34) Pontes


A) ADUELA DE DISPARO: 

ADUELA DE DISPARO

ADUELA DE DISPARO



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ADUELA DE FECHAMENTO

ADUELA DE FECHAMENTO

B) Lançamento de Vigas

Lançamento de Vigas

Lançamento de Vigas

C) Vista da Infra-Estrutura de uma ponte:

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Pontes são obras caras passando de vários milhões dependendo de seu tamanho, representa um elemento para transpor rios ligando estados, municípios e cidades no diversos locais do Brasil e do mundo.

 Hoje com soluções mistas em protensão, estaios metálicos ou cordoalhas e ate mesmo tirantes com superestrutura geralmente montada sobre vigas.

A tendência moderna e  reduzir a altura das vigas dos tabuleiros e poder fazendo-as pelo método construtivo de balanços sucessivos, tecnologia já muito difundida no Brasil, já que resulta numa estrutura com menor peso próprio e economiza o consumo de concreto.

A construção de uma ponte em balanços sucessivos convencional com a utilização de equipamentos auxíliares tais como: treliças para lançamento das aduelas, com protensões do tabuleiro sendo feitas geralmente internas e sustentadas pelos cabos e protensões externas.

Equipamentos geralmente utilizados:

Balsa para transporte de materiais e de pessoal até a margem do rio

Torres metálicas treliçadas para a sustentação de cabos suspensos

Passarela suspensa, ancorada nos blocos de apoio dos pilares centrais.

Treliças para a montagem dos balanços sucessivos

Canteiro de obras

Guindastes de torre

Torres metálicas treliçadas na elevação de todo o material necessário à construção do vão central

Compressores de ar empregados na execução das fundações, do tipo tubulão a ar comprimido.

Central de Concreto

Caminhões-betoneira de 8 m3 de capacidade

Retroescavadeiras

Tratores de esteiras

Pás carregadeiras

Rolos compactadores, geralmente utilizados na terraplanagem dos encontros da ponte

Materiais e acessórios para construção da Ponte estaiada

As grande obras de ponte geralmente partem e duas frentes, de uma margem a outra do rio, com a concretagem dos pilares por meio de formas deslizantes, seguida pela execução in loco das vigas travessas e pelo uso de treliças para o lançamento das vigas longarinas, feitas em concreto prémoldado e protendido.

Na sequência concretagem do tabuleiro e o içamento de placas de concreto pré-moldado para formar os passeios laterais ao tabuleiro.

A meso e a superestrutura geralmente são suportadas por blocos de fundação concretados sobre estacas escavadas mecanizadas ou tubulões executados a ar comprimido, nos trechos em solo, e sobre estacas executadas com cravação de camisa metálica, nos trechos em água. Nesse último caso, a mobilização do guindaste para a fixação e retirada da camisa, assim como a montagem da armação de ferro, são feitas com apoio de balsas e flutuantes equipados com Guindastes, que também são usadas para o transporte de caminhões- betoneira e das bombas de concreto.

Apoio dos guindastes

Guindaste de torre, para a construção dos mastros principais, e para apoio na montagem do início do tabuleiro para início do avanço por sistema de balanços sucessivos. .

Enquanto as gruas são utilizadas na construção dos mastros, movimentando formas e concreto, um conjunto de treliças de apoio executava os segmentos do vão central uma para cada lado, em sistema de balanços.

A movimentação dessas treliças em cada sentido dos avanços sucessivos era feita por meio de bombas e macacos hidráulicos, cuja ação provocava seu deslizamento sobre perfis metálicos fixados na parte superior das aduelas já concretadas. Cada treliça sustentava cerca de 130 t de carga, incluindo o seu peso próprio, dos escoramentos inferior e superior, das formas e da estrutura de concreto armado executada. Depois que a estrutura de concreto atingia a resistência especificada em projeto, procedia-se à retirada dos escoramentos para início da desforma, as protensões horizontais e verticais das aduelas e a movimentação dos conjuntos de treliça para um novo ciclo de avanço.

Equipamentos de pátio

Nas duas extremidades da obra, os avanços são feitos simultaneamente à construção do vão central, com o uso do método convencional de lançamento das vigas longarinas por treliças. 

Para movimentar essas estruturas, com 100 t de peso e 40 m de comprimento por 2,0 m de altura, cada pátio deve contar com pórticos de deslocamento que se deslocam sobre rodas em trilhos metálicos, usados em seu transporte até o ponto de transferência para lançamento pelas treliças.

No dia seguinte à concretagem, fazer a desforma lateral dos painéis metálicos para a aplicação da cura química e, três dias após sua fabricação. As vigas devem atingir a resistência especificada para a primeira sequência de protensão dos cabos inferiores.

Toda obra deverá ser acompanhada pelo projetista e o engenheiro.


Antes das vigas longarinas serem transportadas para o local de lançamento devem ser ripadas entre o berço de fabricação e o pátio de estocagem por meio de dois fischettis, cada um pegando numa ponta da estrutura. Esses equipamentos, acionados mecanicamente por tirfors, rolavam sobre trilhos metálicos fixados sobre dormentes de madeira e bases de concreto ciclópico. 

As vigas eram submetidas à segunda etapa de protensão, ainda no pátio de pré-moldados, para somente depois serem liberadas para a montagem da ponte.




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