Do Sábado para o Domingo

A Igreja de Roma (Igreja Católica Apostólica Romana) admite que substituiu a observância do sábado pela observância do domingo, e ela mesma aponta essa substituição como evidência de seu "poder" para modificar(a) a lei de Deus (Daniel 7:25). Em sua literatura há diversas declarações a este respeito, por exemplo:

Na obra, "The Convert's Catechism of Catholic Doctrine"1, que recebeu em 25 de janeiro de 1919 a bênção do Papa Pio X, está registrado o seguinte diálogo:

- Qual é o dia de Descanso?
- O dia de Descanso é o sábado.
- Por que observamos o domingo em lugar do sábado?
- Observamos o domingo em lugar do sábado porque a Igreja Católica transferiu a solenidade do sábado para domingo.
- Por que a Igreja Católica substituiu o sábado pelo domingo?
- A Igreja substituiu o sábado pelo domingo, porque Cristo ressuscitou dos mortos em um domingo, e o Espírito Santo desceu sobre os apóstolos em um domingo.
- Com que autoridade a Igreja substituiu o sábado pelo domingo?
- A Igreja substituiu o sábado pelo domingo pela plenitude daquele poder divino, que Jesus Cristo conferiu a ela.

Semelhantemente, a obra "Doctrinal Catechism"2 expõe:

- A Igreja tem o direito de estabelecer dias de festa?
- A Igreja Cristã tem certamente o direito, o mesmo que a Igreja Judaica possuía.
- Onde você encontra, no Antigo Testamento, festa normativa instituída pela sinagoga?
- No livro de Ester, cap. 9, e no último capítulo do livro de Judite.
- Você tem outra maneira de provar que a Igreja [Católica] tem o poder de instituir festas normativas?
- Não tivesse ela tal poder, não teria feito aquilo que todas as modernas religiões concordam com ela; não teria substituído a observância do sábado, o sétimo dia, pela observância do domingo, o primeiro dia da semana; uma mudança para a qual não há autoridade escriturística.

Em seu verbete, "Mandamentos de Deus", a "Catholic Encyclopedia" comunica de forma concisa como o domingo passou a ser considerado santo entre os cristãos:

"[...] Escrito pelo dedo de Deus em duas tábuas de pedra, este código divino foi recebido do Todo-Poderoso por Moisés entre os trovões no monte Sinai, e através dele se fez o fundamento da lei Mosaica. Cristo resumiu estes mandamentos no duplo preceito da caridade - amor a Deus e ao próximo; Ele os proclamou como obrigatórios segundo a Nova Lei em Mat. 19 e o sermão do Monte (Mat. 5). [...] A Igreja [Católica], por outro lado, depois de mudar o dia de descanso do sábado judaico, ou sétimo dia da semana, para o primeiro, criou o terceiro mandamento referente ao domingo, um dia a ser mantido santo, como o dia do Senhor."3

E a literatura "Sacrorum Conciliorum" traz o seguinte pronunciamento do arcebispo Gaspare de Fosso durante o concílio de Trento:

"[...] o dia de sábado, o mais celebrado na lei, mudou para o 'dia do Senhor'[b]. [...] Esta e outras questões similares não cessaram pela pregação de Cristo (Ele afirmou que veio cumprir a lei, não destruir), mas foram alteradas pela autoridade da Igreja [Católica]."4

Ainda sobre o tema em questão, o "Commentary on the Psalms" (escrito pelo patrístico Eusébio de Cesarea), e a "Summa Theologica" (escrita pelo frade dominicano Tomás de Aquino), declaram respectivamente que:

"[...] todas as coisas, qualquer que seja, que foram estabelecidas para serem realizadas no sábado, nós as transferimos para o dia do Senhor[c] [domingo], como sendo o mais digno e apropriado, e também o mais importante, inspirador e precioso que o sábado judaico."5

"Na nova lei, a observância do dia do Senhor[d] tomou o lugar da observância do sábado não em virtude de preceito [bíblico], mas pela instituição da Igreja e pelo costume do povo cristão."6

E, o primeiro volume da "Ecclesiastical Review", revista publicada pela "American Ecclesiastical Review" e destinada ao clero católico, apresenta os seguintes esclarecimentos sobre a observância sabática e dominical:

"A observância do domingo, deste modo, vem a ser uma lei eclesiástica inteiramente distinta da lei divina da observância do sábado. As prescrições de Gên. 2:2-3 em relação ao sábado nada tem haver, absolutamente, com a lei da Igreja sobre o domingo, o dia do Senhor[e]. Os católicos devem observar a lei da Igreja, não pelos hábitos do Velho Testamento sobre o sábado, nem pelos ditames dos protestantes ou dos judeus, mas pelas prescrições da própria Igreja. O autor da lei do domingo é o único que tem o direito de interpretar essa lei; e esse autor é a Igreja Católica."7

Nos passos de Roma

Embora a Bíblia assevere a santidade do sábado e seus benefícios para a humanidade(f), e a História mostre as tentativas da Igreja Católica de suprimir à sua importância(g), ainda assim, milhões de cristãos protestantes optaram em menospreza-lo. E em várias ocasiões este comportamento foi censurado pelo catolicismo. Eis adiante algumas delas.

Martin Luther (Martinho Lutero) afirmava que as Sagradas Escrituras guiavam a sua vida, e não a tradição da Igreja Católica. John Eck, renomado defensor do catolicismo, confrontou o posicionamento de Lutero argumentando que a autoridade da Igreja Católica encontrava-se acima das Escrituras. E ele exemplificou apontando a observância do domingo que o próprio Lutero mantinha:

"As Escrituras ensinam: 'Lembra-te do dia de sábado para o santificar, seis dias trabalharás e farás toda a tua obra, mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus'. Contudo, a Igreja trocou o sábado pelo domingo com base em sua própria autoridade, e para isso você [Lutero] não tem Escritura."8

Henry Turberville,9 autor de "The Douay Catechism", além de ter reforçado a autoria da guarda dominical, ele destacou a incoerência dos protestantes que adotaram o domingo como dia santo:

- Como você prova que a Igreja [Católica] tem poder para ordenar festas e dias santos?
- Pelo mesmo ato de mudar o sábado para o domingo, o qual os protestantes aprovam; e, portanto, eles ingenuamente se contradizem guardando estritamente o domingo e, transgredindo muitas outras festas determinadas pela mesma Igreja.

Igualmente, o francês monsenhor Louis Gaston Ségur expôs a incoerência dos protestantes quanto à guarda do domingo. Ele afirmou:

"Vale lembrar que esta observância do descanso [dominical], na qual, apesar de tudo, consiste o único culto protestante, não somente não tem fundamento na Bíblia, mas essencialmente é flagrante contradição com à sua erudição, que ordena descansar no Sabbath, que é o sábado [sétimo dia]. Foi a Igreja Católica que, pela autoridade de Jesus Cristo, transferiu este descanso para o domingo em memória da ressurreição de nosso Senhor. Deste modo, a observância do domingo pelos protestantes é uma homenagem que eles prestam, a despeito de si mesmos, à autoridade da Igreja."10

Karl Keating, escritor e fundador da organização "Catholic Answers", também destaca a atitude discordante do protestantismo:

"Por fim, os fundamentalistas reúnem-se para adoração no domingo, todavia, não existe evidência na Bíblia que a adoração coletiva era para ser realizada aos domingos. O descanso judaico, ou dia de repouso, era, naturalmente, no sábado. Foi a Igreja Católica que decidiu que o domingo deveria ser o dia de adoração para os cristãos, em honra da Ressurreição."11

O Rev. John Anthony O'Brien, professor de teologia (especialista em teologia moral e ética cristã), assim expôs a relação do protestante com a observância dominical:

"Entretanto, visto que o sábado, não o domingo, é especificado na Bíblia, não é estranho que os não-católicos que professam obter sua religião diretamente da Bíblia e não da Igreja, observem o domingo em lugar do sábado? Sim, com certeza, isso é inconsistente; de qualquer forma, essa mudança foi realizada cerca de quinze séculos antes do protestantismo nascer, e através desse tempo o costume foi observado universalmente. Eles [não-católicos] têm mantido o costume, ainda que repouse sobre a autoridade da Igreja Católica e não de acordo com um texto na Bíblia. Essa observância [dominical] permanece como uma lembrança da Igreja Mãe da qual as seitas não-católicas se apartaram - semelhante a um garoto fugindo de casa mas ainda carregando em seu bolso uma fotografia de sua mãe ou uma mecha de seu cabelo."12

As publicações "The Catholic Press" e "The Catholic Mirror" também enfatizam a origem da observância religiosa do domingo e a atitude contraditória dos protestantes que guardam esse dia. Elas declaram respectivamente que:

"[...] O domingo é uma instituição católica e a reivindicação à sua observância somente pode ser defendida nos princípios católicos. [...] Do início ao fim das Escrituras não há uma única passagem que autorize a transferência do culto público semanal do último dia da semana para o primeiro. Assim, a observância do domingo é um acréscimo incompatível à fé protestante, completamente fora de harmonia com o seu princípio fundamental [Sola Scriptura], e indica fortemente uma religião que infelizmente padeceu da demasiada pressa em surgir."13

"[...] A Igreja Católica, a mais de mil anos antes da existência de um protestante, em virtude de sua divina missão, mudou o dia de sábado para o domingo. [...] O descanso cristão neste dia é, por consequência, o reconhecido resultado da Igreja Católica como esposa do Espírito Santo, sem uma palavra divergente do mundo protestante."14

E assim como nos exemplos já transcritos, o "Catechism Simply Explained" ressalta a inconveniente situação na qual o protestantismo está envolvido por ter optado em guardar o domingo:

"Uma palavra sobre o domingo. Deus disse: 'Lembra-te de santificar o dia de Descanso'. O Descanso era o sábado, e não o domingo; por que, então, nós santificamos o domingo em vez do sábado? A Igreja alterou a observância do sábado pela observância do domingo em comemoração do nosso Senhor ter ressuscitado dos mortos no domingo de Páscoa, e do Espírito Santo ter descido sobre os apóstolos no domingo de Pentecostes. Os protestantes que dizem seguir a Bíblia e somente a Bíblia, e que não acreditam em qualquer coisa que não esteja na Bíblia, devem estar um tanto perplexos pela guarda do domingo quando Deus distintamente disse: 'santifique o dia de sábado'. A palavra domingo não surge em qualquer lugar da Bíblia, assim, sem saber, eles estão obedecendo a autoridade da Igreja Católica."15

Da mesma forma, o "Catechism Made Easy" aponta que o princípio, "a Bíblia e somente a Bíblia", não é respeitado pelos protestantes:

"Vocês devem ter observado, meus queridos filhos, que o dia na qual observamos o Descanso não é o mesmo daquele que foi observado pelos judeus. Eles mantiveram e ainda mantêm o Descanso no sábado, nós no domingo; eles no sétimo, nós no primeiro dia da semana. Por isso os judeus fecham suas lojas e comparecem em suas sinagogas no sábado, todavia o domingo é observado como o dia de repouso por todos os cristãos, mesmo por aquelas seitas[h] que estão separadas da Igreja Católica. [...] A partir disso podemos compreender quão grande é a autoridade da Igreja para interpretar ou explicar para nós os mandamentos de Deus - uma autoridade que é reconhecida pela prática universal de todo o mundo cristão, mesmo daquelas seitas que professam tomar as Sagradas Escrituras como sua única regra de fé, uma vez que elas observam como dia de repouso não o sétimo dia da semana ordenado pela Bíblia, mas o primeiro dia, o qual sabemos que é para ser mantido santo, somente pela tradição e ensino da Igreja Católica."15

E por fim, o periódico católico "The Clifton Tracts"17 censura e desafia os protestantes quanto a prática de observar o domingo:

"Vou apresentar uma pergunta extremamente simples e séria, sobre a qual clamo a todos os que professam seguir 'a Bíblia e somente a Bíblia' a darem a mais sincera atenção. Ei-la: Por que você não santifica o dia de Descanso?

[...] Você irá me responder, talvez, que santifica o dia de Descanso; visto que você se abstém de todos os trabalhos seculares, diligentemente vai à igreja expressar suas orações, e lê a sua Bíblia em casa, a cada domingo de sua vida.

Entretanto, domingo não é o dia de Descanso. Domingo é o primeiro dia da semana; o dia de Descanso era o sétimo dia da semana. O Deus Todo-Poderoso não entregou um mandamento na qual os homens deveriam santificar um dia em sete; mas Ele especificou Seu próprio dia, e disse distintamente: 'Tu santificarás o sétimo dia'; e Ele atribuiu uma razão para a escolha deste dia ao invés de qualquer outro - uma razão que pertence apenas ao sétimo dia da semana, e não pode ser aplicada aos demais. Ele disse: 'Porque em seis dias o Senhor fez o céu e a terra, o mar e tudo o que neles há, e descansou ao sétimo dia; por isso, o Senhor abençoou o dia de sábado e o santificou'. O Deus Todo-Poderoso ordenou que todos os homens deveriam descansar de seus trabalhos no sétimo dia, porque Ele também descansou nesse dia. Ele não descansou no domingo, mas no sábado.

No domingo, que é o primeiro dia da semana, Ele começou a obra da criação, Ele não a finalizou; foi no sábado que Ele "concluiu a obra que realizara; e descansou no sétimo dia de toda a Sua obra que realizara; e Deus abençoou o sétimo dia e o santificou, porque nele descansou de toda a obra na qual Deus criara e fizera" (Gên. 2:2,3). Nada pode ser mais simples e fácil de entender do que tudo isso; e não há ninguém que busque negar; é reconhecido por todos que o dia que Deus Todo-Poderoso designou para ser santificado foi o sábado, não o domingo. Por que você então santifica o domingo, e não o sábado?

Você irá me dizer que o sábado era um descanso judaico, e que o descanso cristão foi mudado para o domingo. Mudado! Mas por quem? Quem tem autoridade para mudar um mandamento expresso do Deus Onipotente? Quando Deus disse: 'Tu santificarás o sétimo dia', quem ousaria dizer: 'Não, tu podes trabalhar e fazer qualquer tipo de atividade secular no sétimo dia'; no entanto, tu santificarás o primeiro dia em seu lugar? Esta é a pergunta mais importante, que eu não sei como você pode responder.

O mandamento para santificar o sétimo dia é um dos Dez Mandamentos; você acredita que os outros nove são ainda obrigatórios; quem lhe deu autoridade para mexer com o quarto? Se você é coerente com os seus próprios princípios, se você realmente segue a Bíblia e somente a Bíblia, você deve ser capaz de apresentar alguma parte do Novo Testamento na qual o quarto mandamento foi expressamente alterado, ou pelo menos a partir da qual você possa inferir com segurança que era a vontade de Deus que os cristãos deveriam fazer essa alteração em sua observância na qual você tem feito. [...]

A geração atual de protestantes santifica o domingo em lugar do sábado, porque recebeu isso como parte da religião cristã da geração passada, e aquela geração recebeu da geração anterior, e de modo inverso, de uma geração à outra, numa continua sucessão até chegarmos ao período da (então chamada) Reforma, quando aqueles que conduziram a mudança de religião em seus países, deixaram esta parte específica da fé e prática católica intocável. [...]

Tanto você [protestante] e nós [católicos], na verdade, seguimos a tradição nesta questão; mas nós a seguimos, acreditando que ela é uma parte da Palavra de Deus e que a Igreja [Católica] foi divinamente designada a sua guardiã e intérprete; você a segue, denunciando-a o tempo todo como uma guia falível e traidora, que frequentemente 'torna o mandamento de Deus sem efeito'."

Considerações finais

Diante desse impasse, a pergunta primordial é: Para onde deve ser direcionada a obediência? À Bíblia ou à Igreja Católica? O historiador e arcebispo James Gibbons auxilia nesta questão ao dizer: "[...] você pode ler a Bíblia do Gênesis ao Apocalipse, e não encontrará uma única linha autorizando a santificação do domingo. As Escrituras ordenam a observância religiosa do sábado, dia que nunca santificamos"18.



Vídeo relacionado: O Sétimo Dia - Programa 04

b, c, d, e. Acesse: O "dia do Senhor"
h. Referindo-se as igrejas protestantes.

1. GEIERMANN, P. (1995). The Convert's Catechism of Catholic Doctrine, Ringgold, US-GA: TEACH Services, Inc., p. 50; (Imprimi Potest: Francis J. Fagen, provincial. Nihil Obstat: M. J. Bresnahan, censor librorum. Imprimatur: Joannes J. Glennon, archiepiscopus).
2. KEENAN, S. (1876). A Doctrinal Catechism, 3ª ed., New York, US-NY: Catholic Publishing House, p. 173-174; (Imprimatur: John Cardinal McCloskey, archbishop of New York. Third american edition, revised and corrected, conformably to the decrees of the council of the Vatican).
3. "Commandments of God". (1913). The Catholic Encyclopedia: an international work of reference on the the constitution, doctrine, discipline, and history of the Catholic Church, vol. IV, special edition, New York, US-NY: The Encyclopedia Press, Inc., p. 153a; (Nihil Obstat: Remy Lafort, censor. Imprimatur: John Cardinal Farley, archbishop of New York).
4. MANSI, J. D. (1901). Sacrorum Conciliorum: nova et amplissima collectio, tomus XXXIII, Parisiis, FRA: Huberti Welter, pars IV, sec. LXXX (Oratio ad Sacrosanctum, per Gasparem a Fosso, archiepscopum Rheginum - Calabria, Italia), col. 530.
5. Eusebius Pamphili, Commentary on the Psalms, Psalms XCI. In: MIGNE, J. P. (1857). Patrologiæ: cursus completus, tomus XXIII, Le quartier du Petit-Montrouge, Parisiis, FRA: Jacques Paul Migne Editorem, Psalmus XCI (Psalmus Cantici, in Die Sabbati), col. 1171-1172. Too in: CAILLAU, A. B.; GUILLON, M. N. S. (1830). Collectio Selecta SS. Ecclesiæ Patrum, tomus vigesimus tertius, Parisiis, FR: Méquignon-Havard Editorem, Psalmus XCI, p. 364.
6. AQUINAS, T. (2007). Summa Theologica, vol. III (part II, second section), New York, NY-US: Cosimo, Inc., q. 122, art. 4 (Virtues and Vices), p. 1696.
7. Walter Mary Drum, "Ecclesiastical Library Table: sunday observance" (february, 1914). In: The Ecclesistical Review, vol. I, Philadelphia, US-PA: American Ecclesiastical Review, p. 239.
8. ECKIO, I. (1536). Enchiridion Locorvm: communium aduersus Lutherum & alíos hostes Ecclesiæ, capitùlum I (De Ecclesia et eivs avctoritate), sectio II (Diluuntur obiecta).
9. DOYLE, J. (1851). An Abridgment of the Christian Doctrine: with proofs of Scriptur on points controverted, Dublin, IE-L: James Duffy, chap. VIII (Of the Commandments in General), p. 56; (originally composed in "The Douay Catechism of 1649" by Rev. Henry Turberville, of the English College at Douay - Nord, France. After revised by the Right Rev. James Warren Doyle).
10. SEGUR, L. G. (1868). Plain Talk about the Protestantism of To-Day, Boston, US-MA: Patrick Donahoe, p. 225; (Imprimatur: Joannes Josephus, episcopus of Boston).
11. KEATING, K. (1988). Catholicism and Fundamentalism: the attack on "Romanism" by "Bible Christians", San Francisco, US-CA: Ignatius Press, p. 38; (Nihil Obstat: Rev. Msgr. Joseph Pollard, censor librorum. Imprimatur: Most Rev. Roger Mahony, archbishop of Los Angeles).
12. O'Brien, J. A. (1974). The Faith of Millions: the credentials of the Catholic religion, revised edition, Huntington, US-IN: Our Sunday Visitor Inc., p. 400-401; (Nihil Obstat: Rev. Lawrence Gollner. Imprimatur: Leo A. Pursley, bishop of Fort Wayne-South Bend, US-IN).
13. M. Long, "Rampant Sabbatarianism". In: The Catholic Press, Sydney, AU-NSW: General Offices, v. IV, n. 251, p. 22, aug. 1900.
14. The Christian Sabbath, 5th ed., Baltimore, US-MD: Catholic Mirror, p. 29, 31; (consisting of four editorials on the above subject published in the issues of "The Catholic Mirror" of September 2nd, 9th, 16th and 23th of 1893).
15. CAFFERATA, H. C. (1932). The Catechism Simply Explained, new revised and enlarged edition, London, GB-ENG: Burns Oates & Washbourne Ltd, Q.193, p. 89; (Nihil Obstat: Eduardus J. Mahoney, censor deputatus. Imprimatur: Josephus Butt, vicarius generalis).
16. GIBSON, H. (1874). Catechism Made Easy: a familiar explanation of the catechism of christian doctrine, vol. II, Liverpool, GB-ENG: Rockliff Brothers, p. 105-106; (Imprimatur: Bernardus, episcopus Liverpolitanus).
17. "Why Don't You Keep Holy the Sabbath Day?" In: The Clifton Tracts: by the brotherhood of st. vincent of Paul, New York, US-NY: Edward Dunigan & Brother, vol. IV, art. IV, p. 3-15, 1856; (published under the sanction of the bishop of Clifton, cardinal Wiseman. And republished with the approbation of the Most Rev. John Hughes, archbishop of New York).
18. GIBBONS, J. (1880). The Faith of Our Fathers: being a plain exposition and vindication of the church founded by our Lord Jesus Christ, 16ª ed., Baltimore, US-MD: John Murphy & Co., chap. VIII (The Church and the Bible), p. 111; (James Gibbons was archbishop of Baltimore).


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IASD On-line,
13 de fev de 2016 08:19