EMPRESA: TREINAMENTO NAS EMPRESAS


                    
                                   Todos dizem que não, mas, na prática, suportam a convivência através da velha "Síndrome do Sapo Fervido"! Como consultor empresarial, ouço constantemente a velha "ladainha" de que existem "maus funcionários" e que é preciso treiná-los para melhorar sua performance profissional, com o consequente aumento dos resultados, objetivos e metas da empresa.

                                      Antecipo aos que desejarem saber o que seja a tal "Síndrome do Sapo Fervido" que busquem no Google, pois já disse, exaustivamente, noutras oportunidades sobre a mesma, agora vamos para outra questão. A decisão e atitude de TREINAR FUNCIONÁRIOS é sempre bem-vinda, porém se faz necessário que o intento seja constante, corriqueiro e cotidiano, tal qual "escovar os dentes", pois é muito importante sua repetição. Caso contrário, tudo será em vão...". O hábito faz o monge".

                                        Apesar do treinamento ser bom alvitre, é vital que os executivos que o solicitem estejam na mesma linha de pensamento e raciocínio de serem treinados também ou pelo menos que já estejam no patamar de instrução e educação do que irá ser ministrado aos funcionários em geral, pois é comum as empresas gastarem fábulas em treinamento e seu executivo (líder) estar, infinitamente, distante do que é dito, divulgado e ensinado como: "missão da empresa", ou seja, o líder deve ser o exemplo, sempre!

                                           A grande maioria dos executivos líderes segue a máxima do "Faça o que falo, não faça o que faço", promovendo, na famosíssima frequência da "rádio peão" um gigantesco "O chefe é louco, desmiolado". Logo, não importa o treinamento que seja dado aos funcionários se não estiver inserida a mudança de atitudes do chefe líder.

                                           Via de regra, quem tem mesmo que ser treinado é o líder e muito raramente os funcionários em geral, haja vista que é o líder que tem o dever e a obrigação de transmitir o que aprendeu para sua tropa, aliás, ele só é líder, pois demonstrou competências e talentos para tal. E uma dentre tantas é a liderança, a capacidade de se multiplicar, caso contrário a empresa está, literalmente, jogando dinheiro no lixo, neste mau investimento, pagando salário a um líder limitado, que não aprende e o que é pior, não sabe ensinar e se multiplicar via delegação.

                                              Mas como dito em epígrafe, os executivos, em geral, suportam a convivência com a mediocridade de seus líderes, pois, quase sempre, estão na mesma linha de idiotia e ignorância ou ainda tem o pueril MEDO DE MUDANÇAS na estrutura da empresa e não querem constatar que bem abaixo dele existem pessoas mais competentes para seu cargo e função, promovendo nos mesmos, executivo e líder, medo de perder seus empregos e aí quem perde é a empresa como um todo, pois está eivada de "medíocres" na estrutura organizacional, principalmente nos cargos de liderança.

                                                O dono, coitadinho, acha que o problema é de mercado ou da economia, ledo engano, nem sempre é assim, muitas vezes o que lhe falta é gente competente na liderança e comando com "cérebro de obra" qualificado. Sem isto, dê adeus ao seu negócio. Com o tempo, fenecerá, haja vista que só o circo aceita este tipo para trabalhar e colocá-los todos como "palhaços". Sacou?!

                                                   As empresas que "inovam e mudam" estão sempre na vanguarda dos negócios e são líderes de mercado em seu segmento, não se importando com os concorrentes. Aliás, se concentram nos próprios erros e defeitos e se concentram em arrumá-los, pois só assim podem adquirir o maior capital do século 21 que é o: "CAPITAL INTELECTUAL". 

                                                    É triste constatar que a grande maioria das empresas não inova, não se dedica ao TREINAMENTO EXAUSTIVO, METÓDICO E PROFISSIONAL, pois isto é básico pra não dizer vital.




JOHN ROBERT

CONSULTOR EMPRESARIAL (ESPECIALISTA):   Estratégia, Negociação, Marketing, Vendas, Comunicação, Liderança, Motivação e Inteligência.

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O PENSAMENTO










O MESTRE FALA












DE OLHO NISSO











REGRA PLATINA