FUNCIONÁRIO TRADICIONAL


                Crer ou não, não é a questão! Pois estas linhas são axiomáticas! Antecipo que este artigo destina-se apenas aos seres humanos comprometidos com a evolução do mundo e crescimento pessoal. Nada mais enfadonho e rançoso do que o cidadão que ganha seu dinheiro na qualidade de empregado, isto mesmo, aquele que tem um emprego. O quê? Se tenho algo contra "estar" empregado? Não, jamais! Óbvio que não mesmo! Acontece que a maioria esmagadora dos que possui um emprego tem ainda a mentalidade da década de 70, que diga-se de passagem foi a última na história do mundo onde a segurança empregatícia poderia ser alcançada. De lá pra cá, tudo mudou. Haja vista que a coisa mais difícil, hoje em dia, é alguém se sustentar num emprego tradicional.

                  Sabemos, há décadas, que a única certeza é a "mudança". Não crer neste axioma de vivência profissional é subir num cadafalso, muito embora ainda existam alguns "dinossauros" organizacionais. Tentando a todo custo "impor" suas ideias retrógadas num mundo caótico, virtual e revolucionário como é hoje, no século 21. O mago dos negócios Steve Jobs é o "ideal a ser perseguido", pois de fato, como poucos, ajudou o mundo a evoluir, promovendo prosperidade e crescimento radicais em nossas vidas.

                   O problema de alguns funcionários empregados é que em função da falta de leitura, deixando de lado aprendizado e conhecimento, se debruçam em viver um dia após outro sem mudanças e/ou inovações. É aquela maresia vivencial, um verdadeiro parasita dos que efetivamente trabalham para o crescimento do mundo.

                    Essa parcela de gente, turba de "empregados vagais e acomodados", só sabe reclamar do salário que ganha, sem falar nas constantes reivindicações dos tais "direitos do trabalhador". É aquele funcionário à moda antiga, que ainda crê na "ilusão e utopia" da segurança e estabilidade de emprego.  Não se dedicando a aprender que seu emprego está diretamente ligado, muito mais, a fatores econômicos e sociais, dependendo pouquíssimo e quase nada da vontade do empresário, dono do negócio.

                    Este empregado preguiçoso, tal qual "erva daninha", é o ranço de uma organização, só sabe falar das ocorrências do dia-a-dia, não aquelas que de fato valem a pena, mas aquelas que se dedicam à fofoca e maledicência. É um "câncer" dentro das empresas, deve ser extirpado!  Esta "gentalha" adora um feriado, e não vê a hora de dar 18h pra ir embora e assistir a novela e/ou futebol.  Quem suporta uma "babaca destes"? Certamente, nem a mulher dele, pois na hora do sexo deve ser aquela "merda", pois para ele não existe inovação. Salve o velho "papai, mamãe" e coisas do gênero!

                     No lar, vai ser um ditador e déspota, tudo tem que ser do seu jeito e nada pode mudar. Se tiver filha, coitada, vai colocá-la como freira ou como assistente em igrejas evangélicas. Enfim, o cara é um "verdadeiro mala" e crê que a tal segurança possa ser alcançada sem mudanças. Quer "omelete sem quebrar ovos" e "voar sem bater asas". Impossível!

                     Não precisa nem falar que "esta coisa que nasceu como humano" se acha "o injustiçado" por Deus, crê piamente que seu chefe é um incapaz e folgado e que o dono da empresa "ganha no mole" sobre os amigos do trabalho. Ahhhh, sim, este ele gosta... e gosta muito, pois é o gado, a massa, o povão. Sim, isto mesmo, lá na linha do chão da fábrica ou becos do escritório, existe um monte de gente igualzinha a ele. Logo, há uma identificação. É a "murtidão dus trabaiadô"!

                      Este empregado tradicional e jurássico deveria saber à luz de estudo, leitura e conhecimento que seu salário está diretamente ligado à sua produção, competência, comprometimento, talento, liderança e inovação. Sem isso, ele é commoditie. Receberá pouco dinheiro, pois para sua vaga de emprego existem milhões de outros seres "limitados e acomodados" que vendem o "tempo precioso" de suas vidas na troca de uma "merda de salário".

                       Entregam-se ao marasmo do cotidiano na idiotia da rotina burocrática, estacionam suas vidas como uma pedra no fundo do mar. É lamentável, pois para nada servem, nem para pegar gripe, pois um "vírus inteligente" não pega estes "já parasitas".  O que fazer com eles? Muito simples, extermine-os com a famosa frase de Donald Trump: "You’re fired!".

                       No Brasil, quem a proferiu foi o Roberto Justus e agora é o João Dória Jr., no programa "O Aprendiz", que magistralmente mostra que numa empresa os "medíocres não têm lugar". Aliás, Darwin já provou isto com sua Teoria da Evolução, onde só os mais fortes sobrevivem, esboçada na lei da seleção natural das espécies. No reino animal, "morreria", mas como ser humano procuram os chamados empregos e tal qual "ratos organizacionais", infestam as empresas pelo mundo, promovendo muito trabalho aos líderes compromissados com resultados, crescimento e realização de metas.

                       Sábio foi Henry Ford quando cunhou a frase: "A pior coisa que pode acontecer a um empregado é ele ter salário fixo, o que o acomoda, o levando à estagnação". Portanto, ficam as certezas:


                                   1) A mudança é líquida e certa

                                   2) Instrução e educação são vitais

                                   3) Sabedoria e amor são as asas da evolução

                                   4) Conhecimento é dever diário de todos


                         O trabalhador tradicional, enquadrado num clássico emprego, deve, apesar de "estar" como funcionário, ter postura, pensamento, sentimento e atitudes de um empresário. Só assim, poderá crescer e ter promoção dentro da empresa na qual trabalha. Caso contrário, deverá ser habilmente enviado para a concorrência.


JOHN ROBERT

CONSULTOR EMPRESARIAL (ESPECIALISTA):   Estratégia, Negociação, Marketing, Vendas, Comunicação e Inteligência

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