GRANDES IDOLOS

Homenagem a junior

 

Leovegildo Lins da Gama Júnior, conhecido apenas por Júnior (João Pessoa, 29 de junho de 1954) é um ex-futebolista brasileiro, craque do Flamengo, mas que também despontou no futebol italiano.

 

Biografia

 

Júnior foi um dos maiores jogadores com carreira no Flamengo. Fez 865 jogos pelo clube, sendo o recordista em jogos vestindo a camisa rubro-negra.

 

Júnior foi volante, lateral direito e esquerdo, e meio-campista de uma extrema técnica. Ele ficou no time até 1985, quando foi vendido para o Torino, da Itália, e, depois, para o Pescara, do mesmo país.

 

Em 1989, aos 35 anos e a pedido de seu filho, que nunca o vira jogar pelo Flamengo, Júnior voltou para comandar a equipe rubro-negra nas conquistas da Copa do Brasil em 90, o Campeonato Estadual em 91.

 Em 1992, comandou o Flamengo no título do Campeonato Brasileiro de 1992. Tal fato é considerado um feito, tendo em vista a idade avançada do então meia, com 38 anos.

 Neste último foi um autêntico maestro, de seus pés surgiram os melhores momentos de um time que surpreendeu os rivais na reta final.

 O "Vovô-Garoto", como ficou conhecido na segunda fase em que esteve no time rubro-negro, viveu muitos dias de glória no clube, fazendo 74 gols ao todo com a camisa rubro-negra.

 Pela Seleção Brasileira, Júnior jogou setenta partidas entre os anos de 1979 e 1992, registrando seis gols. Participou das Copas do Mundo de 1982 e 1986.

 É considerado o maior lateral-esquerdo da Seleção Brasileira depois de Nilton Santos.

 Júnior encerrou a carreira de jogador em 1993 e no mesmo ano assumiu a função de treinador do time substituindo Evaristo de Macedo ficando no clube até 1994 , retornou ao clube em 1997 no lugar de Joel Santana foi ainda técnico do Corinthians em 2003 mas após 3 rodadas entregou o cargo. em 2004 assumiu a função de gerente de futebol do Flamengo ficando na função até o final daquele ano.

 Em 2007 retornou como comentarista do canal SporTV e PFC. A partir de 2009, com a saída de Sérgio Noronha, foi transferido para a equipe de esportes da Rede Globo, sendo o comentarista titular dos jogos de times do Rio de Janeiro.

 Na Itália

 Nos anos em que jogou no Torino, clube italiano, Júnior impressionou a Itália com o seu grande futebol. Prova disso é a homenagem que recebeu no centenário do clube.

 Matéria sobre a homenagem na Itália

[editar] O precursor do futebol de areia

Depois de sua aposentadoria dos campos, Júnior partiu para uma grande empreitada: a de alavancar o até então incipiente futebol de areia à condição de esporte reconhecido e sucesso de público. Participou das primeiras grandes conquistas da seleção brasileira neste esporte, tendo depois a companhia de outros grandes craques, como Zico e Cláudio Adão.

 O Cantor

 Júnior também fez sucesso fora dos gramados e areias como cantor. Em 1982, poucos meses antes da Copa do Mundo da Espanha, gravou o compacto com a música Povo Feliz, que ficou mais conhecida como "Voa Canarinho". A música virou a trilha sonora da Seleção Brasileira naquela Copa e o compacto vendeu mais de 800 mil cópias.

 Em 1995, ano do centenário do Flamengo, gravou o CD comemorativo do clube, com participações de Bebeto e Moraes Moreira.

 

 Atualmente

 

Hoje, Júnior trabalha como comentarista esportivo da Rede Globo, substituindo Sérgio Noronha, que foi para a Rede Bandeirantes. Júnior já passou também pelos canais SporTV e PFC. Recentemente, foi técnico em três oportunidades: do Flamengo nos anos de 1993-94 e 97 e do Corinthians em 2003.

 

Títulos

 

Flamengo

 

 Copa Européia/Sul-Americana - Mundial Interclubes: 1981

 Copa Libertadores da América: 1981

 Campeonato Brasileiro: 1980, 1982, 1983, 1992

 Copa do Brasil: 1990

 Campeonato Carioca: 1974, 1978, 1979, 1979 (especial), 1981, 1991

 Taça Guanabara: 1978, 1979, 1980, 1981, 1982

 Taça Rio: 1991

: Torneio de Goiás: 1975

: Torneio de Jundiaí: 1975

: Torneio de Mato Grosso: 1976

 Troféu Ramón de Carranza: 1979

 Troféu Ramón de Carranza: 1980

 Troféu Cidade de Santander: 1980

 Torneio de Nápoles: 1981

Seleção Brasileira

Copa da Amizade 1992

 

Seleção Brasileira de Beach Soccer

 

Copa América 1994

Copa América 1995

Campeonato Mundial 1995

Copa América 1996

Campeonato Mundial 1996

Copa América 1997

Campeonato Mundial 1997

Copa América 1998

Campeonato Mundial 1998

Copa Mercosul 1998

Copa Latina 1998

Copa América 1999

Campeonato Mundial 1999

Copa Mercosul 1999

Copa Latina 1999

Campeonato Mundial Etapa Brasil da Ligas das Américas 2000

Copa do Descobrimento 2000

Copa Intercontinental 2001

Copa Mercosul 2001

Seleção do Rio de Janeiro de Beach Soccer

Campeonato Brasileiro 1998

V Desafio Paulistas x Carioca 2000

 

 Prêmios

 

Melhores jogadores dos 100 anos da FIFA: 2004

Bola de Ouro da Revista Placar: 1992

Bola de Prata da Revista Placar: 1980, 1983, 1984, 1991, 1992

Melhor Jogador do Campeonato Italiano: 1985
 
 
 
 
 

 
 
 
 

Homenagem a Leandro Peixe Frito


Biografia

José Leandro de Souza Ferreira (Cabo Frio, 17 de Março de 1959), foi um grande lateral-direito da história do clube considerado por muitos o melhor, e um símbolo de amor ao Flamengo. Este é Leandro, o Peixe-Frito, natural de Cabo Frio e cria das divisões de base da Gávea. Inteligente, técnico, habilidoso, defendia e atacava com a mesma eficiência. É mais um craque que se consagrou participando da geração de ouro do Flamengo, único clube que defendeu em quatorze anos de carreira.


Leandro chegou ao Fla em 1976 e já era torcedor de arquibancada do clube. A partir de 1979 começou a fazer história na lateral-direita rubro-negra. Nesse primeiro ano atuou em diversas posições, disputou vaga com Toninho Baiano, e atuou em 19 jogos, marcando um gol e ajudando o Flamengo a ser duas vezes campeão estadual. Em 1980 o jogador ainda não havia se firmado e disputou apenas 12 dos 70 jogos do Fla na temporada.

Mas finalmente chegou o ano definitivo para a afirmação de Leandro no time titular. E foi logo o melhor ano da história do Flamengo. 1981 o ano das conquistas da Taça Libertadores da América e do Mundial Interclubes, nesse ano ele disputou 56 jogos com dois gols marcados.

A partir daí passou a ser peça fundamental na engrenagem da geração de ouro rubro-negra no tricampeonato brasileiro de 1982, 1983 e 1987. Mas suas pernas arqueadas acabaram o prejudicando na carreira. Leandro sempre teve seguidas lesões nos joelhos e aos 24 anos tinha uma artrose forte. Acabou deixando a lateral para jogar como zagueiro, em 1987, e fez muito sucesso também nessa posição reafirmando seu talento, além de ter aberto caminho para um novo ídolo na posição: Jorginho.

Uma das jogadas inesquecíveis de Leandro com a camisa do Flamengo foi um gol marcado de fora da área, uma bomba contra o Fluminense que decretou a vitória aos 42 minutos do segundo tempo em 1985. O próprio Leandro afirma que até hoje tem que comentar o lance. Mas não são poucas as histórias de lances do craque. O goleiro Raul conta que certa vez irritado com Leandro deu um bico na bola num tiro de meta para ele não matá-la. Leandro não só amorteceu a bola com o peito como saiu jogando, driblou dois adversários e ainda ficou gritando depois exaltando sua performance.

Encerrou a carreira precocemente em 1988 contabilizando 417 jogos pelo Flamengo. Marcou 14 gols e deixou seus dribles e sua genialidade na memória do torcedor. Chegou a trabalhar no Flamengo com Junior em 1997 e dois anos depois foi coordenador do Cabofriense que tinha Sócrates como treinador. Mas se afastou de vez do futebol e atualmente administra a "Pousada do Leandro" na sua cidade natal Cabo Frio.

Em 1982, ele já era um dos melhores jogadores brasileiros e foi convocado por Telê Santana para disputar a Copa do Mundo da Espanha.

 

As contusões foram obstáculos na carreira de Leandro, que no Flamengo foi deslocado para jogar na zaga em 1985. Mesmo assim, em 1986 foi convocado novamente por Telê Santana para a Copa do México.

 

No entanto, o lateral acabou não participando do Mundial de 86 porque foi solidário ao atacante Renato Gaúcho, cortado nas vésperas da Copa.

 

Com a camisa canarinho, Leandro disputou 28 partidas. Pelo Flamengo, ele jogou de 79 a 88, como profissional, e conquistou vários títulos: campeão carioca (1981 e 86), brasileiro (1982 e 1983), da Copa União (1987), da Libertadores (1981) e do Mundial do Japão (1981).

Dados
Nome Completo: José Leandro de Souza Ferreira
Dia do Nascimento: 17/03/1959

     Local: Cabo Frio, (RJ)
Posição: Lateral, Zagueiro e Meia
Número de Partidas pelo Fla: 417

                                                                                                                                                                                      

                                                         
Número de Gols: 14              


Histórico
Anos Time
1976-1990 Flamengo

Títulos
Flamengo
Campeonato Brasileiro: 1980, 1982, 1983 e 1987
Taça Guanabara: 1978, 1979, 1980, 1981, 1982 e 1987
Campeonato Carioca: 1979, 1979 Especial, 1981 e 1986
Taça Libertadores da América: 1981
Mundial Interclubes: 1981
Estatísticas
Ano Jogos Gols Marcados
1978 20 0
1979 19 1
1980 12 1
1981 56 2
1982 46 4
1983 54 3
1984 47 1
1985 46 1
1986 24 0
1987 41 0
1988 36 1
1989 4 0
1990 12 0
Total 417 14
 
                                                                                                                    
 
 
                                                                                                                  
                                
 

 

Homenagem a Zico

 


A história de Zico no Flamengo começou em 1967, na escolinha do clube. Zico foi levado pelo radialista Celso Garcia, que, convidado por Ximango, um amigo da família Coimbra, viu Zico arrebentar numa partida de futebol de salão do River. O garoto marcou nove gols na maiúscula vitória de 14 x 0. Mas por pouco Zico não foi parar no América, já que o irmão Edu havia acertado, naquela mesma semana, tudo com a escolinha do Alvi-Rubro. A paixão pelo Flamengo falou mais alto. O primeiro jogo no Maracanã aconteceu três anos depois, ainda pela escolinha do Flamengo. O ‘violino’ Carlinhos, que mais tarde viria a ser formador de talentos e treinador campeão pelo clube, estava se despedindo da carreira de atleta num jogo entre Flamengo x América, que terminou empatado em 0 a 0. Zico recebeu de Carlinhos o par de chuteiras, instrumento de trabalho que era arma poderosa nos pés do habilidoso e cerebral meia Carlinhos.

As vitórias já eram uma rotina para Zico, artilheiro do Flamengo, quando o Brasil conquistava o bicampeonato mundial no México. Em 71, passou para o Juvenil e marcou seu primeiro gol diante da torcida que o consagrou. Foi de pênalti, num empate em 1 a 1 contra o Botafogo. A enorme capacidade de trazer a responsabilidade para si nos momentos difíceis, faria de Zico um jogador especial. Mas, curiosamente, um pênalti ainda marcaria sua carreira. Na Copa de 86, contra a França, Zico despediçaria uma cobrança durante o jogo e o escrete Canarinho acabaria eliminado nos pênaltis, nas quartas-de-final.

 

                      

 

GLÓRIAS E FRUSTRAÇÕES

A geração de Zico nasceu junta na Gávea. Adílio, Andrade, Júnior, Rondineli e cia, que levaram o Flamengo aos principais títulos da história do clube- a Libertadores e o Mundial, ambos em 81-, tinham a cara do clube e um jeito de família. Para Zico, a formação de uma grande família rubro-negra foi a essência da conquista. Por isso mesmo, ele tratou rapidamente de construir a sua ao lado de Sandra, vizinha e primeira namorada, que se tornou companheira fundamental nos momentos mais dramáticos da carreira do Galo. Os frutos de seu casamento são três filhos: Bruno, Thiago e Júnior. Os três entraram no mundo da bola e dois deles ainda jogam. Thiago, o mais novo, atua na equipe de juniores do Flamengo e Júnior está indo jogar no Tosu, do Japão. Já Bruno preferiu a música e vai lançar um cd na terra do sol nascente.

Se em 71, Zico marcou seu primeiro gol no Maracanã e começou a experimentar o gostinho de comemorar uma vitória do Flamengo no campo e não nas arquibancadas, no ano seguinte viveu a primeira grande decepção, que ele aponta como a maior. Já começava a jogar entre os profissionais e voltou para a equipe juvenil com a promessa de que se continuasse amador disputaria as Olimpíadas em Munique, na Alemanha. No momento decisivo, o anúncio da lista, Zico estava fora. Foi deixado de fora pelo técnico Antoninho. Quase abandonou a carreira de tão decepcionado que ficou. Nesse momento, os irmãos o convenceram a seguir em frente.

Quando começou a jogar na equipe profissional, rapidamente os títulos foram apagando essa tristeza. Dois campeonatos brasileiro depois, Zico era vitorioso apesar do Sarriá da Copa de 82, quando a Itália eliminou aquela que é apontada por muitos como a Seleção Brasileira com o futebol mais bonito da história, e que não foi campeã. O mundo soube reconhecer isso e propostas não faltaram para Zico deixar o país. Foi somente pela força do futebol italiano que o Galo deu um até breve ao Flamengo. Na segunda proposta dos italianos e, mesmo assim, depois de frustrada uma operação comandada por Zico para cobrir a oferta da Udinese, ele seguiu para entrar na história do futebol europeu, em 1983. Levou o modesto Udinese a resultados surpreendentes, encantou os torcedores e infernizou os goleiros com as cobranças de falta, sua grande arma.

Na volta ao Brasil, duas temporadas depois, aconteceu aquilo que todos temiam. A truculência de um jogador do Bangu chamado Marcio Nunes, tirou Zico dos gramados e o colocou numa rotina de cirurgias e fisioterapia para recuperar o joelho, obrigações que o iriam acompanhar até o final da carreira. Apesar disso, na Copa de 86, Zico estava em campo, no sacrifício. O penâlti, a decepção e a volta por cima estariam no roteiro a partir do momento em que foi ao México.

No Flamengo, ainda no ano de 1986, Zico voltou a brilhar e, mesmo longe das melhores condições, foi o maestro na conquista do título nacional de 1987, contra o Internacional, em pleno Maracanã. Carlinhos, aquele mesmo que cedeu sua chuteira 17 anos antes, estava lá, treinando o Flamengo. Reconhecendo o sacrifício de Zico, a torcida que lotou o Maracanã na final, não cansou de gritar após o jogo contra o Inter: ‘Hei, hei, hei... o Zico é nosso rei’. E ele foi obrigado a voltar do vestiário após o jogo para retribuir o carinho.

O FIM DE UMA ETAPA

O momento de parar se aproximava para marcar o fim de uma fase. No competitivo e muitas vezes violento futebol brasileiro, já não dava mais para o Galinho, que ainda jogou e foi campeão da Taça Guanabara de 89 e 90. Uma rápida passagem pela política, quando Collor foi eleito presidente, e marcas definitivas no esporte. Apesar do período conturbado, Zico, alheio a um outro jogo que estava sendo disputado nos corredores de Brasília, plantou a semente de uma lei que hoje dá passe livre aos atletas, entre outras mudanças significativas no esporte nacional.

No mesmo ano, vira presidente de clube ao criar o Rio de Janeiro, que depois teria de mudar para CFZ do Rio. Paralelamente a criação do clube, Zico colocou em prática o sonho de um centro de treinamento com toda a estrutura para a formação de craques. Localizado na Barra da Tijuca, num terreno de 40 mil metros quadrados, foi inaugurado o Centro de Futebol Zico. A péssima administração do futebol carioca o obrigou a abortar o sonho de um time profissional competindo no Estadual, mas o CFZ funciona normalmente nas categorias de base e tem jogadores profissionais nos principais clubes do Rio e no CFZ de Brasília, franquia de sucesso e que busca uma vaga na Série C do Brasileirão.

Em 91, Zico assina contrato de três anos com o Sumitomo, do Japão, para um trabalho de desenvolvimento do esporte no país. E os três anos se multiplicaram de modo que Zico hoje é Jico san. A família está estabelecida nos dois países e o Galinho arranha um japonês. Para se ter uma idéia, no Brasil a despedida de Zico foi um show no Maracanã, em 1990. No Japão, a homenagem foi um espetáculo impressionante com tecnologia, calor humano e o reconhecimento de um trabalho que ainda não terminou por lá. Zico quer levar a seleção japonesa a um nível de profissionalismo que possa colher frutos no futuro.

 

  
 

O nosso ídolo Zico,  volta a gávea como gerente de futebol. Ele vai reformular o futebol do clube, ele fica no clube até 2012. Quando termina o mandato da Presidente ,do Flamengo Patrícia Amorim  .

 
 

 

 

homenagem a Andrade

 

 

 

 

Nome completo Jorge Luís Andrade da Silva

  D ata de nasc. 21 de abril de 1957 (53 anos)     

    

                                                                                                                                                                                     

          

      

    

 Local de nasc. Juiz de Fora (MG),  Brasil

Informações atuais

Clube atual sem clube

Posição Treinador (ex-volante)

Clubes profissionais

Anos Clubes Jogos (golos)

1974–1976

1977–1978

1979–1988

1988–1989

1989–1990

1991

1992–1993

1994

1995

1995–1996  Flamengo

 ULA Mérida

 Flamengo

 Roma

 Vasco da Gama

 Internacional de Lages

 Desportiva Capixaba

 Operário

 Bacabal

 Barreira 0001 (0)

 

0568 (28)

Seleção nacional

1983–1989  Brasil 0011 (1)

Times que treinou

Anos Clubes Jogos

2004–2005

2009–2010  Flamengo

 Flamengo 28 (08V, 13E, 7D)

51 (32V, 10E, 9D)

 

Medalhas

 

Jogos Olímpicos

 

Prata Seul 1988 Competição de equipe

 

Última atualização: 22 de Abril de 2010[1]

 

Jorge Luís Andrade da Silva, mais conhecido como Andrade (Juiz de Fora, 21 de abril de 1957), é um treinador e ex-futebolista brasileiro que atuava como volante. Atualmente, está sem clube.

 

Carreira

 

Apesar de atuar como volante, Andrade era um jogador de muita técnica, dotado de excelente visão de jogo e capaz de realizar lançamentos de longa distância com extrema perfeição.

 

No Flamengo, Andrade começou sua carreira profissional em 1974 e, após passar duas temporadas emprestado ao ULA Mérida, retornou à Gávea em 1978 e conquistou a vaga de titular absoluto. Vivenciou a fase mais gloriosa do clube rubro-negro, tendo participado das conquistas da Taça Libertadores da América e do Mundial Interclubes em 1981.

 

Em 1988, após dez anos seguidos no Flamengo, transferiu-se para a Itália, aonde foi jogar pela Roma. Contudo, Andrade não ficou muito tempo por lá e, já em 1989, retornava ao futebol carioca, desta vez, contudo, vestindo a camisa do Vasco da Gama. Naquele mesmo ano, o Vasco acabou sagrando-se campeão brasileiro e, desta forma, Andrade conquistava o seu quinto Campeonato Brasileiro, haja vista que já possuía outros quatro títulos pelo Flamengo.

 

Nos últimos anos de sua carreira, Andrade atuou por clubes pequenos como a Desportiva Capixaba, Operário-MT e Bacabal-MA.

 

Depois que parou de jogar, tornou-se auxiliar técnico no Flamengo e, por três vezes, chegou a assumir o cargo de técnico interino da equipe principal.

 

Em 2009 com a saída do técnico Cuca, Andrade assume o Flamengo em dois jogos e, tendo apresentado bons resultados, é efetivado como técnico[2] para a disputa do Campeonato Brasileiro. Posteriormente conquistou o título da competição e o prêmio da CBF de melhor técnico do Brasileirão 2009.

 

Em 23 de abril de 2010, foi demitido do Flamengo, juntamente com a cúpula do time, por causa de uma crise interna.[3]

 

 

Títulos

 

Como jogador

 

Flamengo

 

 Copa Européia/Sul-Americana - Mundial Interclubes: 1981

 Copa Libertadores da América: 1981

 Campeonato Brasileiro: 1980, 1982, 1983

 Campeonato Brasileiro: 1987 (Módulo verde)

 

 Campeonato Carioca: 1979, 1979 (Especial), 1981, 1986

 Taça Guanabara: 1979, 1980, 1981, 1982, 1984, 1988

 Taça Rio: 1983, 1985, 1986

 Troféu Ramón de Carranza: 1979, 1980

Seleção Brasileira

Medalha de prata nas Olimpíadas de Seul: 1988

Vasco da Gama

 Campeonato Brasileiro: 1989

 Taça Guanabara: 1990

Desportiva Capixaba

 Campeonato Capixaba: 1992

Operário

 Campeonato Matogrossense: 1994

Como treinador

Flamengo

 Campeonato Brasileiro: 2009

Prêmios

 

Melhor Técnico do Campeonato Brasileiro: 2009

 

  Curiosidade

 

Andrade e Zinho são os jogadores que mais vezes conquistaram o Campeonato Brasileiro. Cada um dos dois teve a oportunidade de levantar o troféu de campeão nacional por cinco vezes, como jogador. Com a conquista como técnico em 2009, Andrade passa a somar seis títulos, tornando-se o esportista com maior número de títulos brasileiros conquistados.