SD40-2

''MACOSA''


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Frota ativa:

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Frota transferida:

905238-1F

Frota morta:

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Das 36 SD40-2 compradas pela RFFSA em 1979/80, 28 ainda estão em operação na condição original, numeradas de 5211 a 5246.
5238 foi transferida para a ALL (América Latina Logística) em troca da C30-7 9381 (atual 3749 da MRS) e as  5220, 5225, 5229 e 5244 foram baixadas devido abarroamentos.



As ''MACOSAS'' como são conhecidas até hoje, sofreram a mesma alteração das SD40M-2, SD40M-3, SD40-3 e SD40-3MP com a adoção das ''orelhas de elefante'' devido ao problema de superaquecimento
em alguns túneis e até falta de oxigênio para o motor diesel. 
As 5221, 5222, 5223, 5231, 5235 e 5246  tiveram as ''orelhas'' retiradas.



Logo que entraram em operação as 36 SD40-2 foram destacadas para todos os tipos de trens, algumas delas fizeram até os DP noturnos RJ-SP. Após algum tempo de operação foram destacadas para os trens de minério para exportação.



Na década de 90 foram destacadas para ajudar os trens nas pesadas rampas da serra do mar, trabalhavam no vai e vem dos ''HELPERS'', geralmente em trio no trecho de Barra do Piraí-RJ (FBP) a Humberto Antunes (FHA), próximo a Mendes-RJ.
Para esta função foi instalado em algumas delas o ''desacoplador de engate'', uma válvula que permite ao maquinista por um botão da cabine desengatar a locomotiva dos vagões, sem a necessidade de parar o trem.



São as mais famosas locomotivas de toda a SR-3, são tão famosas quanto as ''BIRIBAS'' (FA1) para os ferroviários do ramal de SP.



Atualmente as SD40-2 fazem todos os tipos de trens da MRS, tanto na Ferrovia do Aço, Serra do Rio de Janeiro ou qualquer outro trecho. Podem ser vistas desde o Ramal do Paraopeba até na SR-4 onde chegam em Paranápiacaba-SP (IPA).

Muitos maquinistas contam do show que elas davam arrancando com os trens de minério nos pontos de abastecimento da Ferrovia do Aço, geralmente pesando 12.000 toneladas e enfrentando rampas de aproximadamente 1%. Dependendendo do local ultilizava-se até o 5° ponto para demarrar (arrancar) o trem, dizem até que pode-se ver as pedras da linha em volta dos truques ''pulando'' com a vibração da locomotiva.



O reinado das mais famosas e potentes locomotivas da SR-3 começou a ter seu fim no ínicio da década de 90 com a chegada das U23CA, que não eram mais potentes mas possuíam maior esforço de tração e davam um show a parte quando precisavam mostrar seu regime.
As SD40-2 se destacavam em termos de ganho de velocidade, até a chegada das C36 com 3900 HPs brutos.

 

Entre 1997 e 2003, a MRS modernizou as 5216, 5224 e 5226 para o padrão SD40-3, com a instalação dos computadores de bordo QES-1000 da Q-Tron e governadores eletrônicos.



Com o ínicio de vários testes com tração distribuída na Ferrovia do Aço, as 5217, 5218, 5225 e 5245 foram modernizadas com o sistema de freio eletrônico Wabco/Pulse, que possibilita a tração distribuida com as locomotivas remotas (engatadas em meio a composição ou cauda do trem) controladas totalmente via rádio.

       

Tem também integrado ao sistema de freio eletrônico a LCU (locomotive cab unit) para comunicação com EOT (''trainlink'' ou aparelho de cauda).



OBS: A 5225 foi baixada devido ao acidente sofrido em 2007 no pátio de Jeceaba-MG (FJR).



                     Ver mais - as SD40-2 na época da RFFSA