Association des professeurs de langues romanes

CHÈRES LECTRICES, CHERS LECTEURS,
NOUS DÉMÉNAGEONS. 
NOTRE NOUVELLE ADRESSE SERA, DÉSORMAIS :







 
Société des Langues Néo-LatinesSiège social : Office national des universités 96 Bd. Raspail. Paris VI

Thématique des migrations et de la transculturation 
à la fin du XXe siècle et au début du nôtre


Appel à contributions


Mélanges offerts au Professeur Christophe Gonzalez

Pour le troisième numéro de la Revue Reflexos, les membres du comité éditorial souhaitent rendre hommage à leur collègue lusiste Christophe Gonzalez, professeur des Universités à l’UT2J, à l’occasion de son départ à la retraite, en lui offrant, selon une tradition universitaire ancienne, un volume spécial aux formats numérique et papier. Après une carrière dans l’enseignement secondaire entre 1974 et 1987 en tant que certifié puis agrégé de portugais, Christophe Gonzalez occupa  dans notre Université le poste de Maître de conférences (1988-1999) et à partir de 1999 celui de Professeur des Universités. Parallèlement à ses charges d’enseignement, il participa à de nombreux jurys de concours de recrutement, assurant notamment la présidence du CAPES de Portugais en 2008 et la vice-présidence de l’Agrégation entre 2002 et 2005. Ses recherches ont porté sur la destinée de la Comédia au Portugal à l’époque où celui-ci faisait partie de la Couronne espagnole (1580-1640) et produisait un théâtre en langue espagnole très semblable à celui qui avait cours dans l’Espagne du Siècle d’or. Dans le cadre de sa thèse de Doctorat intitulée Le dramaturge Jacinto Cordeiro et son temps, sous la direction de monsieur le Professeur Claude-Henri Frèches de l’Université d’Aix- en- Provence, puis au sein du laboratoire FRAMESPA (équipe LESO, puis LEMSO et aujourd’hui CLESO) de l’UT2J), ses analyses mettent l’accent sur la question de la langue et de la culture «castillanes» au Portugal à la période baroque. Les travaux de Christophe Gonzalez portent également sur l’univers du sermon en tant que genre ou sous l’angle de l’hagiographie dans les Sermons du Padre António Vieira et sur la personnalité baroque ibérique par excellence de Francisco Manuel de Melo. Par ailleurs, dans ses recherches sur Luís de Camões, Frei Pantaleão de Aveiro, Césario Verde, Fernando Pessoa, Mário de Sá Carneiro, Soeiro Pereira Gomes, Bernardo Santareno, António Lobo Antunes, Christophe Gonzalez s’est attaché à mettre en lumière l’inévitable rencontre entre le monde intérieur et le monde de l’Histoire. Les thèses qui virent le jour sous sa direction, ou auxquelles il participa en tant que membre du jury, constituent des études abouties sur des auteurs portugais de renom comme Eça de Queiroz, Alves Redol, Carlos de Oliveira, José Saramago ou Agustina Bessa Luís. Il siégea par ailleurs à des jurys de HDR de lusistes reconnus en poste au sein des Universités françaises. Depuis 2005, il occupe les fonctions de président de l’ADEPBA et son engagement au niveau collectif pour le rayonnement de l’enseignement de la langue portugaise et des cultures lusophones dans l’enseignement secondaire français n’est plus à démontrer. Par son enseignement, ses recherches et son action en faveur du portugais, le professeur Christophe Gonzalez a contribué avec exigence à la formation de ses étudiants. À l’image de la richesse de la personnalité et de la diversité de la production critique du dédicataire, ce futur numéro regroupera les contributions rédigées en langue portugaise, française, espagnole ou anglaise portant sur des thématiques du monde lusophone : littérature, civilisation, linguistique et didactique, ou se faisant l’écho des croisements possibles entre lusitanité et hispanité. Les textes devront parvenir avant le 15 avril 2015 (délai de rigueur) à Marc Gruas à l’adresse suivante : marc.gruas@univ-tlse2.fr. Ils seront soumis à une double expertise « en aveugle » effectuée par deux membres du comité scientifique de la revue Reflexos (http://blogs.univ-tlse2.fr/reflexos/comite-scientifique/) Les propositions respecteront obligatoirement la structure suivante : – l’article – exclusivement en format Word respectant scrupuleusement les normes de publication retenues par le comité de rédaction de la revue Reflexos et consultables à l’adresse suivante : http://blogs.univ-tlse2.fr/reflexos/normes-de-publication/ – ne pourra excéder 40 000 caractères ; – un résumé de cinq à dix lignes accompagné de cinq mots-clés – ; le texte de l’article doit être accompagné d’un document Word séparé permettant l’identification de l’auteur ou des auteurs : rappel du titre de la proposition, nom(s), prénom(s), affiliation(s), adresse(s) professionnelle(s) et adresse(s) électronique(s).

Miscelânea oferecida ao Professor Christophe Gonzalez

No âmbito do terceiro número da Revista Reflexos, os membros do Comité Editorial desejam prestar uma homenagem ao seu colega lusitanista Christophe Gonzalez, Professeur des Universités da Universidade de Toulouse Jean Jaurès, por ocasião da sua aposentação, oferecendo-lhe, segundo uma tradição universitária já antiga, um volume especial em formato numérico e em papel. Após uma carreira no ensino secundário entre 1974 e 1987, o Professor Christophe Gonzalez ingressou na nossa Universidade como Maître de conférences (1988-1999) e depois como Professeur des Universités (1999-2014). Paralelamente às suas funções de docência, participou em vários júris de concursos para professores de Português do ensino secundário, tendo ocupado o cargo de presidente do CAPES de Português em 2008 e o de vice-presidente da Agrégation entre 2002 e 2005. As suas investigações dedicaram-se ao destino da Comédia em Portugal numa época em que este país fazia parte da coroa espanhola (158o-1640) e produzia um teatro em língua espanhola em muito semelhante ao que se praticava na Espanha do Século de Ouro.  No âmbito da sua Tese de Doutoramento intitulada Le dramaturge Jacinto Cordeiro et son temps, sob a orientação do Professor Claude-Henri Frèches da Universidade de Aix- en- Provence, e depois como membro do Centro de Investigações FRAMESPA (LESO, depois LEMSO e actualmente CLESO da Universidade Toulouse Jean Jaurès), as suas análises realçam a questão da língua e da cultura «castelhanas» em Portugal no período barroco. Os trabalhos de Christophe Gonzalez incidem igualmente no universo do Sermão enquanto género ou sob a perspectiva da hagiografia nos Sermões do Padre António Vieira e na personalidade ibérica, barroca por excelência, de Francisco Manuel de Melo. Além disso, nas suas pesquisas sobre Luís de Camões, Frei Pantaleão de Aveiro, Césario Verde, Fernando Pessoa, Mário de Sá Carneiro, Soeiro Pereira Gomes, Bernardo Santareno, António Lobo Antunes, o Professor Christophe Gonzalez deu a maior importância ao imprescindível encontro entre o mundo interior e o mundo da História. As teses de Doutoramento que foram realizadas sob a sua orientação, ou nas quais participou enquanto membro do júri, constituem estudos bem sucedidos sobre autores portugueses famosos como Eça de Queiroz, Alves Redol, Carlos de Oliveira, José Saramago ou Agustina Bessa Luís. Fez igualmente parte dos júris das provas de Agregação de reconhecidos lusitanistas inseridos em Universidades francesas. Desde 2005, o Professor Christophe Gonzalez ocupa as funções de Presidente da Association pour le Développement des Etudes Portugaises, Brésiliennes, d’Afrique et d’Asie Lusophones (ADEPBA) e o seu empenho a nível colectivo a favor da projecção do ensino da língua portuguesa e das culturas lusófonas no ensino secundário francês é indubitavelmente reconhecido por todos. Pelo seu ensino, pelas suas pesquisas e pela sua acção em prol do Português, o Professor Christophe Gonzalez contribuiu com exigência para a formação dos seus alunos. À semelhança da riqueza da personalidade e da diversidade da produção crítica do Professor Gonzalez, o futuro número acolherá artigos redigidos em português, francês, espanhol ou inglês dedicados a temáticas do mundo lusófono : literatura, cultura, linguística e didáctica, ou referenciando-se ao mesmo tempo a cruzamentos possivéis entre lusitanidade e hispanidade. As propostas de artigo deverão ser enviadas antes do dia 15 de Abril de 2015 (pede-se o favor de se respeitar a data-limite) para Marc Gruas marc.gruas@univ-tlse2.fr. As propostas de contributos serão submetidas, sob forma de anonimato, a uma dupla avaliação efectuada por dois membros do Comité Científico da revista Reflexos. Cf. http://blogs.univ-tlse2.fr/reflexos/comite-scientifique/. As propostas de contributos respeitarão a seguinte estrutura: – o texto do artigo exclusivamente em formato Word e respeitando rigorosamente as normas de publicação definidas pelo Comité de Redacção e consultáveis no seguinte endereço: http://blogs.univ-tlse2.fr/reflexos/normes-de-publication/; o texto não pode ultrapassar 40 000 caracteres; – resumo de 5 a 10 linhas; – cinco palavras-chave; – o texto do artigo deve ser acompanhado por um documento em formato Word, em anexo, que permitirá identificar o autor ou os autores e em que constarão as seguintes indicações: título do artigo; apelido(s)/sobrenome(s) e nome(s) do(s) autor(es), instituição/ões, endereço(s) profissional/ais e endereço(s) eletrónico(s) do(s) autor(es).

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N° 371 Décembre 2014



 

Editorial

Concours

Jean-Paul Aubert, « Enfermés dehors ». Essai de topographie de Barrio de Fernando León de Aranoa.

 

Philippe Meunier, El Burlador de Sevilla : une dramaturgie de la répétition ?

 

Caroline Lepage, Et le récit créa l’Histoire - lecture de l’incipit de El otoño del patriarca.

 

Fabrice Parisot, Honneur, patrie vs horreur, paria dans Isla de bobos de Ana García Bergua.

 

Sandra Hernandez, Traite et esclavage dans la Cuba coloniale du XIXe siècle : réalités et représentations.

 

Maria Carrillo, Antigone et la recherche de l’instant.

 

Dorita Nouhaud, J.L. Borges, Ficciones, El hacedor : Une rhétorique de la cécité pour la réfutation de l'espace.

 

Augustin Redondo, Aperçus du texte cervantin dans le miroir de trois pages de titre liées entre elles (Don Quichotte, I, 1605 ; Don Quichotte apocryphe, 1614 ; Don Quichotte, II, 1615).

 

Olivier Biaggini, Les deux morales de l’exemple 1 : dédoublement et duplicité exemplaires dans El conde Lucanor.

 

Anne-Marie Taisne, Médée de Sénèque.

 

Varia

Monique Michaud, La double vie de Mateo Alemán

 

Notes de lecture

 

 



La Société des langues néo-latines soutient


ASSOCIATION  POUR  LE  DEVELOPPEMENT  DES ETUDES

PORTUGAISES, BRESILIENNES, D’AFRIQUE  ET D’ASIE LUSOPHONES

(Déclarée à la Préfecture de police le 11 avril 1973)

Maison des Associations du 14ème Arrondissement

22 rue Deparcieux 75014 Paris

Tel : 0608655023    Site : adepba.fr

                                                                                                          
                                                                                                                                            Paris, le 10 mai 201

M. Christophe GONZALEZ  
Président de l’Association pour le Développement des Études Portugaises,
Brésiliennes, d’Afrique et d’Asie lusophones (ADEPBA)
à 

M. Benoît HAMON
Ministre de l’Éducation Nationale

Objet : concours de recrutement de portugais

 Monsieur le ministre,   

L’ADEPBA se voit obligée, une nouvelle fois, hélas, d’attirer l’attention du Ministère sur la question très préoccupante des concours de recrutement concernant le portugais. Depuis la session 2008 aucun poste n’avait été proposé au CAPES externe jusqu’au recrutement exceptionnel (CAPES 2013-2), d’ailleurs en cours de réalisation, et pour lequel 2 postes seulement ont été dégagés, un nombre tout à fait insuffisant, comme il sera démontré. Certes, un concours réservé a permis de stabiliser quelques collègues contractuels, mais il faut bien voir que le CAPES externe est le seul concours susceptible d’assurer un réel recrutement. Par ailleurs, la dernière session de l’agrégation date de 2010 !

Il n’en reste pas moins que le nombre de vacataires est encore très important, singulièrement dans les Académies de Guyane (59%), de Martinique (23%), de Versailles (18,5%)  ou de Créteil (15%).  Sans perspectives de titularisation, ces enseignants sont condamnés à demeurer dans la précarité. Plus généralement, cette absence de concours internes confronte  les enseignants de portugais à une inégalité de traitement au sein de la fonction publique, dans la mesure où ils ne peuvent bénéficier de promotion par cette voie.

Mais ce simple rappel n’est pas en mesure de décrire les problèmes qu’il implique en partie : par exemple, la difficulté, et souvent l’impossibilité, d’un suivi normal et harmonieux de l’enseignement du portugais entre le primaire (où 14000 élèves étudient le portugais), le collège et le lycée (15000 élèves). Et tous les ans, les enseignants de portugais sont convoqués pour faire passer diverses épreuves (CAP, BEP, BAC professionnel, BAC technologique, BAC général, BTS) de cette langue à des centaines d’élèves qui déclarent n’avoir pu suivre de cours comme ils le souhaitaient.

Mais ce n’est pas tout. Au cours des 3 dernières années, les effectifs de professeurs de portugais ont perdu 24 enseignants alors qu’aucun recrutement n’a eu lieu en 2014. Et les prévisions montrent que 29 enseignants certifiés ou agrégés partiront en retraite entre 2014 et 2016, ce qui représente une nouvelle perte de 20% des professeurs titulaires. En 5 ans, 30% des enseignants de portugais auront été perdus. Alors que, globalement, 26% des enseignants de portugais sont contractuels, ce qui empêche tout projet à long terme, la pénurie de professeurs certifiés et agrégés fait obstacle au développement du portugais dans l’enseignement secondaire. Des décisions d’ouverture de cours sont différées ou annulées par manque d’enseignants disponibles.

En 2015, il est absolument indispensable de recruter un nombre relativement important d’enseignants : la situation décrite montre que 10 postes aux CAPES et 5 à l’agrégation sont absolument indispensables. Dans le cas contraire, c’est l’existence-même de l’enseignement du portugais en France qui est mise en cause.

Y aurait-il une quelconque volonté administrative et politique dans ce sens ?

Les conditions qui sont faites au portugais constituent une anomalie incompréhensible, outre, d’ailleurs, les difficultés que, au plan local, cet enseignement doit affronter du fait de certains chefs d’établissement, les exemples peuvent être nombreux. La situation actuelle est incompréhensible au regard du traitement réservé à d’autres langues. En effet, si toutes les langues sont égales en dignité, elles ne le sont pas dans l’usage et dans leur rôle international. Présent sur quatre continents, le portugais est la 6ème langue la plus parlée dans le monde (250 millions de personnes), et l’une des plus utilisée aussi dans notre propre pays. C’est pourquoi on ne peut comprendre ni accepter l’exclusion de cette langue des concours de recrutement quand d’autres, au moindre rayonnement, nationales ou régionales, continuent de bénéficier d’un traitement qui semble de faveur. Basque, breton, catalan, créole, occitan ont bénéficié ou bénéficient de recrutements plus constants, de même que l’arabe qui, pourtant, n’a que moitié moins d’élèves que le portugais. Et même telles « grandes » langues européennes sont largement servies en postes quand les effectifs de collégiens et lycéens sont parfois en chute libre et qui, parfois, ne survivent que par quelques artifices plus ou moins « obligatoires »…

Ces mêmes conditions sont intolérables face à la réalité de l’enseignement de cette langue et de cette culture, et compte tenu des demandes et des possibilités d’ouverture de postes dans un cadre général d’augmentation des effectifs qui, selon les chiffres officiels, ont cru de 5% par an. C’est ce phénomène qui a conduit à une multiplication par 10 des sections internationales au cours des 10 dernières années (il y a aujourd’hui 20 sections internationales dont 1 brésilienne à Cayenne et 1 nouvelle section brésilienne à la rentrée 2014 à Créteil). Ces exemples montrent que le potentiel existe pour un développement de l’enseignement du portugais, mais il est actuellement en danger et ne saurait bientôt se limiter à ces sections internationales.

Évidemment, cette situation porte atteinte aux Départements de portugais de l’Enseignement supérieur. Ces derniers souffrent dans leur recrutement et dans l’organisation de leur cursus, alors même que le nombre de candidats qui se présentaient aux concours (une centaine au CAPES et une cinquantaine à l’agrégation pour deux postes chaque fois) montrait bien l’existence d’un potentiel permettant des recrutements non seulement en vue d’ouvertures de postes, car les demandes existent,  mais aussi afin de pouvoir renouveler, à court terme, les emplois existants.

Je rappelle encore que le tableau qui vient d’être dressé est un véritable affront aux pays lusophones. La France a signé des accords bilatéraux, courant 2006, avec le Portugal et le Brésil, sur l’enseignement des langues respectives. La partie française voudrait-elle se désengager de ce qui pourrait être l’exemple d’une belle coopération culturelle ?

Enfin, l’ADEPBA entend récuser par avance quelques arguments. Certes, la répartition des cours de portugais n’est pas aussi harmonieuse sur le territoire français que ce qui caractérise l’anglais ou l’espagnol, par exemple, mais cet aspect ne peut constituer une raison valable pour ne pas proposer des postes aux concours : les besoins sont plus ponctuels et des postes ne peuvent s’ouvrir où il en faudrait. Par ailleurs, on ne peut juger de la réalité de cet enseignement en lui appliquant un mode de calcul ridicule qui consiste à additionner tous les élèves de la métropole et de l’outre-mer et de diviser ce nombre par celui des enseignants afin d’obtenir une moyenne qui ne correspond à rien. Enfin, il serait du plus haut comique que de prétendre que l’ouverture de quelques postes pour le portugais, parmi les centaines globalement proposés, aurait une grave incidence sur le devenir financier de notre République, puisque cet argument a parfois été utilisé par vos services…

Dans l’attente d’une décision positive de bon sens qui débouchera sur une prise en compte de notre demande, veuillez recevoir, monsieur le Ministre, l’expression de notre considération respectueuse.


Christophe GONZALEZ
Président de l’ADEPBA


Parution du n°368 de la revue


Théâtre, tendances actuelles dans les pays de langues romanes I

Sommaire, cliquer ici



PROGRAMMES CONCOURS

consulter le programme de l'agrégation externe ici 



COMPTE RENDU DE LA REUNION « FORUM » DU 17 JANVIER 2014




N° 363 COLLOQUE CONCOURS N° 367



- Pour recevoir le numéro 367colloque concours 2012-2013, adresser un chèque de 12,50€ + 3,50€ (16€) de frais de port à M. Maurice Aigoin, La Blichère, 48160 Saint-Julien-des-Points.
- Pour le numéro 363colloque concours 2011, adresser un chèque de 16€ à Mme Raymonde Laborde, adresse ci-dessus, à l'ordre de la Société des Langues Néo-Latines.


La qualification nationale des enseignants-chercheurs

est menacée de suppression

Lire le communiqué



CAPES et formation des enseignants du 2nd degré

Compte-redu de l'entrevue entre le ministère de l'Enseignement supérieur, la SHF et la SLNL



MAQUETTES DES NOUVEAUX CONCOURS

  VOS RÉACTIONS



PÉTITION (Mentions et spécialités de Master)

Nous hébergeons volontiers cette Lettre ouverte écrite par des membres de l’université Lille 3, concernant les mentions et spécialités de Master, que la ministre se propose de faire disparaître en grand nombre, et que vous pouvez soutenir grâce au module ci-contre.

Pour lire et signer la pétition, cliquer ici.



PÉTITION (Épreuves de langues du baccalauréat)

Texte de l'appel

Afin que puissent être levées, au moins en partie, les ambigüités et la confusion qu’ils rencontrent dans les textes officiels régissant les nouvelles épreuves de langues du baccalauréat, ainsi que dans les informations ou instructions qui leur sont transmises oralement, les professeurs de langues soussignés demandent lafourniture d’urgence de sujets zéro pour les épreuves écrites et de compréhension de l’oral, pour chaque langue et chaque série, de LV1 et LV2, sujets accompagnés des grilles d’évaluation critériée correspondantes.

Pour signer la pétition cliquer ici



CALENDRIER

- Numéro de mars 2013 (n°364) : Diversité de l'Espagne, hier et aujourd'hui.

- Numéro de juin 2013 (n° 365) : Littérature brésilienne contemporaine (espaces, transferts et médiations culturels).

- Numéro de septembre 2013 (n° 366) : Monstres et merveilles.

- Numéro de décembre 2013 (n° 367) : Colloques concours 2013-2014.



QUI SOMMES-NOUS ?

La Société des Langues Néo-Latines est née il y a maintenant plus de cent ans. Au cours de toutes ces années, elle a offert aux collègues qui le souhaitaient un espace consacré à la recherche, à l’information, à la réflexion, au débat et surtout, grâce à sa revue dont la qualité lui permet d’être diffusée dans le monde entier, un espace de publication. Elle s’est constamment employée, par ailleurs, à renforcer les liens entre l’enseignement secondaire et l’enseignement supérieur, tâche qu’elle souhaite poursuivre en ayant toujours pour objectif la création et l’excellence.



NOS MISSIONS / COMMENT ADHÉRER ?

La société des Langues Néo-Latines a pour objet :

- De grouper à titre individuel les enseignants et étudiants de langues romanes,
- De diffuser des informations relatives à l'enseignement de ces langues,
- De leur faciliter la préparation aux différents grades ou titres universitaires,
- De les tenir informés des expériences, réflexions et méthodes pédagogiques en cours.

- QUI PEUT ADHÉRER ?

- Les enseignants, les étudiants mais aussi toute personne qui s'intéresse aux travaux de la Société des Langues Néo-Latines.

- COMMENT ADHÉRER ?

En envoyant un bulletin à M. Maurice Aigoin, Trésorier, La Blichère 48160 SAINT-JULIEN-DES-POINTS