J. I. Cunha


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João Itiberê da Cunha (1822-90)

A partitura relacionada abaixo, no formato ,  está compactada no arquivo  aqui

  • Valse

 Biografia

  • João Itiberê da Cunha, crítico e compositor, nasceu em Açungui, hoje Cerro Azul, no Estado do Paraná, em 8 de agosto de 1870 e faleceu no Rio de Janeiro em 25 de fevereiro de 1953. Seu pai, músico amador, ministrou-lhe as primeiras noções de música. Quando tinha dez anos de idade, seu irmão Brasílio Itiberê da Cunha (diplomata e compositor) levou-o para a Bélgica. Diplomou-se em Direito pela Universidade de Bruxelas. Teve participação no movimento simbolista belga, graças à sua atuação na revista La Jeune Belgique, bem como no Le Figaro, de Paris. Voltou ao Brasil em 1892, fixando-se em Curitiba. No ano seguinte, ingressou na carreira diplomática, servindo como secretário da Legação no Paraguai. Não aceitando a transferência para a Legação da Bolívia, em 1898, abandonou definitivamente a diplomacia e entrou para o jornalismo, primeiramente em A Imprensa, e depois no Correio da Manhã (onde assinava seus textos com as iniciais JIC), do qual foi um de fundadores e crítico musical a partir de 1925. Escreveu Prélude, livro de poemas editado em Bruxelas. É Fundador da Cadeira n. 37 da Academia Brasileira de Música. Música instrumental: Chant d’amour, La chanson nostalgique , Esquisses, Danse plaisante et sentimentale, Héroique, Ils s’amusent, Marche humoristique, Melodie, Menuet en ut majeur, No rancho, Paraná, Préludes, Tendresse.
    Música vocal: Ave Maria, Rêverie e Souvenance.  

         >>> Fonte: Academia Brasileira de Música 

 

 

 

 

 

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