SAÚDE - GRIPE A, A DA GENTE

 
 
 
DEFENDA - SE, DA GRIPE “ A “ ;  A DA GENTE:
 
 
Tenha isto bem em mente,
È absolutamente premente,
Atacar a gripe “A“ ; toda a gente,
Se deve defender e, ficar ausente,
De grandes multidões, de gente.
 
E, ter cuidado nos estádios, d´enchentes,
E nos consertos ao vivo, mar de gentes,
E, nas praias esquentadas, pelas gentes,
Com altas temperaturas, das gentes,
Que, não do calor, mas das gripes, da gente.
 
Nas praias, há mar e mar e, gente,
Há ir e voltar, de gripe e, de gente,
Há areal cheio de vírus, da gente,
Propício ao propagar da gripe, p´ra gente.
 
E noutros locais com grupos, d´imensa gente;
Nos transportes como sardinhas, de gente,
E nas missas, cheias de fiéis e, de gente,
Que dão beijinhos, a todos e, à gente.
E, dos dedos do Padre, na nossa e, na boca das gentes.
 
E nos cinemas, fechados, há muita gente,
Sentados e descansados mas com gripe, de gente,
Despreocupados, a transmitir p´ra outra gente,
A gripe, a “A“, que é a gripe da gente.
 
E assim se propagou a endemia, nas gentes:
A porcaria da epidemia, em toda a gente,
Transformou-se em pandemia, no mundo da gente,
Que p`ra outra gente vai, daquela gente;
É a pandemia da Gripe “A”, no mundo d´agente.

 

 majosilveiro

 

 

 

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