Hidrografia do Município de Lagoa da Prata

 
* Hidrografia do Município de Lagoa da Prata *
 
 
* Lagoa da Prata Cerimonial Aos 72 Anos de Emancipação *
 
 

 
Planta Cartográfica Município Lagoa da Prata 
 


 
 Planta Cartográfica Município de Lagoa da Prata
 
 
 
         
 Guiness Book ( O Livro dos Recordes)  
 
        O Município Mineiro de Lagoa da Prata , ainda comemora o feito de 20 anos atrás, quando se inseriu no Livro do Recordes, o Guiness Book, em 1997 após ter realizado o maior plantio comunitário de mudas florestais de árvores nativas no espaço de tempo de uma semana. Lagoa da Prata orgulha-se de figurar no livro dos recordes como o município recordista mundial em plantio de árvores.  O recorde refere-se a 116.175 mudas plantadas.  Treze anos de Experiência no Município de Lagoa da Prata” . Agora vamos debater formas                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                             de Recuperação de Matas Ciliares e da qualidade das águas do Velho Chico.

O Instituto Estadual de Florestas (IEF) fará a avaliação das espécies plantadas para promover reflorestamento em larga escala em novas áreas às margens do Velho Chico. A meta é alcançar um novo recorde, muito acima do já conquistado, com o plantio de dois milhões de mudas de espécies nativas.

 O chefe da Coordenadoria de Ecossistemas Florestais do IEF, Danilo Rocha, informou que os próximos municípios a serem beneficiados com projetos de reflorestamentos serão Janaúba e Jaíba, no Norte de Minas. Esses municípios integram os da área da Companhia de Desenvolvimento do Vale do São Francisco (Codevasf). "A avaliação do plantio de mudas em larga escala realizado em 1997 servirá de referência para verificar as espécies que mais se adaptaram ao solo arenoso, idêntico ao encontrado em Janaúba e Jaíba", disse Rocha.

Em novembro de 1997, cerca de 3,2 mil voluntários, entre lavradores, estudantes, ambientalistas e técnicos em agricultura se mobilizaram para promover o plantio das mudas em Lagoa da Prata.

Entre os objetivos centrais dessa mobilização destacou-se a inscrição de Lagoa da Prata no Guiness Book (livro dos recordes) como o município que, até então, mais investiu em reflorestamento no Mundo. Foram gastos na empreitada R$ 1,2 milhão, recursos obtidos junto ao Banco Mundial. Além de figurar no livro dos recordes, desbancando o município paulista de Paulínea, a meta mais importante do plantio recorde foi resgatar 200 dos cinco mil hectares de mata ciliar devastados, a maioria por plantações de canaviais.

"As árvores vingaram. Partiremos agora para a avaliação de cada espécie. Vamos verificar as que mais resistiram, que responderam ao plantio", afirma Rocha. Segundo ele, o IEF e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural de Minas Gerais (Emater-MG) atuarão conjuntamente na recuperação da microbacia do São Francisco na região de Janaúba e Jaíba. Para tanto, afirma ele, já foram assegurados junto à Codevasf, recursos da ordem de R$ 5 milhões, oriundos do programa de revitalização do Velho Chico. "Inicialmente, partiremos para a recuperação de dois mil hectares de áreas áridas e degradadas, com o plantio de espécies vegetais nativas",  acrescentando que o montante será ainda utilizado na recuperação e conservação de nascentes. "Estamos definindo quais das 30 espécies de árvores que ocorrem na região serão mais adequadas para a recuperação das áreas degradadas".

 

**  A Lindíssima Lagoa da Prata **
 
 01 -   Lagoa  da Prata
      -   Extensão:  1.300 metros por 500 metros, 64 há. Está á  656  metros acima
          do nível do mar. A lagoa mais urbana do município,conta com uma linda
           praia e um Parque Ecológico. Esta lagoa do excesso de suas àguas,
           nasce o Córrego Chico Silveira.

        

 
 
* Um Braço da lindíssima Lagoa Verde - Extensão: 6 Km 
 
02  -  Lagoa Verde ***
     -  Extensão: 6.000 metros por 250 metros de largura.
       Está à 638 m acima do nível do mar. É a maior lagoa do
       Alto São Francisco.  É formada pelos córregos: Chico Silveira, Córrego do Retiro
       e Córrego da Vargem. Deságua no Rio Jacaré a 636 m de altitude.
       Tem este nome devido à quantidade de algas e lodo em suas àguas.
       É muito profunda, daí temos a impressão que suas àguas são verdes.
       É a maior lagoa Berçário do Alto São Francisco. Não recebe mais o esgoto
       sanitário de Lagoa da Prata, levado pelo Córrego Chico Silveira,
mesmo
       assim reage, e consegue abrigar grande quantidade de vida.
       Esta capacidade de recuperação é devido ao Córrego do Retiro que      
       é seu principal formador, e ele purifica a lagoa constantemente,
       como àgua de média qualidade e em grande volume.
 
 
 
 
 
 
  03 - Lagoa  do Brejo do Curral
      -  Extensão:  200 metros por 300 metros, 6 há
        Está a  649  metros acima do nível do mar.
        Suas nascentes principais ficam dos dois lados da Rodovia MG. 170,
        onde forma um poço raso na temporada de chuvas. Descendo 1.200 m
        surge a Lagoa do Brejo do Curral, no início há uma vereda nativa, esta
        lagoa sempre foi pouco profunda, possibilitando o crescimento de
        vegetação aquática que a cobre quase na sua totalidade.
        Ela não seca no inverno, mas o Córrego do Cabral fica intermitente.
        Nas margens da Lagoa do Brejo do Curral, há pastagens e o tipo de
        solo é muito arenoso.

     
       
      
***  Cursos D'àgua ***
 
 01 - Córrego da Ponte de Pedra
      - Extensão: 10 Km - Nasce à 960 M.
        e desagua a 695 metros acima do nível do Mar.
        Nasce no Município de Santo Antônio do Monte
        em direção (NO) rumo à Ponte de Pedra que é um Povoado.
        Nos últimos 8 Km ele faz a divisa (SO) entre Lagoa da Prata
        e Japaraíba, neste mesmo trecho ele recebe dois afluentes em
        sua margem direita, sem nomes, mas com um bom volume de
        àgua. O Córrego da Ponte de Pedra é afluente do Rio Santana
 
 02 - Córrego da Estiva
      - Extensão: 10 Km - Nasce à 930 metros.
        e desagua a 700  metros acima do nível do Mar.
        Nasce bem próximo do ponto mais alto do Município 
        de Lagoa da Prata.
        Faz em seus primeiros 6 kilômetros a divisa ao Leste
        com Santo Antônio do Monte,neste trecho ele tem 3
        afluentes: um grande e dois pequenos e sem nomes.
        Ao chegar à Martins Guimarães, Distrito de Lagoa
        da Prata, ele encontra com o Córrego Bom Sucesso,
        continuando com o nome de Córrego da Estiva.
        Próximo da Barra do Bom Sucesso recebe outro
        córrego pela margem esquerda com 2,5 Km de 
        comprimento. Em Martins Guimarães há uma linda
        cachoeira, daí o Córrego da Estiva percorre mais 4 Km
        com algumas corredeiras e quatro pequenos afluentes
        na margem esquerda e um na margem direita, até
        encontrar com o Córrego do Alheio, para juntos
        Formarem o Rio Jacaré.

 03 - Córrego Bom Sucesso
      - Extensão: 11 Km - Nasce à 980 metros.
         e desagua a 790  metros acima do nível do Mar.
         Nasce no Município de Santo Antônio do Monte.
         e faz 2 Km da divisa (SE) entre Lagoa da Prata e  
         Santo Antônio do Monte, neste trecho ele recebe um 
         pequeno córrego à sua direita. Ao chegar à Martins
         Guimarães ele desagua no Córrego da Estiva.

 04 - Córrego do Açude
      - Extensão: 5 Km - Nasce à 860 metros,
         e deságua a 750  metros acima do nível do Mar.
        Tem sua nascente próxima à Rodovia  MG. 429 entre  
        Lagoa da Prata e Santo Antônio do Monte.
        e faz a divisa à leste destes dois Municípios, neste 
        trecho ele vai recebendo pequenos córregos que o alimentam.
        No meio do percurso há um açude (200 x 70 M ) - 1,4 Há, 
        atravessa uma região muito arenosa. O Córrego do Açude
        com o Córrego dos Pereiras formam o Ribeirão das Grotadas 
        na localidade conhecida como Fundão.


 05 - Ribeirão das Grotadas
      - Extensão: 11 Km - Nasce à 750 metros,
        e deságua a 670  metros acima do nível do Mar.
        Este ribeirão nasce na rona urbana de  Santo Antônio 
        do Monte com o nome de Córrego dos Pereiras 
        (12 quimômetros de extensão) e segue em direção 
        Oeste levando esgotos e enxurradas urbanas. 
        Ele percorre 11 Km da divisa (NE) de Lagoa com 
        Santo Antônio. Nesse trecho,  ele recebe 7 pequenos 
        córregos na margem esquerda e 2 na margem direita. 
        Ainda nesse trecho 2 Km abaixo da Barra do  Córrego 
        do Açude há uma bela cachoeira, na propriedade de 
        herdeiros do Sr. Eli Maciel. Descendo mais 7 Km está a 
        cachoeira onde funcionava a Usina Hidrelétrica da 
        Cemiguinha. Descendo mais 2 Km ele encontra com o 
        Ribeirão dos Riachos que vem de Santo Antônio, 
        formando desta junção o Ribeirão Santa Luzia.

 06 - Ribeirão Santa Luzia
      - Extensão: 10 Km - Nasce à 670 metros,
         e deságua a 630  metros acima do nível do Mar.
         Este ribeirão surge da junça~de dois ribeirões, o das Grotadas 
         com o Ribeirão dos Riachos. Fáz a divisa (NE) com 
         Santo Antônio em 10 Km, até encontrar com o Rio Jacaré  
         630 M de altitude. Na metade desse trecho ele passa pela 
         Rodovia MG 170 e logo depois recebe o Córrego do Burití  
         pela margem direita.
 
 
 
07 - Rio Jacaré
      - Extensão: 30 Km - Nasce à 700 metros,
        e deságua a 628 metros acima do nível do Mar.
        É o rio mais lagopratense. Percorre sómente terras de 
        Lagoa da Prata. É formado pela junção dos córregos: 
       do Alheio e da Estiva que passa por Martins Guimarães. 
       A 2,5 Km desta junção há uma cachoeira, mais 500 metros 
       ele corta a Rodovia MG 429 segue na direção (NO) por 8 Km 
       recebendo pequenos córregos sem nomes, até receber o Córrego do 
       Capão Vermelho pela margem esquerda. Quinhentos metros abaixo, 
       ele recebe o Córrego da Ilha pela margem direita, descendo 2 Km ele,
       passa pela Rodovia MG 170 e 5 Km abaixo ele recebe as àguas da 
       Lagoa Verde pela margem esquerda, 2 Km abaixo ele encontra 
       com o Córrego do Batista na margem direita, descendo 3,5 
       recebe pela direita também o Córrego do Cabral, que sai da 
       Lagoa do Brejo do Curral. Descendo 500 metros ele se 
       encontra com o Ribeirão Santa Luzia, juntos possuem 
       a maior jazida de areia da região. 
       Nos próximos 4 Km o Rio Jacaré faz divisa com 
       Santo Antonio do Monte, a 2 Km da confluência 
       com o Ribeirão Santa Luzia, ele recebe as àguas do 
       Córrego do Pântaninho, pela esquerda, mais 2 Km 
       ele encontra seu último afluente, o Ribeirão Santo 
       Antônio pela margem direita. Daí até o Rio São Francisco 
       são 8oo metros que é a divisa de Lagoa da Prata com Moema.

 
 
*** A Lindíssima Lagoa Feia ***
 

*** A Lindíssima Lagoa Feia ***

 
 
 08 - Córrego do Alheio
      - Extensão: 12 Km - Nasce à 960 metros,
        e deságua a 700  metros acima do nível do mar.
        Nasce no município de Santo Antônio do Monte,
        e percorre 4 Km até entrar no município de Lagoa da Prata.
        Neste trecho ele recebe alguns córregos pequenos sem nome.
        A  7 Km da divisa, cruza com a Ferrovia Centro Atlântica,
        há 200 metros encontra-se uma bela cachoeira e logo a seguir 
        funde-se com o córrego da Estiva, que a partir daí formando o Rio Jacaré.
 
 
*** Cachoeira dos Mirandas  ***
 
 
 09 - Córrego do Capão Vermelho
      - Extensão:  7 Km - Nasce à 750 metros,
        e deságua a 642  metros acima do nível do mar.
        Nasce do lado direito da Rodovia MG. 429 no
        sentido Lagoa da Prata  Santo Antônio do Monte,
         numa pequena vereda. Atravessa a rodovia e segue
         em direção (NO) 2 km abaixo ele forma algumas veredas com
         muitos buritís. Até chegar ao Rio Jacaré percorre 5 Km onde
         predomina os canaviais, desaguando na margem esquerda do Jacaré.
 
 10 - Córrego da Ilha
      - Extensão:  10 Km - Nasce à 860 metros,
        e deságua a 640  metros acima do nível do mar.
        nos seus primeiros 4 Km ele recebe 8 córregos de pequeno porte,
        nos últimos 6 Km ele corre em meio a canaviais e pastagens.
        É afluente da margem direita do Rio Jacaré.
       
  12 - Córrego Chico Silveira
      - Extensão:  5 Km - Nasce à 656 metros,
        e deságua a 638  metros acima do nível do mar.
        Nasce na Lagoa da Prata, a lagoa que dá nome à cidade,
        Ele é canalizado da Rua Goiás até a Rua Cassimiro de Abreu
        perto da APAE, neste trecho, ele passa pela Embaré e depois
        recebe as àguas do Córrego Chico Messias  em sua margem direita.
        Existe um interceptor de esgotos com 5 Km, desde sua nascente
        na Lagoa da Prata até a Rua Cassimiro de Abreu, perto da Pharlab
        ele encontra com o  Córrego Chico Félix, indo cair na Lagoa Verde,
        com 98% do esgoto urbano.
 
 
 14 - Córrego Chico Félix
      - Extensão:  4 Km - Nasce à 645 metros,
        e deságua a 639  metros acima do nível do mar.
        Até 1960, sua principal nascente era o Brejão, um local charco,
        depois de drenado,  o Brejão que desaguava para a zona urbana,
        passou a desaguar na direção contrária. Hoje sua nascente principal é a
        Vereda da Donana, depois ele segue para o Norte, 2 km abaixo ele recebe
        o esgoto da parte Oeste da cidade, próximo dalí, ele recebe  s àguas do
        Córrego Macaúba em sua margem esquerda, descendo 500 metros  cruza
        com a Rua Modesto Gomes, logo em seguida passa pelo Poção que é um brejo
        com 1.000 m X 100 metros, depois cai no Córrego Chico Silveira, seguindo para a
        Lagoa Verde. Dos 3 Chicos, este é o de menor volume de àgua e é intermitente.
        
 15 - Córrego Chico Messias
      - Extensão:  1,5 Km - Nasce à 650 metros,
        e deságua a 643  metros acima do nível do mar.
        É o córrego mais urbano de Lagoa e junto com as APPs, àreas verdes e a vereda, formam o Parque dos Buritís. Este parque é cortado por duas vias públicas: Av. José Bernardes Maciel e a Rua Bahia. Deságua no Córrego Chico Silveira na Rua Luz com Av. Isabel de Castro, quase no centro da cidade.
 
 16 - Córrego do Retiro
       - Extensão:  13,5 Km - Nasce à 740 metros,
         e deságua a 638  metros acima do nível do mar.
         Nasce no primeiro açude do Córrego do Retiro de Cima.
         Este açude é chamado de Lagoa da Maria Rocha, com 500 m X 80 metros,
         à 2 Km a usina construiu um açude que ruiu, meio Km abaixo há outro açude menor,
         daí até encontra com o Córrego do Monjolinho, são mais 2 Km numa soma de 5 Km,
         iguais ao comprimento do Córrego do Retiro de Cima. Daí para a frente, ele passar
         a chamar Córrego do Retiro. Um Km e meio, ele cruza a Rodovia MG. 429  e
         encontra-se com o Córrego do Retiro de Baixo, no Pesque e Pague.
         Nos próximos 2 Km, ele passa por sítios e pela Usina Siderúrgica,
         mais 500 m, ele recebe um pequeno aflente pela margem direita, o Córrego do
         Felizardo, logo depois cruza a MG.170, passando pelo Distrito Industrial,
         onde recebe esgoto e dejetos do Matadouro Municipal, na margem direita
         e até chegar à Lagoa Verde, são mais 5 Km.
 
  
 
 17 - Córrego do Monjolinho
      - Extensão:  4,5 Km - Nasce à 700 metros,
        e deságua a 670  metros acima do nível do mar.
        É o primeiro afluente do Corrego do Retiro, na sua margem esquerda.
        Nasce em um açude com 30 metros de margem reflorestada, este açude é
        2 Km margeado por canaviais, depois há um açude com o nome de Açude do
        Retirinho 300X 30 m, 1,5 abaixo há outro açude, Açude do Silézio 150 X 30 m,
        mais 1 Km ele encontra com o Córrego Retiro de Cima, seguindo com o nome
        de Córrego do Retiro. 
 
 18 - Córrego do Retiro de Baixo
      - Extensão:  5  Km - Nasce à 730 metros,
        e deságua a 655  metros acima do nível do mar.
        Nasce a 1,5 Km ao Norte da nascente do Córrego Retiro de Cima e corre
        paralelo ao mesmo. Em seu percurso, há dois  açudes, aos 4,5 Km de seus
        5 Km ele cruza a Rodovia MG.429, logo após passa pelo Pesque e Pague 
        encontrando finalmente com o Córrego do Retiro que deságua na Lagoa Verde.
      
 
 19 - Córrego do Felizardo
      - Extensão:  1  Km - Nasce à 650 metros,
        e deságua a 647  metros acima do nível do mar.
        Nasce em um açude perto da estrada que liga Lagoa da Prata ao
        Capão Vermelho e segue em direção (NO), passando por sítios até
        desaguar no Córrego do Retiro, na margem direita,
        depois da Usina Siderurgica e antes da Rodovia MG. 170
.
 
Imagem da   Lagoa da Prata 
 
 20 - Lagoa do Zé Manoel
      - 6 Há -  654  metros de Altitude ao nível do mar.
        Esta lagoa é perene. Fica a (SO) e próximo da Zona Urbana. É a lagoa que está
        localizado o Country Club. Nela há uma pequena ilha e em suas nascentes, há uma
        pequena Vereda, com  vegetação expressiva com Pindaíbas e Buritís, suas àguas são
        drenadas para o Brejão na direção Sul.
       
 21 - Açude da Donana
      - 0,8 Ha -  653  metros de Altitude ao nível do mar.
        É intermitente, isto é, seca nos invernos mais secos.
        Antes da drenagem do Brejão, que era seu manancial principal 
        ele era perene e alí nascia o Córrego do Chico Félix. Situa-se entre
        a Lagoa do Zé Manoel e a zona urbana de Lagoa da Prata.
 
 22 - Lagoa da Sanguessuga
      - 4 Ha -  655  metros de Altitude ao nível do mar.
        Está situada a 500 m ao Norte da Lagoa do Zé Manoel.
        É uma lagoa isolada, não tem comunicação com nenhum
        outro corpo d’àgua, é rasa e totalmente tomada pelo Capim Cebola
        e nunca teve vegetação de veredas em suas margens
       

 23 - Lagoa do Chichico
      - 2 Ha -  640  metros de Altitude ao nível do mar.
        É uma lagoa urbana,  situa-se  o lado da Rua Pedro II,
        no bairro São José e deságua na na Vereda da Donana, daí corre para o
        Córrego Chico Félix que desagua no Córrego Chico Silveira e este na Lagoa Verde.
 
 24 - Córrego da Vargem
      - Extensão:  2 Km - Nasce à 640 metros, e deságua a 638 m acima do nível do mar.       
        Nasce na Lagoa da Vargem e a seguir forma o Açude da Vargem,
        estando no mesmo nível da lagoa. Há aproximadamente 1500 m das nascentes
        há um aterro, formando o açude, daí até a Lagoa Verde, são mais 500 metros
        onde deságua. Alí há uma maravilhosa Vereda com centenas de Buritís e um
        belo espelho d’àgua. É o afluente que leva a melhor qualidade de àgua
        para a Lagoa Verde.
  
   
         
 25 - Lagoa da Vargem
      - 40 Ha -  640  metros de Altitude ao nível do mar.
        Está situada a 4 Km da cidade de Lagoa da Prata
        Grande parte de sua àrea 80%, tem pouca profundidade. Há uma pequena Vereda,
        há também canaviais em sua margem Norte e ao Sul são Sítios.

       
 27 - Lagoa Redonda
         - 2 Ha -  642  metros de Altitude ao nível do mar.
        Esta lagoa também é isolada e fica a uns 300 metros  ao
        Norte da Lagoa da Vargem. É totalmente tomada pelo
        capim cebola e algumas niféias. Não há matas ciliares.

 26 - Açude da Vargem
         - 6,4 Ha -  640  metros de Altitude ao nível do mar.
        Surgiu de um aterro construido há aproximadamente um século,
        feito pelo morador da casa da Estiva com o objetivo de levar àgua para a residência.
        O açude foi acumulando àgua até unir com a Lagoa da Vargem, formando um só
        corpo d’água. É mais profundo que a lagoa que não passa de 4 m.
        Há uma grande biodiversidade no local e sua margem Norte é
         cultivada a cana de açucar e ao Sul, Sítios com pastagens.
 
 28 - Córrego do Batista
      - Extensão:  8 Km - Nasce à 700 metros, e deságua a 633 m  acima
do nível do mar.  Nasce na região (NE) do Município de Lagoa da Prata e corre no sentido (NO), e a 1,5 de sua nascente, recebe um afluente na margem esquerda sem nome,
        seu volume de àgua quase dobra, cruzando a estrada que liga Lagoa da Prata
        à localidade chamada Grotadas. Quinhentos metros depois ele recebe um afluente
        sem nome pela margem direita. Até chegar ao Rio Jacaré, percorre mais 6 Km sem
        receber afluentes. Distando 3 Km de sua fóz, cruza a Rodovia MG. 170 L.P a Moema,
        e a 500 m há um açude com vereda, até sua fóz há 3 açudes
.
       
 32  - Ribeirão Santo Antônio
      - Extensão:  12 Km - Nasce à 850 metros, e deságua a 626 m  acima do nível do Mar.
        Afluente da margem direita do Rio Jacaré, fáz a  divisa dos municípios de Santo
        Antônio do Monte e Moema.       
        Nasce  no Município de Santo Antônio do Monte  e segue em direção Oeste, da fóz
        deste ribeirão até a fóz do Rio Jacaré com o Rio São Francisco, são apenas 500 metros e alí está o limite entre os municípios de Lagoa da Prata com Moema, no extremo Norte, na região charca com drenagens e canaviais.       
        
 29  - Córrego do Cabral
      - Extensão:  4 Km - Nasce à 649 metros, e deságua a 630 m  acima do nível do Mar.     
        Nasce ao lado da Rodovia M.G. 170, na fazenda do Brejo do Curral. Após percorrer 1 Km, forma a Lagoa do Brejo do Curral, depois da lagoa, ele passa a ser intermitente e flui apenas no período chuvoso. Até sua fóz, são mais 2 Km, no meio deste percursso há um açude. É afluente do Rio Jacaré.
 
 
  
 31  - Córrego do Pantaninho
      - Extensão:  8 Km - Nasce à 660  metros, e deságua a 629 m  acima do nível do Mar.     
        Nasce em um açude de 1.200 x 100 m. 12 ha. Este açude não tem matas ciliares e as suas  nascentes principais, estão desprovidas de àrvores e em suas margens há canaviais.
        Trezentos metros abaixo, está o segundo açude 700 x70 metros - 5 ha, há poucas àrvores e  suas margens são rodeadas por pastagens. O terceiro açude 1.000 x 90 metros - 9 Ha, está à 300 m abaixo com o maior volume de àgua, suas margens foram reflorestadas. A mata da Forquilha tem início ao lado deste açude. O Córrego do Pântaninho corre na direção Norte, e o quarto açude 800 x 100 m - 8 ha, fica à 900 metros do terceiro, o
nde há uma pequena mata ciliar. O Quinto açude 700 x 70 m - 5 ha, fica a 80 m do quarto.
        O sexto e último açude 400 x 150 m - 6 ha, está a 500 m do quinto.
        Até chegar ao Rio Jacaré são mais 700 m. O Pântaninho é um córrego de
        àguas límpidas, e isto se deve aos seis açudes em  seus 8 Km de percursso.
 
 32  - Ribeirão Santo Antônio
      - Extensão:  12 Km - Nasce à 850 metros, e deságua a 626 m  acima do nível do Mar.
         Afluente da margem direita do Rio Jacaré, fáz a  divisa dos municípios de Santo
         do Monte e Moema.     
         Nasce  no Município de Santo Antônio do Monte  e segue em direção Oeste, da fóz
         deste ribeirão até a fóz do Rio Jacaré com o Rio São Francisco, são apenas 500 metros e alí está o limite entre os municípios de Lagoa da Prata com Moema, no extremo Norte, na região charca com drenagens e canaviais.       
        
 33  - Rio Santana
      - Extensão:  47 Km - Nasce à 945 metros, e deságua a 635 m  acima do nível do Mar.
        Percorre 27 Km antes de chegar ao  município de Lagoa da Prata, depois são mais
        20 Km até sua fóz no Rio São Francisco. Nasce no Córrego do Pinheiro 1.000 metros,
         em Santo Antônio do Monte e fáz a divisa com Arcos. São mais 8 Km e nove
         pequenos afluentes, da junção dos Córregos do Pinheiro e Santa Bárbara,
        surge o Rio Santana. Descendo 4 Km ele encontra com o Córrego Vermelho.
 
*** Lagoas Marginais do Rio São Francisco ***
 
 34 - Lagoa Drenada da Barra do Santana
      - Extensão: 634  metros de Altitude ao nível do mar.
        Já foi uma lagoa com 30Há, hoje sobrou pouca àgua e tem um dreno profundo
        parea o Rio São Francisco, isto a mantém bem baixa a maior parte do ano, permitindo  a plantação de cana em terras mais férteis.
        No período chuvoso, o rio enche e inunda a região voltando a lagoa original e então
        perde-se a plantação de cana.        
  
 35 - Lagoa do Marques
      - 1,5 Há - 633  metros de Altitude ao nível do mar.
        Ela é mantida pelo rio e está espremida entre o rio e a elevação a Leste,
        há um dreno que não consegue secá-la totalmente.
        Situa-se próximo ao atalho da Volta Grande.
 
        
 36 - Lagoa das Piranhas ou da Ilha
      - 40 Há - 633  metros de Altitude ao nível do mar.
        Esta lagoa, situa-se na Ilha, em um ponto conhecido como Volta Grande,
        e é drenada para o rio, sobrando menos de 10 Há de àrea alagada.
        A Volta Grande tem 7,2 Km de rio e 140 Há.
        É dividida em em duas partes; a Ilhinha com 35 Há e a Ilha com 105 Há.
        O atalho que está fazendo a Volta Grande desaparecer mede 300 metros e
        tornou-se a nova divisa entre Lagoa da Prata e Luz.
 37 - Lagoa dos Patos
      - 3 Há - 632  metros de Altitude ao nível do mar.
        Está localizada a 5 Km abaixo da Volta Grande, já foi drenada para a Lagoa dos Porcos,  existe um dreno, mas está abandonado e completamente tomado pela vegetação.
        Situa-se a 200 metros do rio e a 500 m da Lagoa dos Porcos.
 
 38 - Lagoa dos Porcos
      - 10 Há - 631  metros de Altitude ao nível do mar.
        É tão profunda que resistiu a duas tentativas de drenagem.
        A primeira tentativa ligou-a ao rio em um canal direto, e não obtiveram sucesso.
        A Segunda tentativa, a usina fez um novo canal paralelo ao rio com 2 Km,
        e mesmo assim a lagoa não ficou completamente drenada.
 
 
40  - Lagoa do Peixe
      - Extensão: 4,8 Há - ( 600 X 80 metros )630  metros de Altitude ao nível do mar.
        Situa-se a 500 metros da Lagoa Feia e bem próxima ao São Francisco.
        Possui um dreno, que quase a esgota totalmente, hoje este dreno está
        abandonado e esta pequena lagoa está se recuperando lentamente.
       

41  - Lagoa da Mata da Fruta
      - Extensão: 2,4 Há - ( 300 X 80 metros ) 629  metros de Altitude ao nível do mar.
        Esta pequena lagoa é o que sobrou de uma àrea alagadiça dez vezes maior,
        ela escoa para outra lagoa menor ( 100 X 80 ) , seguindo para o Rio São Francisco.
       

42  - Lagoas do Urubu
      - Extensão: 
      - 1ª - ( 300 X 100 metros ) 630  metros de Altitude  - 2ª - (700 X 150 metros )
        Estas duas  lagoas  são interligadas e a maior cai no Rio São Francisco, por drenos naturais.
        As duas lagoas são perenes e tem poucos canaviais em suas margens.
        Próximo da lagoa mais baixa há um afloramento de calcário e a reserva legal
        Florestal do Urubu está bem próxima dalí, com uma àrea de 220 Há.
 

        
43  - Lagoas da Forquilha
      - Extensão:
      - 4 Há - 1ª - ( 200 X 200 metros ) 629  metros de Altitude 
      - 2ª - (2000 X 400 metros ) ou 80 Há, 628,5 metros de altitude, o ponto mais ao
         Norte de Lagoa da Prata, está próximo à segunda lagoa.
         Nestas duas  lagoas, até o ano de 2007, não eram respeitados os 30 m de APP,
         nem os 75 m de APP do São Francisco, elas são esgotadas até nos dias de hoje,
         pois os drenos feitos pela usina ainda continuam abertos,
         estas lagoas  são muito próximas ao Rio São Francisco, e no período das chuvas
         elas se integram às àguas do grande rio.
         Na época seca, perdem quase que a totalidade de suas àguas 70%, teriam maior
         volume se os drenos fossem fechados.
       
44  - Lagoa da Barra do Jacaré
      - Extensão: 6 Há - ( 200 X 300 metros ) 628  metros de Altitude ao nível do mar.
         Esta  lagoa situa-se entre o Rio Jacaré e o Rio São Francisco, próximo ao ponto mais
          baixo do município. É rodeada por canaviais e é drenada para o Rio Jacaré,
          perto de sua fóz. É uma lagoa com pouca profundidade e depois de 2007,
          foi abandonada e está se recuperando naturalmente, porém o dreno
          ainda está aberto dificultando este processo.
       
45  -  Brejão
      - Extensão: 180 Há - ( 1800 X 1000 metros ) 650  metros de Altitude ao nível do mar.
         Situa-se ao SO da zona urbana de Lagoa da Prata e faz limite com o perímetro urbano.
          Antes de 1960, havia alí uma lagoa rasa com alguns pequenos espelhos de àgua e
          muita vegetação e fauna abundante, se preservada, esta àrea seria de muito valor
          para a usina, mas ha 50 anos foi drenada, na época houve resistência e algumas
          pessoas da cidade conseguiram impedir a construção de canais pelas vias naturais.
          No Brejão nasciam dois córregos: O Chico Silveira e o Chico Félix, ambos correm na
          direção Norte, passando pela cidade. Seu solo é constituido por Turfa, carvão de pedra, que é um combustível natural.
 
46  - Lagoa Seca
      - Extensão: 5,25 Há - ( 350 X 150 metros ) 650  metros acima do nível do mar.
        Esta  lagoa situa-se a 1000 metros da Rodovia MG - 170, partindo da Empraer para o Leste. É chamada de Lagoa Seca, mas na verdade não seca e sua formação é bem parecida 
com as lagoas da Sanguessuga e Redonda, que podem ser dolinas. Infelizmente, esta lagoa não possui Mata Ciliar e raramente ela enche muito e vasa para a Lagoa da Vargem  que fica à 2 Km a Oeste. Atualmente ela está fluindo em um pequeno córrego sem leito definido, cruzando a Rodovia MG. 170, o Distrito Industrial e o canavial até
        encontrar a Lagoa da Vargem a 640 metros de altitude.            
 
     
 47  - Rio São Francisco

      - Extensão:  53 Km - ( Percurso entre a foz dos Rios Santana e Jacaré ) 265 Há
      - altitude: inicia com 635 e sai com 632 metros  acima do nível do Mar.
         É o Rio da Integração Nacional e conhecido carinhosamente por ‘Velho Chico’.
         Nasce na Serra da Canastra à 1220 metros de altitude e percorre Minas Gerais,
         Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas até sua fóz no Oceano Atlântico,
         num total de 2.830 Km. Durante sua passagem por Lagoa da Prata e Luz,
         ele é o marco limítrofe entre os dois municípios.
         Segue seu curso rumo Norte, vai serpenteando por um vale de milhões de anos, com
         leito indefinido mudado naturalmente ou pela mão do homem como na Volta Grande.
È ladeado por lagoas que são seusberçários naturais. A 7 Km abaixo da fóz do         
         Rio Santana, encontra-se o desvio da Volta Grande com 350 metros  de extensão,
         este desvio diminui 7,2 Km na extensão do rio. Quatro Kilômetros rio abaixo há uma
         pequena parte do rio (800 X 50 ) metros que foi abandonada pelo próprio rio e
         hoje estancado como uma lagoa marginal, este fenômeno é comum em rios de
         regiões planas como é o caso do São Chico no município de Lagoa da Prata e Luz.
         Descendo  mais 3 Km, ele passa ao lado da Lagoa dos Patos, que é drenada para a
          Lagoa dos Porcos e que está se recuperando naturalmente e descendo mais 6 Km
         o rio passa ao lado da Lagoa Feia, que está próximo da Ponte Olegário Maciel, famosa
         Ponte de Ferro que foi importada da Alemanha e inaugurada em 1925, bem antes
         da emancipação do município e  se tornou um marco histórico. Há 1 Km abaixo da ponte,
         está a Lagoa dos Peixes, descendo 1 Km ha uma curva de 90% à esquerda, o rio
         encontra com uma afloração calcária, e 2 Km abaixo em outra curva de 90% à direita,
         o rio entra em uma reta de 2 Km sendo a maior reta do São Francisco no Município de
         Lagoa da Prata e fica na Mata da Fruta e termina em um paredão de ardósia já gasta
         pela ação da natureza. Descendo mais 6 Km o rio recebe um pequeno afluente
         pela margem esquerda, o Ribeirão da Noruega, com 35 Km que nasce à 700 m e
         deságua à 630 metros vindo de Luz. Há 3 Km abaixo, estão as duas Lagoas do Urubu
         e durante os próximos 7 Km encontramos uma Reserva Legal com 220 Há de matas
         às margens do rio, local conhecido por Mata do Urubu. Nos 8 Km seguintes, passa pela
         região da Forquilha com 2 lagoas marginais drenadas, a primeira lagoa com 4 Há,
         é quase toda drenada para a segunda que tem ( 2000 X 400 m ou 80 Há ,
         que também é drenada para o rio. Hoje, na região da Forquilha, há uma àrea de
         (2400 X 500 metros ) ou 120 Há abandonados para a Natureza agir. Na é poca das cheias
         é coberta pelas àguas. depois de percorrer 53.350 metros, dividindo o Município de Lagoa
         da Prata e Luz, o Rio São Francisco se encontra com o Rio Jacaré, que é muito assoreado
         pela areia trazida em suas àguas, este é o ponto mais baixo do Município de Lagoa da
         Prata, 628 metros acima do Nível do Mar.
 
***  Rio São Francisco  * A Volta Grande ***
 
        O Rio São Francisco, também chamado de Opará, como é conhecido pelos indígenas, ou popularmente de Velho Chico, que nasce em São Roque de Minas, na Serra da Canastra, no estado de Minas Gerais, a aproximadamente 1200 metros de altitude, atravessa o estado da Bahia, fazendo sua divisa ao norte com Pernambuco, bem como constituindo a divisa natural dos estados de Sergipe e Alagoas, e, por fim, deságua no Oceano Atlântico, drenando uma área de aproximadamente 641 000 km² e atingindo 2 830 km de extensão. Apresenta dois estirões navegáveis: o médio, com cerca de 1.371 km de extensão, entre Pirapora (MG) e Juazeiro  (BA)  Petrolina (PE) e o baixo, com 208 km, entre Piranhas (AL) e a foz, no Oceano Atlântico.
O rio São Francisco atravessa regiões com condições naturais das mais diversas e tem cinco usinas hidroelétricas. As partes extremas superior e inferior da bacia apresentam bons Indices Pluviométricos , enquanto os seus cursos médio e submédio atravessam áreas de clima bastante seco. Assim, cerca de 75% do deflúvio do São Francisco é gerado em Minas Gerais, cuja área da bacia ali inserida é de apenas 37% da área total. A área compreendida entre a fronteira Minas Gerais-Bahia e a cidade de Juazeiro(BA), representa 45% do vale e contribui com apenas 20%
do deflúvio anual. Os aluviões recentes, os arenitos e calcários , que dominam boa parte da bacia de drenagem, funcionam como verdadeiras esponjas para reterem e liberarem as águas
nos meses de estiagem, a tal ponto que, em Pirapora (MG), Januária (MG) e até mesmo em Carinhanha (BA), o mínimo se dá em setembro, dois meses após o mínimo pluvial de julho. À medida em que o São Francisco penetra na zona sertaneja semi-árida, apesar da intensa evaporação, da baixa pluviosidade e dos afluentes temporários da margem direita, tem seu volume d'água diminuído, mas mantém-se perene, graças ao mecanismo de retroalimentação proveniente do seu alto curso e dos afluentes no centro de Minas Gerais e oeste da Bahia. Nesse trecho o período das cheias ocorre de outubro a abril, com altura máxima em março, no fim da estação chuvosa. As vazantes são observadas de maio a setembro, condicionadas à estação seca.
 
** Rio São Francisco * A Maior Enchente dos Últimos Tempos  ** 
       
 ** Ponte de Ferro do Rio São Francisco * Ponte Olegário Maciel **

 

 
 
 
***  Desvio no Velho Chico  ***
 

Um afronta à natureza e aos órgãos de fiscalização ambiental.
O desvio do curso do Rio São Francisco, feito na década de 80 
pela usina de açúcar e álcool Companhia Industrial e Agrícola
do Oeste de Minas (Ciaom) – atual Empresa de Participação
Industrial e Agrícola Oeste de Minas Ltda. – entre os municípios
de Lagoa da Prata e Luz, já é considerado pelo Ministério Público
de Minas Gerais o maior escândalo ambiental detectado na bacia
do rio da integração nacional. O crime foi identificado durante a
operação “SOS São Francisco”, que teve início na nascente, na
Serra da Canastra, em novembro do ano passado.

Associação Ambientalista do Alto São Francisco
 

** Projeto Um Novo Chico **

As gerações futuras é que saberá dizer o verdadeiro valor do Projeto Um Novo Chico. 
          O Projeto é de extrema importância não só para o Município de Lagoa da Prata, 
mas para toda a nossa região, que carece de mais ação para revitalizar as margens dos
afluentes do Rio São Francisco (Rio Jacaré e Santana). Um dos principais objetivos do
Projeto é esclarecer a população local da importância das matas ciliares e o valor da
biodiversidade para a nossa região que predomina a monocultura.
O País está percebendo que não é só a Amazônia e o Pantanal que tem grandes riquezas
ambientais, mas também o nosso esquecido Cerrado contém em seu antigo e resistente
genoma segredos que podem ser como dizem: “a salvação da lavoura”.
O Projeto “Um Novo Chico” propõe a Educação Ambiental buscando a tomada de
consciência da população para a importância de preservar, restaurar e pesquisar as riquezas de nossa região.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Lagoa da Prata parabeniza esse grande Projeto e se coloca pronta para ajudar no que for possível para revitalizar a Bacia Hidrográfica do Rio São Francisco.

*** Por Um Novo Chico ***

É um projeto que envolve a educação ambiental, com alunos, professores, produtores
rurais e pescadores, como também a implementação de conservação do solo e da água,
com a construção de barriguinhas, terraço sem nível e o plantio de matas ciliares.
O projeto será desenvolvido em quatro municípios: Moema, Lagoa da Prata, Japaraíba e
Santo Antônio do Monte.
 


A ASF é uma associação que está sempre promovendo alguma atividade em prol do meio
ambiente, porque sabemos que é o único caminho no qual todos ganham. O nosso mais recente
Projeto é o “Um Novo Chico”.
O Rio São Francisco é conhecido como o “Velho Chico”, por isso estamos propondo uma nova
maneira de conviver com ele.
O nosso planeta tem o poder natural de buscar incessantemente o equilíbrio entre a vida e seus
elementos. Sabendo disso, o homem se faz o principal agente modificador, então, pode conduzir
para onde a qualidade de vida é melhor.
Devemos contar primeiramente com o homem do campo, proprietários das nascentes dos
córregos que irão formar o rio. Se estes homens estiverem convencidos, teremos andado meio
caminho. Para que isto aconteça, metas foram propostas.
O cadastramento de todos habitantes rurais seria o ideal, assim começamos com apenas 400, são
poucos, mas é um começo. Este Projeto abrange quatro municípios: Lagoa da Prata, Santo
Antonio do Monte, Moema e Japaraiba. Nas propriedades cadastradas são feitos estudos
preliminares e escolhidas as propriedades que são:
Implantação de terraços em nível para melhor aproveitamento da água e do solo, construção de
barraginhas para minimizar a erosão e o assoreamento, guardando água para alimentar as
nascentes. Mutirão de plantio, utilizando mão de obra de alunos das escolas e aproveitando maior
conscientização destes. Implantação de viveiros de mudas de espécies nativas com sementes coletadas pela ASF. Para maior conscientização foram feitos folders, um concurso de fotografia, palestras, criação de um centro de educação ambiental virtual e a divulgação em jornais, rádios locais e na internet.
Achamos que o Projeto “Um Novo Chico” com a ajuda das Prefeituras, Escolas dos quatro
Municípios é um bom começo para fazermos do Velho Chico, hoje Um Novo Chico.

 
 
 
 
*** Polícia Florestal do Estado de Minas Gerais *** 
 
 

Polícia Militar do Meio Ambiente e Trânsito de Minas Gerais
 recebeu um novo
reforço para a prevenção e repressão das atividades ilícitas cometidas contra o
meio ambiente. Quinze novas viaturas, modelos Blazer, Ranger e Palio Adventure,
passaram a integrar a frota do policiamento ostensivo das áreas de atuação das
15 Companhias Independentes do Estado.

* Polícia Florestal do Estado de Minas Gerais * 
 
 
 
*** Barco da Polícia Florestal   *** 
 
 

 


 
 
 
 
 
 
 
 
 
Planta Cartográfica Oficial * Município de Lagoa da Prata
 
 


*** Lagoa da Prata Cerimonial 72 Anos ***
 



*** Lagoa da Prata e Super JC 7 ***

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