PROVAS DE VIDAS INTELIGENTES NO UNIVERSO.



É conhecido por todos os estudiosos como o capitão piloto Mel Noel, mas seu verdadeiro nome é Guy Kirkwood. Usa o primeiro nome pôr questão de segurança pessoal.

Em 1953, foi componente de uma missão secretíssima americana sobre os Óvnis (Objetos Voadores Não Identificados) testemunha direta do encontro com estes seres evoluidissimos e com seus meios de transporte prodigiosos. Enquanto os via, junto com outros componentes da missão, escutou uma voz através do radio do avião. Uma vez em terra verificou que se tratava da voz dos extraterrestres que pilotavam os ÓVNI’s que haviam visto.

Aconteceu em 1953 e nos primeiros meses de 1954. Nenhum de nós havia tomado parte diretamente na guerra da Coréia, porque naquela época ainda assistíamos aulas de vôo, e fomos engajados em uma esquadrilha aérea com base em uma região ocidental dos Estados Unidos. Pouco tempo depois, três de nós fomos escolhidos, e nos foi dito que tínhamos que participar de uma missão, na qual – nos disseram – que estava em jogo a segurança de Estado.

Não soubemos por que a escolha recaiu justamente em nós. Nos explicaram que a dita missão estava relacionada com os óvnis. Também nos disseram que tudo que acontecesse no transcurso da missão haveria que guardar em absoluto segredo, e portanto, não deveríamos comentar com ninguém, nem com nossos familiares nem com outros oficiais.

“Não falem nem sequer entre vocês mesmos – nos disseram – fazeis vossos informes (relatórios) e depois apaguem todas as lembranças da mente, e ajam como se nada tivesse ocorrido”.

Durante bastante horas nos foi mostrado filmes gravados de dentro de aviões militares, os quais mostravam centenas de fotografias óvni. Muitos destes filmes proviam de arquivos governamentais, e outros haviam sido confiscados de civis.

Recebemos instruções especificas sobre manobras e formações em vôo. Nos disseram que todas as armas que estavam a bordo (inclusive uma Jet F-86-Sabre) haviam sido desmontadas, e em seu lugar haviam instalado câmeras capazes de filmar com película de raio infravermelho.

Quando estivemos suficientemente instruídos para a missão, fomos postos sob as ordens de um coronel, procedente de Washington, que não era parte de nossa esquadrilha. Durante todo o processo foi nosso superior direto, e mais adiante se converteu em um bom amigo e confidente. Durante a missão teve um comportamento militarista, pois não falava nunca de assuntos pessoais, ou de atualidades, somente pensava no serviço.

Antes do inicio da missão, todos nós estávamos convencidos de que não aconteceria nada especial. Embora soubessem que deveríamos nos ocupar dos óvnis, nunca acreditamos que chegaríamos a ver e

muito menos escutar nada.

Os primeiros vôos realizamos com o objetivo único de nos orientarmos nas mais diversas condições atmosféricas, e voávamos em estreita formação a quase 38.000 pés de altura, sobre as Montanhas Rochosas de Idhao, Utah e mais ao norte.

Quando tivemos o primeiro avistamento, o tenente X anunciou: “Bogeis”! São as naves à nossa mesma altitude” A palavra Bogeis forma parte de uma particular terminologia da Força Aérea e significa: “Objeto voador desconhecido” algo que não se conhece, que não nos pertence, e isto sabíamos todos. Eram 16 objetos em perfeita formação de “V”, que voavam a uma velocidade aproximada da nossa, e se mantinham a nosso lado. Nossa velocidade ara de 680 nós (um nó = 1.85 km /h.), e era possível distinguir-los bastante bem: estavam rodeados de uma espécie de aura, algo semelhante a uma iluminação vial ou um anuncio florescente, na nevoa ou na chuva.

Minha impressão? Eu estava bastante conturbado, não sabia o que estava acontecendo. Nunca havia visto antes um desses objetos, quanto mais dezesseis juntos. Nos aproximamos, mas, respeitando a ordem de manter-nos a certa distancia. Sabíamos muito bem o que havia acontecido a outros aviões que haviam se aproximado demais, e não tínhamos nenhuma intenção de ter o mesmo fim. Os objetos desfizeram a formação e se dividiram em quatro grupos de quatro unidades cada um. Depois de um minuto romperam também esta formação e nos mostraram manobras que segundo nossos manuais são impossíveis. À velocidades superiores a 3000 milhas paravam repentinamente, assim com se apaga uma luz, e logo em seguida aceleravam da mesma forma.

Quando paravam podíamos distinguir muito bem sua silhueta. Tinham um diâmetro de 150 a 180 pés e, uma altura na parte central de 20 a 30 pés (um pé = 0,305 metros). Quando aceleravam a cor da aura mudava, como o espectro. Não observamos nenhum ruído. Este avistamento durou quase oito minutos, e depois os óvnis desapareceram tal como haviam aparecido, repentinamente.

Apenas aterrissamos, nos lembraram que deveríamos guardar em silencio tudo que havíamos visto.

Fizemos nossos relatórios e nunca chegamos a saber se as gravações cinematográficas feitas a bordo saíram bem, sendo que os filmes foram retirados imediatamente após a nossa chegada à terra e, nem tão pouco soubemos onde foram parar.

Voamos mais algum tempo depois sem ter mais avistamentos, até que os vimos pela segunda vez. Eram cinco e também nesta ocasião quem os viu primeiro foi o tenente X. Tudo ocorreu quase como a primeira vez, não sabíamos se eram os mesmos da vez anterior, mas estavam ali e se moviam oscilando de cima para baixo. As leis físicas de vôo que havíamos estudado na academia da Força Aérea pareciam não afetar-los em nada.

No terceiro avistamento nos disseram que mudássemos a freqüência de nosso aparelho de radio. Esta ordem nos foi transmitida em código, o qual nós chamávamos de “alfabeto invertido”. Me foi necessário 20 a 25 segundos para encontrar a freqüência indicada. Quando afinal encontrei, ouvir uma voz, que não era a minha nem de nenhum componente da esquadrilha, esta voz contestava algumas perguntas. Devo dizer com precisão que não formulei pergunta alguma, nem tão pouco os outros pilotos. Entretanto, a conexão era tão perfeita que parecia que falávamos entre nós com a estação de radio da base.


A comunicação era claríssima, a pronuncia e escolha dos vocábulos excelente, somente as palavras eram pronunciadas mais lentamente. Mais tarde o coronel Patterson (X) nos disse que foi ele quem formulou as perguntas. Disse êle: “Não expressei minhas perguntas com palavras; simplesmente as pensei, mas eles não responderam todas as minhas perguntas, só a um par delas".

Disse também que a primeira pergunta foi: “Acreditam em Deus?” Perguntou isto porque se, tratávamos com criaturas inteligentes crentes em Deus, então era presumível pensar que não tinham intenções hostis. A resposta, pudemos todos escutá-la:

“Nós cremos na força Onipotente do Universo e vocês têm que aprender que há mais de 150 bilhões de Universos”.

A outra pergunta foi a seguinte: “Quem são e de onde vem?” E a resposta foi esta:

“Nossas esquadrilhas estão compostas de indivíduos que provem de planetas aos quais vocês chamam de Vênus, Mercúrio, Marte, Júpiter e Saturno”.

O resultado desta aventura foi que quando aterrissamos, nem se quer podíamos caminhar, pois, estávamos literalmente destroçados, já que não fomos preparados para estes acontecimentos. Naqueles momentos só desejávamos abandonar a missão e partir.

Administraram-nos tranqüilizantes, e imediatamente depois, o coronel Patterson (coronel X) nos disse: “Não falem a ninguém desta comunicação. Podem dizer que vimos óvnis, mas não fale da conexão pôr radio".

No dia seguinte fomos apartados da missão, e regressamos ao nosso serviço regular. Porém existia um problema: Como se vive depois de semelhante experiência? Eu falei com ex-combatentes e vi as conseqüências psicológicas de quem combateu em uma guerra. É o mesmo. Julga-se a humanidade, julga-se apropria forma de pensar, e a do mundo, e se pergunta: Como posso conciliar tudo isto com minha vida, com minha habitual forma de vida? Mas isto é só a primeira parte da historia.

Dois meses depois, o coronel Patterson me telefonou e me disse: “Venha ver-me quero falar-lhe”. Sua chamada me alegrou, pois, uma conversa com êle me ajudaria. Quando cheguei vi que os demais componentes da minha esquadrilha também já estavam ali. O coronel Patterson estava nervoso, e caminhava de um lado a outro. Em fim, nos disse: “Eu tenho que falar com alguém, e devo dizer o que acontece” Nós lhe escutávamos, enquanto contínhamos a respiração. Disse em seguida: “Hei de tomar uma decisão, mas para isso não me serve Vossa ajuda. Decidirei só, mas tenho a necessidade de falar com alguém que possa compreender-me, e creio que vocês são os únicos que podem fazê-lo. Descobri a verdade!”. Depois de alguns momentos em silencio, continuou: “Eu sou também um oficial deste país, faço parte das forças aéreas, tenho deveres e responsabilidades, e a verdade que descobrir não concilia com tudo isso. Hei de tomar uma decisão, não sei se é o que fazem, mas certamente “eles (referindo-se ao governo Americano) não dão informação do que está ocorrendo.” Pensou pôr um momento e concluiu: “isto é o que desejava lhes dizer". Nos veremos ainda, até logo.

De fato, nos chamou duas semanas mais tarde: “Venham tenho algo a lhes dizer”. Quando estivemos com ele nos disse: “Aquela comunicação não era a primeira; somente a primeira que alguém mais estava presente”. Depois nos contou algo de suas experiências. Não creio que nos haja dito mais de uma décima parte do que sabia, mas para nós já era muito.

Nos disse, que os discos voadores não poderiam voar de um planeta a outro. As naves nodrizas (trazedoras– nave mãe) servem para o transporte interplanetário destes discos, e provem de outros planetas, inclusive mais além do nosso sistema solar.

Durante um vôo para Luck base aérea próximo a Phoenix (Arizona), êle havia falado pela primeira vez com os pilotos de uma destas astronaves, e lhes disseram que haviam organizado um encontro à bordo de um óvni. Há 18 milhas além de Phoenix, o coronel Patterson esteve a bordo de um disco voador de quase 150 pés de diâmetro e estava em um vale afastado e solitário, e se apoiava sobre três pés. Logo em seguida o coronel Patterson nos mostrou um pequeno disco metálico, que lhe entregaram e lhe havia sido dito que devia mantê-lo em suas mãos frente ao estomago para que o campo de força do disco voador não lhe causasse danos. Já a bordo lhe foi apresentado um Mestre, e ele começou a perguntar por que estavam ali e o que poderia se esperar do futuro. “Me responderam que eram os responsáveis por este planeta, o qual, em um futuro não teria condições especialmente favoráveis. Nosso planeta é considerado com uma estadia provisória onde são enviados especialmente aqueles que tem problemas de fundo para resolver. Me confirmaram também a exatidão da teoria reencarnatoria. O Mestre fez logo uma serie de previsões ou observações acerca do futuro da Califórnia. Me anunciou o inicio de uma nova era, cujo influxo já se pode perceber hoje, mas, que se sentirá em sua plenitude até o ano 2000. Como preparação para isto deveríamos esperar mudanças políticas, revoluções religiosas e sociais. Os habitantes da Terra produzem vibrações do tipo provavelmente negativa e que nosso mundo é materialista e não objetivo ante as coisas invisíveis. Os homens preferem ter coisas tangíveis, mas em troca deveriam constatar que não possuem nada, nem sequer a nossos filhos.”

O coronel Patterson disse depois, que, em certo sentido, era como se houvéssemos recebido uma

autorização para governarmos sois. Não sabia, em troca, quem havia concedido tal autorização. Mas, nós somos livres para utilizar a terra, a água e o ar e não temos que pagar taxa por fazer uso delas, a não ser do que resulta da Lei Universal de Causa e Efeito. Patterson havia pedido explicações a respeito do que nós chamamos de “karma” e, o Mestre lhe respondeu: “A reencarnação é singela, como a escola elementar. Se vai ao primeiro grau; se aprende o que há de aprender, e ao final do curso presta-se o exame. Então acontece uma destas três coisas. Primeira: supera-se o exame e se é admitido em um grau superior que oferece maior possibilidade de aprender; Segundo: se não passa no exame tem que repetir a aula; Terceiro: se não assiste à aula e não confronta exame, neste caso se tem que estudar durante centenas de milhares de anos fora da escola, antes de alcançar o nível de consciência que permita voltar a tentar a prova” O Mestre disse também: Os meninos são vossas únicas esperanças. Aos quatro anos vocês já os influenciam com vossos prejuízos, com as desconfianças, com o ódio e com o egoísmo, até tal

ponto que já se encontram no caminho equivocado. Nós começamos a educar nossos filhos aos três meses de idade, e aos quinze anos já dominam a telepatia. E aí – concluiu o coronel Patterson – agora sabeis. Podem fazer o que quiser, aceita-los ou rir deles”.

Em 1957 nos separaram e eu regressei a Connecticut. Dois anos depois, recebi um telegrama do coronel Patterson. Estava no aeroporto de White Plants e me dava seu numero de telefone. Liguei para ele e me convidou para que nos víssemos, porque tinha coisas importantes a dizer-me.

Quando cheguei, vindo ao meu encontro, estava visivelmente contente: “Decidir, vou com Eles”. “Coronel – eu disse – passaram-se dois anos. Tem que me pôr a par da situação. O que é que quer dizer?”

“Justamente o que disse”. Dentro de trinta dias vou com eles.” “Não tem medo?”, lhe perguntei. “Nada, e mais, sou o homem mais feliz do mundo. Espero esse momento como um menino que espera o Papai Noel. Sei aonde irei, e isso é muito importante”.

Desde então lhe chamei por telefone diariamente. Se estava em vôo ele me ligava ao regressar.

Transcorrido 27 dias, lhe procurei no aeroporto, mais me responderam que estava em uma missão sobre o Atlântico. Lhe deixei o recado que me ligasse, mas não o fez. Voltei a telefonar e me disseram que seu avião não havia regressado. Esperei um par de horas e liguei de novo. Me responderam que havia desaparecido e que o estavam buscando. Liguei de novo na manhã seguinte e me responderam: “Nem rastro dele nem de seu avião. Suspendemos as buscas.”

Este fato não é novo. Cada ano desaparece em vôo umas trezentas pessoas. Não sei quantas desaparecem em terra, então não se pode fazer nada. O que deveriam fazer os governos é informar como estão as coisas, sem fazer comentários ou dar ordens, e dizer simplesmente: “Ocorre isto”. Assim haveríamos dado um passo adiante.

MEL NOEL

ENTREVISTA DE GIORGIO BONGIOVANNI A KIRKWOOD (Mel Noel)

Em Nevada - USA, dezembro de 1994.


Na comunicação por radio que transcorreu entre vosso grupo de vôo e os extraterrestres, há algumas frases que me impactam muito. Você pode me confirmar se durante o dialogo entre vosso comandante o coronel Patterson e os extraterrestres, em um certo momento, foi feito uma pergunta: Vocês acreditam em Deus? E eles responderam: “Nós cremos na Força Onipotente do Universo, e vocês tem que aprender que existem mais de 150 bilhões de Universos”.

No que me diz respeito, digo que sim, mas não posso dizer se o que foi dito é verdadeiramente certo, porém eu escutei e, como lhe disse antes, nós não podemos interpretar ou comentar a autenticidade da fonte...

Mas, segundo você, era a voz de um extraterrestre?

Digo que era uma voz, era uma fonte que não pertencia a nosso grupo. Posso dizer isso, considerando outras possibilidades, como a do pessoal em terra, mas é muito difícil. Acima de tudo, deviam ter conhecimento da freqüência e introduzir-se precisamente no momento justo, em perfeita sincronia com o que estava acontecendo a 3400 metros de altura.

Portanto, podemos afirmar, com muita probabilidade, que aquela voz provinha do disco

voador...?

Segundo a lógica, sim. Aquela era a fonte. A voz foi transmitida simultaneamente quando os vimos, ou seja: não começou nem antes nem depois que o avistamento se produziu.

E foi escutada por você e por seus companheiros ao mesmo tempo?

Sim, por todos. E todos, depois estivemos de acordo, palavra por palavra. Passamos muitas horas juntos, perguntando-nos qual havia sido a primeira palavra, e a segunda, a terceira, a quarta e assim sucessivamente, palavra por palavra. Tudo durou uns oito minutos, que são muitíssimos! É difícil dizer qual foi a importância de tudo isso, mas também então consideramos a possibilidade de que fosse algo muito significativo e não queríamos que se perdesse com o tempo. E assim escrevemos tudo, palavra por palavra, sem revelar ao oficial quando nos pediu.

Quanto tempo passou, até que foi revelado?

Em Los Angeles, em 1966, depois de onze anos. Em uma festa conheci Toni Jackson, um advogado que havia trabalhado para as Forças Aéreas, ao qual pedir esclarecimentos legais sobre se podia dizer algo daquela experiência sem incorrer em ações por parte da Força Aérea. Estava preocupado porque não sabia como reagiriam e também havia sempre a possibilidade de uma multa de 10.000 dólares, porque naquele tempo tudo era “top secret” (segredo máximo), e não podíamos falar. Falei muitas horas com este advogado contando-lhe tudo que havia acontecido, e ele me aconselhou sobre o que tinha e que não tinha que dizer.

Sobre o que, em concreto?

Tão pouco agora posso dizer. O advogado disse que não podia arriscar-me, e por isso não posso dizer.

Agora ainda é secreto?

Sim, sim, se não, me matam.

Portanto, o que conhecemos é o que você pode contar. Porém há muito mais?

Sim.

Foi então quando decidiu chamar-se Mel Noel?

Noel é o meu segundo nome e Mel foi idéia de Toni Jackson.

Porem hoje ainda se chama Mel Noel, ou pôde revelar sua verdadeira identidade?

Desde 1974. Desde que já não mais trabalho para a Força Aérea, não me chamo assim.

Então pode nos dizer seu verdadeiro nome?

É claro, Guy Kirkwood.

Capitão, porque depois de quarenta anos você deve ter ainda algum segredo?

A atitude do governo não mudou muito.

Por quê?

Embora o governo, agora, tenha mais conhecimento da matéria, no que diz respeito à informação para dar ao publico, mantém ainda uma posição de controle.

Para não dar a conhecer às pessoas a realidade?

Pelo menos agora se moveu a postura de negar a todo custo. Certamente, foi necessários quarenta anos.

Há homens na terra que tiveram contato, como Adamisk, Maier, Eugenio Siragusa: Que pensa deles?

Minha opinião sobre Adamisk hoje mudou. Creio que em grande parte foi sincero.

Capitão, que pensa que farão no futuro os extraterrestres?

Depende de que extraterrestre estamos falando.

Entendi o que quis dizer. Mas eu creio, pela experiência que vivo e que outros contatados viveram, que no Universo a força do bem prevalece sempre sobre a força do mal, pois, do contrario esta ordem universal não existiria.

Sim, mas devemos nos dar conta e reconhecer que também existe uma força negativa e devemos tratar de descobri-la para que possamos escolher com que devemos entrar em relacionamento.

Penso que temos uma escolha frente a nós mesmos para mudar o estado das coisas desta humanidade.

Mas, voltando ao nosso tema, como desapareceu Patterson, seu coronel?

Eu falei com ele em três ocasiões em Connecticut, e foi precisamente quando me disse que iria logo com “eles”. Naquele tempo não sabia se acreditava ou não; era uma decisão voluntária sua. Me disse que iria em uns trinta dias, e eu permaneci em contato com ele, exatamente para ver o que acontecia. No vigésimo sétimo dia, chamei a base de White Place perguntando por ele. Me disseram que estava fora, em missão. Anotei a hora de seu regresso: as 15:15 horas, porque sabia que seu avião tinha autonomia de algumas horas, e havendo partido às 13:00 horas, aquele era o horário máximo de vôo permitido. Voltei a chamar às 15:30, e me responderam que não havia regressado.

Voltei a tentar depois de duas horas, e também me responderam que não havia regressado. Perguntei se talvez tivesse ocorrido algum problema com seu avião e que tivesse aterrissado em qualquer outra localidade, porém me contestaram: “Não, mais do que já lhe dissemos, não podemos dizer". “Esta bem, mas faça me chamar logo que regresse”. Continuei, mas ele não regressou mais.

Voltei a chamar no dia seguinte...

Onde desapareceu?

No Atlântico, perto de Capecolde, em Massachusetts.

E também o avião?

Sim, tudo.

E nada se encontrou?

Não, ali as águas são muito profundas, e há muitas naves. Não sei o que aconteceu.

Você pensa que os extraterrestres o tenham levado com eles?

O tempo atmosférico não era excepcional naquele dia e, a respeito da pergunta, eu não tenho modo de sabê-lo sem provas.

Mas não tem uma opinião intima..

Assim que a tem, se compromete, processa sua mente em uma direção e por isso o diz, porque o desejas.

E os familiares do coronel, que sabem?



Ele não era casado. Nunca falava de mulheres, nem de irmãos nem de irmãs. O único assunto que falava era de trabalho e de negócios. Era um perfeccionista.

Quando teve o contato pôr radio com a “voz”, o disco voador foi filmado?

Sim

E esta filmagem, o governo as tem?

Sim! Mais adiante, descobrimos que nossa operação era uma das seis em ação. Haviam outros cinco grupos que faziam o mesmo sobre o território nacional. Colocavam as câmeras de filmar onde estavam as metralhadoras, e o botão para disparar junto à câmera para filmar eventuais encontros com os OVNI’s.

Naquela ocasião, quantos discos voadores haviam?

Dezesseis! Estavam pôr todas as partes.

E como voavam?

Em diagonal

Em linguagem de vôo, a que hora? 12, 6...?

Ás nove horas, à esquerda. Nós estávamos aqui, e eles ali, depois formaram a figura de um diamante, e nós nos separamos. Éramos quatro, dois remontaram a 45 graus e os outros dois se moveram pela outra parte e depois fizemos o inverso. A idéia era de que dois de nossos aviões captassem ao mesmo tempo, tanto os OVNI’s como os outros dois aviões.

Era de dia?

Sim.

E a plena vista, qual podia ser seu tamanho?

O único modo de saber era comparar os “discos” com os aviões. Sabíamos que os aviões mediam trinta e sete pés, um pouco maior que os discos.

E os disco, eram luminosos?

Sim, luminosos. Ás vezes não os via. Em um momento os via, e em outros momentos não os via.

E os demais pilotos estavam em contato entre eles?

Sim, e gritavam entre si pela excitação!.

E como se deslocavam os discos?

Se deslocavam detrás de nós. Nós girávamos e eles já não estavam. Uma vez passamos junto a eles, e se puseram detrás. É difícil para um avião fazer um giro em forma de “U”.

Quando ocorreu exatamente o contato por radio com os extraterrestres? Enquanto faziam esta manobra?

Sim, quando estava acontecendo tudo isso.

De fato, era o coronel quem falava com eles, ou bem só falava a voz?

Só a voz.

Mas, como se disse antes, o coronel fez uma pergunta, se acreditavam em Deus...

Sim, pareciam respostas. Era como se você formulasse perguntas... (Talvez perguntas só mentais...)

Há uma coisa lógica que devemos pensar e você deve me ajudar. Vocês partiram para essa missão de interceptação. E, portanto, os Óvnis, as inteligências dos discos voadores atenderam à entrevista com vocês?

Aparentemente sim. Eles haviam sido vistos naquelas zonas varias vezes, no estado de Idaho, mas também no Canadá, Wyoming, Oregon... É como se os extraterrestres soubessem que estes caças estavam em vôo naquele dia, podia ser o caso de não lhes encontrar. Não creio que tenha sido casualidade... Entendo assim.

Os viu outras vezes?

Outra vez, sim.

Quando?

Com a linha aérea. Tenho as fotografias feitas pelo piloto do Boeing. Era um vôo comercial com

tripulação de três homens: capitão, co-piloto e engenheiro de vôo que era eu. O OVNI passou junto ao avião e o capitão tirou as fotos.

Era igual aos que faze quarenta anos?

Não, absolutamente não. Era como o cano de um fuzil. Permaneceu ali durante oito minutos. Certamente não tinha a mesma velocidade. Ia para a frente como uma serpenta na água, e o comandante para tirar as fotos, manteve a câmera fotográfica junto ao guichê (janelinha ao lado da cabine de comando), esperando que passasse junto a ele. Só foi possível vê-lo em parte, pois o OVNI era maior que o Boeing.

E seus companheiros de quarenta anos, alguma vez falaram?

Eles pensam que estou louco pelo fato de ter falado. Dois deles morreram, e agora só ficaram dois.

Uma ultima pergunta. Tanto eu como você sabemos que os extraterrestres existem, que não estamos sós no Universo, que existem infinidades de galáxias, que existem inteligências altamente evoluídas, ou menos evoluídas. Você, a Deus, a Cristo e os grandes Mestres, onde os põe neste caso?

Acima de tudo acredito na reencarnação verdadeiramente, e não porque é uma bonita idéia. É possível que nós já tenhamos vivido muitas vezes, inclusive até umas cem vezes. A vejo como uma espécie de escola; por exemplo, estamos em um grau elementar e se aprendemos à lição nos dão um diploma e já não devemos repetir esta classe. Nos céus não é diferente de outros planos. Eu penso que Cristo já esteve aqui varias vezes, e certamente com um espaço de muitos anos entre uma vez e outra. Aparece a civilizações, aparece a pessoas, que não tem idéia de outros povos, de outras civilizações... Há um certo tipo de energia suprema. Somos seres fisiologicamente complexos, também o pensamento espiritual, também o sentimento espiritual...

Existe um Ser Superior a todos, uma inteligência...?

Sim, eu penso que sim, mas não como o descreve as religiões... Sim. Estou de acordo, Eu falo de um Ser superior a todos, superior a nós os homens da terra, superior aos extraterrestres. Mas penso também que no Universo existem Seres que estão mais perto de nós e dessa Inteligência. Sim, assim é.

E outros que talvez, sejam como nós?

Eu não tive a possibilidade de encontrar a esta inteligência, a não ser que você seja um deles. Mas coincidimos no mesmo credo espiritual. Eu penso que todas as pessoas que investigaram a matéria durante muito tempo, chegaram às mesmas conclusões. Nós devemos ser capazes de aceitar o que é na realidade, e não o que queremos acreditar e, se temos a possibilidade, devemos tratar de contribuir com mudanças para melhorar a situação. Para transformar o negativo em positivo. Então, temos uma meta.

Capitão, estamos muito agradecidos, de todo coração, em nome de todos os amigos italianos que o apreciam, e também em nome de Eugenio Siragusa.

 

Muito obrigado a vocês. De verdade, muito obrigado.

Giorgio Bongiovanni