O Artefato do Abdula


Ao contrário de ontem, quando se passavam dias e talvez anos para os que os acontecimentos tornarem-se notícias, atualmente nos vemos diante de algo inédito em que fatos são conhecidos antes de se tornarem noticias. Essa inversão, na agilidade de informação, não é um efeito da relatividade geral uma vez que não antecede o fato e sim não permite maquiar a edição que ainda será a notícia.Se mentir muito tem que assumir as consequencias.

Isso se deve apenas a integração de uma rede mundial de computadores num canal único de comunicação, via satélite, chamado Internet propiciatório na formatação desses hiper-espaços que no futuro próximo fundir-se-ão num outro, muito maior, vindo a alocar o grande texto mundial, pelo menos é assim esperam  o pessoal dessa matrix.Mas o hiperespaço que freqüentamos agora, em idioma português, já nós mostra o quão abrangente esta sendo a influência de um projeto (presumo que seja), desenvolvido eras antes dos computadores o qual estabelecia especializações em diversas áreas do conhecimento humano.

Tal utopia, sem duvida bem vinda àqueles que manipulam a mente humana (já que muitos não concordam com esse tipo de conhecimento) pode ser visto hoje como resultado de uma conspiração a qual insatisfeita com o rumo da nova onda de conhecimentos em contraste com a estabilidade bibliotecária, procurou um jeito, de controlar os meios universitários, isso é, censurar a mente dos jovens universitários no sentido de velar as bases de todos os conhecimentos e assim,  ofuscar o histórico de certas realidades as quais não poderiam estar a disposição de outras mentes a não ser daquelas mesmas que já a detinham seus direitos reservados no sentido de monopolizar o poderio.

                                                                O Artefato do Abdula

Como exemplo desses “itens indiscretos” citarei alguns casos interessantes e o primeiro deles é o esquema arquimilionário que  envolvia de mistérios a construção de uma bomba atômica, até então intocável por diversas razões e nações mas que, graças ao uso da rede mundial, foi transferido da condição de segredo de estado, para  domínio publico ou seja, para a mente de um único mortal, tornando-se possível ser re-construída com recursos próprios desse empresário e cientista paquistanês e finalmente detonada no subsolo de uma montanha em seu pais de origem, fato que transformou da noite para o dia a falida nação do Paquistão noutra de verdade e digna de freqüentar as dependências o fechado clube atômico.

O Artefato do Abdula , provavelmente construído com ferro velho reciclado de lixões, pertence agora ao Paquistão cujo governo "muito agradecido com seu herói" reivindica  junto às grandes potências o reconhecimento desse país como potência nuclear, mesmo que para isso tenham que transporta-la no "lombo de mulas" . 

Nota: Como reconhecimento, o herói nacional do Paquistão encontra-se em prisão domiciliar e o nome dele, que tem uma relação com Deus  é  Abdallah (Abd = traduzido = escravo ou servo + Allah = Deus) se pronuncia no idioma português ( já bastante reduzido)  Abdul Cadir Khan ou simplesmente Dr. A C -  em outros idiomas, você pode pesquisar por Abdul Qadeer Kahn ou Kadir Kahan tanto faz, de qualquer forma o vestígio de etnologia, ainda presentes, em nomes milenares que remontam a época de Cristo são muito importante conhecermos.

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