesus carregou a cruz, a grande cruz pesada, prosseguindo até chegar no monte da Caveira, e lá no alto do Gólgota foi sumariamente crucificado. A coroa de espinhos foi colocada na fronte perfurando artérias e veias. O sangue jorrava, misturando-se com lágrimas, tudo para salvar os pobres pecadores deste mundo.   

No entanto, se rejeitarmos o sacrifício do Pai e do filho, estaremos decretando a nossa própria perdição. Mas, se o aceitarmos e deixarmos este mundo de pecado e nos tornamos obedientes e temente a Deus, seremos também, muito amado de Deus, e por maior que sejam as provações que advenham em nossas vidas o Senhor estará nos ajudando “Ele cumpre o desejo dos que o temem; ouve o seu clamor, e os salva”. Salmos 145:19; se necessário for enviará os seus anjos para nos defender – “O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem, e os livra”.  Salmos 34:7

Portanto, não deixemos de aproveitar e aceitar o que nos é oferecido através de tamanho sacrifício oferecido por Cristo a nosso favor.

Deus nosso Pai, tem um amor especial ao seus filhos os que se humilham perante Ele, que confiam nEle e que lhe obedecem. Se você faz tudo isto, você vale muito para Deus.

Se alguém lhe enganou, ou o decepcionou, se você se sente desprezado, esquecido ou abandonado, lembre-se sempre que existe alguém que ama muito você. È o nosso Deus.

O Pai celestial já demonstrou seu amor por nós ao enviar seu filho unigênito para morrer em nosso lugar, e assim, nos conceder a oportunidade de obter a vida eterna que havíamos perdido devido o pecado.

Jesus Cristo provou seu amor por nós ao aceitar a missão de padecer em nosso lugar.

E você está disposto a demonstrar seu amor a Deus?

Talvez me pergunte, como?

 Ao despojar-vos, quanto ao procedimento anterior, do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano; e vos renovar no espírito da vossa mente; e a vos revestir do novo homem, que segundo Deus foi criado em verdadeira justiça e santidade”. Efésios 4:22-32

 

Seguindo o exemplo de Jesus Cristo 

21 de maio de 2007 

Ele é a cabeça do corpo, a Igreja; o princípio e o primogênito dentre os mortos, para que em tudo tenha a preeminência” - Col. 1:18.

Uma comunidade imbuída por um inamovível reconhecimento de que Cristo é o centro de inspiração, o ponto de partida e destaque sendo ele a cabeça da Igreja o exemplo que temos que seguir.

A Igreja como sendo um conglomerado de homens, mulheres e crianças, só se torna uma comunidade perfeita, na medida que seu relacionamento com Deus é perfeito e ordena que sua vida seja propriedade Dele.

 E porque Nele vivemos e nos movemos, e existimos“. Com estas palavras o apóstolo deixou mais do que aprovado a dependência do homem em todos os ângulos da vida humana. E que seria impossível à existência do ser vivente, se não houvesse a existência Divina.

Diante dos dados anteriores confirmamos que Deus é a razão maior da origem do homem, assim, o ser humano foi criado para adorar e servir um ser superior, se não servir a Deus o criador de todas as coisas, certamente servirá ao maligno destruidor de tudo que é bom e que procede do Senhor.

Com a entrada do pecado, a maioria dos homens sempre foi inclinada ao mal, a desobediência. Então, surgiu a necessidade de se ter um povo separado que procurava fazer a vontade de Deus. Assim, foi separado Abraão, e de sua descendência foi formada uma nação que seria o meio pelo qual o Senhor levaria a sua mensagem a todos os homens. No entanto, como nação este povo foi rebelde e seguiu a desobediência, entretanto, deste povo Deus separou um pequeno número que lhe era obediente, e deste povo deu-se inicio a que hoje conhecemos como igreja – Igreja de Deus, porque ela não pertence ao homem, mas a Deus, e na igreja foram congregados não somente israelitas e sim, homens vindo de todas as nações e línguas e povos. Esta igreja é considerada como um corpo da qual Jesus Cristo o filho de Deus (que veio a este mundo para resgatar os homens para Deus) é a cabeça e os demais seguidores compõem o corpo. Jesus é o filho legitimo, a igreja é por adoção.

E nos predestinou para sermos filhos de adoção por Jesus Cristo, para si mesmo, segundo o beneplácito de sua vontade” (Efésios 1:5). Como filhos adotados devemos seguir o exemplo do filho legitimo, para podermos cumprir o propósito de Deus, ou seja, que sejamos um veículo pelo qual Deus transmite a sua palavra.

Porque os que dantes conheceu, também os predestinou para serem conformes à imagem de seu Filho, a fim de que ele seja o primogênito entre muitos irmãos” (Romanos 8:29).

  Paulo tinha o coração de um autêntico pastor, mostrou-se preocupado com a Igreja de Colossenses, porque sabia das suas necessidades e das suas virtudes por isso sentiu o desejo de orar por eles ao Senhor, no sentido de que eles pudessem palmilhar pelo caminho cristão como vencedores.

Para Paulo era importante que os crentes tivessem um pleno e profundo conhecimento, mais muito mais, é que eles crescem na graça salvadora de Jesus Cristo. Para ele era importante que os servos de Deus, tivessem um desenvolvimento com a cooperação do Fruto do espírito santo.

Segundo Russel N. Champlen, Paulo desejava ardentemente que os crentes recebessem essa elevadíssima forma de conhecimento. “A gnose cristã” não consiste de mero conhecimento místico, que inclui a comunhão em amor. Nessa comunhão se obtém a percepção da vontade de Deus, não somente para que “saibamos o que fazer” mas também para sermos o que é requerido; isto é, “conhecer, seguir e ser”. “Rogo-vos, pois, eu, o prisioneiro do Senhor, que andeis de modo digno da vocação a que fostes chamados” (Efé 4.1). O novo Testamento interpretado versículo por versículo, Pág. 87.

“Respondeu-lhes, pois, Simão Pedro: Senhor para quem iremos nós?”

 Enquanto o humanismo “cristão” coloca o homem como sendo o centro de todas as coisas, o ponto mais alto do destaque. Pedro cheio do espírito santo diz; “Tu tens as palavras de vida eterna”; e não há ninguém que possa ocupar o lugar de destaque de um verdadeiro amigo, para onde eu possa ir exceto Cristo.

Muitos dos que estavam com Jesus ouvindo a mensagem, que veio de encontro as suas vidas pecaminosas. Não quiseram optar por uma vida nova, e preferiram continuar nos seus próprios caminhos segundo as suas  tradições. Porém, Deus através da fé tem outorgado aos homens a capacidade perceptiva para reconhecer que Cristo é o nosso senhorio, pois, ele é a cabeça. Foi com essa virtude que Pedro se deu ao prazer de transmitir está mensagem de esperança e segurança para os andarilhos de Deus.

Jó que tivera uma experiência real disse: “Eu sei que meu Redentor vive” (Jó 19.25). Para ele um simples conhecimento da existência do Senhor que habitava nos céus não era tudo, porque o mais importante era saber que o Senhor reinava em se coração, e era dono da sua vida.

 Oxalá que possamos ter a mente de Cristo, como teve Pedro e Jó, capazes de percebemos o que Ele representa para todos nós.

Diante de tanto testemunho fiel de exemplo de fé o “modelo” não poderia ser outro há não ser Jesus Cristo, que em tudo procurou dar um toque de um verdadeiro líder dinâmico; aquela que primeiro o faz e depois manda que os demais façam, como Ele o fez.

Provando para os pessimistas e incrédulos, que é possível sair da subjetividade, isto é deixar um passado cheio de pecado, e adquirindo novas oportunidades para viver uma vida de harmonia com seu Deus.

Segundo a enciclopédia Bíblica do escritor: O. S. Byer. “Modelo: É aquele a quem se procura imitar nas ações, nas maneiras”. Não há como deixar de evidenciar que Jesus Cristo procurou equacionar os seus ensinamentos através das ações praticadas por Ele, tornando o impossível, possível aos olhos dos homens. Convém deixar claro que os exemplos deixados por Jesus, foram assimilados pelos discípulos. (João 14:12)

Jesus adverte: “Se sabeis estas coisas bem-aventuradas sois se as fizerdes” (João 13:17). Ser feliz é o alvo de toda a humanidade, principalmente no sentido mais elevado do termo. A bem-aventurança não consiste no mero conhecimento superficial, é o mister que os crentes coloquem em prática os ensinamentos da palavra de Deus; a fim de receber o que foi prometido por Ele.

A não realização daquilo que se sabe implica na quebra de um relacionamento recíproco com direitos e deveres. “Aquele que diz: Eu conheço-o, e não guarda os mandamentos, é mentiroso, e nele não está a verdade” - II João 2:4.

“O mentiroso não tem parte no reino de Cristo”. Aquele que se omite peca voluntariamente e está sujeito a perder o privilégio maior de ter um coração integro, sincero e obediente ao Senhor.

Após a tomada de consciência da importância do conhecimento deve estar aliado à prática, a Igreja passa assimilar a pessoa de Jesus Cristo como exemplo ou “modelo” para suas vidas. Deixando para trás tudo que estava relacionado com as trevas, e passando a por em prática tudo que aprendem do seu Mestre. Embutidos pelo sentimento de humanidade e amor cristão.

Estevão o primeiro mártir da era cristã, deu um exemplo prático daquilo que aprendeu de Jesus Cristo. Dê que mesmo diante das grandes perseguições do inimigo diabo, a Igreja precisava seguir o seu curso como verdadeiro representante de Deus, sem temer mal algum, nem mesmo a morte. Lucas descreve com muita propriedade as qualidades que tinha a Igreja primitiva, legada por Jesus que serviu de “modelo”, quando diz: “E tendo orado, moveu-se o lugar em que estavam reunidos; e todos foram cheios do espírito santo, anunciavam com ousadia a palavra de Deus” — Atos 4:31.

Eles aprenderam de verdade a importância da oração intercessora, como uma demonstração de apoio e compreensão das necessidades uns dos outros. Era o único meio para estarem fortalecidos e cheios do espírito santo de Deus. Que vos não façais negligentes, mas sejais imitadores dos que pela fé e paciência herdaram as promessas (Heb. 6:12); “Se exercitou hospitalidade, se lavou os pés aos Santos, se socorreu os aflitos, se praticou toda boa obra” — I Tim. 5:10.

Finalizando Jesus diz: “Se sabeis estas coisas, bem-aventurados sois se as fizerdes” — João 13:17.

 

JESUS, ÁGUA QUE NOS DÁ VIDA

14de maio de 2007 

A água possibilitou a constituição da vida, das águas Deus fez aparecer a terra, disse Deus: “Juntem-se num único lugar as águas que estão debaixo do céu, para que apareça o solo firme”. Gên 1:9.

A Bíblia também nos diz que no principio o espírito de Deus Pairava sobre a face das águas. Gên 1:1. Dando nos a entender o cuidado de Deus para com a água protegendo-a com seu Espírito.

A água cuja fórmula é H²O, o que indica que cada molécula é constituída de dois átomos de hidrogênio e um de oxigênio, em sua composição normal, a água é incolor, inodora e sem sabor.

 Faz com que todos os seres vivos dependam da água para sobreviver, ela faz parte integrante do nosso planeta, quer em estado líquido, gasoso ou sólido.

Se dividirmos a superfície do nosso planeta em quatro partes, veremos que três partes se constituem de água.

Em todos os organismos vivos ela está presente. O ser humano tem perto de 72% do peso do seu corpo composto de água. Certas medusas apresentam um índice quase total do seu peso em água, cerca de 99%. A água alcança porcentagens bem elevadas em alguns vegetais; Há melancias, por exemplo, com 98% de teor aquoso.

A vida originou-se da água, e basicamente depende da água. Que alimento poderíamos obter sem a contribuição da água?

Apesar de todas estas informações sobre a água, não é ainda sobre esta água que eu quero falar, tomei-a como base, para falar de uma água bem mais preciosa para a nossa vida; água esta que só Jesus, pode nos oferecer.

E o que seria da nossa vida sem esta água? Certamente não seria nada, pois Ele é a água que nos mantêm.

 Veja o que Ele diz a mulher samaritana:

 “Se conhecesses o dom de Deus e quem é aquele que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva, porque a água que eu der se tornará nele uma fonte de água jorrando para a vida eterna”.

 João 4:10,14.

Sim, Jesus é a água que nos mantém, não em uma vida passageira, mas sim, em vida eterna.

A mulher samaritana, e não somente ela, mas muitos milhares tem recebido desta água, e você, tem também recebido desta água? tem sido ela a fonte de sua vida?

 Certa ocasião em  uma festa, no último dia e o mais importante  dela, Jesus exclamou: “se alguém tem sede venha a mim e beba”.

 João 7:37.

Jesus continua a oferecer desta água, não tenha receio, se tens sede, vá até a Ele e beba. O espírito e a Noiva dizem: “Vem”! Aquele que ouve também diga: “Vem”! "Quem tem sede, venha; e quem quiser, tome de graça da água da vida". Apocalipse 22:17

 

O Louvor de lábios Puros

Hoje em dia o termo louvor e adoração está bem popularizado no meio do povo cristão. Mas, infelizmente nem todos estão cientes da essência legitima da adoração. pois se realmente conhecesse o valor da verdadeira adoração, os filhos de Deus viveriam constantemente em Comunhão com Ele, frente a frente com Deus em abundância de sinceridade comunhão alegria e júbilo. O que observamos atualmente em nossas reuniões, infelizmente são: irmãos cheios de ódio, rancor, mágoas, desafetos, em total desarmonia; resultando em cultos frios, formais e sem a presença de Deus e da operação do Espírito Santo. Pois Deus só habita no meio dos louvores e da igreja se houver um sentimento real e legítimo da verdadeira adoração. Admitamos ou não, mas isso é uma constante em nossas reuniões. Já é tempo de despertarmos do sono e tirarmos a máscara que nos envolve e reconhecer que pecamos e nos humilharmos e suplicarmos pela misericórdia de Deus. OBSTÁCULOS

A VERDADEIRA ADORAÇÃO

Ódio e Falta de Perdão ao próximo impede que tenhamos uma total e completa adoração, Deus quer que vivamos em família e que não sejamos como Caim que odiou seu irmão e o matou. Gên. 4:5; I João 3:11 a 15. Analisando a narração em Gênesis a respeito de Caim, vemos que por odiar seu irmão, caiu seu semblante e determinou em mata-lo. Quero aqui abrir um parêntese, e dizer que, matar o irmão no nosso caso não significa pegar uma arma ou qualquer outro objeto e matar, significa que você pode matar seu irmão espiritualmente, tirando a sua paz, alegria, comunhão, e o pior de tudo, afastar seu irmão tirando o definitivamente da Presença de Deus. O Apóstolo Mateus, vai mais além, quando diz que: se você trazer sua oferta e lembrar que seu irmão tem algo contra ti, Você deve reconciliar com ele, para que sua oferta seja aceitável. Mat. 5:23,24. Quero vos dizer também; Não pense tão somente em oferta financeira ao ofertar ao Senhor, lembre-se que no culto, acima de tudo você está se ofertando ao Senhor em adoração a Deus.

A hipocrisia é um outro fator que faz com que a nossa adoração seja abominável diante do Senhor. Jesus nos adverte quanto à isso quando na repreensão dos fariseus. Lucas 12:1 a 3.

 As Rotinas dos cultos também faz com que a nossa adoração não seja aceita. Isaías 1:14,15. Salmos 122:1.

Temos ainda como causa de não ser aceita nossa adoração o Mundanismo, dá se mais ênfase a aparência exterior do que a interior. Nos cultos é comum ouvir de alguém, - você está muito bem vestido hoje? que roupa linda?, Isso sem falar nas roupas indecorosas e indecentes que se usa para ir adorar ao senhor. quase nunca se ouve, como você está com Deus? tens orado hoje? lestes a bíblia? tens jejuado em prol da igreja do pastor dos irmãos?. Não estes assuntos não são interessantes. Porém ouça o que João o Apóstolo do amor, com amor nos deixou escrito. Não ameis o mundo, nem o que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele. I João 2:15.

 

OS MÉTODOS DE

 SATANÁS

Um dos métodos de satanás é nos colocar Medo, medo de encararmos a realidade quando pecamos. Veja o que aconteceu com Adão quando pecou, ele teve medo e procurou se esconder da presença de Deus. Disse ele: Ouvi tua voz tive medo e me escondi. Gên. 3:10. Observe que o pecado faz com que tenhamos medo. E nos faz desta forma nos esconder-se da presença de Deus, tirando assim a nossa comunhão com Ele. Mas lembre-se da presença de Deus ninguém se esconde.

Culpa: Outra tática de satanás, para tirar ou nos afastar da presença de Deus é a culpa. O inimigo das nossas almas tenta a todo custo tirar a nossa comunhão com Deus. Para tanto vem nos acusar apontando as nossas debilidades e fraquezas. No entanto temos a Palavra de Deus para nos valer; ela nos diz assim: Portanto, agora nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o Espírito, porque a lei do espírito de vida, em Cristo Jesus, livrou-me da lei do pecado e da morte. Romanos 8:1,2. Quando o diabo vier fazer lembrar-se do seu passado; Lembre-o do futuro dele, que é no lago de fogo.

Dúvida: Outro fator que o inimigo também usa como forma de nos distanciarmos da presença de Deus, é a dúvida. atenhamos ao fato que dúvida é pecado. Assim nos exorta o Apóstolo Paulo: Mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé; e tudo o que não provém da fé é pecado. Romanos 14:23. Assim também nos escreve Tiago: Peça-a, porém, com fé, não duvidando, porque aquele que duvida é semelhante à onda do mar, impelida e agitada pelo vento. Tiago 1:6.

Poderíamos ainda citar uma infinidades de formas e táticas que o inimigo usa para nos afastar da comunhão e da adoração de Deus, mas o espaço que temos no Atalaia não nos favorece, No entanto separei estes temas  sobre Ódio, Rancor, Mágoas, Desafetos, Desarmonia, Falta de Perdão, Comunhão, Hipocrisia, Rotinas, Mundanismo, Medo, Culpa, Dúvida, para nós meditarmos e avaliarmos nossa situação diante de Deus, mas nada impede de em outras oportunidade falar mais sobre este assunto.     

Adorar a Deus em espírito e em verdade é declarar oficialmente o abandono do pecado, e a derrota de satanás. Implantar o Reino de Deus na terra e declarar a grandeza de Deus e que somos verdadeiros filhos de Deus.

Por último ainda quero dizer: Dediquemo-nos exclusivamente ao Senhor a adoração, pois Ele é digno de toda honra glória e louvor. adoremos pois ao Senhor em espírito e em verdade, pois o Pai procura os tais que assim o adoram. de lábios puros e coração quebrantado.

 

 
A GUERRA JUDAICA

16 de abril de 2007 

 ministro José Carlos Delfino 

Entrementes na Palestina os acontecimentos se preciptavam. Enquanto em Roma os cristãos enfrentavam as feras de Nero e todo tipo de torturas, na terra de Jesus estava acontecendo uma terrível revolução, a mais desastrosa que a história judaica recorda.

É difícil hoje reconstruir com exatidão todas as causas históricas daquela guerra, que levou a nação judaica á sua completa destruição e á definitiva dispersão do seu povo. Certamente elas devem ser procuradas no fanatismo religioso-nacionalista dos judeus da época e na má administração dos procuradores romanos.

 Os judeus foram sempre intolerantes, por motivos religiosos, ao domínio estrangeiro sobre eles, povo eleito de Deus. Esta intolerância, que já explodira no período dos Macabeus, tornou-se ainda mais aguda no século I d.C pela convicção da vinda iminente do Messias. Nesta atmosfera de espera pularam os falsos messias.

Um certo Judas Galileu (At.5:37) apareceu, já no tempo do procurador pôncio (6-9 d. C), passando-se por messias, aliciando seguidores e suscitados motins revolucionários em várias partes da Judéia. Teve de intervir o exército aquartelado em Cesaréia para pôr fim ás desordens e eliminar-lhes a causa. Isto explica por que, em 35, Pilatos decidiu intervir tempestivamente e com crueldade injustificada contra o falso messias samaritano e seus seguidores no Garizim. Também no tempo do procurador Cúspio Fado em 44, um certo Teudas congregou uma grande multidão de seguidores armados ás margens orientais do Jordão, prometendo repetir o milagre de Josué como sinal inicial da revolta anti-romana.

Mas os soldados do procurador atravessaram antes dele o Jordão e capturaram Teudas, o decapitaram e massacraram muitos revolucionários.

Uma das últimas tentativas foi da de um desconhecido egípcio, que juntou uma multidão de seguidores sobre o monte das Oliveiras, em frente de Jerusalém, prometendo derrubar os muros da cidade como sinal inicial da revolta. O procurador era, então, Antônio Félix. Este mandou contra os rebeldes o exército romano que matou quatrocentos revolucionários e aprisionou mais 200. O falso messias fugiu.

Assim se entende como, em um ambiente tão explosivo, uma ocasião banal pudesse provocar um grande incêndio.

Devemos, porém, dizer que os procuradores romanos nem sempre atuaram, neste terreno minado, com prudência política. Agiram muitas vezes por interesse, por ódio e por ressentimento pessoal, ferindo assim, sempre mais a suscetibilidade religiosa e nacional dos súditos.

 

A REVOLTA

 

A centelha da revolta estourou, quando Géssio Floro (64-66), último representante de Roma na Palestina, tirou do tesouro do templo uma grande soma com a desculpa de manda-la ao imperador. Todos viram naquele gesto a venalidade do romano e estouraram protestos e manifestações em público contra o procurador. Ele cometeu o erro de mandar intervir os soldados massacrando indistintamente a multidão e saqueando as casas de Jerusalém. A violência provocou violência.

De nada serviu a mediação de Agripa II de Cálcis, bem visto pelos judeus e as recomendações do sumo sacerdote.

Os zelotes, um grupo extremista de fariseus, tinham em mãos a situação e a agravaram, massacrando a guarnição romana mandada a Jerusalém para restabelecer a ordem. Até um exército enviado da vizinha Síria pelo governador Céssio Gallo foi derrotado e disperso pelos revolucionários.

A situação fugia a todo o controle e Nero depois de ter chamado a Roma o procurador, declarou guerra ao povo judeu, confiando as operações militares ao general Tito Flávio Vespassiano. Corriam os últimos meses do ano 66 d.C.

Passou-se quase um ano antes que Vespassiano pudesse preparar um exército forte de sessenta mil homens e pusesse em marcha todo o aparato bélico. Além disso, retardava intencionalmente, porque sabia que as várias facções judaicas lutavam entre si em uma guerra civil que dizimava cada dia as suas fileiras. Só em 67 o exército romano deixou a Síria e começou a conquista, primeiro da Galiléia, depois Samaria, Peréia e finalmente Iduméia, comprimindo num cerco sempre maior a Judéia, centro da resistência.

 

A CATÁSTROFE

 

Vespassiano estava para assediar Jerusalém, quando recebeu a notícia da morte de Nero, acontecida em 9 de junho de 68. Perdia naquele momento toda a sua autoridade e devia esperar confirmação do novo imperador, para prosseguir a guerra.

A espera durou cerca de um ano, enquanto em Roma os imperadores se sucediam com funesta rapidez. Finalmente as legiões do Oriente proclamaram imperador Vespassiano em 1º de julho de 69.

Partiu, então, para Roma, deixando o comando das operações militares para o filho Tito, que recomeçou a guerra em 70.Com novos reforços apertou o cerco de Jerusalém, onde três principais facções estavam em luta entre si. O cerco tornou-se mais duro nos dias de Páscoa quando vinham a Jerusalém peregrinos de toda parte. Tito deixou passar sem distúrbios os peregrinos que iam piorar a tão precária situação de provisões da cidade assediada. E de fato a superpopulação daqueles dias tornou insuportável a fome em cinco meses de assédio.

Flávio Josefo nos diz que uma mulher chegou a matar e a assar o próprio filho para comer. Os massacres entre os diversos partidos que dividiam os assediados fizeram numerosíssimas vítimas dentro dos muros. Mesmo se não podemos acreditar no historiador judeu que exagera, quando fala de um milhão de pessoas como vitimas daqueles dias, o número dos mortos, porém, deve ter sido muito elevado.

Depois de cinco meses de dura luta, finalmente os soldados romanos puderam descarregar sua raiva reprimida sobre os sobreviventes e monumentos. O templo foi incendiado e demolido e a cidade foi arrasada. Sobre as ruínas da cidade ficou uma pequena guarnição romana. Tinham-se passado 40 anos da profecia de Jesus sobre a Cidade Santa e a nação.

Exatamente “uma geração” (Lc 21,32). Da cidade soberba não restou pedra sobre pedra (Mt 24,1-2).

Relendo hoje aquela profecia, junto com a macabra descrição que Flávio Josefo nos dá daqueles dias, percebemos quanto foram realistas as advertências de Jesus (Mt. 24.15-28).

Deus tinha destruído e disperso o povo que foi seu, porque haviam recusado aceitar a missão a que foram chamados.

O Messias, Filho de Deus, viera e os seus não o receberam. Juntamente na Cidade Santa de Jerusalém, sob os olhos de Deus que era venerado no templo, consumara-se o maior delito religioso da humanidade. Realizara-se plenamente a parábola dos agricultores infiéis (Mt. 21:33-44).

Deus, que jamais renuncia aos seus desígnios, escolheu dentre os judeus os que eram sinceros e estendeu a opurtunidade de salvação a todos os povos, escolhendo dentre eles aqueles que lhe querem ser fiéis, e como arrancou os galhos que não produziram, enchertou galhos que não eram de olivas em seu lugar - Romanos 11: 11-24. E o reino de Deus que era do sacerdócio levitico foi dado um povo de boas obras sob a ordem de Melquisedeque. Mateus 21:43-45; Hebreus 7:11.

 
O PERDÃO

02 de abril de 2007

Ministro José carlos Delfino 

Então Pedro, aproximando-se dele, lhe perguntou: Senhor, até quantas vezes pecará meu irmão contra mim, e eu hei de perdoar? Até sete? Respondeu-lhe Jesus: Não te digo que até sete; mas até setenta vezes sete”.

Mateus 18:21-22

 

Um dos ensinamentos do senhor Jesus que é muito difícil para muitos cumprirem é a questão do perdão.

Perdoar é algo quase impossível para algumas pessoas, seus corações estão cheios de ódio, rancor, ira, a ponto de sobrar pouco espaço para o amor, pois, somente conseguiremos perdoar quando amamos. O amor a Deus nos leva a perdoar mesmo nossos piores inimigos, muito mais, deveria ser para perdoar nossos irmãos em Cristo.

O pedir perdão ou perdoar são atos que às vezes se tornam demasiado difícil de executarmos. Porque, isso implica em passar por cima do nosso orgulho e de nossa vaidade.

Pedir perdão é reconhecer uma falta ou faltas no nosso proceder, e tratarmos de repararmos algum dano que hajamos feito a outra pessoa, seja consciente ou inconsciente. É dizer: Admitir um erro de nossa parte.

O perdão é um ato estritamente individual, ninguém pode pedir perdão em nome de outro; pois é um ato intimo que envolve sentimentos que só a pessoa afetada pode pedir ou dar o perdão.

Uma coisa importante de se mencionar antes de seguir adiante, é o ato de que o perdão é unilateral; pede-se ou se dá.

O perdão não se condiciona, nem se diz: “Te perdôo, somente se você também me perdoar”.

Pode suceder no nosso dia a dia que as vezes magoamos alguém com palavras ou atos sem nos dar conta disso, as vezes também, cremos que sempre temos razão e por isso não temos que dar explicação nenhuma a ninguém e muito menos pedir desculpas ou perdão.

 O perdão tem muito a ver com a sensibilidade da pessoa, quando alguém sente que ofendeu ou magoou a seu semelhante, sente a necessidade de aproximar-se daquela pessoa e pedir perdão.

Ao perdoarmos aqueles que nos ofendem, estamos diminuindo a sua dor, mas, sobretudo, é que necessitamos estar em paz com nós mesmos e com  o próximo.

O perdão enriquece nosso coração, porque nós dá maior capacidade de amar.

Muitas vezes nos sentimos solitários mesmo vivendo cercados de gente, e isto ocorre porque durante dias, semanas, meses e anos vamos carregando rancores, ódio e amargura. Porque não somos capazes ou não sabemos como nos libertar desses sentimentos negativos, que nos envenenam a alma e nos faz infeliz.

Para libertar-nos desses sentimentos nocivos arraigados em nosso coração, o primeiro passo a dar é pedir perdão e perdoar aos outros e então nos sentiremos libertados desses sentimentos maus que havíamos guardado durante tanto tempo.

Temos que dar mais capacidade ao nosso coração de guardar sentimentos positivos, como o amor, a harmonia, a paz, a generosidade, a tolerância, a alegria, etc.

Todos nós necessitamos do perdão em nossa vida, seja perdoando ou pedindo perdão. A carga de sentimentos negativos que carregamos em nosso coração nos leva a perder a tranqüilidade e a paz interior. Não podemos deixar que estes sentimentos negativos invadam a nossa vida e acabem com nossa harmonia com o Criador, com a família, com a Igreja, com os vizinhos, pelo contrário devemos agir diferente do mundo perdoando os que nos tem ofendido e pedindo perdão aos que nós ofendemos.

Nós como cristãos devemos ter a plena convicção que é necessário romper com sentimentos nocivos para nosso crescimento espiritual. Não devemos esperar que seja o outro que primeiro venha nos pedir perdão, mas, sim como disse Jesus: “Portanto, se estiveres apresentando a tua oferta no altar, e aí te lembrares de que teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa ali diante do altar a tua oferta, e vai conciliar-te primeiro com teu irmão, e depois vem apresentar a tua oferta”. Mateus 5:23-24.

O perdoar, ou, pedir perdão, nos aproxima mais de Deus, sabendo que um coração sincero, humilde, que com amor pede ou oferece perdão, conseguirá o que o ódio, o rancor, a vingança, não podem conseguir: A harmonia e amor uns pelos outros.

Em nossas orações geralmente pedimos perdão pelos nossos pecados cometidos contra Deus, e esquecemos que para sermos perdoados devemos também perdoar os que nos ferem e ainda mais pedir perdão, sabendo que como humanos, somos falhos e vivemos ofendendo o nosso próximo, seja em casa, no trabalho, na igreja,  por mais, que não queremos acabamos por ferir aqueles que nos cercam, assim, o pedir perdão uns aos outros é um ato de amor necessário na igreja, para que a benção de Deus seja derramada sobre nossas vidas.

 
O Verdadeiro Fundamento

28/03/2007

Ministro José Carlos Delfino 

 

Edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas. No qual todo edifício, bem ajustado, cresce para templo no Senhor”.

Efésios 2:20-22

 

   Para a Igreja ser verdadeira é necessário que ela esteja edificada sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo Jesus a pedra angular no qual todo o crente deve ser edificado para habitação de Deus no espírito santo.

 Os habitantes desse edifício têm a garantia do maior empreendimento imobiliário do mundo. Idônea no ramo, sendo o princípio da organização e da seriedade, cujo dono é o maior Arquiteto e construtor do universo. Basta tão somente olharmos com os olhos da fé, para perceber o poder criador e a precisão com que tudo foi formado e consolidado por Deus. Fora dele não existe outro que possa dar tantas vantagens e segurança para aqueles que querem ser edificados na rocha eterna.

Falando sobre o grande projeto divino, Jesus disse: “Na casa do meu pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-los teria dito; vou preparar um lugar, e se eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vos também”. (João 14:2-3; Zac. 14:4).

Muitos correm perigo, aqueles que desavisados, tomam decisões precipitadas, com relação ao plano habitacional no campo espiritual. Jesus falou a Pedro para edificar a sua Igreja da qual Cristo é a pedra principal, e cada um de nós fazemos parte deste edifício que é edificado sobre uma boa base: O fundamento dos apóstolos e profetas. Os que rejeitam tal fundamento, rejeitam a Cristo que é a pedra principal desta habitação.

A principal missão da Igreja é a pregação do evangelho eterno aos homens, e reuni-los em templos, aonde possam ser edificados na rocha, no amor, na fé, na obediência aos mandamentos e na esperança.

Jesus usou uma metáfora para descrever afinidade que existe entre Ele e a sua Igreja, não no sentido do espaço físico, mas com as próprias pessoas; vejamos o que Ele diz: “Onde estiver dois ou três reunidos no meu nome, ali estou no meio deles.” (Mat. 18:20). Neste momento se faz presente; A plenitude daquele que tudo enche em todas as coisas (Ef. 1:23).

O fato de Jesus se fazer presente no convívio da Igreja, impõe responsabilidade porque não temos o direito de ficar acomodados com o pensamento negativo que é exprimido para sua auto defesa, se eu não for, alguém, vai no meu lugar. Não justifica porque você é um desses três que ele faz menção. Ouçamos o exemplo de Davi: “Alegrei-me quando me disseram vamos à casa do Senhor”.

Jesus ainda hoje está escolhendo pessoas que demonstrem qualidades e características que se identifiquem com as exigências do co-domínio Divino.

A história registra a construção de muitas maravilhas pelo homem fazendo uso de materiais duráveis, entre algumas se encontra: A torre de Babel, as pirâmides, O jardim suspenso de Babilônia, a Estatua da Liberdade, o farol de Alexandria, etc..

Mas a maior maravilha, sem dúvida nenhuma, é a edificação da Igreja como templo espiritual, cuja pedra principal é Cristo. “Ninguém pode por outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo.

Construída com materiais preciosos com todas as riquezas do ser, com muito maior durabilidade. A vida cristã é um material precioso, de alto valor para o ser humano.

O material a ser usado na construção, deve ser de boa qualidade, bem resistente.

Deus é o maior Geólogo, sábio arquiteto e construtor, e como prova disto escolheu que a Igreja fosse edificada na doutrina dos apóstolos, que nada mais é do que a doutrina de Cristo. Porque somente Nele podemos edificar a nossa fé, para a remissão dos nossos pecados.

Hoje existe nas grandes metrópoles favelas onde as pessoas pobres, constroem os seus barracos, feitos de tábuas, zincos, papelão, por mais humilde que seja se torna um lar.

Mas o templo de Deus deve ser construído com materiais de alto valor; porque é um lugar de honra e de adoração em espírito e em verdade a Deus, porque Ele é tudo em todos.

Jerusalém esta edificada como uma cidade bem sólida” (Sal. 122:3). A Igreja foi edificada para ser pedra viva habitação de Deus, casa espiritual, Santa e agradável a Deus por Jesus. (I Pedro 2:5). A verdadeira Igreja, nunca teve o seu fundamento em doutrina baseada em sabedoria humana que negligencia a verdade, no seu todo. Porque se alguém se considera membro da Igreja de Deus, o tal deve estar edificado na doutrina dos apóstolos e profetas.

Porque ninguém pode por outro fundamento, além do qual já está posto, o qual é Jesus Cristo.

Só existe demonstração de conhecimento de Deus, quando a nossa percepção se manifesta no sentido de praticar tudo quanto Ele tem nos ordenado; Numa prova de submissão de uma alma resgatada e protegida por Deus.

 

ASSIM FALA DEUS

12 de março de 2007

ministro José Carlos Delfino 

E, ouvindo a voz do Senhor Deus, que passeava no jardim à tardinha, esconderam-se o homem e sua mulher da presença do Senhor Deus, entre as árvores do jardim”.

Gênesis 3:8

As formas pelas quais tem Deus falado ao homem são formas diferentes durante toda a história, porém, sempre com a mesma intenção: Revelar sua vontade para o bem de seus filhos.

No principio Deus falava com o homem diretamente, até que este caiu no pecado, e por causa de seus pecados, sentiu vergonha e cobriu sua nudez e perdeu a grandiosa comunicação com Deus.

Depois que o homem foi expulso do  Jardim do Éden, Deus falou com os homens de diferentes formas, por meios de visões, sonhos, anjos, Urim e Tumim. Procurando sempre se mostrar presente no meio do seu povo. Falou Deus por meio de:

Fogo

Face a face falou o Senhor conosco no monte, do meio o fogoDeut. 5:4.

Sonhos

Ao que Deus lhe respondeu em sonhos: Bem sei eu que na sinceridade do teu coração fizeste isto; e também eu te tenho impedido de pecar contra mim; por isso não te permiti tocá-la”; Gên. 20:6

Anjos

Mas o anjo do Senhor lhe bradou desde o céu, e disse: Abraão, Abraão! Ele respondeu: Eis-me aqui”. Gên. 22:11.

Urim

Pelo que consultou Saul ao Senhor, porém o Senhor não lhe respondeu, nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas”. Sam. 28:6.

Algo interessante de notar é que o povo preferia que Deus falasse a um homem só e este transmitisse ao povo como no caso de Moisés, quando o Senhor falou com o povo, eles pediram que o Senhor falasse somente com Moisés e esse então falaria a eles.

E disseram a Moisés: Fala-nos tu mesmo, e ouviremos; mas não fale Deus conosco, para que não morramos”. Êxodo 20:19.

Assim, sempre Deus tinha um representante seu dentre os homens, que foram chamados de profetas ou seja: Aquele que, entre os hebreus, anunciava e interpretava a vontade e os propósitos divinos e, ocasionalmente, predizia o futuro por inspiração divina.

Desde o dia em que vossos pais saíram da terra do Egito, até hoje, tenho-vos enviado insistentemente todos os meus servos, os profetas, dia após dia”; Jeremias 7:25.

Os profetas transmitiam a vontade de Deus ao povo, repreendia-os quando estavam errados, fortalecia-os para a guerra, anunciavam o futuro, pronunciavam bênçãos e maldições. Na maioria das vezes eles foram perseguidos, e mesmo mortos, pois, Israel não dava ouvido a voz de Deus.

Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, apedrejas os que a ti são enviados! quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha ajunta os seus pintos debaixo das asas, e não o quiseste!Mateus 23:37.

No novo pacto que Deus fez com a nação de Israel, da qual pela misericórdia de Deus nós fizemos parte, Deus nos fala, por meio do seu filho, o senhor Jesus Cristo.

 Havendo Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas,  nestes últimos dias a nós nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, e por quem fez também o mundo”. Hebreus 1:1, 2.

Hoje, temos a Bíblia Sagrada, como referência para sabermos qual é a vontade de Deus, nela encontramos tudo o que é necessário para obtermos a vida eterna, como escreveu o apóstolo Paulo a Timóteo dizendo:

E que desde a infância sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para repreender, para corrigir, para instruir em justiça;  para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente preparado para toda boa obra”. II Tim. 3:15-17.

Mesmo tendo a Bíblia como a palavra de Deus que manifesta toda a sua vontade, devemos saber uma coisa, Deus, ainda continua a falar com seu povo, por meio de sonhos e profecias:

E acontecerá nos últimos dias, diz o Senhor, que derramarei do meu espírito sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos mancebos terão visões, os vossos anciãos terão sonhos”. Atos 2:17.

Deus sempre falou com seu povo e sempre falará, basta que nós o busquemos com fé, e desejarmos ardentemente ouvirmos a sua voz.

O que acontece normalmente é que Deus Fala, e os homens não querem ouvi-lo, como profetizou o apóstolo Paulo quando escreveu a Timóteo, preferem a mentira em lugar da verdade.

Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres segundo os seus próprios desejos, e não só desviarão os ouvidos da verdade, mas se voltarão às fábulas”. II Tim. 4:3,4

 

 

Três Coisas Não Têm Mudado.

04 de março de 2007 

Um fato bem conhecido de todos que vivemos atualmente é que o mundo da ciência e da tecnologia tem sofrido mudanças radicais a partir da metade do século 20. Os últimos cinqüenta anos o estado social tem revolucionado enormemente. O modo de viver do homem mudou fantasticamente, a ponto de nos surpreender. Na área da agricultura as ferramentas utilizada a alguns anos atrás já é relíquias do passado, hoje as maquinas aram, plantam, capinam, colhem, e onde trabalhavam muitos homens um só é o suficiente.

Na casa os aparelhos eletro eletrônicos a cada dia surge uma novidade, a pouco tempo atrás a moda era o disco de vinil, a fita cacete, agora, é o CD, o DVD. O telefone que tomou o lugar do telegrama, as viagens que duravam dias ou meses, são feitas em poucas horas, a televisão via satélite tornou-se um meio de comunicação universal instantânea.

A descoberta e o aperfeiçoamento do Raio Lazer que muito revolucionou o campo da medicina, para realização de cirurgias mais efetivas e seguras, como também é usado em muitos outros aparelhos eletrônicos.

O computador, um dos mais notáveis inventos e que a cada dia tem se aperfeiçoado, ele está presente em todas as atividades do homem do campo ou da cidade, por meio dele o homem pode se comunicar com qualquer parte do mundo em minutos.

Porém, com todo esse progresso cientifico maravilhoso, o homem não conseguiu erradicar os problemas que mais causam dor, lagrimas e sofrimento sobre toda a humanidade, e certamente o homem jamais conseguirá. Porque, o computador ou qualquer outro invento, não pode produzir a paz entre as nações, paz no coração dos homens, por que três coisas não mudaram desde de o principio do homem.

O Pecado

O pecado é o aguilhão da morte, hoje, como desde o dia que Adão foi lançado fora do jardim do Éden. Assim, o apostolo Paulo disse: “... mas o pecado, para que se mostrasse pecado, operou em mim a morte por meio do bem; a fim de que pelo mandamento o pecado se manifestasse excessivamente maligno”. Romanos 7:13. Por mais que os homens tentem mudar o nome do pecado, ele continua sendo pecado e excessivamente maligno. Mudar o nome do pecado seria como mudar o rotulo de uma embalagem de veneno. Como o veneno continua sendo veneno e mortífero apesar de ter mudado o rotulo, assim, também, o pecado, seguirá sendo pecado, devastador e cruel como tem sido desde sua entrada no mundo. E por mais que o homem haja se desenvolvido cientificamente, não conseguiu diminuir ou eliminar o pecado. Vemos seus resultados por meio de enfermidades, desespero, angustia e lagrimas por que o salário do pecado continua a ser o mesmo.

 A Morte.

A morte não mudou, os homens tratam de mudar sua aparência horripilante. Cada vez mais se preocupam com a aparência do morto, com o caixão, que são cuidadosamente decorados com muitas flores e etc... Por fim, no final as pessoas avaliam dizendo foi um funeral muito bonito, ou foi sem graça. Como querendo dar um significado diferente, porém, por mais que se faça ou tentem mudar o significado, não se pode mudar a triste realidade  do inimigo da vida, a morte. Porque ao homem esta ordenado morrer. Hebreus 9:27.

   A Dor

A dor causada pela morte nunca foi mudada. Adão e Eva experimentaram esta dor com os olhos cheios de lágrimas e com um aperto no coração, quando contemplaram seu filho Abel caído sem vida, que fora morto por seu irmão Caim. Este foi o inicio da dor e sofrimento que havia entrado no mundo.  

A historia da raça humana esta composta de três enigmas. E cada pessoa deve enfrentalas por si mesma, uma por uma. O passado de todos os homens esta cheio de pecado; seu presente é cheio de dores, angustias e sofrimento; seu futuro será simplesmente uma negra mortalha, uma caixa cheia de vermes, e finalmente o retorno ao pó de onde foi tomado. Ao homem natural não esperança quando pensa no futuro.

Porém, existe uma esperança, e esta esperança é Jesus Cristo, que foi enviado ao mundo para resgatar a humanidade perdida. “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. João 3:16.  Da morte não podemos escapar, mas, existe uma esperança de alcançarmos a vida eterna. Basta que o homem creia em Jesus Cristo, aceite sua palavra e a guarde e mesmo que esteja morto viverá – “Porque o Senhor mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro”. I Tess. 4:16.

É a esperança da ressurreição dos mortos, que ocorrerá no retorno de Jesus a terra. Ressuscitarão para a vida, aqueles que hoje, lavam seus pecados, por meio do sacrifício do cordeiro de Deus que é o senhor Jesus. “No dia seguinte João viu a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo”. João 1:29.

Foi Jesus que entregou a sua vida para que nós alcançássemos a vida eterna, é por meio dele que podemos nos livrar do pecado, evitar os sofrimento e alcançar a paz e felicidade. 

 

Por que Deus Enviou Seu Espírito?

26 de fevereiro de 2007 

Querendo Deus  resgatar os homens da morte, enviou seu filho, Jesus Cristo para morrer em nosso lugar e assim, pagar a dívida que tínhamos, pois o salário do pecado é a morte.

Porém,  para que o homem,  após ser lavado de seus pecados ou  perdoado não retorne a viver na prática do pecado, Deus envia seu espírito  para que este habite no  homem, e assim,  os que são purificados dos seus pecados através do batismo nas águas,  recebem agora, o espírito de Deus, uma força que mantem o homem firme contra a  tentação da  carne. 

Por  isso diz , não há  nenhuma  condenação para aqueles que andam em Cristo Jesus, e que não andam  segundo a carne mas segundo o espírito. 

Previu Deus assim, uma forma de manter os seus escolhidos fortalecidos contra as hostes da maldade, e assim, podemos dizer como o apóstolo Paulo:

 "Tudo posso naquele que me fortalece" 

Além, do espírito de Deus fazer morada em nós

no qual também vós juntamente sois edificados para morada de Deus no espíritoEfésios 2:22

também, nos concedeu dons, ou seja, revestiu sua Igreja de poder, a uns deu o dom da palavra de sabedoria, a outros a palavra da ciência, a fé, o dom de curar os enfermos, operações de maravilhas, profecias, discernimento de espíritos, variedades de línguas e interpretação das línguas.

     no qual também vós, tendo ouvido a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, e tendo nele também crido, fostes selados com o espírito santo da promessa”.

Efésios 1:13

 Porém, é o mesmo espírito ou poder que opera todas estas coisas, repartido particularmente a cada um como  quer, querendo assim o aperfeiçoamento da Igreja.

Cumprindo o que Jesus falou, o espírito de Deus nos guiará em toda a verdade, abrirá nossa mente para entendermos os mistérios de Deus, nos ajudará nos momentos de fraqueza, implantará em nós a lei de Deus, nos ajudando dia a dia a vencermos as dificuldades, as lutas e as aflições pelas quais passamos na nossa vida, o mesmo espírito que guiou a Jesus Cristo nos guia hoje.

para que, segundo as riquezas da sua glória, vos conceda que sejais robustecidos com poder pelo seu espírito no homem interior”;

Efésios 3:16

Agora, temos uma recomendação muito importante que diz:

 Não entristeçais o espírito de Deus para que ele não se afaste de vós.

E se o espírito de Deus se afastar de nós, não teremos força suficiente para vencer o pecado, e assim, tornaremos a voltar a ser mais um perdido sem Deus e sem esperança no mundo e o nosso estado será pior que antes.

Se você não sabe se tem, ou não, o espírito santo, hoje ainda é tempo para você pedir a Deus, pois disse Jesus: que Deus o daria àqueles que lho pedirem. Não deixe para amanhã ou depois,  aproveita hoje, pois amanhã poderá ser  tarde.

Basta  você pedir com sinceridade, pois o espírito de Deus te ajudará a vencer todas as barreiras, os vícios, as fraquezas, as dúvidas, o medo, as incertezas, confia em Deus, entrega teu caminho a Ele e Ele tudo fará. 

 

E TEMPO DE EVANGELIZAR

19 de fevereiro de 2007 

Vivemos no tempo dos gentios, porém, chegará o momento que a pregação e a oportunidade para os gentios terminará - “... até que a plenitude dos gentios haja entrado”; Rom. 11:25

Sabendo disso, devemos aproveitar este momento que estamos vivendo para pregar o evangelho a toda criatura, e a mensagem que deve ser anunciada é: “O Reino de Deus está próximo e reino de Deus é para vós”.

O homem não tem condição de mudar este mundo para melhor. Já não existe forma ou esperança que alguém venha a salvar ou mudar  este mundo que está cheio de corrupção e violência.

A história da humanidade demonstra esta realidade, assim,  chegamos a seguinte conclusão, que devemos buscar ansiosamente nossa salvação.

E este evangelho do reino será pregado no mundo inteiro, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim”. Mateus 24:14

Esta responsabilidade está sobre todos aqueles que  escutou e creu “no evangelho da glória do Deus bendito...” 1 Tim. 1:11.

Falta somente que cada um de nós desempenhe o papel que nos corresponde. Fazer nossa as palavras que foram ditas ao profeta Isaías: “O espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos, e a abertura de prisão aos presos”; Isaías 61:1.

Desejamos organizar uma campanha de evangelismo, uma campanha onde participe toda a congregação, ao menos dar oportunidade de participar  toda a congregação.

 

Como Vamos Fazer

Será necessário que o corpo administrativo e ministerial como toda a igreja assuma o  grande chamado da nossa vocação - II Tim. 1:9.

Agora, é necessário que todos trabalhemos com esforço a favor daqueles que estão perdidos no mundo, pelo menos do mundo que nos rodeia.

Pois fomos comissionados por Jesus Cristo, a sermos suas testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra.

Vamos aplicar este texto para os dias de hoje.

 

Jerusalém - Todos os da casa “Mas, se alguém não cuida dos seus, e especialmente dos da sua família, tem negado a fé, e é pior que um incrédulo”. I Tim. 5:8

As igrejas da Ásia vos saúdam. Saúdam-vos afetuosamente no Senhor Áqüila e Priscila, com a igreja que está em sua casa”. I Cor. 16:19.

 

Em toda a Judéia - Aqueles que tem algum laço familiar

“..Ouvi agora, ó casa de Davi..”.

Neste caso o profeta Isaías está se referindo a todos aqueles que de alguma forma tinham contato com Davi. Muitos familiares mesmo os de longe são de nossa responsabilidade, como tios, primos, cunhados, nora, genro, etc.

 

Samaria - São os vizinhos, companheiros de trabalho, amigos, conhecidos, etc.. Que ainda não conhecem os planos de Deus e devem ter a oportunidade de ouvir sobre a salvação.

 

Até os confins da terra - A todas as pessoas que nós nem mesmo conhecemos e que pode estar em qualquer lugar como nos hospitais, no ônibus, na rua, na casa, na prisão, etc.

Tem chegado o momento que devemos empregar todos os recursos disponíveis e nos comprometer-nos nesta campanha de evangelização trabalhando em unidade e santidade.

 

FE, UM DOM DE DEUS 

12 fevereiro de 2007 

Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus”; Efésios 2:8

Tudo o que somos e temos provém de Deus, Ele criou a terra e tudo que nela há, criou o homem sua imagem e semelhança, deu autoridade aos homens sobre toda a obra criada na Terra, a qual eles perderam devido o pecado, mas mesmo assim, desfrutamos de um planeta singular, cheio de belezas naturais, temos a livre escolha em servir a Deus ou ser escravo do mal, e ainda mais, para resgatar o homem da morte eterna, sendo que o salário do pecado é a morte - Rm. 6:23, ele enviou a seu único filho, para que todo aquele que nele crer não pereça mais tenha a vida eterna, João 3:16. Agora para crer, acreditar é necessário ter fé.

Assim, também, o Senhor nos concede a fé, ela não é comprada, nem achada, ela é concedida. Como eu posso então receber a fé?

Não adianta nada você passar horas orando para receber a fé, ou se isolar em uma ilha, num mosteiro ou no deserto para encontrar a fé, porque, somente existe uma forma de nós recebermos a fé, é segundo a recomendação Bíblica - “Logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo”. - Romanos 10:17.

O dom é dado quando nos propusemos a ouvir e ouvir a palavra de Deus, não somente ouvir e esquecer, mais sim, ouvir e guardá-la no coração, então, começa a brotar a fé, que é a certeza, a confiança em Deus.

A simples fé implica uma disposição de alma para confiar em outra pessoa. Difere da credulidade, porque aquilo em que a fé tem confiança é verdadeiro de fato, e, ainda que muitas vezes transcenda a nossa razão, não Lhe é contrário. A credulidade, porém, alimenta-se de coisas imaginárias, e é cultivada pela simples imaginação. A fé difere da crença porque é uma confiança do coração e não apenas uma aquiescência intelectual. A fé religiosa é uma confiança tão forte em determinada pessoa ou princípio estabelecido, que produz influência na atividade mental e espiritual dos homens, devendo, normalmente, dirigir a sua vida. A fé é uma atitude, e deve ser um impulso. A fé cristã é uma completa confiança em Cristo, pela qual se realiza a união com o Seu espírito, havendo a vontade de viver a vida que Ele aprovaria. Não é uma aceitação cega e desarrazoada, mas um sentimento baseado nos fatos da Sua vida, da Sua obra, do Seu Poder e da Sua Palavra. A revelação é necessariamente uma antecipação da fé. A fé é descrita como "uma simples mas profunda confiança Naquele que de tal modo falou e viveu na luz, que instintivamente os Seus verdadeiros adoradores obedecem à Sua vontade, estando mesmo às escuras".  "O segredo de um belo caráter está no poder de um perpétuo contato com o Senhor Jesus e com seu Pai, em Quem se tem plena confiança"  A mais simples definição de fé é uma confiança que nasce do coração.

A fé no Antigo Testamento é designada pela palavra "temor". O temor está antes que a fé; a reverencia antes que a confiança. Mas é perfeitamente claro que a confiança em Deus é princípio essencial no Antigo Testamento.

 As palavras "confiar" e "confiança" ocorrem muitas vezes e o típico exemplo está, certamente, na crença de Abraão (Gn 15.6), que nos escritos tanto judaicos como cristãos é considerada como exemplo de fé na prática.  A fé, nos Evangelhos. Fé é uma das palavras mais comuns e mais características do Novo Testamento. A sua significação varia um pouco, mas todas as variedades se aproximam muito. No seu mais simples emprego mostra a confiança de alguém que, diretamente ou de outra sorte, está em contato com Jesus por meio da palavra proferida ou da promessa feita. As palavras ou promessas de Jesus estão sempre, ou quase sempre, em determinada relação com a obra e palavra de Deus. Neste sentido a fé é uma confiança na obra e na palavra de Deus ou de Cristo. É este o uso comum dos três primeiros Evangelhos (Mt 9.29; 13.58; 15.28; Me 5.34 a 36; 9.23; Lc 17.5,6). Esta fé, pelo menos naquele tempo, implicava nos discípulos a confiança de que haviam de realizar a obra para a qual Cristo lhes deu poder; é a fé que realiza maravilhas. Na passagem de Mc 11.22 a 24 a fé em Deus é a designada. Mas a fé tem uma significação muito mais larga e mais importante; um sentido que, na realidade, não está fora dos três primeiros evangelhos (Mt 9.2; Lc 7.50): é a fé salvadora que significa Salvação. Mas esta idéia geralmente se sobressai no quarto evangelho, embora seja admirável que o nome "fé" não se veja em parte alguma deste livro, sendo muito comum o verbo "crer". Neste Evangelho acha-se representada a fé, como gerada em nós pela obra de Deus (Jo 6.44), como sendo uma determinada confiança na obra e poder de Jesus Cristo, e também um instrumento que, operando em nossos corações, nos leva para a vida e para a luz (Jo 3.15 a 18; 4.41 a 53; 19.35; 20.31, etc.). Em cada um dos evangelhos, Jesus Cristo proclama-Se a Si mesmo Salvador, e requer a nossa fé, como uma atitude mental que devemos possuir, como instrumento que devemos usar, e por meio do qual poderemos alcançar a salvação que Ele nos oferece. Ora, sem fé é impossível agradar a Deus; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam”. Hebreus 11:6.

 

Como obter a vida eterna

 Ministro José Carlos Delfino

05/02/2007

Mateus 19:16 a 22

Ao lermos essa passagem bíblica entenderemos por que muitos não querem seguir após Cristo. Quando o jovem chegou até Jesus lhe interrogou a respeito da vida eterna; Como poderia obtê-la, (verso 16) Jesus lhe respondeu dizendo “Se queres entrar na vida eterna, guarda os mandamentos” (verso 17). Neste momento o jovem lhe interroga dizendo “Quais”. Jesus então cita alguns dos 10 mandamentos da lei de Deus, principalmente os que se referem ao convívio entre os homens, e que estão registrados em Êxodo 20. 3-17, que foram escritos pelo dedo de Deus – Êxodo 31:18, e expressam a vontade de Deus.

No evangelho segundo Lucas 10:25-28, diz que um homem que era interprete da lei (conhecedor, instrutor) levantou-se com o intuito de por Jesus a prova e disse-lhe: “Mestre que farei para herdar a vida eterna?” (verso 25), Jesus lhe responde fazendo-lhe outra pergunta “o que esta escrito na lei e como a interpretas?” então, aquele homem respondeu “Amaras ao Senhor teu Deus de todo teu coração, toda tua alma, toda tua força e de todo teu entendimento e amaras ao teu próximo como a ti mesmo” (verso 27 e 28). Ao que Jesus lhe disse: “respondesse bem, fazes isto e viverás”.

Ao compararmos as duas passagens, parece ter duas formas de entrar na vida eterna, porém, quando lemos no evangelho de João compreenderemos que o mandamento que Jesus ressaltou é de amar uns aos outros como ele nos amou. “Um novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei a vós, que também vós vos ameis uns aos outros”. João 13:34 e mais “Se guardardes os meus mandamentos, permanecereis no meu amor; do mesmo modo que eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai, e permaneço no seu amor”. João 15:10. E em Mateus quando alguém interroga a Jesus perguntando-lhe qual é o maior mandamento. Jesus lhe respondeu: “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, de toda a tua alma, e de todo o teu entendimento. Este é o grande e primeiro mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo.  Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas”. Mateus 22:37-40.

O apóstolo Paulo escreveu aos Romanos que: “Com efeito: Não adulterarás; não matarás; não furtarás; não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. O amor não faz mal ao próximo. De modo que o amor é o cumprimento da lei”. – Romanos 13:9-10.Fazendo menção dos mandamentos que Deus deu a Moisés e a todo o povo de Israel no Monte Sinai, afim de que o povo observasse, são os mandamentos que expressam o amor para com o próximo, complementando que o cumprimento da lei é o amor. (Gálatas 5:14; Tiago 2:8).

Retornando a aquele jovem rico, ele disse a Jesus que todos estes mandamentos ele já observava “Disse-lhe o jovem: Tudo isso tenho guardado; que me falta ainda?” Mediante a pergunta do jovem “que me falta ainda?” “Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, segue-me”. “Mas o jovem, ouvindo essa palavra, retirou-se triste; porque possuía muitos bens” (Mateus 19:20, 21).

Amados, para termos a vida eterna, é necessário amar a Deus e guardarmos os seus mandamentos, sendo que o amor de Deus é que guardamos os seus mandamentos e diz que os seus mandamentos não são pesados – I João 5:2, 3, somente assim, permaneceremos no seu amor e também ao nosso próximo da mesma forma que Jesus nos amou. - I Tess. 4:9; I Cor. 13:1,2.

 

SEGUINDO O EXEMPLO DA ÁGUIA     

José Carlos Delfino 

29/01/2007 

TEXTO BASE:

Mas os que esperam no Senhor renovarão as suas forças; subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; andarão, e não se fatigarão. Isaías 40:31.

 

É interessante a forma como muitas vezes a palavra de Deus nos dá exemplos. Exemplos que muitas vezes não fazemos a mínima idéia de como pode ser isso. Lemos aqui neste texto da palavra de Deus que: “Os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias: correrão e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão”.

A águia aqui neste texto é usada como símbolo dos que confiam no Senhor.

Nesta mensagem, quero compartilhar com a igreja algumas lições que podemos ter se fizermos algumas análises sobre a águia, vamos a algumas delas.

As águias podem levar até um ano para voarem sozinhas, podemos concluir que leva tempo para se tornar em um autentico cristão.

A palavra de Deus nos diz como é a trajetória daqueles que decidem ser um cristão. Aqui iremos analisar algumas delas

 

COMEÇA COM A MORTE:

 

Porque já estais mortos, colossenses 3:3; Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, Romanos 6:11. É necessário morrer para iniciar uma nova vida.

 

É PRECISO SER SEPULTADO:

 

De sorte que fomos sepultados com Ele pelo batismo na morte; Romanos 6:4. As coisas velhas, ou seja, do passado deve ficar para trás.

 

RESSURREIÇÃO:

 

Outro processo que deve acontecer, é um novo nascimento, este novo nascimento chamamos de ressurreição; sem um novo nascimento é impossível viver uma nova vida. João 3:7. Muitos fracassam porque não conseguem viver uma nova vida. É necessário nascer de novo.

Outro exemplo que podemos observar da águia:

Se olharmos para determinados tipos de aves, tais como; pombos, andorinhas, periquitos, poderemos ver voando em bandos desordenadamente, ao contrario das águias, elas estão sempre sozinhas, ficam no alto contemplando todas as coisas. Nos dando assim exemplo de maturidade. Provérbios 28:5.

A palavra de Deus nos diz que os que esperam no Senhor renovarão as suas forças, subirão com asas como águias: Temos de Deus garantia de que as nossas forças são renovadas, não á motivos para vivermos cabisbaixos, tristes, desanimados, renove suas forças, voe alto, siga o exemplo da águia, embora os que voam alto não sejam compreendidos, são muitas vezes criticados e condenados, porém, não podemos dar razão a isto, Deus sempre nos coloca como cabeças, Deuteronômio 28:13.

O que fazem as águias quando a tormenta vem? Elas não se escondem, abrem suas asas e as enfrentam corajosamente, elas sabem que acima das nuvens escuras da tempestade e dos choques elétricos, o sol brilha, Nesta luta terrível as águias podem perder penas e ferir-se, mas não temem e seguem em frente, depois enquanto todo mundo fica as escuras embaixo, elas voam vitoriosas em paz bem no alto. Com o cristão às vezes ocorrem à mesma coisa, 2 Coríntios 4:8 e 9. Nas Escrituras lemos que: “Os que esperam no Senhor renovam suas forças, sobem com asas como águias: correm e não se cansam, caminham e não se fadigam”. Isaías 40:31.

Finalmente as águias também morrem, mas eu pergunto, alguma vez você achou os restos mortais de uma águia? Nunca! Sabe porque? Porque quando sentem que chegou à hora de partir, elas não se lamentam e nem ficam com medo, voam tão alto quanto podem. As águias procuram os lugares mais altos retiram as ultimas forças do corpo cansado e voam aos picos inatingíveis, lá esperam o momento final, até para morrer elas são extraordinárias, talvez pôr isso o profeta Isaías compara os que confiam em Deus como as águias. Quem sabe hoje você não tem diante de si um dia cheios de desafios, alguns deles podem parecer impossíveis, mas lembre de descansar na paz de nosso Deus, e depois partir para luta, O choro pode durar uma noite, mas a alegria vem ao amanhecer. Salmos 30:5. Deus te abençoe o Senhor é contigo.

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