Institucional

MISSÃO & PRINCÍPIOS:


A Missão do IPJ é, a partir da realidade da juventude e junto dela, fomentar reflexões críticas e construir coletivamente ações políticas e projetos de cidadania juvenil que contribuam na gestação de uma sociedade justa e solidária.


O IPJ É UM CENTRO DE FORMAÇÃO E REFERÊNCIA:

  • De estudo e pesquisa sobre a realidade juvenil e questões sociais a ela relativas
  • De articulação de jovens, movimentos sociais e poder público em torno de demandas da realidade social
  • De proposição e atuação transformadora, através da elaboração e luta pela implementação de políticas públicas e projetos para a juventude
  • De assessoria em temas relacionados ao universo juvenil e formação de lideranças sobre a realidade sócio política
  • De apoio e assessoria para a Pastoral da Juventude


ORGANIZAÇÃO:


O IPJ se organiza através de uma Coordenação (responsável por encaminhar os trabalhos e ações do Instituto) e por GTs (Grupos de Trabalho), que possuem uma dinâmica própria de estudo e atuação. O conjunto de pessoas que integram a Coordenação, os GTs e os/as apoiadores/as do trabalho do IPJ é chamado de Conselho. Este Conselho se reune 3 vezes ao ano para deliberar sobre os rumos políticos e organizacionais do IPJ, trocar informações sobre as ações dos GTs (e Projetos) e planejar o trabalho do Instituto.

A ação do IPJ pode ser compreendida em três grandes áreas de atuação = 1. Políticas Públicas / 2. Formação Pastoral / 3. Comunicação e Cultura. No Conselho, há um grupo de pessoas que atuam no IPJ e que desenvolvem assessorias em temas diversos relacionados a estas áreas de formação e intervenção.


HISTÓRICO:


Criado por algumas lideranças da Pastoral da Juventude do estado de São Paulo, o IPJ iniciou suas atividades em setembro de 2003. Surge a partir da necessidade identificada por estas lideranças de se aprofundar o debate de Políticas Públicas para a Juventude de forma mais qualificada e a partir da carência de um centro de formação e assessoria popular para lideranças juvenis.

Um dos primeiros trabalhos do IPJ foi a elaboração do subsídio do Dia Nacional da Juventude de 2004 sobre Políticas Públicas com ênfase na questão do Trabalho a pedido da Coordenação Nacional das Pastorais de Juventude - CNBB. Este subsídio foi lido e discutido por vários grupos de jovens de todas as regiões do Brasil. No ano 2004 o IPJ desenvolveu o Projeto Conexão Hip-Hop com jovens lideranças culturais de um bairro da periferia de Manaus/AM em intercâmbio com o movimento Hip-Hop de São Paulo. Em 2005, publicou os primeiros (dentre os 12) fascículos da polêmica obra Um tal Jesus que encantou muitas lideranças populares. Neste mesmo ano também iniciou a articulação do GERI, grupo de estudos por relações igualitárias - primeiro GT do IPJ - responsável por aprofundar a temática de gênero e juventude dentro do Instituto. A partir de 2006, o IPJ passou a integrar a Rede Brasileira de Institutos de Juventude.

O ano de 2007 é um marco na história do IPJ, pois sua organização se estrutura a ponto de conseguir uma Nova Sede com excelente localização, próxima à Estação de Metrô Tatuapé. Neste ano iniciou a realização do Curso de Formação em Políticas Públicas para a Juventude BORANDÁ. Surgiu o GT de Comunicação já com a responsabilidade de elaborar o subsídio do Dia Nacional da Juventude de 2008. Retomou um antigo projeto da PJ da diocese de São Miguel: “Eu sou + 7 x 7” – Formação de Lideranças da Pastoral da Juventude com a edição do Grupo Ruah. Formou-se o GT de Direitos Humanos, promovendo debate na Câmara Municipal de São Paulo. Iniciou a realização do Cine-diálogos  e dos Saraus do IPJ com a posterior organização do GT de Cultura que, dentre outras ações, organiza o projeto Tenda Literária e integra o movimento de produções culturais da periferia. Em 2008, o IPJ passa a realizar o Programa Jovens Urbanos no bairro de Guaianases, zona leste de São Paulo, e no ano seguinte, em 2009, assume a cadeira de "entidade de apoio" no Conselho Municipal de Juventude, também na capital paulistana.

Encontro de formação com os irmãos Vigil sobre "Um tal Jesus" em julho de 2006

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Renato Almeida,
6 de mar de 2012 09:32