nassifudeu - dedo zuka


Apresentação

dedo zuka está nas edições 13, 14 e 16 da MAD!

Também temesse relato para a Impulso HQ

Até Bira Dantas gostou e produziu um remake de Arrevista!

foi uma honra, Bira! Abraços!


contatos

dedo@riseup.net

nassifudeu@gmail.com

Galerias

Arrumadas (clique nos títulos)

Filosofando

Justicinha

Fin Del Neto


Perdido na tradução (lost in translation)


1 corpo para o Capital (início e cap1)

Ovozine de Páscoa 


Mensagem a Obama 

Nossa visão sobre a Guerra

Arrevista - começo

Arrevista debate

Arrevista Satyagraha


Nassifudeu miniatura 

Nassifudeu tamanho grande

Autobiográficos, reflexivos, etc 

Soltos, novos e não classificados (clique nas imagens)




Creative Commons LicenseObras licenciadas sob Licença Creative Commons a não ser quando explicitado o contrário.


dedo zuka dedo zuka dedo zuka

dedo zuka dedo zuka dedo zuka

projeto mulheres 22 e agregadas

Em 2010 encontrei essas maravilhosas mulheres do Centro Acadêmico 22 de Agosto (Direito Puc-sp) pois trabalhei como secretário do CA. Elas eram tão legais que resolvi começar o projeto de desenhá-las (e também as agregadas para poder desenhar as de outros cursos)

link


Resolvi fazer um final alternativo para Lost

clique aqui

2010, Eu, Batman, minha vida e escolhas

2010, Eu, Batman, minha vida e escolhas

Essa é uma reflexão de fim de ano e contém algumas revelações. Não, a revelação não é que sou o Batman, mas envolve uma outra identidade minha: eu sou Dedo Zuka, quadrinista, mas por trás dessa identidade está Célio Ishikawa (ou será o contrário?) e estou pensando o que será da minha vida ano que vem e se valeu a pena esses anos de Dedo Zuka.

Está um clima assim: se eu morasse sozinho provavelmente ia passar o reveillon meio melancólico num canto de algum bar de Gothan City, ou talvez como naquela tira do Laerte ("Feliz ano novo"; "eu não sigo o ano cristão, não participo da comemoração"; "Ah, eu sei como são os tipos como você! Banca o esquisitão, sei!"; "tá legal, feliz ano novo"; "isso, feliz ano 5786 para você também").

Mas foram anos divertidos, em que me sentia o heroí, ou sei lá, algo especial. Na verdade me sentia um deus, criando e moldando a realidade para minhas histórias. Contudo, agora uma outra realidade está batendo à porta e foge do âmbito do Dedo Zuka. É a realidade do Célio Ishikawa.

Claro, as duas coisas sempre estiveram conectadas. Como o Bruce Wayne ou o Peter Parker conciliavam suas vidas de Homem Morcego e Homem Aranha. Se eu não cuidar da minha realidade, daqui a um tempo (exagerando) estarei mais para The Maxx (alguém se lembra que passava na MTV Brasil?) um sujeito que numa realidade é um herói mas na outra é um mendigo. (http://www.youtube.com/watch?v=icOerAhqGv4)

E o Batman atualmente está na saga "RIP" ou "Descanse em Paz" em que pelo jeito ele morreu e vai para outras encarnações ou algo do gênero. Aí vai ter tanto as aventuras da Gothan sem Bruce Wayne quanto, em breve, o Batman-Bruce-Wayne se aventurando com piratas, homens das cavernas, etc. (http://www.omelete.com.br/quad/100023934/Bruce_Wayne_voltara_a_ser_Batman_em_2010.aspx)

A questão é que o Batman vai poder estar em outro contexto que não precisa do Batman ou que será Batman de outro jeito, ou seja, um período de escolhas.

E no meu caso? Eu seria o Dedo Zuka em outro contexto? Ou o contexto atual pede que seu seja Dedo Zuka?

No início foi duro começar com os quadrinhos, e acho que ainda estou na aprendizagem, mas nesse período ser Dedo Zuka se tornou parte do que acho sobre mim mesmo.

Contudo, em 2010 vou tentar outros contextos para poder continuar existindo como Célio Ishikawa. E a pergunta que não quer calar é: me sentirei bem ao deixar de ser Dedo Zuka? E após conseguir alguma coisa com isso, voltarei a ser Dedo Zuka?

Se Bruce Wayne vai parar em outra realidade e consegue se estabilizar nela, porque tentaria ser Batman nessa nova realidade? "Porque ele é um herói", alguns dirão. "Porque ele é um personagem de quadrinhos!".

E eu, que estou do outro lado dos quadrinhos, como autor, devo ser um herói? Eu fui o deus das minhas realidades, mas na minha realidade sou apenas um cara. E não tão grave quanto em The Maxx, mas minha família não vê muito futuro em mim. Meu pai certa vez disse para tomar cuidado para não ser um "hikikomori", um problema social japonês em que umas pessoas ficam presas dentro de casa sem fazer nada da vida. Até um tempo atrás achava todas essas opiniões da minha família um completo absurdo, era óbvio que estava fazendo alguma coisa e que tinha futuro.

Porém um choque de ralidades aconteceu. ao mesmo tempo que até minha irmã mais nova deu a entender que desacreditava em mim, vi que seria difícil para mim dar um passo além nos quadrinhos, que seria produzir um material mais bem-acabado que as xerox e tentar dar um passo além. Além disso, pouco depois, fui ver umas tarefas de Célio Ishikawa, me cansei um pouco e comcei a jogar videogame para estravasar. Aí... passei uns dias só jogando. Minha família nem ligando pois já está acostumada a me ver na frente do computador. Mas naquela hora não tava fazendo quadrinhos, e vi que aquilo era confortável embora ao mesmo tempo sentisse meu cérebro "derreter".

O desconforto era: para os outros era indiferente se estivesse tentando ser um herói com quadrinhos ou apenas um cara jogando como os hikikomori deprimidos do Japão (aliás li um mangá a respeito). Se para os outros tanto faz, para que se dar ao trabalho de ser o Batman, caro Bruce Wayne?

E no final das contas, Bruce Wayne, talvez você se achasse melhor que os outros com suas vidas mundanas, mas além de você ter sua face mundana, talvez o seu lado mundano seja a realidade e o lado Batman não tenha passado de uma fantasia pretensiosa. Hora de admitir que os mundanos eram melhores que você, Bruce Wayne? Que eles te sustentam?

Porém te entendo um pouco, se você deixasse de ser o Batman seria apenas um cara recluso na Mansão Wayne, envolto por boatos de que você seria um bêbado excêntrico e anti-social. Talvez se você deixasse de ser Batman, você perderia um motivo para lutar e se afundaria num nível que fica abaixo dos mundanos, tal como a minha imagem de ficar dias só jogando videogame enquanto não faço quadrinhos e nem aparece oportunidade boa para Célio Ishikawa. Agora vejo que a realidade que vemos como real é uma coisa frágil: só de entrar ou sair de faculdade, trabalho, hobbies, etc a coisa muda. Vejo que as pessoas aparentemente mundanas que têm um propósito para existir são mais heróicas do que eu imaginava.

Vamos ouvir uma musiquinha, Bruce Wayne? sugiro essa aqui: http://www.youtube.com/watch?v=Sf7S36r3zm8

Um feliz ano novo como na tira do Laerte. Vejamos o que faremos em 2010. Talvez um dia eu tranforme esse texto em quadrinhos, ou talvez isso nunca aconteça, sei lá.

Célio Ishikawa
identidade revelada de Dedo Zuka

 

Milhotância- recado para militantes da USP

 Bom, quem quiser, repasse para o pessoal da USP! :0)

Por aqui, muitos afazeres a fazer, muitos textos longos a escrever.  Duas coisas que tenho pensado nesse período:  1 - sinto que estou recuperando  a capacidade de escrever textos grandes; 2 - no final das contas, talvez tenha mais talento para textos do que quadrinhos, ou talento mais desenvolvido, pelo menos (o que quer dizer que só daqui a muito tempo me acharei bom/produtivo nos quadrinhos...

 

Milhotância... e estarei ocupado

É, vou ter de pausar a série "Um corpo..." mesmo. Mas por outro lado, estou pensando se tem alguma forma de "viabilizá-la"... bom, se eu começar a explicar vai virar um muro de lamentações então deixo para outra hora.

Outra coisa é que estarei um bocado ocupado para não ser jubilado da faculdade.

E por tudo isso, até o final do ano vou fazer coisas mais esporádicas e light por enquanto, como a série Milhotância.  

 

Figurinhas de Honduras

Com uma tragédia dessas acontecendo em Honduras, quebro a promessa e faço esse quadrinho antes de continuar a série Um Corpo para o capital, e aliás aproveito para avisar que devido a vários compromissos, não vou poder postar nos próximos dias (e tomara que sejam só dias...)


Um Corpo para o Capital pág15

 

 

Um Corpo para o Capital pág14

 

Um Corpo para o Capital pág13


Esses dias andei escrevendo uns textos, vou colocar aqui no site. 

Confira então a seção do lado direito: --------------------->

(novo!) Colunistas querem reconstruir o muro de Berlin (sobre "McLanche Infeliz" de Luiz Felipe Pondé)

(novo!) precisamos de ong para (nós) estudarmos e trabalharmos?

(novo!)  Discordando do Chico de Oliveira: neoliberalismo está morrendo

 

Um Corpo para o Capital pág12

 

Um Corpo para o Capital pág11

Tava falando ontem com Thiago Gomes que quando alguém diz que gostou da sua arte, a sensação é que a gente não precisa de mais nada, embora racionalmente precise... aliás  o Gual ouviu com muita paciência as minhas reclamações de escassez financeira , deve ter sido um saco...

Bom, mas como eu dizia, são os estímulos que a gente recebe que nos fazem continuar. Com essa página de Um Corpo já ultrapassamos a quantidade inicial de páginas que fiz meses atrás e tinha interrompido. A boa notícia é que ainda tem mais e pretendo pelo menos terminar esse primeiro capítulo sobre a origem de algumas concepções do Marx!


Um Corpo para o Capital pág10

Um Corpo para o Capital pág9 (e nova versão da 8)

Aqui a 9 e a 8 com pequenas melhorias

faxina no site

Como o site estava novamente ficando comprido (ia até lá embaixo), o que faz com que demore mais para carregar, fiz nova faxina, colocando as coisas nas

<---- novas Galerias (do lado esquerdo):

Filosofando (com umas reflexões pessoais que havia escrito) 

Justicinha (quadrinhos sobre injustiças)

 Lembrando que tem também a galeria da série Um Corpo para O Capital:

1 corpo para o Capital (início e cap1)

A página agora está com os novos de Um corpo, e mantive algumas coisas como de Honduras, já que não podemos esquecer logo, e também o que eu não posso esquecer de alguma hora continuar, como é o caso da Úrsula e dos Hotéis


Um Corpo para o Capital pág8

E assim Marx foi mandado para uma universidade mais séria!

Um Corpo para o Capital pág7


Inedito - Um Corpo para o Capital pág6!

Anteriores da série: 


Mas e quando a revolução chegar mesmo?

É um alerta? Uma constatação? Previsão? O que o personagem viu pela janela? Prefiro que vocês mesmos imaginem...


Honduras na balança

Demorou um pouco mas saiu!

Quanto ao cartunista hondurenho que citei, o Allan McDonald, ele havia sido preso e convidado a se retirar do país, mas parece que pôde voltar para casa. É a última informação que tivemos. Achei uns cartuns em solidariedade aqui.

E quanto a Honduras, tem um artigo revelador recomendadíssimo: "As cláusulas petreas e as cédulas misteriosas da crise em Honduras"

Honduras... e você?

Um retrato do nosso tempo


Parodiando alguns críticos dos quadrinhos

Para quem não sabe, há pouco tempo teve uma polêmica envolvendo quadrinhos na Escola, o que pode ser entendido lendo um resumo feito pelo jornalista Paulo Ramos (acesse aqui e procure pelo tópico "A maré virou. E os quadrinhos se salvaram do naufrágio discursivo").

Bom, aqui estou parodiando o tipo de crítico que vê maldade onde não tem.

Freira Úrsula - pag1

Tem dias que as coisas na minha cabeça querem ir para o  confessionário ... Por isso criei isso aqui.

Um conto: Albergues e hotéis

Bom, eis a 1° página de uma tão prometida história sobre... bem, o tema só será completamente esclarecido no final!


  • "nassifudeu" - perguntaram se era verdade e digo sim, o termo nasceu de uma  página da Veja.  Acesse a página, tecle Ctrl + F e procure por "nassifu". E leia estes aqui.
  • Pior que isso? Que tal eles defendendo o golpe de 64? Tente achar lá alguma justificativa procedente para o golpe . Xingar  e  denunciar culto ao demônio (???!!!) não vale.

(A Veja mudou sua política e os links acima agora são para assinantes, mas tem essas alternativas: a cara da Veja e a reprodução deles defendendo o golpe de 64)

 

Acervo

sobre

mídia

(maioria sobre Veja)

(novo!) Colunistas querem reconstruir o muro de Berlin (sobre "McLanche Infeliz" de Luiz Felipe Pondé)

(novo!) precisamos de ong para (nós) estudarmos e trabalharmos?

(novo!)  Discordando do Chico de Oliveira: neoliberalismo está morrendo

Veja não serve nem para entretenimento!

 Folha colocando palavras (sexo e drogas) na boca das pessoas

 Óculos do ex-vice dos EUA (Cheney & mulher pelada?)

Por que Veja mente, mente, mente, desesperadamente? (um texto de 2005)

 "Revista Veja, que vergonha" - sobre a reportagem sobre MST

"Fidel e o roteiro de um panfleto da Abril" - sobre "Já vai tarde" fev/2008 (não perca a ironia no final Mainardi x Fidel)

Diogo Schelp x Jon Lee Anderson. Deformaram a citação de Anderson, que reclamou e o repórter da Veja ameaçou: "Você pode ficar certo de que não aparecerá mais nas páginas desta revista."    OBS: note como quando a fonte reclama, censuram a fonte

 O arauto do atraso: sobre a posição de Reinaldo Azevedo contra a reforma ortográfica  OBS1: é um enfoque diferente (mais acadêmico) do que este aqui. OBS2: e no final, a comparação de Reinaldo com Hitler é mais procedente do que o da Veja comparando Gramsci com Hitler - aqui

Compilação (pelo jeito derivada do dossiê da NovaE) no blog Mídia dos Oprimidos

"Universo HQ rebate "Santa militância Batman" - "pare de levar filmes e gibis a sério, cresça, arrume uma namorada e arranje algo útil para fazer"  OBS:  não envolvia política, mas era o recado da Veja a militantes em geral (indireta para militantes políticos) para que as pessoas façam algo útil (business?), arranjem namoradas (como das capas?) e sejam da Classe A (que merece edição especial no final de ano).

 Entrevista com autora da tese de doutorado "Veja - o indispensável partido neoliberal"

Autor de "O operador" (sobre Marcos Valério) fala sobre coisas que a mídia não disse 

A capa sobre Isabella (aqui), nota do Blue Bus (aqui), comentários dos leitores de Blue Bus (aqui, aqui e aqui) e relembrando a Escola Base (aqui).  Capa "200 dias na cadeia - a boa vida dos acusados" (aqui) e  outro comentário no Blue Bus (aqui)     OBS: "boa vida"? A Veja parece defender uma cadeia sem direitos humanos e comendo no lugar de bolachas, sei lá, ração? Direitos deve soar muito petralha para eles!

Campanha da imprensa contra Chavez (entre outras coisas, Maradona seria ex-viciado com surto antiimperialista)

Carta do embaixador de Cuba (2004)- CMI Brasil

Blog do Sarge: Veja Conto de Fadas (inclui carta do embaixador da Venezuela) 

Crítica à reportagem da Veja "Vírus anti-EUA" - Medeiros CMI Brasil

 "Che Guevara e os mimos da família Civita" - sobre reportagem de Diogo Schelp, o mascote

Entrevista de Nassif ao Portal Vermelho

5 capas Veja de 2005 para 2006: o que apareceu  e deixou de aparecer (sobre a popularidade de Lula)

NovaE- dossiê Veja: "Laboratório de invenções da elite" (um retrospecto e mostra como funciona a redação por dentro!)

NovaE - dossiê Veja: sobre frei Dom Cappio e rio São Fransisco (sem distinção entre matar-se e entregar a vida) 

NovaE - dossiê Veja: a covardia e mentira de Mainardi (ficou encolhido num canto mas depois escreveu que 30 pessoas chamaram Aldo Rebelo de idiota)

 NovaE - dossiê Veja: entre as ações da empresa, ligações com apartheid  

NovaE - dossiê Veja: truque estatísitco para posicionar contra cotas para negros

NovaE - dossiê Veja: não dão direito de resposta 

Capas Veja sobre PT de 2002 a 2005 (só imagem, mas reparem como falam muito) (e não tem similar para PSDB)

2008 - Reinaldo Azevedo & Gerald Thomas: em fevereiro: "Faiz um bequeti"; em setembro "uma enorme amizade"

 ética da nudez e nu ofensivo?

a insistência em atribuir a reforma ortográfica à Lula e ignorar os seus benefícios (mencionados pela própria revista!) 

 

Recomendamos também o Dossiê Veja do Luís Nassif