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É um espaço para reunir mulheres empreendedoras interessadas em  faturar uma graninha mensal comprando produtos e serviços de empresas que atuam no marketing de incentivos (antigo marketing multi-nivel). Aqui toda mulher poderá atuar com franquia-pessoal e aprender a dominar a internet também para fins profissionais.
 
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Nicole Clicquot

A primeira mulher de negócios

Quanto um empresário arrisca para ver o seu produto conquistar o mundo? Para a francesa Nicole Clicquot, que viveu no século 19, a resposta era simples: tudo. Pois enganar Napoleão, o homem mais poderoso da Europa na época, podia significar a morte.

Madame Clicquot não era uma mulher que se intimidasse diante de obstáculos. Em 1805, aos 27 anos, herdara do marido uma vinícola em Reims, na França, ao norte de Paris. Em poucos anos, transformou a pequena vinícola num dos maiores centros franceses de produção de espumantes. Ousada, batizou a empresa como Maison Veuve Clicquot-Ponsardin, a "casa da viúva Clicquot-Ponsardin".

O seu champanhe seco, de cor dourada, logo arregimentou fãs, como o dramaturgo Prosper Mérimée (autor da ópera Carmen) e a alta cúpula militar francesa. Não tardou para que o próprio Napoleão se rendesse aos encantos do champanhe, batizado simplesmente de Veuve Clicquot, e fizesse questão de conhecer a viúva em pessoa. Napoleão, como muitos militares franceses, não abria o champanhe pela rolha, mas decepava com a espada o bico da garrafa, técnica conhecida como sabrage. Essa era apenas uma demonstração do que ele podia fazer com sua lâmina.

Mesmo assim, em 1814, madame Clicquot decidiu enfrentar o amigo imperador. "Nós temos de conquistar a Rússia", ela falou para o gerente da Maison, Louis Bohne. Na época, Napoleão havia imposto um bloqueio comercial ao país e desrespeitá-lo seria uma sentença de morte. Mas Moscou era um dos mais importantes centros da vida boêmia na Europa e conquistar os russos significava abrir as portas do mundo para Veuve Clicquot.

Louis Bohne elaborou, então, um complicado plano de ação: uma carga da bebida seria levada secretamente até a Holanda. Ali, embarcaria num navio que rumaria à costa do mar Báltico. Por fim, seria transportada por terra à capital do império russo. O plano deu certo. Moscou acabou servindo de trampolim do Veuve Clicquot para todo o Ocidente. Desafiar Napoleão acabou valendo a pena: Nicole Clicquot se transformou na primeira grande mulher de negócios da era moderna. Sua receita? Arriscar tudo.

• Napoleão costumava dizer, sobre o champanhe da viúva: "Na vitória, o mereço; na derrota, o necessito".

• A safra do ano de 1811 foi excepcional ( alguns diziam que graças à passagem do cometa Halley). Foi ela que embarcou para Moscou 3 anos depois.

• Nicole Clicquot morreu em 1866, aos 89 anos. Ainda estava na direção dos negócios da Maison.

• Em 1997, a produtora de efeitos especiais de George Lucas foi contratada para rejuvenescer um retrato da madame Clicquot. Lucas, apreciador do champanhe, topou a parada. O resultado pode ser conferido em www.clicquot.com
 
Projeto Começar de Novo lançado pelo CNJ
 
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realiza campanha institucional destinada a sensibilizar a população para a necessidade de recolocação, no mercado de trabalho e na sociedade, dos presos libertados após o cumprimento de penas. A campanha, de utilidade pública, será veiculada gratuitamente em emissoras de rádio e televisão e no portal do CNJ (www.cnj.jus.br).

A campanha denominada "Começar de Novo" conta a história fictícia de Marcos que foi preso por furto e pagou sua dívida com a sociedade após seis anos na prisão e tem como argumento central o tema: "Antes de atirar a primeira pedra, é importante saber que ele pagou sua pena e a única coisa que quer é uma segunda chance".

Ex-presidiárias não arrumam emprego
 
Mãe e filha condenadas por tráfico de drogas - e que já cumpriram pena - querem voltar para o mercado de trabalho. Em entrevista, elas falam sobre as dificuldades de reinserção. Uma empresa de telemarketing, por exemplo, desistiu de contratar uma delas, quando descobriu que era ex-presidiária.
 
Mulher x Trabalho
 
Ao longo das últimas décadas tem sido muito analisado e divulgado o fato da crescente inserção das mulheres no mundo do trabalho remunerado, considerado também uma das mudanças estruturais mais importantes no mercado de trabalho brasileiro.

A evolução da participação das mulheres na atividade economica tem acompanhado o processo de crescimento socioeconomico verificado no país ao longo das décadas de sessenta e setenta e , de certo modo, reflete as condições globais do funcionamento da economia. 
O trabalho da mulher fora de casa era, então, considerado um mal, um mal necessário no caso dos estratos sociais de menores rendimentos.
Apesar da evolução positiva das taxas de atividade feminina, continua a verificar-se o seu declineo, associado ao abandono da atividade profissional por parte de algumas mulheres, depois do casamento ou do nascimento dos filhos, abandono que é incentivado pelos hábitos sociais vigentes e pela carência em infra-estruturas sociais, tornando difícil para a mulher, de modo geral, a conciliação do emprego com as responsabilidades domésticas.
 
Além disso, as circunstâncias de crise economica e desemprego e o baixo nível de instrução das mulheres de mais idade reforça as dificuldades do seu reingresso no mercado de trabalho, situação que muitas vezes conta com o apoio dos cursos de educação e formação de adultos do Instituto do Emprego e Formação Profissional, onde, para além de poderem valorizar o seu percurso academico ( muitas vezes com a aquisição do 6º ou 9º ano) conseguem através desta forma de ‘emprego’, uma área de especialização e melhores perspectivas de emprego futuro.  Fonte: Mulheres no trabalho
 
Proibida a discriminação ao trabalho da mulher
 
Depois da promulgação da Constituição Federal de 1988, a mulher e o homem são iguais em direitos e obrigações. Porém, sabemos que, ainda hoje, ocorrem discriminações ou um receio camuflado por parte das empresas nas contratações de mulheres, especialmente pelo fato das mesmas poderem engravidar e conseqüentemente terem o direito a 120 dias de licença maternidade e estabilidade no emprego.

Para evitar essas discriminações que afetam o acesso da mulher ao mercado de trabalho, algumas proibições legais foram acrescentadas em 1999. Elas devem ser respeitadas pelos empregadores e exigidas pelas mulheres. Conheça as leis:
 
* Publicar ou fazer anúncio de emprego que faça referência ao sexo;

* Recusar emprego, ou promoção ou motivar a dispensa do trabalho em razão do sexo (salvo quando a natureza da atividade seja notoriamente incompatível);

* Considerar o sexo como variável determinante para fins de remuneração, formação profissional e oportunidades de ascensão profissional;

* Exigir atestado ou exame, de qualquer natureza, para comprovação de esterilidade ou gravidez, na admissão ou permanência no emprego;

* Impedir o acesso ou adotar critérios subjetivos na inscrição ou aprovação de concursos, em empresas privadas, em razão de sexo ou estado de gravidez;

* Proceder o empregador revistas íntimas nas empregadas ou funcionárias


Poema À Mulher Trabalhadeira

Secretária, empregada doméstica.
Comerciante, contadora;
Doutora, enfermeira, médica...
Psicóloga, vendedora, professora.

Poetisa, jornalista, escritora.
Camareira, motorista, cozinheira.
Policial, advogada, cantora.
Juíza, recepcionista, faxineira.

E todas as mulheres que trabalham
Perdoe àquelas que a mente falha
Pois são tantas que labutam
Não esquecendo que dona de casa também trabalha.

Todas as mulheres trabalhadeiras
Que são muitas na nossa sociedade
Todas as mulheres companheiras
Que mudou a história com dignidade.

Mostramos ao mundo que temos valor
Digo na primeira pessoa com muito prazer
Afinal mulher também sou
Agradeço a Deus por ser!
Poema de Joana Darc Brasil

Fale comigo: Nonata Santos - nonatapersonalhair@facebook.com ou pelo fone: (21) 9406-6617

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As mulheres e o mercado de trabalho

As desigualdades vividas no cotidiano da sociedade, no que se refere às relações de gênero, não se definiram a partir do econômico, mas, especialmente a partir do cultural e do social, formando daí as "representações sociais" sobre as funções da mulher e do homem dentro dos variados espaços de convivência, ou seja: na família, na escola, na igreja, na prática desportiva, nos movimentos sociais, enfim, na vida em sociedade.

Nos últimos cinqüenta anos um dos fatos mais marcantes ocorridos na sociedade brasileira foi a inserção crescente das mulheres na força de trabalho. Este contínuo crescimento da participação feminina é explicado por uma combinação de fatores econômicos e culturais. Primeiro, o avanço da industrialização transformou a estrutura produtiva, a continuidade do processo de urbanização e a queda das taxas de fecundidade, proporcionando um aumento das possibilidades das mulheres encontrarem postos de trabalho na sociedade. Segundo, a rebelião feminina do final dos anos 60, nos Estados Unidos e Europa, chegou como uma onda nas nossas terras, em plenos anos de chumbo; apesar disso, produziu o ressurgimento do movimento feminista nacional fazendo crescer a visibilidade política das mulheres na sociedade brasileira(Melo, mimeo/2003).

A população brasileira, segundo dados do IBGE/CENSO 2000, é de 169.799.170 milhões de habitantes, com participação de 51,31% de mulheres. Não há dúvida de que há uma estreita relação entre o trabalho e a educação no processo de desenvolvimento dos grupos e da sociedade como um todo. Segundo dados do IBGE/2000, a PEA brasileira, em 2001, tinha uma média de escolaridade de 6,1 anos, sendo que a escolaridade média das mulheres ocupadas era de 7,3 anos e a dos homens de 6,3 anos.

Uma conclusão corrente é a de que o cidadão ou a cidadã com maior nível de escolaridade tem mais oportunidade de incluir-se no mercado de trabalho. Como afirma Lena Lavinas, em estudo recente, além da inclusão no mercado, constata-se uma significativa melhora entre as diferenças salariais. Entretanto, mesmo com o expressivo crescimento da mulher no mercado de trabalho, como já foi colocado, ainda não foram superados os obstáculos de acesso a cargos de chefia e diferenças salariais; estes, embora tenham diminuído desde os anos 90, ainda permanecem e significam que as mulheres aceitaram postos de trabalhos miseráveis para sobreviver com sua família, já que as taxas de desemprego feminino são significativamente maiores do que as da população masculina. As trabalhadoras brasileiras concentram-se nas atividades do setor de serviços; 80% delas são professoras, comerciárias, cabeleireiras, manicures, funcionárias públicas ou trabalham em serviços de saúde, mas o contingente feminino mais importante está concentrado no serviço doméstico remunerado, primeira ocupação das mulheres brasileiras. São negras cerca de 56% das domésticas e usufruem ainda os menores rendimentos da sociedade (Melo, 1998).

O desemprego tem atingido mais fortemente as mulheres, conforme dados da OIT (com base nos microdados da PNAD 2001). Hoje, o desemprego está em uma taxa de 11,7%, 31% superior a dos homens (7,4%). No que se refere às mulheres negras (13,8%), o percentual é 86% superior a dos homens brancos (6,5%). Grande aumento nessa diferenciação se deu entre 1992 e 2001. Preocupante é a taxa de desemprego juvenil, destacando-se os negros e as mulheres: jovens brancos têm taxas de 13,6%, jovens negras de 25% e jovens brancas 20%.

A presença das mulheres no trabalho precário e informal é de 61%, sendo 13% superior à presença dos homens (54,0%). A mulher negra tem uma taxa 71% superior a dos homens brancos e destas 23% são empregadas domésticas.Necessariamente, a análise da situação da presença feminina no mundo do trabalho passa por uma revisão das funções sociais da mulher, pela crítica ao entendimento convencional do que seja o trabalho e as formas de mensuração deste, que é efetivada no mercado.

O trabalho não remunerado da mulher, especialmente aqueles realizados no âmbito familiar, não são contabilizados por nosso sistema estatístico e não possuem valorização social - nem pelas próprias mulheres - embora contribuam significativamente com a renda familiar e venham crescendo, englobando inclusive atividades exercidas para grandes empresas. O que vem sendo concluído com os estudos sobre a mulher é que ocorre evidentemente uma dificuldade em separar casa-fábrica ou vida pública-privada, mesmo em se tratando da participação no mercado de trabalho, na população economicamente ativa.

Doaré analisa uma das conseqüências da internacionalização do processo de produção e formas de sua realização, ressaltando a gestão da mão-de-obra barata, mecanismo que envolve a maior parte da força de trabalho feminina, com dados de 1975 que ainda se mantêm atualizados: "... a subcontratação - uma das formas de deslocamento geográfico industrial - apesar de abranger 725.000 trabalhadores em 39 países (1975), de acordo com Frobel, é menos um fenômeno quantitativamente importante em escala mundial, do que uma expressão particularmente significativa de uma nova exigência do capital, através da exploração da mão-de-obra vulnerável dos países subdesenvolvidos, em condições específicas, e principalmente das mulheres. Com efeito, trata-se menos, nesta circunstância, da exportação de capitais do que da exportação de uma relação social de produção que integra a divisão sexual às novas formas de internacionalização do trabalho." Somente a partir de uns 10 a 15 anos atrás, especialmente desde o período Constituinte, 1987/88, as questões que envolvem as relações de gênero no trabalho e na produção encontraram maior espaço nas pautas importantes de discussão de políticas de emprego, como sindicatos, dos partidos políticos, e outros setores similares.

Há que se reconhecer, neste contexto, que seja por falta de consciência política ou pelo desejo de manter o "status sexual" ? muitos ainda apóiam a "partição" sexual do trabalho, como um procedimento "natural" ? que o panorama continua. Na verdade, é toda uma formação cultural que contribuiu e contribui com esse quadro de ?naturalização" da questão, a fragmentação da sociedade em dois espaços hierarquizados, em função dos sexos, são temas omitidos na maioria das análises sócio-econômicas de nossas sociedades. As contradições da relação homem/mulher são diluídas na aparente neutralidade dos conceitos científicos; outras vezes delimitam artificialmente os campos de análises, como podemos observar mais freqüentemente na educação, na economia, na sociologia do trabalho e na sociologia da educação.

Sejam as operárias de fábricas, as trabalhadoras do comércio ou do campo, e outras, elas convivem com problemas de ordem privada que em muito dificultam seu desempenho como profissional, suas necessidades de qualificação e requalificação, afetando o cotidiano de toda família. No entanto, os homens dificilmente consideram tais problemas também como parte de sua vida. São dificuldades que, embora internas a questões da vida familiar, refletem sobre as condições de exploração da força de trabalho - apresentando-se, de fato, como um problema coletivo, tomando caráter público - como é o caso da não existência de infra-estrutura (creches, restaurantes, lavanderias, etc.), que apoiariam a saída para o trabalho.

Pesquisas sobre a utilização de novas tecnologias indicam que as mulheres estão sendo excluídas dos treinamentos que possibilitam o conhecimento das máquinas e de programação, sendo mantidas nas funções que exigem menos qualificação, como já nos referimos. Salvo esparsas exceções, raramente a mulher consegue penetrar em áreas onde sejam feitos diagnósticos e tomadas decisões técnicas. Sua atuação é sempre restrita à esfera de execução do que já foi decidido. Mesmo hoje, com as mudanças na organização do processo de trabalho, ela ainda não participa do processo decisório. Nas fábricas, ela está na linha de montagem, no comércio, está no balcão, no campo, está na colheita, e assim por diante.

Finalmente, hoje observa-se a possibilidade concreta de uma nova ordem que inclui a relação complementar entre os sexos, a possibilidade de um núcleo familiar democrático e outros componentes de formação da sociedade que venham garantir a efetivação do velho/novo clamor por uma sociedade socialmente justa. Vários são os caminhos construídos pela recente história cultural de nossa sociedade e pela produção teórico-conceitual que explicitam a existência das diferenças, possibilitando maior clareza e uma concepção bem elaborada sobre a questão, de forma que não permitam que seja dada uma continuidade ao processo de desigualdade, gerada a partir das diferenças.

* Zuleide Araújo Teixeira é Subsecretária de Planejamento e Orçamento da Secretaria Especial de Políticas para as mulheres


Quem sou eu:

Mulher do sim, do não, do silêncio, da prece, do sorriso, da angústia, Da flor, da canção... Mulher do homem, do mundo, da vida. Dos laços de fitas, do pé no chão Mulher que caminha rumo ao futuro, trazendo consigo tantos passos já dados. 

Sorria, ao lembrar que Deus te faz Mulher Confiante na capacidade de amar. E sempre que esse amor se revelar ao universo, lembra novamente “QUE ÉS MULHER”
 
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