A História da Logística da Aviação do Exército

A Logística de Aviação

Autor: José Antonio Gonçalves Rosa 

Email: jagrosa@gmail.com


Batalhão de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército é uma unidade da Aviação do Exército (AvEx), integrante do Comando de Aviação do Exército, que realiza a manutenção e o apoio de suprimento de suas aeronaves. 1

A Aviação do Exército

Origem

Em 1913, foi criada a Escola Brasileira de Aviação no Campo dos Afonsos, no Rio de Janeiro-RJ, ocasião em que foram adquiridos os primeiros aviões do Exército Brasileiro de fabricação italiana. 2


Em 1915, esses aviões foram empregados sob o comando do General Setembrino, na Campanha do Contestado. O então, tenente-aviador Ricardo Kirk, Diretor da Escola de Aviação e Comandante do Destacamento de Aviação, faleceu nesta campanha em 1º de março de 1915 durante uma missão de reconhecimento aéreo onde hoje está localizado o município de General Carneiro - PR. 3


Em reconhecimento pelo seu pioneirismo e inúmeros feitos, o tenente Kirk foi promovido post mortem" ao posto de Capitão. Também por sua importância, é considerado, por todos os aviadores da força terrestre, como o maior herói da Aviação do Exército. 4

Em 1927, a aviação militar passou por uma fase de reorganização e desenvolvimento, criando-se a Arma de Aviação do Exército. Com aviões novos e a vinda da Missão Militar Francesa de Aviação, foi dado um grande impulso para a Escola de Aviação Militar e, consequentemente, para a nova arma. 5

A primeira unidade aérea da Aviação Militar foi criada em maio de 1931, no Campo dos Afonsos, Rio de Janeiro-RJ, e denominada Grupo Misto de Aviação. Este teve uma atuação destacada no combate aos revolucionários paulistas na Revolução de 1932. 6

Por decreto presidencial, em 20 de janeiro de 1941, foi criado o Ministério da Aeronáutica, atribuindo-se à Força Aérea Brasileira a exclusividade da realização de estudos, serviços ou trabalhos relativos à atividade aérea nacional, extinguindo-se o Corpo de Aviação da Marinha e a Aviação Militar, encerrando, assim, a fase inicial da Aviação do Exército.

Recriação da Aviação do Exército

As experiências e constatações colhidas dos conflitos bélicos, após a Segunda Guerra Mundial, mostraram a necessidade de a força militar terrestre dominar e utilizar a faixa inferior do espaço aéreo, buscando mobilidade tática e aumento do poder de combate. Acompanhando a evolução de outros exércitos, o Exército Brasileiro conscientizou-se da necessidade de implantar uma aviação própria e, com isso, propiciar maior poder, mobilidade e flexibilidade à força terrestre. 7


O uso de helicóptero viria proporcionar deslocamentos rápidos e precisos, de forma a iludir ou desorientar os sistemas de defesa do inimigo, possibilitando ligações de comando, observação e vigilância em amplas áreas, o que resulta na economia de efetivos e de materiais. Ainda, esse tipo de aeronave constitui, na guerra moderna, uma excepcional arma contra carros de combate e viaturas blindadas.

Buscando a modernização e a adequação da força terrestre ao novo cenário, na década de 80, o Estado-Maior do Exército(EME) iniciou estudos doutrinários do emprego de aeronaves de asas rotativas. Em 1984, uma das conclusões do estudo da Seção de Evolução da Doutrina, da 3ª Subchefia do EME, criada por influência da Guerra das Malvinas, sobre as causas da vitória do Exército Inglês, foi a supremacia tecnológica, destacando-se a utilização de mísseis, a guerra eletrônica e a aviação do exército.


A demonstração da importância do helicóptero para a mobilidade da força terrestre, somada às experiências dos franceses na Argélia e dos americanos no Vietnã, além da possibilidade de usar o aparelho como plataforma de armas, fez com que a Seção de Evolução da Doutrina do EME começasse seus estudos nessa área. Como parte do processo, organizou um intercâmbio doutrinário com o Exército dos Estados Unidos da América, tendo como tema o emprego de helicópteros pela Força Terrestre. O relatório desse intercâmbio ensejou a constituição de uma comissão para estudar a implantação da Aviação do Exército. 8

Encerrados os trabalhos da comissão de estudos, era hora de passar para a concretização do sonho, com a organização da Comissão de Implantação da Aviação do Exército. Em decorrência dos resultados apresentados e do apoio do Ministério do Exército, a Aviação do Exército foi criada em três de setembro de 1986. Também foram criados o 1º Batalhão de Aviação do Exército (1º B Av Ex) e a Diretoria de Material de Aviação do Exército (DMAvEx), sendo esta ativada como núcleo e subordinada ao Departamento de Material Bélico (DMB).

Contando com o apoio decisivo da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira (FAB), em 1986, tiveram início os cursos de especialização para os aeronavegantes. Fisicamente, a Aviação do Exército passou a tomar forma com a instalação do 1º B Av Ex, na cidade de Taubaté, em janeiro de 1988. Esta localidade foi escolhida em virtude de sua posição estratégica no eixo Rio de Janeiro - São Paulo e por sua proximidade a importantes centros industriais e de pesquisa na área da aviação, como a Embraer, a Helibras e o Centro Técnico Aeroespacial.

O comando da Unidade iniciou-se com duas preocupações. A primeira era relativa às obras do quartel, que eram realizadas pelo 2º Batalhão Ferroviário e pela empresa Odebrecht. A segunda era fazer com que o exército e os militares que se encontravam em Taubaté se sentissem envolvidos no espírito da Aviação do Exército. A situação era totalmente atípica: um quartel, um canteiro de obras e a Aviação do Exército em ritmo acelerado de implantação.

A Logística de Aviação

Origem

Desde o surgimento de sua aviação, o Exército Brasileiro sentiu a necessidade de um núcleo capaz de realizar as atividades de suprimento de aviação e manutenção das aeronaves. Com a expansão da aviação e a implementação de conceitos modernos de manutenção, este núcleo evoluiu para Batalhão de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército.9


A Comissão de Implantação da Aviação do Exército teve a preocupação de organizar uma estrutura de apoio à manutenção e às atividades técnicas, relativas ao material de aviação. Assim, quando da implantação do 1º B Av Ex, nasceu à primeira fração dedicada exclusivamente à manutenção de aeronaves no Exército Brasileiro, a Companhia de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército, concebida a partir do modelo da Companhia de Material Bélico, orgânica dos Batalhões Logísticos, com as devidas adaptações às peculiaridades exigidas pela atividade aérea.

Adquiridas as primeiras aeronaves que viriam a integrar a aviação da força terrestre, a estruturação da atividade logística na Aviação do Exército intensificou-se. Foram contratados cursos e estágios para o aperfeiçoamento dos quadros, além da aquisição de ferramental e de equipamentos necessários às atividades de apoio e de nacionalização da manutenção de alguns componentes das aeronaves.

Além disso, buscou-se, na experiência da Marinha do Brasil e da Força Aérea Brasileira, a inspiração e o suporte técnico para o desenvolvimento da estrutura voltada à logística e das próprias instalações da Av Ex. Em janeiro de 1990, a Companhia de Manutenção e Suprimento de Aeronaves (toda a estrutura de material e pessoal) passou a pertencer ao 1° Batalhão de Helicópteros, criado a partir da extinção do 1° B Av Ex.

Criação da OM Logística de Aviação do Exército

Em 1990, os trabalhos de discussão e elaboração de propostas para criação de um Batalhão Logístico de Aviação (B Log Av Ex) culminaram com a inserção do B Log Av Ex no Quadro de Organização experimental da Brigada de Aviação do Exército, aprovado, em dezembro de 1990. Em 15 de outubro de 1991, foi criado o B Log Av Ex, verdadeira certidão de nascimento do que viria a se tornar a única unidade do Exército dedicada à manutenção de seus meios aéreos, o "Guardião da Aviação".

No dia 17 de agosto de 1993, o Ministério do Exército resolveu transformar o B Log Av Ex em B Mnt Sup Av Ex, subordinado ao Comando de Aviação do Exército, que permaneceu com toda a estrutura de seu antecessor. Atualmente, o B Mnt Sup Av Ex é encarregado da manutenção de 2º e 3º níveis nas aeronaves HM-1 Pantera, HA-1 Esquilo/Fennec e HM-3 Cougar, e responsável por três tipos de inspeção: a inspeção básica (realizada a cada 24 horas ou após um número determinado de horas de voo), a grande inspeção (a cada 12 anos) e as inspeções complementares (realizadas a cada 100 horas de voo).

Também realiza as inspeções diárias, destinadas a garantir a disponibilidade da aeronave para os voos do dia, e também as inspeções pós incidente/ acidente. A logística não pode parar de pensar no futuro da Aviação do Exército. Em 2011, a Unidade Militar responsável pela Manutenção, Suprimento e Transporte da Aviação do Exército completou 20 anos de sua criação, espaço temporal em que já foram realizados muitos projetos em prol das aeronaves do Exército Brasileiro.

Após esse tempo, há necessidade de se pensar nos próximos 20 anos dessa singular e ímpar Unidade Logística de Aviação, suas atuais capacidades, seus desafios para o futuro, sua organização interna e o relativo desgaste natural que o tempo vem impondo a suas instalações. Os desafios da Aviação do Exército são numerosos e a logística do seu material é, certamente, o maior deles; por isso, a adequada e otimizada estrutura e as instalações de apoio logístico devem estar sempre acompanhando o dinamismo de seu material.

O B Mnt Sup Av Ex

O Batalhão de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército (B Mnt Sup Av Ex) é uma Unidade Operacional cuja missão precípua é realizar amanutenção do material de aviação das Unidades da Aviação do Exército, bem como o suprimento específico de aviação em proveito destas, seja em ações de combate, operações de apoio à comunidade ou exercícios, de forma a assegurar a disponibilidade das aeronaves. 10

Conta com aproximadamente 350 militares, entre oficiais, subtenentes, sargentos, cabos e soldados, das mais variadas especialidades, desde técnicos de manutenção de motores a especialistas em suprimento de material de aviação.

Suas missões específicas e organização foram definidas com base na doutrina de emprego da Av Ex. Em combate, o Grupo de Aviação do Exército (GAvEx) opera junto ao Exército de Campanha, tendo como elementos subordinados os Esquadrões de Helicópteros e o B Mnt Sup Av Ex.

Diante disso, o batalhão não possui em sua estrutura organizacional subunidades de saúde e de intendência, o que o diferencia de um Batalhão Logístico (B Log). Em campanha, as Unidades Aéreas, inclusive o B Mnt Sup Av Ex, terão suas necessidades logísticas, não específicas de aviação (víveres, combustível para viatura, etc.), supridas pelo elemento logístico que esteja mais próximo.

Em sua organização conta com uma Companhia de Comando e Apoio, uma Companhia de Suprimento e Transporte de Aviação do Exército, Companhia Leve de Manutenção de Aviação e Companhia de Manutenção de Aviação. Tendo como missão: 11

·         A Companhia de Comando e Apoio é a Subunidade responsável por realizar a manutenção adequada das instalações da unidade, como serviços de faxina e obras, além da manutenção das viaturas da Unidade.

·         A Companhia de Suprimento e Transporte de Aviação do Exército é responsável por fornecer o suprimento necessário para a execução da manutenção das aeronaves em todo o complexo da Aviação do Exército, bem como efetuar o seu transporte até o local desejado.

·         A Companhia de Leve Manutenção de Aviação realiza as inspeções A, T e A/T (nível 3º Escalão).

·         A Companhia de Manutenção de Aviação realiza as inspeções C e a manutenção de 4º Escalão nos componentes das aeronaves.

No seu cotidiano, além de executar inspeções nível 3º Escalão nas aeronaves Esquilo, Pantera e Cougar, realiza em suas oficinas especializadas a manutenção até nível 4º Escalão em diversos componentes das aeronaves, como turbinas, pás dos rotores, caixas de transmissão, pintura de aeronaves e componentes, armamento aéreo, óculos de visão noturna e aviônicos (rádios e equipamentos de navegação), além de instrumentos de voo.

Suas oficinas são certificadas pelo fabricante das aeronaves para a execução desses serviços. O batalhão busca melhorias contínuas através da implementação de conceitos modernos de manutenção, como a preditiva, e de técnicas atuais de gerenciamento, como o gerenciamento de processos través de sistemas de banco de dados de controle de inspeções de aeronaves e de distribuição e aquisição de componentes aeronáuticos.

Em 2014 o batalhão passou por um grande teste, com a realização da Copa do Mundo Fifa 2014 a unidade passou a manutenir as aeronaves para as missões de segurança do evento, que contou com 32 aeronaves em operação constante por todas as cidades sedes.

As futuras instalações logísticas da Aviação do Exército


Atualmente, o B Mnt Sup Av Ex é encarregado do gerenciamento e execução da manutenção das aeronaves Pantera, Esquilo, Fennec eCougar e do controle de todo o suprimento específico, incluindo o seu transporte.

Ao longo de sua existência, esta unidade logística de aviação vem desenvolvendo suas atividades técnicas, em sua maior parte, com as aeronaves de fabricação francesa, helicópteros com maior tempo de uso na Av Ex. 13

Porém, existe grande expectativa do Exército Brasileiro com as novas e futuras instalações logísticas para a absorção dos processos de manutenção, suprimento e transporte das aeronaves Black Hawk, Jaguar e, sobre tudo, das aeronaves em modernização Pantera e Esquilo.

Destaca-se que a preparação da logística de aviação, para o trabalho futuro com a aeronave Jaguar e aeronaves modernizadas Pantera e Esquilo, requer a ampliação da infraestrutura atual, com a instalação de adequadas oficinas de manutenção tendo em vista a incorporação de modernos equipamentos existentes nas aeronaves, como as turbinas Arriel 2C2-CG e Makila 2A1.

A logística de aviação deve continuamente pensar no futuro da Aviação do Exército, neste contexto, em 2011, 20 anos após a criação do B Log Av Ex, o conhecimento adquirido, somado a experiência logística de aviação, permitiu o desenvolvimento de um projeto com olhos no futuro.

No período de 2011 e 2012 foi concebido e desenvolvido um projeto com objetivo de ampliar, uma vez mais, as instalações logísticas da Av Ex.

Nasceu assim, o “Projeto 32”, base da nova infraestrutura logística para os próximos 20 anos dessa singular Unidade Logística de Aviação. 14

Projeto de Ampliação das Instalações Logísticas da Aviação do Exército - Projeto 32

Origem

Elaborado pelo Comando do B Mnt Sup Av Ex, seu Projeto Básico foi iniciado em 2011, concluído em maio de 2012 e entregue ao CAvEx. Os principais pontos do Projeto de Ampliação das Instalações Logísticas da Aviação do Exército - Projeto32, em execução pela Comissão Regional de Obras/2 (CRO/2), preveem em seus planos e plantas. 

Vídeo do YouTube


Nota: Informações disponíveis no Site ComprasNet 15

·         Ampliação da área logística da AvEx, passando de 7 mil m2 para 14 mil m2. Isso amplia a área destinada à manutenção de aeronaves de 77 m2 / aeronave para 155 m2 / aeronave.

·         Criação da Seção de Ferramental de Aviação, centralizado, para toda a Frota da Aviação do Exército.

·         Duplicação das áreas de estocagem para o Suprimento de Aviação, das áreas destinadas a todas as principais Oficinas de Manutenção, das áreas para a manutenção das aeronaves e da Seção de Triagem de Reparáveis, com dois níveis de estocagem.

·         Ampliação da Oficina de Manutenção de Óculos de Visão Noturna (OVN) com espaço necessário e especificações modernas.

·         Ampliação da Oficina de Manutenção de Turbinas, permitindo a realização das inspeções das grandes turbinas das aeronaves Cougar e Jaguar (Makila 1A1 e 1A2) e incorporação dos processos de manutenção das Turbinas 2C2-CG dos HM1 – Pantera K2, modernizados.


Detalhes do Projeto 32

·         1º Piso - Área destinada à manutenção dos helicópteros, Oficinas de Manutenção de grandes componentes, como: Turbinas, Pás, Conjuntos Dinâmicos, Baterias, entre outros e áreas destinadas ao Suprimento de Aviação e ao ferramental da Frota Av Ex.16

·         2º Piso - Área destinada ao Comando do B Mnt Sup Av Ex e Oficinas de Manutenção de Aviônica Digital, Analógica e Elétrica, Seção de Triagem de Componente Reparável e Laboratório de Análise de Óleo e Fluídos.

·         3º Piso - Área destinada à Seção da Qualidade, Seção de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (SIPAA), Biblioteca Técnica e área para a administração da OM distribuídas para as quatro Subunidades.

" Inventar é imaginar o que ninguém pensou; é acreditar no que ninguém jurou; é arriscar o que ninguém ousou; é realizar o que ninguém tentou. Inventar é transcender. 

Alberto Santos Dumont "

O Projeto 32 tem em sua essência uma concepção moderna para o novo hangar, sendo toda a estrutura formada por pórticos treliçados, em perfis forjados a frio.

O telhado constituído por telhas do tipo zipadas contínuas, com espessura de 0,65mm, em zincalume pré-pintado na cor branca, com isolamento térmico em manta de lã de vidro, espessura de 50mm e densidade de 16Kg/m³, com filme de “Tyvek Dupont”.

Iluminação natural em domos de policarbonato alveolar com espessura de 6mm, na cor branca, com proteção Ultra Violeta (UV), instalado em 6% da área de cobertura. 17


Principais inovações do Projeto 32

·         Instalação da Oficina de Pintura de Aeronaves. A cabine de pintura é pressurizada com ventilação por insuflamento e exaustão com fluxo de ar descendente por pressão positiva, onde o ar é impulsionado pelo teto e retirado pelo piso, denominado Down-Draft. 18



·         Com adição do sistema de aquecimento por grupos trocadores de calor e queimadores, fluxo DDA (Down Draft Aquecida), a cabine de pintura projetada será industrial com o ambiente ideal para pintura e secagem das peças. A dimensão da Cabine de Pintura comporta as aeronaves Cougar e Jaguar, maiores da AvEx, tendo: 20 por 6,1 metros e 6,8 m de altura. 19

·         Instalação da Cabine de Jateamento com ventilação cross-draft, onde o ar segue com um fluxo diagonal das portas em direção as entradas dos dutos dos respectivos coletores de pó, com recolhimento de granalha semi-automático. 20


·         Coletor de pó dimensionado para retirada do particulado gerado pelo processo de jateamento, através de ventiladores industriais modelo “Limit Load Classe II” movidos por motores de alto rendimento. A combinação de defletores para admissão e saída de ar garante excelente visibilidade operacional, bem como eliminam por sua forma construtiva o desperdício de abrasivo. O coletor de pó possuirá filtros de cartuchos com elementos em Celulose. O sistema de limpeza dos filtros será feito automaticamente por um sistema pulse-jet controlado eletronicamente. O direcionamento do ar comprimido para a limpeza dos cartuchos será feita por uma central eletrônica de programação dos pulsos de limpeza, comandando 4 válvulas de 1.1/2’’.


·         Instalação de unidades evaporadoras e condensadores, ar condicionados tipo “split”, para diversas áreas do hangar.

·         Instalação de quatro pontes rolantes, sendo: duas com capacidades de 3 toneladas, no pátio interno do hangar, uma com capacidade para 1/2 tonelada, na Oficina de Manutenção de Conjuntos Dinâmicos e outra com capacidade para 1 tonelada, na Oficina de Manutenção de Turbinas. 21


·         Instalação no novo hangar de dois auditórios e duas salas de instrução, com capacidade dos auditórios para 100 militares.

·         Instalação no Depósito Climatizado de Suprimento de Aviação de um elevador de carga, com saída / entrada unilateral, torre autoportante metálica e porta tipo guilhotina. Conforme especificações ABNT, NBR 14712:2001 - Requisitos de segurança para projeto, fabricação e instalação. 22

·         Instalação para área do Hangar com luminárias à prova de gases, equipadas com lâmpada e reator vapor metálico 400W e instalação de tomadas blindadas 200A, para Ground Power Unit (GPU), sendo tomadas blindadas de sobrepor com bloqueio mecânico, confeccionados em material alumínio, com componentes metálicos energizáveis em liga de cobre para 250 volts. 23

·         Instalação de toda a rede de dados em fibra ótica, com cabeamento estruturado com todos os cabos de distribuição sendo de 4 pares tipo UTP categoria 6, para rede lógica e telefonia e instalação de Sistema de Circuito Fechado de TV (CFTV) com todos os pontos necessários para receber as câmeras de segurança.

·         Instalação de grupo gerador diesel, para o hangar, potência de 320 KVA, 220/127V/60Hz, quadro de comando automático, acessórios, com chave de transferência e container Super Silenciado Leve (SSL) com carenagem em aço carbono e acessórios. 24

·         Instalação de dois hangaretes de manutenção, externos, formados por vigas metálicas treliçadas em perfis dobrados a frio, em quatro águas, apoiadas em pilares metálicos. Os hangaretes possuem a dimensão que comporta duas aeronaves Cougar ou Jaguar, maiores da AvEx, tendo: 26 por 7 metros e 8 m de altura, cada um.

·         Instalação de redes pneumáticas de alumínio em todo o hangar - Além de comprovadamente apresentarem melhor desempenho quando comparadas com as redes de aço carbono, são muito mais leves, já veem pintadas de fábrica, são isentas de contaminação no decorrer do tempo causada por corrosão e ferrugens no seu interior, evitando, portanto, problemas nos diversos componentes do sistema. 25

·         Instalação de duas salas de compressores - Cada uma das salas de compressores será equipada com um sistema de ar comprimido com compressores do tipo parafuso, com secador e pré-filtro integrados com capacidade de produção de 6 m3/min e pressão de trabalho de 8,5 bar, interligados a um Reservatório Horizontal de 500L em aço carbono pintado na cor azul e pós-filtro coalescente com retenção de impurezas com tratamento até 7 m3/min, e filtragem de 0,01 microns.

·         Instalação de paredes em DRYWALL, “W111 95/70”, nas salas do 2º e 3º pavimentos do hangar. 26

·         Proteção epóxi para o piso do hangar - No piso do pátio interno do hangar será utilizada uma pintura epóxi, com espessura 0,5mm. Revestimento do piso com resina epóxi curada com amina alifática, com pintura monolítica resistentes à corrosão de ácidos e solventes proveniente da manutenção das aeronaves. 27

·         Instalação de aterramentos para aeronaves no interior dos hangares e hangaretes. ​​As malhas de aterramento serão compostas por cabos de cobre nu de #95 mm², colocados entrecruzados. Todas as junções do cabo nu serão executadas com soldas exotérmicas. As hastes de terra serão do tipo “COPPERWELD” com diâmetro de ¾ polegadas e não menos de 3 metros de comprimento, deverão ser cravadas na profundidade indicada no projeto, devendo, caso necessário usar até duas hastes emendadas.

·         Instalação de Sistema de Ventilação Natural. Projetado um sistema de ventilação e exaustão natural para cada hangar, composto por 01 ventilador natural, com telhas e chapas em aço galvanizado ou galvalume e estrutura em aço A 36 galvanizada, ref. “BRAVENT”.

·         Instalação de iluminação natural dentro do hangares, sendo utilizado o sistema de iluminação natural visando captar, transferir e difundir a luz solar por todo o ambiente. O número de sistemas assegurará um nível de iluminamento não inferior a 500 lux necessários ao bom funcionamento da área durante o dia em um período médio de 2400 horas por ano. Os materiais em acrílico do sistema serão classificados como CC2 pela NFPA/ABNT. Sua proteção contra UV será igual ou superior a 99,5%. O sistema deverá ter seu coeficiente de ganho térmico inferior ou igual a 0,3 e este deverá dispor de certificação. Sua instalação deverá garantir total hermeticidade da montagem, visando, com isso, assegurar proteção contra entrada de poeira, animais e umidade.

·         Instalação de Sistema de Iluminação de Emergência. Sistema autônomo, alimentado por bateria de chumbo cálcio gelatinosa, blindada, fornecendo 12 V em corrente contínua, com 2 refletores multidirecionais 18 W, com controle de carga e comutação automáticas; carregamento das baterias por sistema flutuador, e proteção contra descarga das baterias; autonomia mínima de 2 horas, tempo máximo de recarga após o esgotamento das baterias de 24 horas; tempo máximo de comutação para o funcionamento de 3 segundos.

Excelência em Gestão - IPEG/2012

O Instituto Paulista de Excelência da Gestão, (IPEG), divulgou em 20 de agosto de 2012, os vencedores do Prêmio Paulista de Qualidade e Gestão (PPQG) 2012, e na categoria Órgãos da Administração Pública, o Batalhão de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército, foi premiado com a medalha de prata. 28


O prêmio conferido pelo IPEG é um reconhecimento às organizações paulistas que possuem os melhores sistemas de gestão, avaliados de acordo com os critérios do PNQ -Prêmio Nacional da Qualidade, no que se refere aos métodos, aos resultados obtidos e às perspectivas futuras. Tais critérios consistem em liderança, estratégias e planos, clientes, sociedade, informações e conhecimento, pessoas, processos e resultados. O PPQG - Prêmio Paulista de Qualidade da Gestão, no ciclo 2012, contou com a inscrição de 40 organizações.

Mais de 150 pessoas, entre examinadores e juízes estiveram envolvidas no processo de avaliação, em trabalho voluntário, dedicando horas de intenso labor pelo desenvolvimento empresarial. Em 16 de outubro de 2012, o Batalhão de Manutenção e Suprimento de Aviação do Exército recebeu a citada premiação em solenidade a ser realizada no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo do Estado de São Paulo.

A cerimônia do Prêmio Paulista de Qualidade da Gestão é o ápice do processo de avaliação, com o reconhecimento das organizações do Estado de São Paulo, públicas e privadas que apresentam sistemas de gestão voltados à excelência.

Por se tratar de prêmio oficial do Estado de São Paulo, o público presente é sempre composto por representantes do poder público das três esferas de governo e dos três poderes, empresários, executivos das organizações, colaboradores, estudantes e representantes de organizações voltadas à Qualidade da Gestão, dentre tantos outros convidados. 29

A cerimônia, que contou com mais de 1000 pessoas em sua plateia, teve os seguintes objetivos:

·         Premiação das candidatas que apresentaram melhores resultados no processo de avaliação da gestão, com base nos critérios do Prêmio Nacional de Qualidade.

·         Reconhecimento público de organizações que possuem modelos exemplares de gestão.

·         Visualização do Movimento da Excelência da Gestão no Estado de São Paulo, e de sua importância no cenário empresarial e para o país.

·         Identificação de modelos exemplares de gestão, como práticas de gestão notáveis, por meio de networking, que possam ser transmitidos entre as organizações.

·         Reconhecimento ao trabalho de pessoas voluntárias que se dedicam à avaliação da gestão (examinadores e juízes).

·         Incentivo às organizações sediadas no Estado de SP para aderirem ao movimento para a excelência da Gestão, em âmbito público e privado.

Homenagem a Alberto Santos Dumont

 

brasileiro Alberto Santos-Dumont era fascinado por máquinas. Em 1891, visitando Paris a companhia de seu pai, o engenheiro Henrique Dumont, teve contato com os primeiros motores a explosão interna. Assim que se estabeleceu em Paris, Santos-Dumont passou a se interessar pelo automobilismo, tendo sido o primeiro a trazer um automóvel para o Brasil, que rodou por São Paulo. Em 1897 fez seus primeiros voos como passageiro de balão livre em Paris e, no ano seguinte, projetou seu próprio balão, o Brésil (Brasil, em francês). Santos Dumont criou uma série de modelos de dirigíveis, alguns voando com sucesso e outros não. Os feitos de aviação de Santos Dumont em Paris tornaram-no famoso, tendo sido alvo dos jornalistas, e mesmo de notícias sensacionalistas baseadas em seus hábitos extravagantes.

Após ter sido o primeiro homem a provar a dirigibilidade dos balões, quando conquistou o “Prêmio Deutsch de La Meurthe” com o seu balão dirigível nº 6, tendo percorrido, em menos de 30 minutos, um itinerário preestabelecido que incluía a circunavegação da Torre Eiffel, Santos Dumont passou a se dedicar à aviação.30

Em 29 de Junho de 1903Aída de Acosta pilotou o dirigível n.º 9 de Santos Dumont. Tornou-se assim, a primeira mulher a pilotar uma aeronave. 31

Em 23 de outubro de 1906, Santos Dumont realizou um voo público em Paris, em seu famoso avião 14-Bis. Esta aeronave percorreu uma distância de 221 metros.

O 14-Bis, ao contrário do Flyer dos irmãos Wright, não precisava de trilhos, catapultas ou ventos contrários para alçar voo, bem como teve muita cobertura da imprensa, de aviadores e de cronometristas do Aeroclube da França, e é por isso que este voo é considerado por vários especialistas em aviação como o primeiro voo bem sucedido de um avião. Quando este voo foi realizado, o pouco conhecimento e o descrédito dado aos voos dos tais irmãos Wright pela mídia internacional e pelos norte-americanos, fizeram com que o 14-Bis de Santos Dumont fosse considerado então pela mídia europeia e norte-americana como o primeiro avião a decolar por meios próprios. Afinal, o 14-Bis foi o primeiro avião a ter seu voo homologado por uma instituição pública aeronáutica, o Aeroclube da França. 32

Santos Dumont, após o 14-Bis, inventaria o primeiro ultraleve, o Demoiselle, a última aeronave desenvolvida por ele. Este, além disso, realizaria também importantes avanços na controlabilidade de aviões, como o uso efetivo de ailerons em suas aeronaves, por exemplo.

Hino dos Aviadores & Canção do B Mnt Sup Av Ex


Hino dos Aviadores

Canção do B Mnt Sup Av Ex

Letra & Música: Cap Armando Serra de Menezes

Letra: & Música: Cel R/1 Attilio Paulo Ferraro & Cb Mus Nilton Marques da Silva

Vamos filhos altivos dos ares.

Nosso voo ousado alçar.

Sobre campos, cidades e mares.

Vamos nuvens e céus enfrentar.

 

D´astro rei desafiamos os cismos.

Bandeirantes audazes do azul.

Às estrelas de noite subimos.

Para orar ao Cruzeiro do Sul.

 

[ Contato, companheiros ! Ao vento sobranceiros.

Lancemos o roncar. Da hélice a girar. ] Refrão

 

Mas se explode o corisco no espaço.

Ou a metralha na guerra rugir.

Cavaleiros do século do aço.

Não nos faz o perigo fugir.

 

Não importa a tocaia da morte.

Pois que a pátria dos céus o altar.

Sempre erguemos de ânimo forte.

O holocausto da vida a voar.

 

[ Contato, companheiros ! Ao vento sobranceiros.

Lancemos o roncar. Da hélice a girar. ] Refrão

Levantai-vos, heróis da Aviação.

Vibrai peitos arfantes a cantar.

A saga deste bravo Batalhão.

Dia e noite, o Exercito a orgulhar.

 

[ Gente dos ares! Gente dos ares! Abra caminho, que vai passar. O guardião da Aviação. Dragão alado, forte a desfilar. ] Refrão

 

Companhias de gente sublimada.

Nos trabalhos, nas nossas inspeções.

Nos engenhos, ou mesmo na espada.

Somos exemplo de forte união.

 

[ Gente dos ares! Gente dos ares! Abra caminho, que vai passar. O guardião da Aviação. Dragão alado, forte a desfilar. ] Refrão

 

Manutenindo e suprindo aeronaves.

Com as mãos e os corações vamos tocar.

Nossas naves, tal águias altaneiras.

Vão poder, pelo Brasil, sobrevoar.

 

[ Gente dos ares! Gente dos ares! Abra caminho, que vai passar. O guardião da Aviação. Dragão alado, forte a desfilar. ] Refrão

Normas aplicáveis ao Projeto 32

Normas do Departamento Nacional de Estradas e Rodagens (DNER)

·         DNER - EM 368-00 - Tinta à base de resina acrílica para sinalização rodoviária horizontal.

·         DNER - EM 369-97 - Emulsões asfálticas catiônicas - Especificação de material.

·         DNER - EM 371-00 - Tinta à base de resina aquídica-borracha clorada ou copolímero estireno-acrilato e-ou estireno-butadieno para sinalização rodoviária horizontal.

·         DNER - EM 373-00 - Microesferas de vidro para sinalização viária.

·         DNER - ME 004-94 - Material asfáltico - determinação da viscosidade “Saybolt-Furol” a alta temperatura - Método de ensaio.

·         DNER - ME 004-94 - Material Betuminoso - Determinação da viscosidade Saybolt-Furol a alta temperatura - Método da película delgada - Método de ensaio.

·         DNER - ME 005-94 - Emulsão asfáltica - Determinação da peneiração - Método de ensaio.

·         DNER - ME 006-00 - Emulsões asfálticas - Determinação da sedimentação - Método de ensaio.

·         DNER - ME 012-94 - Asfalto diluído - Destilação - Método de ensaio.

·         DNER - ME 043-95 - Misturas asfálticas à quente - Ensaio Marshall - Método de ensaio.

·         DNER - ME 049-94 - Solos - Determinação do índice de suporte Califórnia utilizando amostras não trabalhadas - Método de ensaio.

·         DNER - ME 052-94 - Solos e agregados miúdos - Determinação da umidade com emprego do “Speedy” - Método de ensaio.

·         DNER - ME 053-94 - Misturas asfálticas - percentagem de betume - Método de ensaio.

·         DNER - ME 054-97 - Equivalente de areia - Método de ensaio.

·         DNER - ME 078-94 - Agregado graúdo - Adesividade a ligante betuminoso - Método de ensaio.

·         DNER - ME 079-94 - Agregado miúdo - Adesividade a ligante betuminoso - Método de ensaio.

·         DNER - ME 080-94 - Solos - Análise granulométrica por peneiramento - Método de ensaio.

·         DNER - ME 082-94 - Solos - Determinação do limite de plasticidade - Método de ensaio.

·         DNER - ME 083-98 - Agregados - Análise granulométrica - Método de ensaio.

·         DNER - ME 086-94 - Agregados - Determinação de índice de forma - Método de ensaio.

·         DNER - ME 089-94 - Agregados - Avaliação da durabilidade pelo emprego de solução de sulfato de sódio ou de magnésio - Método de ensaio.

·         DNER - ME 092-94 - Solo - Determinação da massa específica aparente “in situ”, com emprego do frasco de areia - Método de ensaio.

·         DNER - ME 122-94 - Solos - Determinação do limite de liquidez - Método de referência e método expedito - Método de ensaio.

·         DNER - ME 129-94 - Solos - Compactação utilizando amostras não trabalhadas - Método de ensaio.

·         DNER - ME 148-94 - Material betuminoso - Determinação dos pontos de fulgor e de combustão (vaso aberto Cleveland) - Método de ensaio.

·         DNER - ME 151-94 - Asfaltos - Determinação da viscosidade cinemática - Método de ensaio.

·         DNER - ME 160-2012 - Solos - Determinação da expansibilidade - Método de ensaio.

·         DNER - PRO 132-94 - Inspeção visual de embalagens de microesferas de vidroretrorrefletivas.

·         DNER - PRO 231-94 - Inspeção visual de recipientes com tinta para demarcação viária.

·         DNER - ME 035-98 - Agregados - Determinação da abrasão “Los Angeles” - Método de ensaio.

Normas do Departamento Nacional de Infra-estruturas e Transportes (DNIT)

·         DNIT 139-2010 - Pavimentação - Sub-base estabilizada granulometricamente - Especificação de serviço.

·         DNIT 145-2010 - Pavimentação - Pintura de ligação com ligante asfáltico convencional - Especificação de material.

·         DNIT 136-2010 - Misturas asfálticas - Determinação da resistência à tração por compressão diametral - Método de ensaio.

·         DNIT 156-2011 - Emulsão asfáltica - Determinação da carga de partícula - Método de ensaio.

·         DNIT 031-2006 - ES - Pavimentos Flexíveis - Concreto Asfáltico - Especificação de serviço.

·         DNIT 106-2009 - ES - Terraplenagem - Cortes.

·         DNIT 107-2009 - ES - Terraplenagem - Empréstimos

·         DNIT 108-2009 - ES - Terraplenagem - Aterros.

·         DNIT 144-2012 - ES - Pavimentação asfáltica - Imprimação com ligante asfáltco convenciona - Especificação de serviço.

Normas da Federal Aviation Administration (FAA)

·          AC-150-5345-47 - Isolation Transformer for Airport Lighting Systems.

·         AC-150-5345-26C - Specification for L-823 Plug and Receptacle, Cable, Conectors.

·         AC-150-5345-10E - Specification for Constant Current Regulators.

Normas da Internacional Standard (ISO)

·         ISO 7183 - First Edition 1986 - 03 - 15 Compressed air dryers - Specifications and testing.

·         ISO 8573 - First Edition 1991 - 12 - 15 Compressed air for general use.

Normas da Associação Brasileira de Normas Técnica (ABNT)

·         NBR 10067-1995 - Princípios Gerais de Representação em Desenho Técnico.

·         NBR 10068-1987 - Folha de desenho - layout e dimensões

·         NBR 10126-1998 - Cotagem em desenho técnico

·         NBR 10636-1989 - Paredes divisórias sem função estrutural - determinação da resistência ao fogo.

·         NBR 10897-2008 - Sistemas de proteção contra incêndio por chuveiros automáticos - Requisitos.

·         NBR 11341-2008 - Derivados de petróleo - Determinação dos pontos de fulgor e de combustão em vaso aberto Cleveland.

·         NBR 11673-1990 - Divisórias leves internas moduladas - perfis metálicos.

·         NBR 11674-1990 - Divisórias leves internas moduladas - determinação das dimensões e do desvio de esquadro dos painéis.

·         NBR 11675-1990 - Divisórias leves internas moduladas - verificação da resistência a impactos.

·         NBR 11676-1990 - Divisórias leves internas moduladas - verificação do comportamento dos painéis sob ação da água, do calor e da umidade.

·         NBR 11677-1990 - Divisórias leves internas moduladas - determinação da isolação sonora.

·         NBR 11678-1990 - Divisórias leves internas moduladas - Verificação do comportamento sob ação de cargas provenientes de peças suspensas - Método de ensaio.

·         NBR 11679-1990 - Divisórias leves internas moduladas - Verificação da estanqueidade à água proveniente de lavagem de piso - Método de ensaio.

·         NBR 11680-1990 - Divisórias leves internas moduladas - Determinação da resistência à compressão excêntrica - Método de ensaio.

·         NBR 11681-1990 - Divisórias leves internas moduladas - Procedimento.

·         NBR 11684-1990 - Divisórias leves internas moduladas - Simbologia.

·         NBR 11685-1990 - Divisórias leves internas moduladas - Terminologia.

·         NBR 11720-2010 - Conexões para união de tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar - Requisitos.

·         NBR 11804-1991 - Materiais para sub-base ou base de pavimentos estabilizados granulometricamente - Especificação.

·         NBR 11806-1991 - Materiais para sub-base ou base de brita graduada - Especificação.

·         NBR 11862-1992 - Tinta para sinalização horizontal à base de resina acrílica - Especificação.

·         NBR 12052-1992 - Solo ou agregado miúdo - Determinação do equivalente de areia - Método de ensaio.

·         NBR 12263-1991 - Execução de sub-base ou base estabilizada granulometricamente - Procedimento.

·         NBR 12264-1991 - Sub-base ou base de brita graduada - Procedimento.

·         NBR 12583-1992 - Agregado graúdo - Verificação a adesividade a ligante betuminoso - Método de ensaio.

·         NBR 12654-2000 - Controle tecnológico de materiais componentes do concreto - Procedimento.

·         NBR 12655-2006 - Concreto de cimento Portland - Preparo, controle e recebimento - Procedimento.

·         NBR 12891-1993 - Dosagem de misturas betuminosas pelo Método Marshall - Método de ensaio

·         NBR 12935-1993 - Tintas com resina livre para sinalização horizontal viária - Especificação.

·         NBR 12948-1993 - Materiais para Concreto Betuminoso Usinado à Quente.

·         NBR 12949-1993 - Concreto Betuminosos Usinado à Quente.

·         NBR 12950-1993 - Execução de imprimação impermeabilização - Procedimento.

·         NBR 13103-2011 - Instalação de aparelhos a gás para uso residencial - Requisitos.

·         NBR 13127-2009 - Medidor de gás tipo diafragma, para instalações residenciais - Especificação.

·         NBR 13206-2010 - Tubo de cobre leve, médio e pesado, sem costura, para condução de fluidos - Requisitos.

·         NBR 13699-1996 - Sinalização horizontal viária - Tinta à base de resina acrílica emulsionada em água - Requisitos e método de ensaio.

·         NBR 13714-2000 - Sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio.

·         NBR 14281-1999 - Sinalização horizontal viária - Esferas de vidro.

·         NBR 14323-1999 - Dimensionamento de Estruturas de Aço de Edifícios em Situação de Incêndio - Procedimentos.

·         NBR 14376-2007 - Emulsões asfálticas - Determinação do resíduo asfáltico por evaporação - Método expedito.

·         NBR 14393-2006 - Emulsões asfálticas - Determinação da peneiração.

·         NBR 14491-2007 - Emulsões asfálticas - Determinação da viscosidade Saybolt-Furol.

·         NBR 14715-2010 - Chapas de gesso para drywall.

·         NBR 14723-2005 - Sinalização horizontal viária - Avaliação de retrorrefletividade.

·         NBR 14756-2001 - Materiais betuminosos - Determinação da viscosidade cinemática.

·         NBR 14762-2010 - Dimensionamento de Estruturas de Aço Constituídas por Perfis Formados a Frio.

·         NBR 14856-2002 - Asfaltos diluídos - Ensaio de destilação.

·         NBR 14950-2003 - Materiais Betuminosos - Determinação da viscosidade Saybolt-Furol - Método de ensaio.

·         NBR 15087-2004 - Misturas asfálticas - Determinação da resistência à tração por compressão diametral - Método de ensaio.

·         NBR 15112-2004 - Resíduos da Construção Civil e Resíduos Volumosos - Área de transbordo e Triagem - Diretrizes para Projeto, implantação e Operação.

·         NBR 15113-2004 - Resíduos Sólidos da construção Civil e Resíduos inertes - Aterros - Diretrizes para Projeto, implantação e Operação.

·         NBR 15114-2004 - Resíduos Sólidos da construção civil - Áreas de reciclagem - Diretrizes para Projeto, Implantação e Operação.

·         NBR 15115-2004 - Agregados reciclados de resíduos Sólidos da Construção Civil - Execução de camadas de pavimentação - Procedimentos. e

·         NBR 15116-2004 - Agregados Reciclados de Resíduos Sólidos da construção Civil - Utilização em Pavimentação e Preparo de Concreto sem função Estrutural - Requisitos.

·         NBR 15199-2005 - Sinalização horizontal viária - Microesferas de vidro.

·         NBR 15217-2009 - Perfis de aço para sistemas construtivos em chapas de gesso para "drywall" - Requisitos e métodos de ensaio.

·         NBR 15405-2006 - Sinalização horizontal viária - Tintas - Procedimentos para execução da demarcação e avaliação.

·         NBR 15438-2006 - Sinalização horizontal viária - Tintas - Método de ensaio.

·         NBR 15526-2012 - Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais - Projeto e execução.

·         NBR 5.884-2005 - Perfil I estrutural de aço soldado por arco elétrico - Requisitos gerais.

·         NBR 5580-2007 - Tubos de Aço Carbono para Usos Comuns na Condução de Fluídos - Especificação.

·         NBR 5590-1995 - Tubos de aço-carbono com ou sem costura, pretos ou galvanizados por imersão a quente, para condução de fluidos.

·         NBR 5626-1998 - Instalações Prediais de Água Fria - Procedimento.

·         NBR 5645-1991 - Tubo cerâmico para Canalizações - Especificações.

·         NBR 5648-2010 - Tubo e conexões de PVC-U com junta soldável para sistemas prediais de água fria - Especificação.

·         NBR 5681-1980 - Controle Tecnológico da Execução de Aterros e Obras de Edificações.

·         NBR 5688-2010 - Tubos e conexões de PVC-U para sistemas prediais de água pluvial, esgoto sanitário e ventilação - Requisitos.

·         NBR 5738-2008 - Moldagem e Cura de Corpos de Prova Cilíndricos ou Prismáticos de concreto.

·         NBR 5739-2007 - Concreto - Ensaios de compressão de corpos-de-prova cilíndricos.

·         NBR 5741-1993 - Extração e Preparação de Amostras - Cimento Portland.

·         NBR 5765-2004 - Asfaltos diluídos - Determinação do ponto de fulgor - Vaso aberto Tag.

·         NBR 5847-2001 - Material betuminoso - Determinação da viscosidade absoluta - Método de ensaio.

·         NBR 6.120-2000 - Cargas para cálculo de estruturas de edificações.

·         NBR 6.123-1990 - Forças devidas ao vento em edificações.

·         NBR 6.355-2012 - Perfis estruturais de aço formados a frio - Padronização.

·         NBR 6.657-1981 - Perfil I estrutural de aço soldado por arco elétrico - Requisitos gerais - Especificação.

·         NBR 6118-2007 - Projeto de estruturas de concreto - Procedimento.

·         NBR 6123-1990 - Forças devidas ao vento em edificações.

·         NBR 6321-2011 - Tubos de aço-carbono sem solda longitudinal, para serviços em altas temperaturas.

·         NBR 6323-2007 - Galvanização de produtos de aço ou ferro fundido - Especificação.

·         NBR 6457-1986 - Amostras de solo - Preparação para ensaios de compactação e ensaios de caracterização.

·         NBR 6459-1984 - Solo - Determinação do limite de liquidez.

·         NBR 6467-2009 - Determinação do Inchamento de Agregados Miúdos para Concreto.

·         NBR 6484-2001 - Execução de sondagens de simples reconhecimento dos solos (metodologia).

·         NBR 6502-1995 - Rochas e solos (terminologia).

·         NBR 6567-2009 - Emulsões asfálticas - Determinação da carga de partícula.

·         NBR 6570-2010 - Emulsões asfálticas - Determinação da sedimentação.

·         NBR 6831-2001 - Sinalização horizontal viária - Microesferas de vidro - Requisitos.

·         NBR 6925-1995 - Conexão de ferro fundido maleável, de classes 150 e 300, com rosca NPT para tubulação.

·         NBR 6943-2000 - Conexões de Ferro Fundido, Maleável, com Rosca NBR NM-ISO 7-1, para Tubulações - Padronização.

·         NBR 7008-2012 - Chapas e bobinas de aço revestidas com zinco ou liga zinco-ferro pelo processo contínuo de imersão a quente.

·         NBR 7180-1988 - Solo - Determinação do limite de plasticidade.

·         NBR 7181-1988 - Solo - Análise Granulométrica - Método de ensaio.

·         NBR 7182-1988 - Solo - Ensaio de compactação.

·         NBR 7185-1988 - Solo - Determinação da massa específica aparente “in situ”, com emprego do frasco de areia

·         NBR 7190-1997 - Cálculo e Execução de Estruturas de Madeira.

·         NBR 7211-2009 - Agregados para Concreto.

·         NBR 7212-2012 - Execução de Concreto Dosado em Central.

·         NBR 7215-1997 - Cimento Portland - Determinação da Resistência à Compressão.

·         NBR 7218-2010 - Determinação do Teor de Argila em Torrões nos Agregados.

·         NBR 7221-2012 - Agregado - Índice de desempenho de agregado miúdo contendo impurezas orgânicas - Método de ensaio.

·         NBR 7229-1997 - Projeto, Construção e Operação de Sistemas de Tanques Sépticos.

·         NBR 7362-2007 - Tubo de PVC Rígido com Junta Elástica, Coletor de Esgoto - Especificação.

·         NBR 7396-2011 - Material para sinalização viária.

·         NBR 7397-2007 - Produto de aço ou ferro fundido revestido por imersão a quente - Determinação da massa do revestimento por unidade de área.

·         NBR 7398-2009 - Produto de aço ou ferro fundido revestido por imersão a quente - Verificação da aderência do revestimento.

·         NBR 7400-2009 - Produto de aço ou ferro fundido revestido por imersão a quente - Verificação da uniformidade do revestimento.

·         NBR 7480-2007 - Aço destinado a armaduras para estruturas de concreto armado - Especificação.

·         NBR 7809-2008 - Agregado graúdo - Determinação de índice de forma pelo método do paquímetro - Método de ensaio.

·         NBR 8.800-2008 - Cálculo e execução de estrutura de aço.

·         NBR 8036-1983 - Programação de sondagens de simples reconhecimento dos solos para fundações de edifícios.

·         NBR 8044-1983 - Projeto geotécnico.

·         NBR 8160-1999 - Instalações Prediais de Esgotos Sanitários.

·         NBR 8161-1983 - Tubos e Conexões de Ferro Fundido, para Esgoto e Ventilação - Formatos e dimensões - Padronização.

·         NBR 8169-2011 - Aeroportos - Tinta à base de resina acrílica estirenada.

·         NBR 8196-1999 - Emprego de escalas em desenho técnico

·         NBR 8349 - Inspeção, Fiscalização e Avaliação da Sinalização Horizontal em Aeroportos - Procedimento.

·         NBR 8800-2008 - Projeto de Estruturas de Aço e de Estruturas Mistas de Aço e Concreto de Edifícios.

·         NBR 9603-1986 - Sondagem a trado.

·         NBR 9604-1986 - Abertura de poço e trincheira de inspeção em solo, com retirada de amostras deformadas e indeformadas.

·         NBR 9689-2006 - Solução e emulsão asfálticas empregadas como material de imprimação na impermeabilização.

·         NBR 9820-1997 - Coleta de amostras indeformadas de solo em furos de sondagem.

·         NBR 9895-1987 - Solo - Índice de suporte Califórnia - Método de ensaio.

·         NBR NM 10-2012 - Análise Química do Cimento Portland.

·         NBR NM 248-2003 - Determinação da Composição Granulométrica dos Agregados.

·         NBR NM 26-2009 - Amostragem de Agregados.

·         NBR NM 33-1998 - Amostragem de Concreto Fresco.

·         NBR NM 51-2001 - Agregado graúdo - Determinação da Abrasão “Los Angeles” - Método de ensaio.

·         NBR NM 67-2008 - Consistência do Concreto - Abatimento de Tronco de Cone.

·         NBR-14285-1999 - Perfil de PVC rígido para forros - Requisitos.

·         NBR-14286-1999 - Perfil de PVC rígido para forros - determinação da estabilidade de aspecto ao calor.

·         NBR-14287-1999 - Perfil de PVC rígido para forros - determinação de estabilidade dimensional.

·         NBR-14288-1999 - Perfil de PVC rígido para forros - determinação da massa específica.

·         NBR-14289-1999 - Perfil de PVC rígido para forros - determinação da resistência ao impacto.

·         NBR-14290-1999 - Perfil de PVC rígido para forros - determinação da planicidade.

·         NBR-14291-1999 - Perfil de PVC rígido para forros - determinação da estabilidade ao intemperismo provocado artificialmente.

·         NBR-14292-1999 - Perfil de PVC rígido para forros - determinação da massa linear.

·         NBR-14293-1999 - Perfil de PVC rígido para forros - verificação do aspecto visual.

·         NBR-14294-1999 - Perfil de PVC rígido para forros - determ. do desvio de linearidade.

·         NBR-14295-1999 - Perfil de PVC rígido para forros - determ. do teor de cinzas.

·         NBR-14371-1999 - Forros de PVC rígido para instalação em obra - Procedimento.

·         NBR-8348 da ABNT - Execução da Sinalização Horizontal de Pistas e Pátios em Aeroportos - Procedimento.

Outras normas internacionais

·         AISC - Specification for the design, fabrication and erection of structural steel for buildings.

·         AISC - American Institute of Steel Construction.

·         AISI - Cold Formed Steel Design Manual.

·         AISI - American Iron and Steel Institute.

·         ASTM - American Society for Testing and Materials.

·         ASTM A-234 - Piping Fittings of Wrought Carbon Steel and Alloy Steel for

·         ASTM A-307 - Parafusos galvanizados para ligações secundárias.

·         ASTM A-325 - Parafusos galvanizados para ligações principais.

·         ASTM A-36 - Perfis redondos e chumbadores.

·         ASTM C423-00 - Sound Absorption and Sound Absorption Coefficients by the Reverberation Room Method.

·         ASTM E 1414-06 - Airborne Sound Attenuation Between Rooms Sharing a Common Ceiling Plenum.

·         ASTM E 1477 - Luminous Reflectance Factor of Acoustical Materials by Use of Integrating Sphere Reflectometers.

·         AWS - American Welding Society.

·         AWS - Structural Welding Code - AWS - Dl.1.

Ver também

·         Ministério da Defesa (Brasil)

·         Exército Brasileiro

·         Aviação do Exército Brasileiro

·         Planejamento de projeto

·         Processos da gerência de projetos

·         PMI

·         PMBOK

·         SCRUM

·         ISO 10006: 1997, Quality Management - Guidelines to quality in project management

Referências

1.     Ir para cima Comando de Aviação do Exército, disponível em:http://www.cavex.eb.mil.br/organizacao.html, (2014)

2.     Ir para cima Escola Brasileira de Aviação no Campo dos Afonsos, disponível em:http://www.cavex.eb.mil.br/historico.html, (2014)

3.     Ir para cima O Avião na Campanha do Contestado, disponível em: http://www.reservaer.com.br/est-militares/aviao-contestado.html, (2014)

4.     Ir para cima Histórico do Aeroclube do Brasil, disponível em:http://www.aeroclubedobrasil.com.br/quem-somos, (2014)

5.     Ir para cima Missão Militar Francesa, disponível em:http://www.funceb.org.br/images/revista/17_4p2s.pdf, (2014)

6.     Ir para cima Primeira Unidade Aérea da Aviação Militar. Disponível em:http://www.defesaaereanaval.com.br/?p=12915, (2014)

7.     Ir para cima Revista Verde Oliva, disponível em http://www.eb.mil.br/web/revista-verde-oliva/edicoes-anteriores (2013)

8.     Ir para cima Comissão de Criação da Aviação de Exército. Disponível em:https://docs.google.com/file/d/0Bz4pjVGtvAWdV1hiUGUtd3VUVjQ/edit?usp=docslist_api (2014)

9.     Ir para cima Manual de Logística, disponível em http://www.cdoutex.eb.mil.br/index.php/produtos-doutrinarios/novos-manuais/logistica (2014)

10. Ir para cima Manual de Doutrina Militar Terrestre, disponível emhttp://www.cdoutex.eb.mil.br/index.php/produtos-doutrinarios/novos-manuais/doutrina-militar-terrestre (2014)

11. Ir para cima Site do B Mnt Sup Av Ex, disponível em Portal do CAvEx -http://www.cavex.eb.mil.br/btlmnt.html

12. Ir para cima Video da Maquete Digital do Projeto 32. Disponível em:https://docs.google.com/file/d/0Bz4pjVGtvAWdSlZ0d0tWeUJGSDA/edit?usp=docslist_api (2014)

13. Ir para cima Concorrência Nº 1/2013 Construção de Hangar em Estrutura Metálica para atender ao recebimento das Aeronaves EC725 JAGUAR no âmbito do Comando de Aviação do Exército, disponível em:http://www.comprasnet.gov.br/ConsultaLicitacoes/download/download_editais_detalhe.asp?coduasg=160491&modprp=3&numprp=12013 (2013)

14. Ir para cima Informativo "Aguia" do Comando de Aviação do Exército - disponível em:http://www.cavex.eb.mil.br/publicacoes.html

15. Ir para cima ComprasNet, disponível em:http://www.comprasnet.gov.br/ConsultaLicitacoes/download/download_editais_detalhe.asp?coduasg=160491&modprp=3&numprp=12013 (2013)

16. Ir para cima Revista Forças Terrestres (2013) - disponível em:http://www.forte.jor.br/2013/07/22/exercito-amplia-instalacoes-da-avex-para-receber-ec725

17. Ir para cima Especificações Técnicas do Projeto 32. Disponível em:https://docs.google.com/file/d/0Bz4pjVGtvAWdWmFMYzRtWDkzNVk/edit?usp=docslist_api (2014)

18. Ir para cima Sistemas de Pintura Down-Draft. Disponível em:http://www.dmcbrasil.com.br/equipamentos-dmc/galeria_veiculos_twister.php (2014)

19. Ir para cima Especificações Técnicas. Disponível em:https://docs.google.com/file/d/0Bz4pjVGtvAWdWmFMYzRtWDkzNVk/edit?usp=docslist_api (2014)

20. Ir para cima Informações Técnicas do Projeto. Disponível em:https://docs.google.com/file/d/0Bz4pjVGtvAWdWmFMYzRtWDkzNVk/edit?usp=docslist_api (2014)

21. Ir para cima Pórticos Rolantes. Disponível em:http://www.croaciamc.com.br/produtos_novos/porticocma (2014)

22. Ir para cima Estatuto da ABNT, disponível em: http://www.abnt.org.br/IMAGENS/Estatuto.pdf(2013)

23. Ir para cima Tomadas especiais com bloqueio mecânico para GPU. Disponível em:http://www.steck.com.br/wp-content/uploads/2013/12/Tomada-Bloqueio-Mecanico-Surelock.pdf (2014)

24. Ir para cima Grupo Gerador Diesel, potência de 320 KVA, 220/127V/60Hz, Disponível em:http://www.stemac.com.br/pt/produtos/Documents/Lamina%20Comercial%20-%20Carenados%20e%20Silenciados.pdf (2014)

25. Ir para cima Redes de Ar Comprimido em Alumínio. Disponível em:http://www.jotaflex.com.br/publicas/arquivos/download.php?file=304f30a6114abf2fecde7a572a9bd5761Jotaflex%20tubos%20de%20aluminio%20e%20conexoes%20-%20Parker%20Transair.pdf (2014)

26. Ir para cima Paredes DRYWALL. Disponível em:http://issuu.com/celeirobmd/docs/apostila_paredes (2014)

27. Ir para cima Pinturas Epóxi do piso do Hangar. Disponível em:http://www.masterpoxy.com.br/joomla/piso-espatulado (2014)

28. Ir para cima PPQG Organizações Premiadas de 2012, disponível em:http://www.ipeg.org.br/pdf/referencia.pdf (2012)

29. Ir para cima Sistema de Excelência - Exército Brasileiro, 2012, disponível em:http://www.portalpeg.eb.mil.br/index.php/noticias/1/737-bmntsupavex-conquista-premio-paulista-de-qualidade-da-gestao-ppqg2012-prata.html

30. Ir para cima Santos Dumont Rounds Eiffel Tower, New York Times, 20 Out 1901, disponível em:http://query.nytimes.com/mem/archive-free/pdf?_r=1&res=9B00E3DF1430E033A25753C2A9669D946097D6CF

31. Ir para cima Aida de Acosta, The First Woman to Fly a Powered Airship. Disponível em:http://www.airpower.au.af.mil/apjinternational/apj-s/2004/3trimes04/acostaeng.htm

32. Ir para cima Aéro-Club de France et la toute jeune Fédération Aéronautique Internationale (FAI). Disponível em: http://www.aeroclub.com/100-ans-histoire/centenaires/vol-du-14bis/3, (2014)

Ligações externas

·         Página do Comando de Aviação do Exército

·         Video da Maquete Digital do Projeto 32 - https://docs.google.com/file/d/0Bz4pjVGtv

 





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