FUNCIONÁRIO PÚBLICO E O BRASIL






A
migos,


INJUSTIÇAS EXISTEM

DENTRO DA CASA DO POVO!


          Imaginando o BRASIL como uma Grande Empresa, certamente, teremos na figura do "FUNCIONÁRIO PÚBLICO" alguém de importância magnânima, tendo em vista que atenderá aos anseios e necessidades de toda uma população.

          O compatriota brasileiro, quase que "enclausurado" neste CARGO & FUNÇÃO, espalhados em diferentes esferas como Legislativo, Judiciário e Executivo, tem sobre seus ombros uma estóica responsabilidade. Seus atos dizem ao povo e toda uma Nação o quanto ele, cidadão brasileiro, é amado e querido pelo governante da atual gestão.

           Claro que muitos dirão ser uma UTOPIA estas declarações, mas sabemos que num País de gigantescas proporções como o nosso, certamente deve haver gente de primeira qualidade dispersa pelas mais variadas repartições públicas no território brasileiro, muito embora saibamos que, hoje em dia, nem sempre há essa profusão patriótica de "AMAR O PAÍS, ATRAVÉS DE SEU OFÍCIO", ainda mais o OFÍCIO PÚBLICO.

           Este cidadão que escolhe o "OFÍCIO DE SERVIDOR DA PÁTRIA" deveria pensar muito antes de assumir tal responsabilidade, haja visto que alguns confundem a NOBREZA DO TRABALHO PÚBLICO como possível "PREBENDA".

          Alguns, ainda no início da vida, só escolhem o TRABALHO PÚBLICO pela tal SEGURANÇA que o cargo de pode lhe proporcionar para não lhe faltar rendimento financeiro para subsistência, mas, em contra partida, via de regra, quem assim escolhe ser um SERVIDOR PÚBLICO, nestas condições, pode acabar por PREVARICAR no exercício da função , hoje em dia, quase sacerdotal.

          Vale lembrar que no segundo, terceiro, quarto e outros escalões da Pátria Brasileira, ampliam-se em muito a quantidade de funcionários públicos e que, geralmente, fica difícil manter um equilíbrio no entendimento de sua função e uma equidade no tratamento fraterno e incondicional ao público que, na prática, é seu compatriota.


           Desta maneira e forma, sobra quase que uma exclusiva dedicação individual, pois se não há uma proliferação de TREINAMENTO PADRONIZADO AO OFÍCIO PÚBLICO, fica ao encargo solitário de cada um "SER OU NÃO SER" um FUNCIONÁRIO PADRÃO. Embora não haja reconhecimentos, ou seja, a decisão no OFÍCIO PÚBLICO em BEM SERVIR à sociedade cabe exclusivamente ao cidadão empossado no cargo, digo, a decisão em SER DO BEM é individual, infelizmente, haja visto que não vemos uma proliferação, em larga escala, de funcionários AMANTES DO OFÍCIO PÚBLICO. Amiúde assistimos ao contrário, fruto até de uma sociedade agonizante de valores básicos de MORAL, HONRA E CARÁTER, pois rotineiramente vemos nas diversas MÍDIAS escândalos e mais escândalos políticos, disseminando de forma subliminar a popular "LEI DE GERSON" e quem sempre acaba sofrendo o resultado destes descaminhos É O POVO, que não é cachimbo, mas sempre leva FUMO!


           É comum dizerem que Funcionário Público, não pode ser mandado embora e talvez por isso haja tanta gente que não se dedica com ZÊLO E AMOR à função pública. Dizem também que, hoje em dia, esta situação desagradável de mau servir à população esteja mudando, esperamos que sim, pois TRABALHAR PARA A PÁTRIA DEVERIA CONSTITUIR-SE DE ORGULHO E GRANDE SATISFAÇÃO, ou seja, escolher ser um FUNCIONÁRIO PÚBLICO, jamais poderá constituir-se em reduto de gente que busca SINECURA. Nunca jamais!

            Pior mesmo meus amigos, se é que existe gente assim, é aquele que no exercício da FUNÇÃO PÚBLICA leva para seu ambiente de trabalho recalques e desequilíbrios psicológicos, promovendo ATOS DITATORIAIS e inconsequentes ao bom andamento das atividades públicas. Desta maneira, acaba tendo atitudes que denigrem aos bons costumes do respeito à hierarquia e desviam a honra de ser CHEFE E LÍDER.


             Na atividade pública, às vezes, assistimos coisas muito desagradáveis, como por exemplo o "PAU QUE LEVA" aquele funcionário que deseja melhorar à sua volta e, às vezes, é surpreendido por um chefe limitado em questões administrativas e de atendimento à população. Chefe que acaba, por fim, cerceando ATOS NOBRES E BENFEITORES de seus subordinados, quando não promove execração daquele que tentou melhorar seu ambiente de trabalho na atividade pública. Temos assim uma situação quase que INIMAGINÁVEL, ou seja, alguém tentando melhorar à sua volta, mas seu chefe não permitindo que o mesmo VÔE MAIS ALTO. Aliás, poda-lhe as asas rapidinho, "matando no ninho" as mais NOBRES E SALUTARES aspirações que um cidadão brasileiro poderia ter no exercício da FUNÇÃO PÚBLICA, ou seja, AMAR EXERCÊ-LA. Pior do que aquele que se dedica erradamente ao cargo público, é aquele que faz do mesmo "MEIO IMPEDITIVO" para que outros não ampliem seus SONHOS E VISÕES de um funcionalismo público que o BRASIL carece há tempos.


                            "SALVE O BOM FUNCIONÁRIO PÚBLICO E ABAIXO OS QUE LIMITAM SEU CRESCIMENTO"





JOHN ROBERT


CONSULTOR EMPRESARIAL (ESPECIALISTA):   Estratégia, Negociação, Marketing, Vendas, Comunicação e Inteligência

                 














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