Aprendemos Sobre a Fe


12 lições sobre a vida de Jesus. É feito para ser usado durante o período de Outubro - Decembro. Completo com versículos para decorar.

1

Deus é Santo

Gén. 5:5 – 7:24

 

Versículo: Salmo 99:9

 

   Sabia que Deus tem alegria em o mostrar o Seu amor e cuidar? Quer cuidar de todos. A Bíblia diz-nos que Deus ama o mundo inteiro. Mas algumas pessoas não querem o amor de Deus; querem fazer tudo à sua maneira. Como é que isto faz Deus sentir? De certeza, Ele sente triste. Havia um homem, que viveu há muitos anos, que obedeceu a Deus, mesmo quando não era fácil. Vamos ver porque é que não era fácil.

 

   Depois da desobediência de Adão e Eva, sentiram tristes por seu pecado. Deus ainda os amava, todavia estavam tristes por causa da sua desobediência. Deus perdoou-os, mas agora eram pecadores que nem sempre obedeciam a Deus. Eles tiveram filhos, e os filhos também eram pecadores. Um filho, chamado Caim, matou o seu irmão, Abel. Adão e Eva tiveram mais filhos, e aqueles filhos também tiveram filhos. Continuou assim até que haviam muitas e muitas pessoas no mundo.

   Estas pessoas não amavam a Deus, todavia Deus os amou. Eles não louvaram a Deus, o seu criador. Queriam esquecer o Deus Santo. Mentiram, roubaram, magoaram, e mataram outras pessoas. Fizeram pouco das leis de Deus e só fizeram o que os apeteceram. O Deus amoroso, e santo olhou para o mundo, cheio de pessoas vis, e sentia muito, muito triste.  Teria que castigar as pessoas por causa dos seus pecados.

   Deus viu muitas pessoas más, mas também viu Noé. Noé era um homem que confiava e Deus e O obedecia. A Bíblia diz que “Ele andava com Deus.” Deus, então, falou com Noé e disse: “Estou triste com o terrível pecado em que vive o mundo; vou destruir o mundo e tudo que nele há. Todos e tudo perecerão.” Isto deixou Noé muito triste, embora soubesse que era justo e necessário fazer assim.

   Deus continuou a falar, “Quero que construa uma grande arca, ou navio. Vou explicar-lhe exactamente como o fazer. Essa arca será um lugar para abrigo, durante o terrível dilúvio e servirá para todo o povo que quiser entrar nela e salvar-se do juízo. Não desejo que ninguém pereça. Em segundo lugar, quero que pregue ao povo e os adverte a respeito do julgamento que enviarei.” Noé respondeu, “Sim, Senhor.”

 

   Nos dias de Noé, nunca choveu sobre a terra. E, num mundo onde um vapor subia da terra e a regava, o povo nunca sequer ouviu falar em chuva. Imagina! Uma coisa assim como água a cair do céu! Mas Noé não discutia com Deus. Imediatamente começou a trabalhar. Os três filhos dele também ajudaram. Desde cedo de manhã até tarde da noite, eles trabalharam na construção da arca.

   Pode estar certo que as multidões vinham assistir. “Ei, Noé, estás a construí uma casa nova?” Calmamente respondia, “Não, estou a construí um navio.” “Um navio!” eles zombavam. Onde vai poder viajar com ele? Não há água aqui! Porque está a construir um navio tão grande?” “Porque Deus me disse para o fazer, e não vou ter que o lançar na água – Deus vai fazê-lo!” Então começou Noé a pregar sobre Deus. Pensa que o povo ouviu e obedeceu à mensagem de Deus? Certamente, não!

   Zombaram e ridicularizaram Noé. Diziam, “Pobre, estúpido e velho Noé – ele está doente da cabeça.”

   Mas Noé ignorou-os e continuou firme no seu trabalho – a construir a arca e pregar. Depois de muito tempo, o grande navio ficou pronto. Quanto tempo pensa que Noé gastou para terminar esse grande trabalho? 120 anos!

 

   Deus disse a Noé que armazenasse na Arca toda a comida que as pessoas e animais necessitariam por um ano inteiro. Que trabalho teve Noé e que trabalhador cheio de fé ele era! A Bíblia diz que depois que Deus lhe transmitiu todas essas instruções, “Noé fez tudo exactamente como Deus ordenou.”

 

   Deus disse-lhe para trazer um casal de cada espécie de animal – um macho e fêmea – para dentro da Arca – para mantê-los vivos e salvo durante o dilúvio. Enquanto o povo aglomerava-se ao redor da arca, eles zombavam assim: “como vai trazer os animais aí para dentro, hein Noé?” O povo não parava de ridicularizá-lo um minuto sequer. Os enormes elefantes subiram a rampa, assim também os grandes hipopótamos e girafas, cavalos, zebras, cangurus, camelos, carneiros, etc. Quando o último casal de animais desapareceu no interior do grande navio, Noé veio até a porta e, outra vez, pediu ao povo: “Por favor, ouçam a mensagem do Senhor – o mundo ficará coberto com água e tudo será destruído. Esta é a razão porque Deus me mandou para dentro da Arca, até mesmo os animais. Eu suplico a vocês que entrem, antes que seja tarde demais!”

 

Finalmente, chegou o dia quando o Senhor disse a Noé: entre na arca com toda a sua família. Noé embarcou com sua mulher, três filhos e noras, somente oito pessoas, para escapar do dilúvio. Além deles, animais de todas as espécies também estavam dentro da arca.   No quinto e sexto dias os céus continuaram sem nuvens, nenhum sinal de chuva. Mas, quando amanhecia, o sétimo dia, o céu não estava azul. Não havia sol a brilhar. O vento começava a soprar cada vez mais forte. Nuvens escuras, de tempestade, cobriram os céus. Havia o estrondo de trovões e os relâmpagos cruzavam o firmamento. O povo nunca ouviu trovões ou viu os relâmpagos antes. Gotas de chuva começaram a cair – poucas, a princípio e depois cada vez mais e mais. Pela primeira vez desde que Deus criou o mundo, estava a chover! Caía água dos céus! O povo jamais viu semelhante coisa antes! Eles estavam aterrorizados! “É o dilúvio – o dilúvio de Noé!” eles gritaram. Mas era muito tarde.

   A chuva desceu em torrentes. E “todas as fontes do grande abismo foram abertas.” Isto significa que toda a água subterrânea jorrou fortemente como jactos de géisers. As águas tornaram-se cada vez mais profundas. O povo abandonou as suas casas, carregando seus filhos nas costas, a procura das montanhas. Alguns foram até a Arca, bateram na porta, e suplicaram a Noé que abrisse. “Você tinha razão, Noé, e nós estamos errados – o dilúvio chegou e todos pereceremos se não abrir a porta e deixar-nos entrar!”

   Noé respondeu tristemente: “Não posso abrir a porta – Deus a fechou. Porquê não deram ouvidos enquanto tinham uma chance. Eu os avisei durante 120 anos, mas seus ouvidos estavam surdos para a mensagem de Deus. Agora é tarde demais!”

   As águas subiram cada vez mais até cobrirem as árvores e os picos das montanhas mais altas. A terra inteira transformou-se num imenso oceano. Enquanto as águas subiam, a Arca, o poderoso navio. Flutuava acima delas, em perfeita segurança. Tudo que vivia sobre a terra pereceu – homens, animais, e, igualmente, répteis e pássaros. Deus os destruiu a todos.

   Deus, que é santo, puniu todas as pessoas que recusaram de O obedecer. Mas todos dentro da Arca foram salvos. Deus cumpriu a Sua promessa!

 

 

 

2

Deus é Fiel

Génesis 8, 9:12-17

 

Versículo: Deut. 7:9

 

   Deus é fiel. Ele é o único verdadeiro Deus. Ele sempre cumpre as Suas promessas.

Há muitos anos, Noé e a sua família aprenderam que Deus é fiel. Como é que Noé mostrou a sua fé nas promessas de Deus? Tudo aconteceu, tal como Deus prometeu? A semana passada, acabamos a nossa história, com Noé e sua família dentro da Arca. Vamos ver como é que Deus mostrou-se fiel a eles.

 

   A chuva continuou por 40 dias e 40 noites, sem parar. Somente Noé e aqueles que estavam com ele na arca estavam a salvo e seguros. O que eles estavam a pensar? O que eles faziam? Olhavam para cima, através da janela da arca e viam as nuvens escuras e furiosas; eles viam os relâmpagos e ouviam os trovões e o vento assobiando. A arca navegava no mar de águas turbulentas, nesta e naquela direcção., sendo arremessada através das ondas. Muros de água levantavam-se de popa a proa. Mas, durante todos aqueles dias de tempestade violenta, aquelas oito pessoas na Arca não estavam preocupadas ou com medo. Estavam calmos e sossegados porque sabiam que haviam obedecido a Deus e construído a Arca exactamente de acordo com Seu plano e que ela era forte e resistente o suficiente para enfrentar a terrível calamidade que se abateu sobre a terra.

   Durante toda essa longa, dura e terrível experiência, Deus, em seu amor e misericórdia estava vigiando e cuidando dos Seus, lá na Arca. Aquelas oito pessoas iriam começar tudo de novo! Através do filho mais velho de Noé, Sem e sua descendência Deus planejou trazer O Salvado ao mundo.

   Depois de chover durante mais de um mês, sem parar – 40 dias e 40 noites – a chuva parou. As águas lentamente começaram a baixar e, após cinco meses o navio pousou sobre as montanhas de Ararate, na Turquia. Noé sentiu o casco da Arca tocar o solo e então parar. Agora, mesmo após a Arca tocar o solo, não havia terra à vista. As águas estavam ainda muito elevadas. Mas Noé disse: “As águas precisam baixar.” Meses depois, os topos das montanhas podiam ser avistados. “Terra, terra!” eles gritaram. Era maravilhoso ver terra outra vez!

   Noé decidiu abrir a janela no topo, uma espécie de vigia, e deixar um corvo, um grande pássaro preto, sair voando. O corvo não voltou. Ele pousou nas carcaças dos animais mortos e alimentou-se deles porque o corvo é uma ave de rapina. Logo depois disso, Noé enviou uma pomba. Mas, a pomba não encontrou um lugar para pousar e voltou à Arca, porque as águas continuavam altas. Passados sete dias, Noé tornou a enviar a pomba e ela voltou até ele com um ramo de oliveira no bico. Isto mostrou a Noé que as plantas estavam a crescer novamente e, assim, as águas deveriam ter secado totalmente. Na próxima vez que ele soltou a pomba, ela não voltou mais. Finalmente, podiam sair!

 

   Imagine como Noé e sua família se sentiram, após ficarem confinados por longos meses! Um ano e dez dias haviam-se passado desde a entrada deles na Arca. Eles respiraram profundamente o ar doce e fresco e louvaram a Deus. Quando Noé abriu os compartimentos da Arca para permitir a saída de todos os animais, répteis e pássaros, que feliz confusão, reinou no lugar, enquanto eles corriam, voavam e rastejavam para fora da Arca. Rapidamente, eles entraram nas florestas e campos e Deus disse que eles iriam reproduzir-se em grande número.

   O que acha que Noé e sua família disseram primeiro? “É melhor apressarmo-nos e construirmos para nós casa e plantações?” Não, na verdade, Noé construiu um altar e sacrificou um animal. Lembra dos sete casais de animais e pássaros que o Senhor disse-lhe para trazer para dentro da Arca? Eles eram chamados limpos porque eram para o sacrifício e também podiam servir de alimento. A família reuniu-se ao redor do altar e deu graças a Deus por Seu amoroso cuidado através do dilúvio e Sua protecção do terrível julgamento. E, Noé, através do sacrifício que ofereceu, mostrou a Deus sua fé na promessa dele de enviar um Salvador para salvá-lo e aos outros, do pecado.

   Deus Se agradou do sacrifício e da fé de Seu servo Noé e Ele disse: “Não tornarei a destruir a terra com dilúvio.” Quando Noé e sua família terminaram sua acção de graças, olharam para cima. Havia um arco-íris brilhante – um arco de muitas, muitas cores. Eles estavam curiosos para saber o significado daquele sinal. Então Deus falou e lhes disse: “Eu prometo solenemente a você, Noé e a seus descendentes que nunca mais mandarei outro dilúvio para destruir a terra toda. Eu coloquei Meu arco-íris nas nuvens como um sinal de que Eu guardarei Minha promessa até o fim dos tempos.”

   Durante toda sua vida, Noé colocou Deus em primeiro lugar. E, isto é o que Deus quer de nós. Ele deseja ser o primeiro em nosso amor, em nossos pensamentos, em nosso serviço, em nossas doações e em nossa adoração. Deus nos pede em Sua Palavra que O façamos Rei, deixando-O sentar no trono de nossos corações e ser o nosso Guia. E, quando O obedecemos com prazer, de bom grado, não importante o preço, isto traz alegria ao coração dele e O agrada muito.  Deus fez uma promessa maravilhosa a Noé, para nós também. Cada vez que vemos um arco-íris, podemos lembrar a promessa que Deus fez, e que Ele é fiel e sempre cumpre as Suas promessas!

 

 

 

3

Deus é o único Deus Verdadeiro

 

Versículo: Isaías 45:5

 

 

            Um jovem trabalhou cuidadosamente, esculpando as mãos de um ídolo que estava a fazer. Parou o seu trabalho e olhou às suas próprias mãos. Mexeu os seus dedos; fez um punho. Depois pensou: “Pode este pedaço de madeira realmente ser um Deus? Não pode mexer as suas mãos como eu.” Como responderia a este homem? Sabe dizer como sabe que o ídolo não é um deus verdadeiro?

            O povo de Deus tinha pecado contra Ele muitas vezes, adorando os ídolos em vez de adorar e obedecer a Deus. O profeta Elias ajudou o povo aprender que Deus é o único deus verdadeiro.

 

            Elias , o profeta corajoso de Deus, entrou no palácio e foi directo à sala do trono do rei Acabe e da rainha Jezabel, embora ele soubesse que eles tinham jurado matá-lo e a todos os profetas de Deus. Elias olhou bem nos olhos do rei Acabe e anunciou: “Tão certo como vive o SENHOR, Deus de israel, perante cuja face estou, nem orvalho, nem chuva haverá nestes anos segundo a minha palavra.” Elias ousou fazer esse anúncio ao rei cruel porque Elias amava e servia ao Deus do céu, que é QUEM pode fazer chover ou não conforme a ELE escolher. Elias sabia que Deus é mais forte do que qualquer rei, e porque Deus era a sua força, Elias não temeu apresentar-se diante de Acabe com esta mensagem sobre a chuva.

            Você pode imaginar a reacção no palácio para esse ousado anúncio de Elias? Como o povo deve ter rido e zombado desse destemido profeta de Deus.

            O rei Acabe era furioso. “Como teria tanta lata para falar comigo assim?” Mas esta não foi uma ameaça vã. Porque é que Deus disse que não haveria chuva? Porque o rei e rainha tinham matado os profetas de Deus. Ensinaram o povo a adorar um ídolo chamado Baal. O povo já não adorava o verdadeiro Deus, quem fez os céus e a terra.

 

            Ao passar dos dias e semanas, contudo, os risos pararam. Por três semanas não chuveu, e então um mês e então três meses, seis meses, um ano – o sol quente batendo na terra ressecada, e nem uma gota de chuva caía em Israel. Nem mesmo o orvalho aparecia de manhã. Três anos passaram sem cair nenhuma gota de chuva, mas as pessoas ainda não confessaram o seu pecado e deixaram de adorar o falso deus, Baal.

            Durante este tempo todo, o rei tentou encontrar o profeta de Deus, mas não podia. Deus estava a cuidá-lo. Depois de três anos, Deus disse a Elias, “I Reis 18:1” Elias imediatamente obedeceu a Deus.

 

            Quando Elias viu Acabe, disse, “Eu não tenho perturbado a Israel, mas tu e a casa de teu pai, porque deixastes os mandamentos do Senhor, e seguistes os Baalins.”

            “Agora pois manda ajuntar a mim todo o Israel no monte Carmelo, como também os quatrocentos e cinquenta profetas de Baal, que comem da mesa de Jezabel.”

            O rei Acabe estava com medo do poder de Elias sobre a sua terra, que realmente era o Poder de deus e estava com medo de não fazer conforme a ordem de Elias. Assim o rei Acabe virou-se e foi fazer o que Elias mandou.

 

            Que ajuntamento foi aquele! Os quatrocentos e cinquenta profetas de Baal estavam lá. O rei Acabe estava lá, embora Jezabel e os profetas do poste-ídolo não estivessem. Como Elias deve ter-se sentido sozinho embora ele soubesse que não estava sozinho; Ele, o Deus todo poderoso, estava do lado dele. A Bíblia diz: “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” Nunca devemos nos sentir sozinhos ou excedentes em número, quando Deus está do nosso lado.

 

            Elias disse ao povo: “Só eu fiquei dos profetas do Senhor, e os profetas de Baal são quatrocentos e cinquenta homens. Vamos ver quem é Deus: O Senhor Deus de Israel, ou Baal. Dêem-se nos dois novilhos, e deixemos os profetas de Baal escolherem um e porem sobre a lenha mas não lhe metam fogo embaixo. Eu também prepararei um novilho e o colocarei sobre a lenha, mas não lhe meterei fogo. Então os sacerdotes podem chamar pelo nome do deus deles, Baal, e eu depois invocarei o nome do Deus de Israel. O Deus que responder com fogo, esse é o Verdadeiro Deus.”

            Todo o povo concordou com a proposta de Elias. Eles sabiam que aquele era um verdadeiro conteste para provar quem era o Deus Verdadeiro.

            Elias deixou que os profetas de Baal fossem primeiro, por isso eles puseram o novilho, no altar e começaram a rezar ao deus Baal.

            “Ó Baal, ouv-nos,” eles clamaram, mas nada acontecia. Eles clamaram mais e mais: “Ó Baal, ouve-nos!” Mas Baal não os ouvia. Ele não os ouvia, porque ele era somente um ídolo feito por mãos humanas. A Bíblia descreve ídolos assim: “eles têm boca, mas não falam; têm olhos, mas não vêem; têm ouvidos mas não ouvem; e não há fólego de vida em suas bocas” Os profetas de Baal tinham crido nos ídolos feitos pelo homem, por isso eles começaram a rezar implorando para Baal mandar fogo do céu. Da manhã ao meio-dia eles clamaram. Quando nada aconteceu eles ficaram desesperados, manquejando e se movimentando em volta do altar como malucos, esperando obter a atenção de Baal.

            Ao meio-dia Elias zombava deles “Gritem mais alto”, ele disse, “talvez Baal esteja conversando coma lguém ou perdwguindo um inimigo, ou de viagem, ou talvez esteja dormindo e precise ser despertado.”

            Isto fez os profetas de Baal mais frenéticos do que nunca. Eles começaram a se cortar de facas e lancetas, pensando que se Baal visse o sangue deles, ele perceberia o quanto eles precisavam de uma resposta. Mas não importa o que fizessem, Baal permaneceu em silência, e não veio nenhuma resposta.

            Elias deixou-os continuarem a clamar até às três horas da tarde, a hora da oferta de manjares. Agora era a vez dele. Fazia muito tempo desde a última vez que o povo de Israel tinha trazido oferta de manjares, com a fumaça de suas ofertas subindo ao céu.

 

            Elias convidou o povo de Israel para chegar mais perto para que pudessem ver o que ele estava a fazer. Primeiro ele construiu o altar. O povo observava Eleias em silêncio enquanto cuidadosamente arrumava a lenha nas pedras e então cortou o novilho em pedaços o pôs os pedaços em cima da lenha.

            Enquanto o povo maravilhado observava, Elias pediu quatro cântaros de água para serem derramados no altar do sacrifício. Isto não ia haver truques, não haveria fogo escondido. Homens desceram ao pé do monte para apanhar água do mar. Depois que a água havia sido derramada no sacrifício, Elias disse: “Façam isso a segunda vez.”

            Os servos trouxeram mais quatro cântaros de água do mar para ser derramado no altar, mas Elias ainda não estava satisfeito. “Façam-no pela terceira vez,” ele disse e fizeram-no pela terceira vez.

            Ao todo, doze cântaros de água encharcaram o sacrifício e a lenha. Como podia qualquer fogo queimar no altar agora? Elias também encheu o rego, em volta do altar, de água. O povo aguardava com a respiração suspensa, na expectativa do que iria acontecer. Será que o deus de Elias falharia em mandar fogo, como Baal tinha falhado?

 

            Elias não clamou em desespero ao seu Deus como os profetas de Baal fizeram. Não manquejou nem se cortou. Em vez disso, fez uma oração curta e simples ao Senhor, confiante de que Deus lhe responderia.

            Elias orou: “Ó Senhor, Deus de Abraão, de Isaac e de israel, fique hoje sabido que Tu és Deus em Israel, e que eu sou Teu servo, e que segundo a Tua Palavra fiz todas estas coisas. Responde-me, Senhor, responde-me, para que este povo saiba que Tu, Senhor, és Deus, e que a Ti fizeste retroceder o coração deles.”

            Elias orou para que Deus fosse honrado, orou para que o povo conhecesse que o senhor, não é Baal, é o Deus Verdadeiro. Orou para que eles soubessem que ele era servo de Deus e que ele tinha obedecido a Deus orando para que não chovesse. Ele queria que o povo percebesse que havia um só propósito em tudo, era que eles voltassem seus corações para adorar o Deus Vivo.

 

            Elias mal acabara de orar quando gofo do Senhor caiu do céu ante os olhos atônitos do povo. “Olhem,” alguém gritou, “o gfogo está a queimar o sacrifício!”

            “E a lenha!” gritou outro.

            “Até as pedras estã sendo consumidoas!” Exclamou outro, com assombor.

            “E as chamas estã a lamber a água,” acrescentou outra pessoa.

            O povo atônito caiu de rosto em terra: “O Senhor é Deus! O Senhor é Deus!” gritaram. Naquele dia o povo de israel no monte Carmelo voltou seus corações para o Deus Vivo e Verdadeiro. Bastava do falso ídolo Baal.

 

 

 4

Deus Ama-nos

 

Versículo: I João 4:10

 

            Alguma vez, havia só Deus. Não podemos imaginar como era. Não havia o mundo, nem o sol ou lua ou estrelas. Não havia planetas no espaço. Nada de pessoas. Somente Deus.

            Deus sabia que ia criar o mundo, o sol, a lua as estrelas e as planetas. Sabia que criava pessoas. Sabia que aquleas pessoas não iam O amar e obedecer. Mas Deus amou as pessoas que ia criar, mesmo quando só estavam em Sua mente. Ele planeou desde o princípio como ia salvá-los dos seus pecados. A Bíblia diz-nos que Deus nos ama com um amor eternal, um amor que não tem fim.

            A Bíblia diz-nos que Deus criou o mundo e Adão e Eva. E então? A triste história de pecado e rebelião começou. Deus deixou de amar Adão e Eva? Não; prometeu enviar um Salvador.

            Muitos centenas de anos depois que Deus criou Adão e Eva, Ele cumpriu a Sua promessa. Foi assim:

 

            Um dia, O Senhor enviou o anjo Gabriel desde os céus até Maria. Gabriel apareceu-lhe e disse: “Salve agraciada, O Senhor é contigo.” Queria dizer: “Parabéns, Maria, achou favor diante de Deus! Ele se agradou de você!”

            Maria estava atemorizada. Perguntava-se quem seria seu visitante e o que queria dizer com tão estranhas palavras. “Não temas, Maria,” o anjo disse-lhe, “tenho nova da parte de Deus para você. Dentre todas as mulheres em Israel, deus a escolheu para ser mão de SEU FILHO, O MESSIAS. Ele será grande e será chamado Filho de Deus. E o Senhor Deus dar-LHE-á o trono de Seu ancestral David, e renará sobre Israel para sempre; Seu Reino não terá fim!”

            Maria curvou sua cabeça e disse: “Eis aqui a serva do Senhor, cumpra-se em mim segundo a Sua vontade.” Então o anjo desapareceu.

            Maria ficou sozinha e deve ter pensado: “Isto é bom demais para ser verdade, maravilhoso demais para ser realidade! Serei a mão do Messias, O Prometido!”

 

            Ela contou a seu noivo, José. Quando José soube que Maria iria ter um filho, ficou preocupado e pertubado. Maria ainda não era sua esposa, eles apenas estavam comprometidos para casar-se. Uma noite, José não conseguia dormir. Enquanto estava lá deitado em sua cama, agitado, um anjo veio a ele, em sonho e disse-lhe: “José, não se preocupe! Tome Maria como sua esposa! Porque o Filho que nascerá a ela é O messias, O Filho de Deus. Deve colocar-LHE o Nome de Jesus porque Ele salvará Seu povo dos seus pecados.! Quando José acordou, estava cheio de espanto, porque também ouviu da parte do Senhor sobre Seu Filho – Aquele que iria ser o Salvador do mundo. José fez o que o anjo do Senhor lhe ordenou e tomou Maria como sua esposa. Juntos, eles preparam-se para o nascimento do Menino Jesus, o Filho de Deus e Salvador do mundo.

            Ao longo dos meses, preparam para o nascimento do seu filho. Um dia, veio a notícia de que teriam de se deslocar para a cidade de Belém, para um grande censo que o governador mandou todos fazer.

            José tinha um jumento para Maria monta, enquanto acompanhava a pé. Com certeza o jumento era lento, o caminho pedregoso, áspero e acidentado. Todo o percurso era subindo e descendo montanhas. Maria ficou cansada, dolorida, enfadada, e José, provavelmente, com os pés feridos pelas pedras do caminho. Gastaram muitos dias a viajar. Pensaram que jamais chegaram a Belém. Finalmente, uma tarde, já anoitecendo, viram pequenas luzes à distância e José exclamou: “Lá está, Maria, lá está Belém!”

            José exclamou: “Oh, Maria, veja quanta gente! Onde acharemos hospedagem? Precisamos tentar achar um quarto!”

            E, assim, tentaram. Eles rodaram por toda a cidade. Mas, em toda a parte, a resposta era a mesma, quando José pergutnava por um quarto para passar a noite. “Sentimos muito, mas não temos nenhum quarto vago. Todas as camas e lugares possíveis de se dormir estão ocupados. Tente a estalagem – deve conseguir um quarto por lá,” alguém disse.

 

            “Sinto muito,” disse o estalajadeiro, “não há nenhum lugarzinho disponível. Espere, tenho uma sugestão. Não é uma idéia muito boa, mas pode alojar-se no estábulo, onde os viajantes abrigam seus animais.”

            José destestava ter que levar Maria para um lugar sujo, fedorento, como é um velho estábulo. Mas não tinha outra alternativa.

            Naquela noite, enquanto todo o povo da cidade de Belém dormia em suas camas macias e quentinhas, Deus enviou Seu Filho ao mundo – o Rei dos reis e Senhor dos senhores! Quando deixou a glória do céu, onde todos os anjos se prostravam diante dEle e desceu a este mundo, Ele teve que nascer num estábulo! O evento que Deus plaejara através dos tempos, finalmente aconteceu – o Cristo, o Messias nasceu. Era verdadeiramente a primeira noite de Natal.

 

            Maria disse: “José não tenho mais panos para envolver O filho para mantê-Lo aquecido. O que acha que podemos fazer?” José pegou algumas faixas, tecidos velhos usados para limpar os animais, e envolveu com elas a Criança. Não havia um lindo berço ou cama para deitar o Rei dos Reis, assim José limpou uma manjedoura e colocou alguma palha fresca nela. José deito O Rei dos reis na palha, na manjedoura.

           

            Não é triste, que não houvesse nem um lugar para Jesus em Belém, na casa das pessoas, na estalagem? E, pior de tudo, não havia lugar nos corações da maioria do povo judeu. A Bíblia diz: “Ele veio para os Seus, mas os Seus não O receberam!” Eu gostaria de sbaer se nós temos lugar para Jesus em nossas casas e em nossos corações. Já o convidamos para entrar em nosso coração e ser nosso Salvador e Senhor? Se nós O fazemos Senhor nosso, isto significa que Ele torna-se nosso chefe, nosso Rei. Nós já O coroamos Rei de nossas vidas? Um rei governa, não governa? Nós precisamos deixar Jesus ser nosso governante e obedecê-Lo em tudo.

            Se quer que Jesus seja seu Salvador e Senhor, tudo que precisa fazer é orar e pedir a Sua salvação.

 

 

 

 

5

Simeão Vê o Menino Jesus

 

Versículo: Romanos 10:13

 

            A Susana prometeu a Natália que a deixava usar o seu anel de ouro. Era o favorito da Susana porque a sua tia Marta lho tinha dado. Enquanto ela desceu as escadas com o anel bem guardado dentro da caixinha, a sua mãe chamou, “O que está a fazer, Susana?” Susana respondeu, “Prometi a Natália que a deixava usar o meu anel amanhã. Estou a levá-la à sua casa agora.”

            “Espera um minuto, Susana. Não acho que deve emprestar o seu anel. A sua tia Marta pagou muito dinheiro para aquele anel. Se perdesse o anel, sentia muito mal. Se a Natália perdesse o anel, podia estragar a sua amizade, mesmo quando a perdoava. Desculpe, mas não posso deixar emprestar o anel à Natália.”

            Porque é que a Susana não podia cumprir a sua promessa? (ela não sabia que a sua mãe não deixava) Isto podia acontecer quando Deus faz uma promessa – que Ele não sabia de alguma coisa que O impedisse de cumprir a Sua promessa? Quando Deus faz uma promessa, pode passar algum tempo até que O cumpre, mas Ele sempre cumpre as Suas promessas. Em nossa lição de hoje, vamos conhecer um homem que realmente acreditou em o que Deus lhe tinha dito.

 

 

            Havia um cavalheiro muito idoso, chamado Simeão, que serviu a Deus por muitos e muitos anos. Ele studou as Escriturs do Velho Testamento muito cuidadosamente e sabia tudo que Deus revelou a respeito da Vind ado Messias ao mundo. Durant muito tempo ele aguardava e buscava o Messias prometido. Deus falou, antes, a Simeão, que ele não morreria antes de ver o Prometido de Deus.

 

            Havia uma lei judaíca que estabeliecia que o primogênito do sexo masculino de cada família teria que ser oferecio ao Senhor e que um sacrifício precisava ser feito par a purificação da mãe. Quando o Menino Jesus tinha quarenta dias de nascido (um pouco mais de um mês de idade), José e Maria trouxeram Jesus ao templo, em Jerusalém, para fazerem sua oferta ao Senhor. Pessoas pobres, que não pudessem trazer um cordeiro para o sacrifício, podiam oferecer dois pombinhos. Porque José e Maria eram pobres, eles trouxeram dois pombinhos para sua oferta.

 

            Naquele dia, quando José e Maria, em obediência a Lei de Deus, trouxeram Jesus para ser apresentado no templo, o Espírito Santo disse a Simeão: “Este é o Messias, O Salvador, por Quem você esperou tantos anos.”

            Simeão dirigiu-se a José e Maria e tomou a Criança em seus braços, louvando a deus. “Senhor”, ele disse, “agora posso morrer feliz! Porque tenho contemplado Aquele que Tu prometeste. Eu vi O Salvador que deste ao mundo – o Cristo de Deus!” Maria e José somente permaneceram ali, maravilhaods com aquilo que se dizia acerca do menino Jesus.

 

            Tal como Deus fez uma promessa a Simeão e cumpriu-a, Ele tem feito uma promessa para connosco também. Deus tem prometido, “Porque todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.” (Romanos 10:13)

 

 

            A frase “todo aquele” quer dizer qualquer pessoa, ou cada pessoa. Ninguém é tão má, tão cheio de pecado que Deus não o ouvia se pedisse a salvação de Deus. Não é bom que Jesus morreu para os pecadores? O que é que precisamos de crer sobre o Filho de Deus, Jesus, para ser salvo?

 

 

 

6

Jesus Vai ao Templo

Lucas 2:41-52

 

Versículo: Lucas 2:52

 

            Vocês alguma vez fizeram uma viagem? Onde é que foram? Como é que chegaram lá? Quem foi consigo? Tinha que fazer uma mala? Obedeceu a pessoa que disse-lhe o que devia trazer? Porque é que obedeceu aquela pessoa?

            Quando Jesus era um rapaz, fez uma viagem da sua casa em Nazaré ao templo em Jerusalém. Aprenderemos como Ele obedeceu a Deus.

 

            Todos os anos, Maria e José guardavam algum dinheiro para irem com os filhos a Jerusalém para a Festa de Páscoa. Em uma dessas viagens, quando Jesus tinha doze anos, una coisa bastante extraordinária aconteceu.

            Os dias que antecederam a viagem de cerca de 100 kilometros foram cheios de actividades. José tentava terminar todo seu trabalho na carpintaria, Maria preparava comida para a viagem e Jesus deve ter escovado o pelo do jumentinho até ficar brilhante e, ajudado com todos os outros detalhes que Ele podia para terem tudo arrumado a tempo. Finalmente, chegou o dia de viagem.

            Todos os parentes, amigos e vizinhos que iriam juntos à Festa de Páscoa, reuniram-se no caminho que ia para Jerusalém e viajaram como um grupo. Enquanto eles passavam por cidades, mais e mais pessoas reuniam-se ao grupo. As pessoas vinham de todas as direcções a pé ou montadas em camelos ou jumentos. A povisão foi crescendo até tornar-se muito grande. Quando chegava a hora das refeições eles sentavam-se á beira da estrada e com iam das provisões que haviam trazido com eles. Quando a noite chegava, eles deitavam-se nos campos próximos a estrada em cobertores ou tapetes, ao redor de fogueiras e dormiam em tendas ou ao ar livre.

 

            Quão felizes ficaram os cansados viajantes quando chegaram a jerusalém! Ele tinham enfrentado vários kilometros de subida porque Jerusalém está localizada numa grande cadeia de montanhas. Na cidade, José teve que procurar um lugar para hospedar-se, e comprar comida. Depois levou sua família para o magnífico templo, onde deveriam ser cumpridos os rituais da Páscoa. Havia pessoas por toda a parte. Parecia que todo o Israel veio para a grande cidade de Jerusalém para observarem a Páscoa.

            Jesus sabia que nem todas as pessoas entendiam porque estavam a fazer esta viagem e o que significava a Festa de páscoa, mas Ele entendia. Ele meditava sobre aquela úlitma noite no Egipto, muito, muito tempo atrás, pouco antes de Moisés guiar os israelitas para a liberdade, for a do Egipto. Lembrou de como Deus advertiu os hebreus para que aspergissem o sangue de um cordeiro sem mancha nos umbrais e nos lados das portas de suas casas, dizendo: “Quando Eu vir o sangue, passarei por sobre vós!” Relembrou que Deus poupou os primogênitos, quando o anjo da morte passou, através do sangue aspergido nas portas.

            Para Jesus, A Páscoa era uma ocasião sagrada. O cordeiro sem mancha era um linda figura, dEle mesmo, O Cordeiro De Deus, sem Mancha, que um dia iria morrer pelos pecados do mundo.

            Jesus, provavelmente, decidiu que, quando Ele chegasse a Jerusalém, iria falar com alguns dos mestres, no templo acerca dessa maravilhosa Páscoa e do seu significado, porque foi ordenado ao povo judeu que guardasse essa festa todos os anos, em memória de seu livramento do Egipto.

 

            Havia um lugar especial, no templo, onde os jovens eram ensinados pelos rabinos e sacerdotes, durante as grandes celebrações e festas especiais. Enquando José e Maria estavam ocupados, em outra parte, Jesus achou um lugar onde um velho rabino de longas barbas estava ensinando a lição para alguns jovens de Sua idade. Jesus aproximou-Se para ouvir. Depois de algum temp, Ele começou a fazer muitas perguntas acerca das grandes profecias das Escrituras, especialment aquelas referentes ao Messias prometido, que deveria levar sobre Si os pecados do mundo. Outros mestres da lei e escribas aproximaram-se. Todos estavam cheios de surpresa com Este jovem extraordinário que mostrava um conhecimento tão profundo das Santas Escrituras através das perguntas que formulava e que respondia. Eles começaram a interrogá-Lo.

            A Bíblia diz que todos ficaram atônitos com Suas perguntas e respostas. Hora após hora continuaram as discussões. A Festa de páscoa terminou e a grande multidão coemçou a voltar para casa.

            Jesus continuou a conversa com os mestres. Eles falaram e falaram, mesmo depois que Maria e José e todos os parentes e vizinhos haviam partido de vota para a Galiléia.

            Enquanto Maria e José desciam de Jerusalém com os amigos, no meio da grande multidão, eles conversavam a respeito dos acontecimentos da Festa de páscoa. Pararam algumas vezes para cuidar das crianças menores. Eles pensaram, provavelmente, que Jesus ia adiante com algumas das outras famílias. Eles nunca haviam precisado preocupar-se com Ele porque nunca se metera em problemas. Maria e José haviam caminhado um dia inteiro antes de começarem a preocupar-se com Jesus. Chegou a noite e eles pararam para descansare e Jesus ainda não estava com eles. Quando Ele não apareceu para cuidar do jumento e fazer as outras tarefas a Seu cargo, compreenderam que alguma coisa for a do comum havia acontecido. Começaram a procurá-Lo entre seus amigos e parentes. Percorreram a multidão de viajantes.

            “Alguém viu Jesus?” Eles perguntavam.

            “Senitmos muito,  mas não O vimos,” as pessoas respondiam. “Não O vimos durante todo o dia. Talvez seja melhor vocês voltarem à procura dele,” as pessoas diziam.

            Agora, Maria e José estavam realmente ansiosos e preocupados. Resolveram voltar para Jerusalém. Eles perguntaram em todas as casas da vizinhança, sem qualquer resultado. Durante muito tempo, eles caminharam pelas ruas de Jerusalém, mas era a mesma coisa em toda a parte. Ninguém O vira, ninguém sabia nada sobre Ele. Maria, fracamente, perguntou a José: “Onde podemos tentar, en seguida?”

            “Existe somente um lugar que eu acho possível”, José respondeu. “O templo – você sabe o quanto Ele gosta de ir ao templo.” Assim, foram ao templo.

            Estava quieto, dentro do templo, agora, porque a grande multidão que veio para a Festa de Páscoa já tinha partido. Um sacerdote estava por ali e eles perguntaram: “Você viu um jovem de doze anos por aqui? Não conseguimos encontrar nosso filho e achamos que Ele está aqui.”

            “Você refere-se ao Rapaz de Nazaré? Estava acolá, naquela sala, conversando com alguns dos rabis.”

 

            Maria e José cruzaram, apressadamente o pátio do templo e encontraram o lugar. Lá, no meio de mestres cultos e bem educados, estava Jesus, assentado, falando com eles acerca das Escrituras. Graças a Deus eles O haviam encontrado, afinal! Maria estava tão contente em vê-Lo que esqueceu dos doutoures e correu para Ele de braços abertos. Em tom de repreensão ela disse: “Filho, porque fizeste assim connosco? Teu pai e eu estavamos preocupadíssimos, procurando-Te por toda a parte.” Em sua ansiedade, Maria teve um lapso, ela disse: “Seu pai e eu…” Era verdade que ela era  a mãe terrena de jesus, mas José não era Seu pai. Não, Deus era Seu Pai, não José.

            Jesus respondeu: “Mas, por que vocês precisaram procurar? Não compreendem que Eu precisava permanecer aqui no Templo, na Casa de Meu pai?”

            Mas, eles não compreenderam o que Ele queria dizer. Ele estava a lembrar Maria, gentilmente, que Ele era o filho de Deus e que Ele estava aperfeiçoando-Se para o trabalho para o qual Seu Pai Celestial o enviou. Maria guardou Suas palavras em se coração e meditou bastante nelas, mais tarde.

            Eles partiram, outra vez, para Nazaré, desta vez com jesus caminhando ao lado deles. Eles, com certeza, tinham muito mais para conversar acerca do acontecido – Jesus iria contar-lhes sobre as perguntas que Ele fez aos grandes mestres e algumas das perguntas que estes haviam-Lhe feito. Sem dúvica, Maria e José contaram-Lhe de como eles haviam sentido falta dEle naqulea primeira noite for a de Jerusalém e de como eles haviam percorrido a cidade de cima abaixo até lebrarem de procurá-Lo no templo. Eles chegaram de volta ao lar deles em Nazaré e toda a família estava feliz porque tinham feito uma óptima viagem a Jerusalém.

 

            Deus é satisfeito quando as nossas acções e pensamentos são agradáveis a Ele.

 

 

 

7

Um Nobre Tem Fé

João 4:46-54

 

Versículo: Salmo 145:18

 

            Escuta à oração de Manuel: “Querido Deus, graças por fazer-me o mais esperto da minha turma. Faz-favor, ajuda-me ganhar o concurso de literatura, mesmo que só tenho lido 20 livros. Não deixa chuver amanhã porque quero ir fazer um piquenique. E Deus, não deixa crescer as cenouras no quintal da minha mãe porque não gosto de cenouras. Amén.” Será que Manuel realmente entende o que é oração? O que está errado com a sua oração? (Lê o versículo para hoje) O que é que podemos aprender sobre oração, segundo este versículo?

            Em nossa lição de hoje, veremos um homem que aprendeu sobre fé.

 

            Jesus foi à Galiléia, na região Norte de Israel, que era também a região onde nasceu. Àquela altura espalhavam-se histórias e rumores sobre suas curas de cegos, e aleijados, e até do perdão de pecados. Todos esperavam que agora Ele realizasse alguns milagres naquela região do país.

            Ele viajou pela Galiléia e chegou a cidade de Caná. Resolveu ficar um pouco naquele lugar.

            À distância de cerca de 25 quilómetros, na cidade de Cafarnau, vivia um nobre, um funcionário do governo, cujo filho pequeno estava muito doente mesmo. A criança estava tão doente que todos achavam que morreria logo, pois chegou a um ponto que, sabiam eles, só Deus mesmo poderia curá-lo. O nobre estava muito preocupado e aflito porque nada podia fazer pelo filho.

            O nobre já ouviu falar de jesus e de Seu poder de operar coisas maravilhosas, de sorte que, quando chegaram notícias de que Jesus estava em Caná da Galiléia, começou a ter esperanças. Quem sabe, jesus usaria Seu grande poder e faria o que os médicos não puderam – restaurar a saúde de seu filhinho querido. O nobre decidiu o que fazer – mandaria chamar Jesus para lhe curar o filho.

 

            Era cera de uma hora da tarde quando Jesus acabou de ensinar no mercado de Caná. Nesse momento chega um nobre, bem vestido e com grande pressa, com a túnica e o robe cobertos de poeira, em consquência da viagem de 25 quilómetros que fez desde Cafarnaum, a toda pressa.

            “Com licença, por favor,” disse o nobre, “preciso falar com o Senhor imediatamente. É uma emergência – muito urgente.” Jesus notou a urgência do nobre, quando este falou: “Por favor, cure meu filho, que não more.” Pediu ajoelhado aos pés de Jesus. Jesus observou: “Não Me credes a menos que faça milagres?”

            O nobre, como muitos outros, só cria em Jesus como alguém que podia realizar os milagres de que necessitava. Mas Jesus sabia que esta não era a espécie de fé de que as pessoas necessitavam. Não veio ao mundo só para fazer milagres em favor dos que estavam em dificuldades. Jesus queria que O aceitassem e confiassem nEle como o Messias e Salvador.

            O nobre cria que Jesus poderia fazer algo se pudesse levá-Lo a tempo até onde seu filho se achava. Se pudesse fazer com que Jesus se apressasse! Sabia que o menino estava se virando na cama com febre alta, e que qualquer demora em jesus chegar até ele poderia significar o fim. Mas Jesus não parecia ter pressa. “Senhor,” implorou o nobre em desepero, “por favor, apressai-vos; não desperdiceis tempo precioso! Vamos logo a Cafarnaum, pois meu filhinho está morrendo!”

            Jesus fitou os olhos no nobre com amor e compaixão e lhe respondeu: “Voltai para casa, pois vosso filho já está curado:” a fé do nobre era fraca, muito débil, porque até aquele momento ainda não cria que Jesus pudesse lhe curar o filho sem vê-lo onde estava na sua casa. Não compreendia que Jesus pudesse curar o menino a distância, sem ir a Cafarnaum.

            Talvez por causa de seu olhar, ou pelo que disse, mas o facto é que o nobre sentiu que Jesus falou a verdade. Creu nas palavras de Jesus e parou de se preocupar com o filho. Cheio de alegria, empreendeu a viagem de volta a casa. Sem ver o filho, soube que ele estava bem. Creu que Jesus o curava, embora a criança estivesse bem distante.

 

            Enquanto o nobre tomava pressuroso a estrada de volta ao lar, seus empregados vieram-lhe ao encontro, gritando as boas-novas: “Tudo está bem, não se preocupe, pois seu filho não está mais doente.”

            Cheio de alegria, o nobre indagou dos empregados: “Quando é que o menino começou a sentir-se melhor?”

            Responderam: “Ontem à tarde, por volta de uma hora, a febre dele desapareceu como por encanto.

            O nobre compreendeu então que o facto ocorreu no momento em que Jesus lhe disse: “Vosso filho está curado.”

 

            O nobre correu de volta para casa com grande alegria, e quando se aproximava dela seu filho veio correndo a seu encotnro para saudá-lo. Foi um reencontro feliz, e quanta alegria! O garotinho estava completamente curado! Então o nobre creu que Jesus era muito mais do que simplesmente um Homem que fazia milagres. Creu que Jesus era o Messias Prometido, o Filho de Deus, o Salvador do mundo. O nobre foi salvo naquele dia. Nasceu na família de Deus. Seu testemunho foi tão vigoroso, tão radiante que a família, os empregados, todos de sua casa também creram em Jesus como o Salvador.

 

 

 

 

8

O Centurião Mostra a sua Fé

Lucas 7:1-10; Mateus 8:5-13

 

Versículo: Marcos 11:22

 

            “Dez, vinte, vinte e cinco cêntimos,” Miguel contou. “Tenho cinquenta cêntimos!”

            “Não, não tens cinquenta. Só tens vinte e cinco. Acabei de o ver contar as moedas,” acusou Samuel.

            “Mas tenho cinquenta cêntimos,” insistiu Miguel. “Meu pai disse-me que ia me dar vinte e cinco cêntimos quando chegar à casa. Vinte e cinco e mais vinte e cinco faz cinquenta, não é?”

            Samuel não tinha a certeza. “Não tens o dinheiro do teu pai ainda, então como podes somar com o dinheiro que tens na mão?”

            “Porque meu pai prometeu, e ele sempre cumpre as suas promessas.”

            Miguel não tinha que ver o dinheiro para acreditar em o que o seu pai lhe disse. Tinha fé nele. Quem sabe dizer a definição da fé?

            Há muitos anos, havia um homem que tinha bastante fé para acreditar nas palavras de Jesus, sem ver primeiro.

 

            Deus mandou o Seu filho Jesus ao mundo para ser o nosso Salvador. Jesus ensinou as pessoas acerca do Seu pai celestial. Ensinou as pessoas que Ele é o filho de Deus, o Salvador prometido. Jesus curou os doentes, e fez os coxos andar, e deu visto aos cegos. Fez todos estes milagres para que as pessoas podiam saber que Ele era o Messias prometido, enviado por Deus.

            Muitas das pessoas que viram os milagres que Jesus fazia ficaram espantados e fizeram muitas perguntas a seu respeito. “Pode este homem realmente ser o Salvador que Deus prometeu? Pode alguém fez estes milagres sem a ajuda de Deus?” Algumas destas pessoas acreditar que Jesus era o Salvador.

            Algumas pessoas que viram os milagres que Jesus fazia ficaram zangadas. Também fizeram perguntas a respeito dele. “Porque é que este homem cura no Sábado?” Pensaram que isto foi ao contrário das leis de Deus, mas não foi. “Donde é que vem este poder para fazer os milagres? Deve vir do Satanás.” Os homens que fizeram estas perguntas eram os líderes dos judeus. Tiveram muita inveja e medo de Jesus. Pensaram que não continuavam a ser os líderes se as pessoas acreditaram em Jesus. Os líderes viram os milagres, todavia recusaram acreditar que Jesus era o Salvador prometido de Deus.

 

            Na cidade de Capernaum, onde Jesus fez muitos milagres, viveu um homem que não era judeu. Era um soldado romano e não só. Também era um centurião que comandava mais de cem homens. Este homem era bondoso aos judeus e deram-lhes dinheiro para construir uma nova sinagoga. A sinagoga era um edifício onde os judeus adoraram a Deus.

            Este capitão estava muito preocupado. O seu servo, a quem ele amava muito, estava doente. Sem dúvida, o capitão tinha chamado os doutores para virem e cuidar do seu servo. Mas não eram capazes de o ajudar. Agora toda a gente em casa andava cuidadosamente e só falavam com vozes baixinhas. Sabiam que o servo estava quase a morrer, e que ninguém podia o ajudar.

            Então, alguém contou o capitão sobre Jesus. Quando o capitão aprendeu que Jesus tinha curado pessoas enfermes com febres e fez com que os coxos andassem, ele disse, “Tenho que pedir Jesus a curar o meu servo.” O capitão sabia que Jesus podia curar o seu servo.

 

            O capitão rapidamente saiu da casa e correu pelas ruas da cidade. Quando chegou onde Jesus estava, ele disse-lhe, “Senhor, o meu criado jaz em casa, paralítico e violentamente atormentado.” O carinhoso Jesus olhou para o capitão e respondeu: Eu irei e lhe darei saúde.”

            O capitão estava contente que Jesus estava disposto a ir à sua casa para curar o seu servo. Mas também sentiu que não merecia ter Jesus em sua casa. (Mateus 8:8-9) Disse lhe, “Senhor, não sou digno de que entres debaixo do meu telhado, mas, diz somente uma palavra, e o meu criado sarará. Pois também eu sou homem sob autoridade, e tenho soldados às minhas ordens; e digo a este: Vai, e ele vai; e a outro: Vem, e ele vem; e ao meu criado: Faz isto e ele o faz.”

            Quando Jesus ouviu o que o capitão disse, ficou maravilhado e disse às pessoas que o seguiam, “Em verdade vos digo que nem mesmo em Israel encontrei tanta fé.”

 

            O que é que o capitão disse a Jesus que o agradou tanto? Estava a dizer, “Jesus, não precisa de ir até minha casa para curar o meu servo. Se o Senhor diz que ele está curado, tenho bastante fé em si para saber que ele estará curado. Sei que quando chego à casa vou encontrá-lo em perfeita saúde.”

            Jesus sabia que nem os seus discípulos tinham aquela fé. Disse ao capitão, “Vai, e como creste te seja feito.” E naquela mesma hora o seu criado sarou.

 

            O capitão sabia que o seu servo estava curado, ainda que o não viu. Agradeceu Jesus, e voltou para a sua casa. Quando chegou, não havia ninguém a andar sem fazer barulho ou falar em voz baixa. Toda a gente estava a sorrir. E o servo que o capitão tanto amou, estava completamente curado. Como o capitão devia ter louvado a Deus. Ele tinha fé para acreditar em o que o filho de Deus tinha dito, sem o ver acontecer.

 

 

            Como é que o capitão mostrou a sua fé em Jesus, o filho de Deus? Porque é que Jesus ficou contente com a fé do capitão? Nós conhecemos pessoas que nem sempre dizem a verdade; assim é difícil acreditar em tudo que ouvimos, não é? Também nos magoa quando dizemos alguma coisa às pessoas e ele não nos acreditam. Imagine como Jesus devia sentir quando as pessoas não acreditaram em suas palavras.

            Jesus quer que nós acreditamos que Deus é, e que acreditamos em o que Ele tem dito.

 

 

 

 

9

Cinco Homens Têm Fé

Marco 2:2-12; Lucas 5:17-26

 

Versículo: Romanos 6:23

 

            Quatro homens, percorriam as ruas de Cafarnaum leando uma carga pesada. Estes homens tinham ouvido falar que Jesus estava na cidade e, eles tinham um motivo muito importante para desejar vê-Lo.

            Jesus tornou-se um Mestre e Pregador famoso naqueles dias. O país inteiro falava sobre Ele. Em toda a parte aonde Ele ia grandes multidões O seguiam – ao longo das estradas, nas ruas das cidades e nas praias. Eles até mesmo amontoavam-se nas casas onde Ele era convidado ou onde hospedava-se. A maioria das pessoas era constituída de amigos dEle e desejavam ouvi-Lo falar e presenciar Seus milagres. Entretanto, alguns eram apenas curiosos em ver o Operador de Maravilhas e, outros, O seguiam esperando ouvi-Lo falar alguma coisa errada somente para terem oportunidade de acusá-Lo de falso mestre. Estes eram falsos líderes religiosos que vinham buscar algo para criticá-Lo ou de que acusá-Lo porque tinham ciúmes do jovem mestre.

            Os quatro homens que estavam tão ansiosos para ver a Jesus, tinham um amigo – um paralítico, muito doente. Ele não podia trabalhar e, nem mesmo alimentar-se sozinho. Ele era uma pessoa totalmente dependente. Tudo que ele podia fazer era ficar deitado no seu leito doente e sem esperanças. Talvez ele tenha ficado lá durante anos e anos, sem qualquer esperança de andar ou mover-se. Parecia não haver a mínima possibilidade de cura para ele. Estava for a de alcance de qualquer ajuda humana.

            Mas, este homem pobre, fraco e dependente, possuía quatro amigos que criam que Jesus poderia curá-lo. Eles haviam corrido até lá para anunciar ao amigo paralítico, excitadamente: “Jesus, aquele que sara todas as enfermidades, etá na cidade, você precisa vê-lo. Ele pode curá-lo.”

            O doente disse tristemente: “Vocês sabem que é immpossível – porque eu não podido caminhar durante anos e anos. Oh, como eu gostaria de alguma forma chegar até Jesus. Eu creio que Ele pode curar-me.”

            Os quatro amigos conversaram sobre o assunto juntos e decidiram levar o doente a Jesus. Um deles disse: “Tem que haver um jeito; precisamos dar um jeito! Estando jesus a poucos quarteirões daqui, não podemos perder esta oportunidade! Eu acho que tive uma idéia!”

            “Que idéia?” Eles todos perguntaram ao mesmo tempo.

            “Todos nós somos altos e fortes; vamos pegar nosso amigo, com a cama e tudo e levá-lo até Jesus, e colocá-lo aos pés do Mestre.”

            “Isto certamente causará muitos problemas para todos vocês.” O paralítico protestou. “Mas, se vocês quiserem e puderem levar-me até lá eu irei.” Ele estava tão ansioso que mal podia esperar. Mas ele tentou conservar-se calmo e não encer-se de tanta esperança.    

            ~E assim, os quatro amigos levaram-no até a casa onde Jesus estava a ensinar.

 

            Neste dia, em particular, quando Jesus estava em Cafarnaum, muiltidões aglomeravam-se na casa onde Ele estava. As notícias de que Jesus estava na cidade, haviam-se espalhado por toda a parte. Discípulos, amigos, curiosos e aqueles que buscavam motivos para terem de que O acusar – pessoas de longe e de perto enchiam a casa, enquanto muitos outros aglomeravam-se do lado de for a clamando para entrar na casa. Jesus ensinava e pregava a palavra de Deus para eles.

            Quando os quatro amigos chegaram à casa, viram que estavam com um grande problema. A casa estava completamente lotada e as multidões que não conseguiriam entrar, enchiam o quintal. Como poderiam eles chegar com seu amigo até Jesus? Eles pediram a algumas pessoas: “Pode deixar-nos levar este homem paralítico até Jesus?” Mas, ninguém cedia seu lugar. Não parecia possível levar o paralítico até Jesus.

            Mas quando os quatro carregadores viram o quanto seu amigo estava desapontado e com o coração ferido, eles não puderam desistir pela situação difícil e quase impossível. Reuniram-se para conversar à pequena distância de seu amigo doente. “Não se preocup,e temos um plano! Não vamos desisitir!” eles disseram ao seu amigo.

            For a da casa havia escadas que conduziam ao trabalho. Uma vez que o telhado era plano, o povo usava-o frequentemente para sentar-se, descansar e aproveitar a brisa fresca da tarde. Os quatro amigos carregaram o doente pelas escadas até o telhado.

 

            Deixando seu amigo no leito, eles ajoelharam-se e começaram a remover a cobertura do telhado. A princípio, fizeram uma pequena abertura e, depois, uma grande abertura e, afinal, uma abertura suficientemente grande para permitir a passagem do leito do doente. A seguir, desceram-no até o chão, exactamente aos pés de jesus.

            Eles haviam atado cordas nos quatro cantos do leito e isto permitiu-lhes usar o leito como um perfeito elevador! Vejam só as pessoas como ficaram atônitas, naquela sala! Olhos espantados, escancarados, ao verem as quatro faces ansiosas através do buraco do telhado e a cam descendo até o chão, bem em frente de Jesus! Alguns escribas e fariseus, que estavam lá somente para espionar Jesus e tentar apahá-Lo em alguma falta, talvez tenham dito: “Que é isto? Vocês são irresponsáveis, interrompendo Jesus, destelhando a casa e aborrecendo-O com um paralítico desprezível?” O resto da multidão permanecia lá, atônita, admirando a coragem e inteligência dos quatro amigos que haviam levado seu vizinho a Jesus, quando parecia impossível. Não importa o que os outros pensavam, Jesus estava muito feliz.

 

            Quando olhou para o homem enfermo a seus pés, Jesus o amou e teve compaixão dele. Quando Jesus viu o quanto era forte a fé daqueles homens, Ele disse ao paralítico: “Filho, teus pecados estão perdoados.” Jesus viu que a necessidade interior daquele homen era maior do que sua necessidade de sarar. Que notícia maravilhosa para o paralítico1 Talvez ele andasse perturbado por causa de seus pecados e, agora, ele cria em Jesus e Jesus perdoara seus pecados e o libertou!

            As palavras de Jesus encheram os líderes religiosos de ira. Enquanto permaneciam ali sentados, eles pensaram em seus coraçõs: “Quem é Este Jesus que finge perdoar pecados? Ele pensa que é Deus? Somente Deus pode perdoar pecados.”

            Jesus podia ler suas mentes. Ninguém precisava contar a Ele o que estes homens estavam a pensar. Voltando-Se para eles, Ele disse: “É mais fácil dizer ‘Teus pecados estão perdoado’ ou dizer ‘levanta-te e anda?’ Jesus não esperou uma resposta – a pergutna era muito fácil e não necessitava de resposta. Todos sabiam que perdoar pecados e curar um homem paralítico eram duas coisas muito difíceis e impooíveis para um ser humano realizar. Assim, Jesus continuou a dizer aos escribas e fariseus que Ele ira demonstrar que Ele tinha o direito de perdoar pecados, provando ser o Filho de Deus. Então, falando directamente ao enfermo, Ele ordenou: “Levanta, toma o teu leito e vai para tua casa, porque estas curado!” Iimediatamente toda a paralisia e fraqueza deixaram o corpo do homem e suas forças voltaram.

 

            Ele saltou, tomou seu leito e siu por entre os atônitos espectadores para encontrar seus amigos na rua e ir para casa. O Snehor Jesus primeiro o perdoou e depois o curou. Será que você pode imaginar aquele homem que foi paralítico andando para casa e louvando a deus em alta voz e expressando sua gratidão e seus quatro amigos que não haviam desistido de levá-lo a Jesus? Poderia ouvi-lo enquanto caminhava para casa alegremente dizendo a todos que o vêem: “Amigos, olhem para mim! Eu fui a Jesus e Ele perdoou todos os meus pecados e sarou minha enfermidade.!

            O povo não sabia o que pensar. Alguns estavam atemorizados. Todos estavam perplexos! Como eles louvaram a deus! As pessoas começaram a dizer umas para as oturas: “Nunca vimos nada assim antes!”

            E que tal os quatro homens que haviam demonstrado sua amizade ao paralítco? Você não acha que os corações deles estavam explodindo de gratidão a Deus? Voce tem alguns amigos que precisa levar a jesus? Não desista, mas continue a orar por eles, sendo amigo deles e sempre procurando achar meios de levá-los a Jesus, de srote que eles possam ter seus pecados perdoados e recebam vida eterna. Não desanime. Se confiar no Senhor, Ele irá mostrar-lhe uma maneira, mesmo que seja algo semelhante a levar alguém através de um buraco no telhado!

 

 

 

 

10

Uma Mulher Doente Tem Fé

Marco 5:24-34

 

Versículo: Hebreus 13:6

 

            Fé quer dizer acreditar em alguma coisa que não podemos ver e agir como se estivesse a vê-la. Ou, fé é acreditar em o que Deus diz e fá-lo. Hebreus 11:6 diz, “Sem fé, é impossível agradar-Lhe (Deus).” Este versículo ajuda nos a entender quão importante é a fé.

            Porque acha que fé é importante para Deus? Ele deseja que nós acreditamos na Sua palavra. Se não acreditamos nele, estamos a dizer que Ele é um mentiroso, mas Deus não pode mentir. Às vezes pessoas pensam, “Sim, creio que Deus ama as pessoas. Mas Deus nunca podia amar-me a mim, porque estou muito má.” Isto é fé? A mulher em nossa lição de hoje ouviu falar de Jesus. Vamos ver se ela tinha fé verdadeira.

 

            “O que posso fazer? Oh, o que é que posso fazer?” a pobre mulher gritou em desespero. Ela tinha sido doente – não somente por algumas semanas ou até por um ano ou dois – mas por doze anos. Ela correu aos médicos todos para se curar, e eles tentaram várias curas, mas nada resultou. De facto, ela ficou pior. Em fim, ela gastou todo o seu dinheiro com os médicos e os seus tratamentos, e ela ficou muito doente.

 

            Então, ela ouviu falar de Jesus. Às vezes Ele ficou na cidade de Capernaum, onde ela viveu. Que coisas maravilhosas ela ouviu dele! Ele curou uma lepra da sua doença terrível. Expulsou demónios de várias pessoas, fez os cegos ver e os coxos a andar. Quando a senhor ouviu todas estas coisas, ela pensou, “Se Jesus pode curar todas estas pessoas, de certeza pode curar-me a mim também.” Ela tinha fé para acreditar que Jesus podia curá-la, mesmo quando os médicos não podiam fazer nada.

            Um dia a senhora ouviu que Jesus tinha voltado a Capernaum. Ela não ficou em casa, sentada à espera que Ele viesse ter com ela. Ela apressou-se para se encontrar com Jesus. Ela sabia que Ele podia ajudá-la! Quando ela viu Jesus, e uma grande multidão em sua volta, ela pensou, “Se tão somente tocar nos seus vestidos, sararei.”

 

            Quando a mulher mil a multidão com Jesus, ela começou a ir devagarinho em sua direcção. Pouco a pouco, ela ficou mais e mais perto de Jesus. Ela continuava a dizer a si mesma, “Só tenho que tocá-Lo e sei que ficava curada.” Em fim, ela aproximou-se a Jesus. Ela estendeu a sua mão tocou nos seus vestidos. Imediatamente ela ficou curada. “Sabia que Ele podia curar-me e aconteceu. Estou curada!” ela pensou.

            Mas alguém, alem daquela mulher, sabia que ela estava curada. Jesus parou e olhou e sua volta. “Quem tocou nos meus vestidos?”

            Os seus discípulos não podiam entender porque é que Jesus fazia uma pergunta destas. Com tanta gente em Sua volta a tocar-Lhe, como é que dizia uma coisa destas? Pedro perguntou-Lhe, “ Vês que a multidão te aperta, e dizes: Quem me tocou?”

            Jesus respondeu, “Alguém tocou-me, porque sei que algum poder saiu de mim.” Jesus sabia que alguém o tocou, e sabia quem é o tocou, mas Ele queria que aquela pessoa falasse e contar o que aconteceu.

           

            Então a mulher, que sabia o que lhe tinha acontecido, temendo e tremendo, aproximou-se, e prostrou-se diante dele, e disse-Lhe toda a verdade. Contou como ela estava enferme já doze anos e que nenhum dos médios eram capaz de curar a sua doença. Contou como ela tinha fé que se somente tocasse nos seus vestidos, ficava curada.

            Jesus olhou para aquela mulher e disse-lhe, “Filha, a tua fé te salvou; vai em paz, e sê curada deste teu mal.”

 

            Ela já tinha medo. Sem dúvida ela agradeceu a Jesus e a Deus por a ter curada. 

 

 

 

 11

Um Cego Vê

João 9:1-38

 

Versículo – Col. 3:17

 

      Enquanto Jesus e Seus discípulos passavam em frente do templo, Jesus viu um homem, cego, sentado. Este homem era cego de nascença, que quer dizer que nunca tinha visto. Nunca viu a cara da sua mãe. E, todavia sentia as mãos do seu pai a guiá-lo, nunca viu o seu pai. Nunca viu o céu azul, as árvores verdes e grandes, as aves a voar ou os cordeiros a saltar e pular. Toda a sua vida foi vivida em escuridão.

      Os discípulos de Jesus também viram o homem cego. Queriam falar com Jesus sobre a razão que o homem era cego, mas Jesus queria o ajudar. Jesus foi ter com ele e então fez alguma coisa muito esquisita. Cuspiu na terra, e com a sua saliva fez lodo, e untou com o lodo os olhos do cego. Depois disse-lhe, “Vai, lava-te no tanque de Siloé.

      O homem cego ouviu as pessoas a falar sobre ele. Sentiu as mãos amorosas de Jesus a por o logo nos seus olhos. Agora ouviu o estranho mandamento de Jesus. A Bíblia diz que o homem fez exactamente o que Jesus lhe mandou a fazer. Foi ao tanque de Siloé e lavou-se. Quando todo o lodo desapareceu, ele abriu os seus olhos.

 

      O homem cego podia ver! Realmente podia ver! Olhou para o céu azul. Fantástico! Olhou para as árvores verdes, e as suas folhas a mexer-se no gentil brisa. Eram tão lindas! Olhou enquanto uma borboleta se posou numa flore. Podia ver!

      O homem apressou-se para contar aos seus pais o que tinha acontecido. Os seus vizinhos viam-no a correr. Um perguntou, “Não é este aquele que estava assentado e mendigava?” Uns diziam, “É este.” E outros, “Parece-se com ele.” O homem respondeu-lhes e disse, “Sou eu.”

      Os vizinhos mal podiam acreditar que o homem cego estava em frente deles, e podia ver. Perguntaram-lhe o que aconteceu para que ele pudesse ver. O homem disse-lhes, “Um homem chamado Jesus fez lodo, e untou-me os olhos, e disse-me: Vai ao tanque de Siloé, e lava-te. Então fui, e lavei-me, e vi.”

      Levaram, pois, aos fariseus, o que dantes era cego. Deviam estar a louvar a Deus pela maneira que o homem foi curado, mas não era esse a sua reacção. Os fariseus não gostaram de Jesus e queriam que o povo acreditasse nele. Também era o sábado, e a lei judaica proíba qualquer tipo de trabalho do sábado.

      Estes fariseus perguntaram o homem como é que foi curado. O homem respondeu-lhes, “Pôs-me lodo sobre os olhos, lavei-me e vejo.” Os fariseus começaram a discutir entre si. Uns disseram, “Este homem não é de Deus: pois não guarda o sábado.” Outros diziam: “Como pode um homem pecador fazer tais sinais?” E havia muita dissensão entre eles. Perguntaram o homem que dantes era cego, “Que dizes daquele que te abriu os olhos?” Ele respondeu, “Que é profeta.”

      Os fariseus não podiam acreditar que um homem, cego de nascença, podia tornar-se a ver. “Sem dúvida este homem não nasceu cego, mas tornou-se cego.” Eles resolveram a chamar os pais deste homem e perguntar a eles.

      Chamaram, pois, os pais do homem. Perguntaram-lhes, “É este o vosso filho, que vós dizeis ter nascido cego? Como, pois, vê agora?” Os seus pais tiveram muito medo dos fariseus. Estes líderes religiosos ameaçaram a expulsar da sinagoga qualquer pessoa que acreditava em Jesus. Eles responderam-lhes, “Sabemos que este é o nosso filho, e que nasceu cego; mas, como agora vê, não sabemos: ou quem lhe tenha aberto os olhos, não sabemos; tem idade, perguntai-lhe a ele mesmo; e ele falará por si mesmo.”

      Outra vez os fariseus chamaram o homem que agora via e exigiam saber como é que se tornou a ver. O homem ficou impaciente com eles. Respondeu lhes, “Se é pecador, não sei; uma coisa sei, e é que, havendo eu sido cego, agora vejo.”

      Tornaram a dizer-lhe: “Que te fez ele? Como te abriu os olhos?”

      “Respondeu-lhes: “Já vo-lo disse, e não ouvistes; para que o quereis tornar a ouvir? Quereis vós, porventura, fazer-vos também, seus discípulos?”

      Agora os fariseus ficaram muito zangados. Disseram que nunca tornariam discípulos de Jesus!

      O homem respondeu e disse-lhes: “Nisto, pois, está a maravilha, que vós não saibais de onde ele é, e me abrisse os olhos; Ora nós sabemos que Deus não ouve a pecadores: mas, se alguém é temente a deus, e faz a sua vontade, a esse ouve. Desde o princípio do mundo nunca se ouviu que alguém abrisse os olhos a um cego de nascença. Se este não fosse de Deus, nada poderia fazer.”

      Os fariseus ficaram muito indignados e disseram-lhe, “Tu és nascido todo em pecados, e nos ensinas a nós?” E expulsaram-no da sinagoga.

      Jesus ouviu que o tinham expulsado, e, encontrando-o, disse-lhe: “Crês tu no Filho de Deus?”

      O homem respondeu que nem sabia quem era o Filho de Deus para que pudesse acreditar nele.

      Jesus lhe disse: “Tu já o tens visto, e é aquele que fala contigo.”

      O homem disse, “Creio, Senhor.” E então começou a adorá-Lo.

     

      Porque é que podia ser difícil para o homem a ser fiel a Jesus? (Ele sabia que os fariseus iam expulsá-lo da sinagoga, então não seria visto como um judeu bom. As pessoas falavam mal dele, etc.) Quando a Palavra de Deus nos ensina a fazer alguma coisas que é difícil para nos cumprir, temos a promessa de Deus que Ele seria connosco e ajudar-nos a fazer o que é certo.

 

 

 

12

Uma Lepra Agradeça Jesus

Lucas 17:11-19

 

Versículo: Efésios 5:20

 

            Uma vez Jesus e Seus discípulos viajavam a Galileia para Jerusalém, quando dez leprosos saíram do mato e vieram em Sua direcção. Tinham seus corpos marcados pela terrível doença; alguns eram cegos e alguns só tinham os cotocos das pernas. Com dificuldade, vieram a Jesus e se curvara diante dele.

            Jesus olhou os dez leprosos diante dele. Que visão horrível! A roupa deles eram trapos sujos, os cabelos despenteados e a barba emaranhada, os olhos fundos no rosto, os corpos cobertos de feridas, chagas e bolhas O pior de tudo é que eram tristes, sem defesa e completamente sem esperança.

            Mas Jesus não os despediu, nem os mandou embora. Sabia tudo sobre a situação miserável deles e se compadeceu e se encheu de simpatia. Jesus tinha amor por aqueles leprosos que só inspiravam repulsa.

            “Suas orações foram ouvidas,” disse Jesus. “Vão e se mostrem ao sacerdote.”

            Que desapontamento! Esses dez homens pensaram que, com certeza, Jesus os tocaria naquele momento, ali mesmo, curando-os da lepra. Mas o Senhor não age da mesma maneira com todo o mundo. Disse a eles que fossem apresentar-se ao sacerdote. Os homens compreenderam o significado disso, visto que nenhum leproso jamais poderia reintegrar-se na sociedade a menos que o sacerdote declarasse sua cura.

            Podemos imaginar que um deles tenha dito aos outros: “Não podemos entrar em Jerusalém. Ao longo da estrada encontraremos gente que nos apedrejarão, nos jogarão pedras.” Mas o outro leproso obtemperou: “Eis nos ordenou ir, e nós devemos obedecê-Lo se esperamos a cura.”

            Assim, todos decidiram ir. Caminhando pela estrada devagar e medrosamente, tentavam animar uns aos outros da melhor forma possível. De repente um leproso cego parou e esfregou os olhos. Nem podia acreditar! “Estou a ver,” quase gritou. “Prestem atenção todas, eu vejo! Vejo o céu, as árvores, vejo todos vocês. Fui curado!”

            Então outro leproso gritou: “Eu também fui curado!”

            Um terceiro apontou o dedo para seu amigo. “Seu rosto parece diferente – as manchas e feridas desapareceram! Sua pele está macia e limpa como a de um bebé!”

            “Eu achei que sentia alguma coisa a acontecer, dando lugar a uma mudança! Oh, que maravilhosa!”, exclamou outro leproso feliz.

             Os dez leprosos foram todos completamente curados! Batiam nas costas uns dos outros, dançavam e se abraçavam, rindo e chorando ao mesmo tempo. Era bom  demais para ser verdade. Não eram mais leprosos, não teriam mais de viver pelos bosques escuros atrás de comida como se fossem animais; não teriam mais de viver em solidão, desgraçados e com saudades de casa.

            Comentaram enquanto se regozijavam com a saúde recém-adquirida: “Podemos ir para casa e ver nossas famílias, retornar ao nosso trabalho e viver de novo como gente!”

            Enquanto se apressavam para ir ao sacerdote para o exame exigido na Lei, um samaritano desprezado parou de repente. Lembrou-se de que esqueceu de fazer algo muito importante.

 

            Enquanto os outros nove foram embora correndo, cheios de felicidade, o  leproso de Samaria, considerado um herege pelos judeus, voltou e em alta voz louvava a Deus. Regressou para ver Jesus e lhe agradecer pela cura.

            Suas palavras de gratidão muito alegraram a Jesus que, nada obstante, se entristeceu a pensar nos outros nove leprosos. “Não curei dez leprosos?” perguntou Jesus. “Onde estão os outros nove? Só um veio agradecer?”

            Só um leproso dentre dos dez se lembrou de voltar e agradecer a Jesus pela cura. Caramba! Que lição podemos tirar desse acontecimento! Sabemos que quando fazemos um favor a alguém, ou auxiliamos um amigo, gostamos de que a pessoa agradeça, diga “obrigado.” Sentimo-nos magoados quando essas pessoas vão embora como se nada tivessem recebido. O Senhor se sente da mesma maneira. Ele deseja que agradeçamos, que apreciemos devidamente as coisas que faz em nosso favor. Ele ainda pergunta: “Onde estão os nove?” Onde estão os que foram salvos por Sua graça, mas se esquecem de agradecer-Lhe e dar-Lhe glória?

            Se não tiver um coração agradecido, a Bíblia diz que isso é pecado. Já pensou nisso? Em um dos livros do Novo Testamento onde o Espírito Santo faz uma longa lista de pecados, Ele coloca a INGRATIDÂO no mesmo saco que a mentira, a desobediência, o egoísmo, as maldições, o orgulho, a impureza e muitos outros pecados da pesada.

            É possível que alguém dentre vocês esteja a pensar: “O que devo agradecer a Deus?” Se for o caso, então faça uma lista das bênçãos físicas, espirituais e materiais e veja de quantas pode lembrar-se! Provavelmente lhe agradecerá primeiro por Jesus, Seu amor e morte na cruz. Certamente incluiremos a salvação, a vida eterna, o perdão dos pecados, a Palavra de Deus, o Espírito Santo e a oração. E quando pararmos um minutinho para pensar nas centenas de milhares de pessoas que estão doentes, abandonadas, solitárias, sem lar e morrendo de fome, não deveremos agradecer a Deus por nossa saúde, nossos lares e nossos pais, nossas escolas e professores, igrejas e pastores, nosso país e nossa liberdade? E que tal pensar no alimento, nas roupas, nos remédios, médicos e todos os bens que Deus nos tem dado? Se meditarmos, não terminaremos de agradecer-Lhe, não é?!

            O homem que voltou para dar graças a Deus não foi apenas curado de sua lepra. A fé em Jesus foi plantada em seu coração, seus pecados foram perdoados e ele recebeu a vida eterna. Jesus lhe disse: “Levanta-te e vai; tua fé te curou.” O Senhor Jesus estava a dizer a esse homem que a alma dele foi purificada porque ele acreditou em Cristo. E é isto que Jesus continua a fazer por aqueles que abrem a porta de seu coração e convidam a Jesus para nele habitar.

 

 

 Versículos para Decorar

 

 

Lição 1

 

“Exaltai ao Senhor, nosso Deus, e adorai-o no seu santo

 

 monte, porque O Senhor, nosso Deus, é Santo.”

 

Salmo 99:9

 

 

Lição 2

 

“Saberás, pois, que o Senhor, teu Deus, é D eus, o Deus fiel,

 

 que guarda o concerto e a misericórdia, até mil gerações, aos

 

 que o amam e guardam os seus mandamentos.”

 

Deuteronómio 7:9

 

 

Lição 3

 

“Eu sou o Senhor, e não há outro; for a de mim não há Deus…”

 

Isaías 45:5

 

 

Lição 4

 

Nisto está o amor, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós…” I João 4:10 

 

Lição 5

 

“Porque todo aquele que

 

 invocar o nome do Senhor será

 

 salvo.” Romanos 10:13

 

 

 

Liçaõ 6

 

 

“E crescia Jesus em sabedoria,

e em estatura, e em graça para

com Deus e os homens.” Lucas 2:52

 

Lição 7

 

“Perto está o Senhor de todos os que o invocam,

de todos os que o invocam em verdade.”

Salmo 145:18

Lição 8

“E Jesus, respondendo, disse-lhes; Tende fé em Deus.”

Marcos 11:22

Lição 9

“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuíto de Deus é vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor.” Romanos 6:23

 

 

 Lição 10

 

“ E assim, com confiança, ousemos dizer: O Senhor é o meu

 

ajudador, e não temerei o que me possa fazer o homem.”

 

 Hebreus 13:6

 

 Lição 11

 

“E, quanto fizerdes, por palavra ou por obras,

 

 fazei tudo em nome do Senhor Jesus, dando

 

 por ele graças a Deus Pai.” Colossenses 3:17

 

 

Lição 12

 

“Dando sempre graças por tudo ao nosso

 

Deus e Pai, em nome do nosso Senhor Jesus

 

 Cristo.” Efésios 5:20