LWTI COSMOGONY

"All its notions might had been reached by anyone and everybody since the 1950s, but they still belong to the future. 
Our readers may follow up, as the future flows from our windows to the skies."

Sobre o Site

Este site dedica-se a digitalizar e documentar a obra do Dr. José Luiz Junqueira, ou Joseph Iz, como gostava de assinar seus trabalhos científicos e filosóficos. Sua obra principal a cosmogonia LWTI, Lagrange Whirls in Triple Interplay, será aqui publicada a medida em for digitalizada, sem interferências ou alterações. Na página LWTI documents, você encontrará um texto introdutório criado em maio de 2012, pelo próprio autor, seguido de originais digitalizados, disponibilizados ao público por vontade do autor. 

Adicionalmente o blog http://minuet-in-s.blogspot.com.br/, criado por Maurício Fernandes, colaborador e amigo do autor, tratará de temas relacionados com a cosmogonia, curiosidades e assuntos convergentes e estará aberto a comentários. Nosso e-mail de contato é jlanj.josephiz@gmail.com.

A Cosmogonia

Duas estrelas desenvolvem-se dentro de uma nuvem molecular. Em determinado momento começam a se aproximar aumentando sua velocidade relativa, de longe parecem colidir e a nuvem implodir. Elas não colidem, invertem suas direções e se afastam em órbitas hiperbólicas, arrastando parte da massa da nuvem com elas. De longe assemelha-se a uma explosão, expansão do volume. Este movimento foi apelidado de dança de estrelas pelo autor, uma metáfora que ajuda a explicar a dinâmica e o ritmo do movimento envolvido.

Durante o movimento, as estrelas criam potenciais gravitacionais, linhas de corrente e pontos de equilíbrio do sistema, os pontos de Lagrange, descritos e explicados pelo problema restrito hiperbólico dos três corpos. Diferentemente de um sistema plano, as linhas de fluxo tridimensional da nuvem fazem com que a massa acima e abaixo das estrelas “chova” no plano de movimento criado pelas duas estrelas, chegando em abundância nos pontos de Lagrange. O choque progressivo dessa massa, acima e abaixo, resulta em um "colapso da coordenada Z" da nuvem, pela perda progressiva de energia em cada choque, criando um sistema plano. 




 
 
 

Legenda das Imagens 

1.) A primeira imagem a esquerda representa as linhas de corrente na parte superior da núvem, abaixo as correntes são simétricas.
2.) Concha máxima acima do plano do movimento. Abaixo a forma é simétrica.
3.) Concha máxima no plano do movimento com os pontos de Lagrange.



Configuram-se dentro da nuvem, dois turbilhões principais ao redor das duas estrelas. Os pontos de lagrange giram mais lentos que o fluxo da nuvem, contribuindo para o acúmulo de massa e criação de novos turbilhões nestas regiões, pela turbulência gerada.

Com o afastamento das duas estrelas, órbitas progressivas elípticas de baixa excentricidade formam-se ao redor da estrela principal, como continuação natural das trajetórias que partem dos pontos de Lagrange, estas ficam estáveis com o distanciamento da estrela secundária, dando origem a um sistema planetário. Através de um experimento numérico computacional, a pesquisa recriou as condições iniciais necessárias para a criação de um sistema, para todos os efeitos, igual ao sistema solar existente.

Durante a aproximação das duas estrelas, as conchas retrogravitaciais, contraem-se, mas mantém a forma, resultando em um grande aumento de densidade. Seria a ocasião da formação dos corpos mais densos do sistema planetário. Com o afastamento das estrelas, corpos menos densos e mais distantes seriam esperados. Órbitas em forma de espiral lançam luas, que posteriormente podem ser capturadas pelos planetas ao longo do sistema planetário, como demonstrado pelo experimento numérico. (veja Dinâmica da Formação de Sistemas Planetários ).

 


Exemplo de simulação da captura de Mercúrio pelo Sol

A.) A trajetória do planeta fica cada vez mais baixa aproximando-se da órbita final.
B.) Os pontos representam a estrela secundária afastando-se.
C.) Com o afastamento da estrela secundária a órbita final permanece estável em torno da estrela principal.



A dança hiperbólica das duas estrelas e as capturas progressivas dos planetas a partir dos pontos de lagrange explicam a série crescente de distâncias dos planetas, pelo afastamento das duas estrelas e aumento da distância dos pontos de partida à estrela. Explicam a grande diferença na distribuição do momento angular no sistema solar e órbitas alongadas e distantes, como as dos cometas, órbitas esperadas pelo arrastamento de massa pela outra estrela. Estas e outras características do sistema solar e de outros sistemas semelhantes são elegantemente explicadas a partir de uma única hipótese inicial.

A velocidade elevada com que o processo ocorre, faz da dança hiperbólica uma máquina natural de criação de grumos de massa e sistemas planos a partir de nuvens tridimensionais. Como decorrência da velocidade elevada, o turbilhão também torna-se estatisticamente difícil de ser observado no cosmos, mas seus efeitos e memórias podem ser observados, calculados e previstos.

A dinâmica envolvida é livre de escala e aplicável a sistemas dos mais variados tamanhos, de grãos de pó a galáxias, pode ser útil para explicar como se criam sistemas planos a partir do espaço tridimensional.

A partir de outras fontes de conhecimento, como estudos de pesquisas recentes de geologia e astrofísica, e considerando a formação do sistema solar conforme descrito, o autor criou hipóteses de detalhes, como a formação dos continentes através da colisão de duas luas pequenas, que teriam sido capturadas pela terra juntamente com nossa lua. Criou ainda fórmulas bem sucedidas de proporção de massas entre planetas e tilts, a partir do estudo da geometria e do princípio da conservação do momento angular nos momentos de criação de cada planeta dentro da nuvem.

"The Sun had a companion star, a twinstar, born at the same time inside the same cloud. After a close approach, and short swing by, it receded from the ball room and left the Sun as a lone star with planets around it.

The 2 stars, by gravitation & rotation of the binary, behave as a natural machine producing lumps of mass; dustgrains, planestimals - asteroids, moons, planets and comets at the outskirts. The largest lumps were produced in 52 special days of total ten thousand years. LWTI describes this natural machine (TWINSMACHINE) and how it worked (DANCE OF STARS).

There are NO random numbers, NO random features in the Sun solar system (=Ssol). There are formulas, labels, physical & chemical signatures, memories.

All this amounts to a full complete archeology and stories of all objects in the Ssol, since and from the PRIMORDIAL WHIRL where they were produced. LWTI provides a global view & frame for trial stories (quasi-stories) of each body and tests to decide if they are true or false, counting ISK - independing Sources of Knowledge.

Furthermore:

Now, in the 90s, we live, an EXPLOSION in astronomy. The HST - Hubble Space Telescope, interferometry, digital processing images are multiplying by a thousand, by ten thousand, the resolution of one arcsecond (for which length is discernible if it is 1/(206,265) of its distance to the observer) and tenths of arcsecond is being increased to hundreths or thousandths of arcsecond.
Space exploration brings daily surprises from space probes and space observatories. 
LWTI and its 2 introductory books anticipate the new discoveries and explain them, in NARRATIO PRIMA (first narrative). 

All its notions might had been reached by anyone and everybody since the 1950s, but they still belong to the future. 
Our readers may follow up, as the future flows from our windows to the skies."

Iz, Joseph in TWINS, LUMPS, PLANETS - page (142-143)