O Protestante e o Domingo

Diversas igrejas protestantes reconhecem que não há permissão bíblica para modificar o quarto mandamento da lei de Deus; como por exemplo substituir o sábado, o sétimo dia da semana, por outro dia semanal (Êxodo 20:8-11 cf. Hebreus 4:4; Lucas 16:17).

Apesar disso, elas substituem o sábado pelo domingo sob o pretexto de que a ressurreição de Jesus ocorrida no primeiro dia da semana(a) proporcionou tal mudança. Porém, a Bíblia não considera o domingo um dia santo, dia festivo ou dia destinado ao descanso em decorrência da ressurreição de Jesus, ou por qualquer outro motivo. E ainda assim, esse tem sido o principal argumento utilizado por católicos e protestantes para defender a guarda dominical. Além disso, por falta de orientação bíblica para se guardar o domingo, textos patrísticos(b) são comumente utilizados.

Mas a despeito dessa situação, renomados teólogos protestantes e suas respectivas igrejas destacaram a importância do sábado estabelecido ao sétimo dia da semana, logo após o término da criação. Assim sendo, algumas de suas declarações foram transcritas adiante.

Igreja Anglicana

E Deus abençoou o sétimo dia [Gênesis 2:3]. A interpretação natural destas palavras é que a bênção do sábado foi o imediato resultado na remota criação do homem, para quem o sábado foi feito (Mar. 2.27). Tem sido argumentado a partir do silêncio a respeito da sua observância pelos patriarcas, que nenhuma ordenança sabática foi realmente dada até a promulgação da Lei, e que essa passagem em Gênesis não é histórica, mas antecipatória. Há várias objeções que parecem fatais a esta teoria. E a primeira a ser observada é que, este verso constitui uma parte integral daquela história da criação, a qual, se há alguma verdade pela distinção, é a porção mais antiga do Pentateuco [...]"1

"[...] Entretanto, temos a lamentar que, apesar da forte autoridade bíblica em que esta questão repousa, nos últimos anos tem surgido aqueles que atacam a origem divina e a obrigação permanente do sábado. O inimigo das almas é incansável em seus planos contra a felicidade e a salvação dos homens. [...] É impossível ler a Bíblia, começando com suas primeiras revelações e conduzindo a análise para o presente, sem ver que a ideia de um sábado permeia todos os propósitos de Deus para o homem. [...] O argumento para guardar o sábado inicia na criação, e não envolve apenas o judeu, mas todos que encontram-se dentro dos mais distantes limites da criação; então, por que deveria o judeu ser o primeiro a comemorar um evento tão glorioso e de caráter universal, ocorrido mais de dois mil anos antes de seu tempo? E é particularmente digno de nota que, no quarto mandamento, há uma clara referência ao sábado como uma instituição já existente de longa duração; a ser santificado como um dever firmemente estabelecido.
[...] Um coração naturalmente avesso às coisas de Deus (tal qual cada homem possui) ansiosamente aproveitará qualquer argumento para servir ao seu propósito, sobretudo, um argumento que destrua as reivindicações do dia que tem sido dedicado para expressar a comunhão com Deus. Portanto, cumpramos com o propósito divino neste dia em oração e consagração, façamos isso com inteligente gratidão a Deus que pôs a obrigação de Seu sábado fora do alcance do ceticismo humano, ao recolher o seu direito sobre as árvores do Paraíso e fixar a sua punição nas paredes da própria criação."2

Igreja Assembleia de Deus

"E abençoou Deus o dia sétimo [Gênesis 2:3]. Deus abençoou o sétimo dia (i.e., o sábado) e o destinou, tanto como dia sagrado e especial de repouso, como um memorial do término de todas as Suas obras criadas. Deus, posteriormente, fez do sábado um dia de bênção para Seu povo fiel (Êx 20.8-11). Reservou-o para ser um dia de descanso, de culto, adoração e comunhão com Ele (Êx 16.27; 31.12-17)."3

"O fato de Deus ter abençoado o sétimo dia significa que Ele o separou para uso santo. Este ato é encontrado nos Dez Mandamentos (Êx 20.1-17), no qual Deus ordenou a observância do sábado. [...]"4

"Jesus é o Senhor do sábado e Ele (não a tradição) determina o que é 'legal' fazer ou não neste dia santo. O sábado foi estabelecido para o nosso benefício, e não como um peso para a humanidade (Mc 2.27). O princípio dominante é que o sábado foi criado para se fazer o bem. Aquilo que funciona como uma resposta às necessidades humanas exalta o princípio do sábado, ao invés de transgredi-lo. Finalmente, até Deus está ativo aos sábados; portanto Jesus tinha o direito de fazer Suas boas obras neste dia santo (Jo 5.17)."5

Igreja Batista

"Como é lei da Natureza que em geral uma porção de tempo designada por Deus seja reservada para o culto a Deus, então, através de Sua Palavra num mandamento positivo, moral e perpétuo, obrigatório para todos os homens em todas as épocas, Ele tem particularmente determinado um dia em sete para o sábado ser santificado para Ele, e desde o início do mundo à ressurreição de Cristo foi o último da semana [sétimo dia]; e a partir da ressurreição de Cristo foi alterado para o primeiro dia da semana, o qual é chamado o dia do Senhor[c], e deve ser contínuo até o fim do mundo como o sábado cristão, a observação do último dia da semana seja abolida."6

"Percebemos a partir deste ponto de vista, além disso, a importância e o valor do sábado como comemoração da criação de Deus e, portanto, a personalidade, soberania e transcendência de Deus. O sábado é de obrigação perpétua como memorial estabelecido por Deus à Sua atividade criadora. A exigência do sábado antecede o Decálogo e forma uma parte da lei Moral[d]. Instituído na criação, aplica-se ao homem como homem em toda parte e eternamente, em seu atual estado de existência. Nem nosso Senhor, nem Seus apóstolos ab-rogaram o sábado do Decálogo. A nova dispensação anula as prescrições mosaicas quanto ao método de guardar o sábado, mas, paralelamente, declara sua observância sendo de origem divina e sendo necessária a natureza humana."7

Igreja Congregacional

"O sábado, como tem sido observado, foi originalmente designado para comemorar a glória divina manifestada na criação do mundo; e para capacitar e aperfeiçoar a santidade no homem. A maneira, que deveríamos comemorar a glória de Deus pela obra da Criação, neste dia, é suficientemente nos ensinada pela forma na qual o primeiro sábado foi celebrado. [...] No sábado, nos afastamos de todas as atividades mundanas. Uma pausa solene é feita nas ocupações da vida. Um tempo feliz de descanso nos é fornecido para obtermos nossa salvação. Então, nenhum negócio do mundo é incluído; nenhum prazer mundano para instigar; nenhum pensamento secular para interferir."8

"[...] Os deveres do sábado são todos privilégios de natureza elevada e gloriosa; e não podem deixar de ser considerados como tal por cada bom homem. Eu não falo, aqui, dos regulamentos das leis civis dos judeus, estes nada tem a ver com o assunto da presente discussão. Eu falo do sábado, como instituído no sétimo dia; como instituído imediatamente após o término da criação; como ordenado novamente pelo quarto mandamento do Decálogo; como explicado e incentivado pelos profetas, particularmente por Isaías."9

"[...] Então, por que observamos o primeiro dia da semana como o Descanso cristão [Sábado cristão]? Não há mandamento na Bíblia, nos exigindo observar o primeiro dia da semana como o Descanso cristão. Se admitirmos o dever de guardar o primeiro dia da semana como o Descanso cristão, devemos preservar a obrigação neste dever: sob a instituição original como ordenada no quarto mandamento - e temos que admitir que depois da ressurreição de Cristo, uma mudança do dia, do sétimo para o primeiro dia da semana, ocorreu. Mas não há mandamento registrado na Bíblia ordenando esta mudança."10

Igreja Luterana

"Nossa palavra 'dia santo' ou 'descanso' é deste modo proveniente da palavra hebraica 'sabbath', que significa adequadamente repouso, isto é, cessar do trabalho; por isso a nossa expressão comum para 'parar de trabalhar' significa literalmente 'observar um dia santo ou descanso'. No Antigo Testamento Deus separou o sétimo dia e o designou para o repouso, Ele ordenou-o para ser santificado acima de todos os outros dias."11

"[...] Deus não santificou para Si mesmo o céu, nem a terra, nem tampouco alguma criatura. Mas Deus santificou para Si mesmo o sétimo dia. Isto foi especialmente planejado por Deus, para nos fazer entender, que o 'sétimo dia' é para ser especialmente dedicado ao culto divino. [...] Portanto o sábado, desde o início do mundo, tem sido reservado para adorar a Deus. Nesta prática natural, em sua pureza, tivesse continuado sem fraquejar, teria proclamado a glória e as bênçãos de Deus. Homens teriam discorridos juntos, no dia de sábado, a respeito da bondade do seu Criador; teriam orado a Ele, teriam trazido a Ele as suas ofertas e etc. Todas estas coisas estão subentendidas e demonstradas na expressão 'santificar'. [...]
Então, pelo pecado o homem perdeu toda esta felicidade. Nem Adão, se tivesse permanecido no paraíso em sua completa pureza original, teria vivido uma vida de ociosidade. Ele teria ensinado seus filhos sobre o dia de sábado: teria exaltado a Deus com os seus solenes louvores através de sermão público, ele teria incentivado a si mesmo e outros a ofertar gratidão pela contemplação das grandiosas e gloriosas obras de Deus."12

Igreja Metodista

"Não há insinuação aqui que o sábado foi abolido, ou que sua aplicação moral foi substituída, pela introdução do cristianismo. Eu tenho demonstrado em outro lugar que, 'lembre do dia de sábado para santificá-lo', é um mandamento de obrigação perpétua e nunca pode ser substituído, exceto pela cessação definitiva do tempo. Como ele é um tipo de descanso que permanece para o povo de Deus, de uma eternidade de alegria, ele deve continuar em pleno vigor até que venha a eternidade; pois nenhum tipo jamais cessa até que o antítipo chegue."13

"'Lembra-te do dia de sábado, para santificá-lo'. [Êxodo 20:8]. Você tem esquecido quem disse estas palavras? Ou você pôs-Lhe em desafio? Você oferece-Lhe o seu pior? Tenha cuidado. Você não é mais forte que Ele. 'Deixe o caco lutar com os cacos da terra; mas ai do homem que contende com seu Criador. Ele está assentado sobre o círculo dos céus; os habitantes da terra são como gafanhotos perante Ele' [Isaías 45:9 cf. Isaías 40:22]!
'Seis dias tu farás todo tipo de trabalho. Mas o sétimo dia é sábado do Senhor teu Deus' [Êxodo 20:9-10]. Não é teu, mas o dia de Deus. Ele reivindica-o para Si mesmo. Ele sempre o reivindicou para Si mesmo, igualmente desde o início do mundo. 'Em seis dias o Senhor fez o céu e a terra, e descansou ao sétimo dia. Por isso o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou'. [Êxodo 20:11]. Ele o santificou, ou seja, Ele o fez sagrado; Ele o reservou para o Seu próprio serviço. Ele determinou que, contanto que o Sol ou a Lua, os céus e a terra, durem [cf. Mateus 5:18; Lucas 16:17], os filhos dos homens devem passar este dia em adoração a Ele que 'deu-lhes fôlego de vida e todas as coisas'."14

"O sábado é indispensável para o homem, sendo promotor de seu maior bem-estar, fisicamente, intelectualmente, socialmente, espiritualmente e eternamente. Por isso sua observância está relacionada com a melhor das promessas, e sua violação com as mais severas penalidades. Sua santidade foi grandemente assinalada na coleta do maná [Êxodo capítulo 16]. A lei original do sábado foi renovada e faz parte proeminente da lei Moral, ou Dez Mandamentos, concedida através de Moisés no Sinai. Este sábado do sétimo dia foi rigorosamente respeitado por Cristo e seus apóstolos antes de Sua crucificação."15

Igreja Presbiteriana

A "Westminster Confession of Faith"16 (confissão de fé adotada pela Igreja Presbiteriana), mantém integralmente no seu capítulo XXI, art. VII, o mesmo conteúdo defendido pelo capítulo XXII, art. VII da "The London Baptist Confession of Faith" (confissão de fé da Igreja Batista), com exceção do trecho: "a observação do último dia da semana seja abolida". Portanto, havendo necessidade consulte novamente a citação 6.

"Que o sábado foi designado para toda a humanidade, é evidente pelo fato de que ele foi instituído na criação, 2500 anos antes da lei ser dada no Sinai, e entregue a Adão o progenitor de toda a raça humana. O motivo de sua instituição existe desde a criação, a saber: que no sétimo dia Deus descansou de Sua obra; e o registro em Gênesis não poderia ter sido, como alguns sustentam, um registro de antecipação de uma instituição iniciada vários milhares de anos depois. Deus não adiaria a apresentação da instituição dois mil e quinhentos anos, depois que houve uma razão para a sua existência. Por conseguinte, uma razão que afeta igualmente toda raça. Deus é o Criador de tudo, e é aceitável que todos devem suspender suas atividades mundanas e volver seus pensamentos para a contemplação de seu Criador e Suas obras.
Nós argumentamos em favor da mudança do sétimo para o primeiro dia da semana, pelo fato de que neste dia o Senhor ressuscitou dos mortos, e entrou no Seu descanso como Deus fez no sétimo dia a partir do Seu; e a redenção é uma obra maior, envolvendo maior custo e labor, realizando uma maior demonstração da glória de Deus, do que a obra da criação."17

Considerações finais

Jesus antes de Sua crucificação conviveu por três anos e meio com Seus discípulos e, após à Sua ressurreição, por mais quarenta dias. E durante todo esse tempo, Ele nunca ensinou que o dia de Descanso (Sabbath) passaria do "sétimo dia" para o "primeiro dia" da semana, isto é, do sábado para o domingo; tampouco nos embates com os fariseus essa ideia foi exposta. E da mesma forma, os Seus discípulos jamais ensinaram tal coisa. E como demonstrado, católicos(e) e protestantes reconhecem que a Bíblia não apresenta um único verso orientando alguma alteração no quarto mandamento da lei de Deus (Mateus 5:17-19; Lucas 16:17; João 15:10); pelo contrário, ela descreve Jesus e Seus discípulos sempre reunidos aos sábados com multidões, às vezes com cidades inteiras, para ensinar as Escrituras e exaltar o Criador(f).

Em contrapartida, isso não é demonstrado aos domingos, que naquela época era tratado como um simples dia semanal destinado ao trabalho. No Novo Testamento o "domingo" ou "primeiro dia da semana" é citado apenas oito vezes e meramente para fins cronológicos; a saber, cinco vezes para relatar a ida das duas "Marias" ao túmulo de Jesus (Mateus 28:1; Marcos 16:2; Marcos 16:9; Lucas 24:1; João 20:1) e, três vezes para: narrar os discípulos escondidos, após a morte de Jesus, por medo dos líderes judeus (João 20:19); descrever a confraternização e despedida de Paulo da Igreja de Trôade (Atos 20:7); e, para citar a instrução dada aos cristãos de Corinto para guardar os donativos que seriam encaminhados à cidade de Jerusalém (I Coríntios 16:2). E em nenhuma dessas ocasiões o domingo é tratado de maneira especial ou lhe é atribuído a suposta santidade imputada pela Igreja Católica(g), a qual foi posteriormente herdada pelos protestantes.




f. Lucas 4:16; Lucas 4:31-37; Lucas 6:6-7; Lucas 23:54-56; Atos 13:42-45; Atos 16:13; Atos 17:1-3; Atos 18:1-11. Acesse: O Sábado no Novo Testamento

1. COOK, F. C. (1875). The Holy Bible: according to the authorized version (A.D. 1611), vol. I, New York, USA-NY: Scribner, Armstrong & Co., part I, p.37; (with an explanatory and critical commentary and revision of the translation by bishops and other clergy of the Anglican Church).
2. "The Christian Sabbath". In: The Church of England Magazine, v. 1, n. 2, London, GB-ENG: James Burns, p. 17-19, jun./dec. 1836; (under the superintendence of clergymen of the United Church of England and Ireland).
3. Bíblia de Estudo Pentecostal: Antigo e Novo Testamento. (1995). Rio de Janeiro, BRA-RJ: CPAD, p. 34; (comentários sobre Gênesis 2:3).
4. Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal. (2004). Rio de Janeiro, BRA-RJ: CPAD, p. 7; (comentários sobre Gênesis 2:3).
5. RICHARDS, L. O. (2008). Comentário Histórico-Cultural do Novo Testamento, 3ª ed., Rio de Janeiro, BRA-RJ: CPAD, p. 150b; (título original: New Testament Life & Times. Aprovado pelo conselho de doutrinas da Igreja Evangélica Assembleia de Deus).
6. The 1677/89 London Baptist Confession of Faith, chap. XXII, art. VII; (Of Religious Worship and the Sabbath Day).
7. STRONG, A. H. (1907). Systematic Theology, vol. II, Philadelphia: American Baptist Publication Society, chap. IV, sec. I, p. 408-409.
8. DWIGHT, T. (1836). Theology: explained and defended in a series of sermons, vol. III, New Haven, US-CT: T. Dwight & Son, ser. CVIII, p. 265, 267; (Timothy Dwight was american educator, poet, theologian, and pastor of the Congregational Church).
9. Ibidem, p. 270; (cf. Isaías 56:1-8, Isaías 58:13-14, Isaías 66:22-23; Jeremias 17:22-24; Ezequiel 20:12-13; Ezequiel 22:7-8,26).
10. FOWLER, O. (1835). The Mode and Subjects of Baptism, Boston, US-MA: Willian Peirce, p. 93; (Rev. Orin Fowler was graduated from Yale College, and was pastor of the First Congregational Church, Fall River - Massachusetts. This book was published by request of the Congregational Church).
11. TAPPERT, T. G. (1959). The Book of Concord: the confessions of the evangelical Lutheran Church, Philadelphia, US-PA: Fortress Press, chap. VII (The Large Catechism), p. 375.
12. COLE, H. (1858). The Creation: a commentary on the first five chapters of the book of Genesis by Martin Luther, Edinburgh, GB-SCT: T&T Clark, chap. II, p. 110-114; (originally published at Wittenberg, town in Saxony-Anhalt, in 1544).
13. CLARKE, A. (1846). The New Testament of our Lord and Saviour Jesus Christ, vol. II, New York, US-NY: G. Lane & C. B. Tippett, p. 524; (new edition with the author's final corrections).
14. EMORY, J. (1856). The Works of the Rev. John Wesley, vol. VI, New York, US-NY: Carlton & Porter, p. 352-353; (commentary about Colossians 2:16. Third american complete and standard edition, from the latest London edition, and with the last corrections of the author).
15. BINNEY, A.; STEELE, D. (1875). Binney's Theological Compend Improved, 1st ed., New York, US-NY: Nelson & Phillips, part IV, sec. II (The Sabbath), p. 170; (designed for Bible classes, theological students, and young preachers).
16. The Westminster Confession of Faith, chap. XXI, art. VII (Of Religious Worship, and the Sabbath Day). In: The Humble Advice of the Assembly of Divines, London, GB-ENG: Evan Tyler, p. 38-39, 1947.
17. "The Sabbath - An Objection". In: The United Presbyterian and Evangelical Guardian, Cincinnati, US-OH: J.A. & U.P. James, v. 4, nº 7, p. 381-382, dec. 1850; (edited by Rev. Joseph Claybaugh and Rev. James Prestley).

Outros estudos:
Ċ
IASD On-line,
27 de set de 2016 06:21