O Primeiro Dia da Semana

O "primeiro dia da semana" teve origem na criação (Gênesis 1:5), e o Novo Testamento cita-o oito vezes sem lhe atribuir qualquer característica especial; situação oposta em relação ao "sétimo dia da semana", que tem sido abençoado, santificado e denominado "dia do Senhor"(a). Avaliando o "primeiro dia da semana" dentro de cada contexto onde ele é mencionado, nota-se claramente que a Bíblia não lhe atribui benção, santidade e ordem de guarda; sua ocorrência nos textos escriturísticos se deve meramente por questão cronológica. Deste modo, inicialmente serão avaliados em conjunto cinco dos oito versos que fazem menção ao "primeiro dia da semana" por tratarem do mesmo acontecimento, a ressurreição de Jesus.

Sepultamento e ressurreição
  1. "No findar do sábado, ao entrar o primeiro dia da semana, Maria Madalena e a outra Maria foram ver o sepulcro." (Mateus 28:1 RA).
  2. "E, muito cedo, no primeiro dia da semana, ao despontar do Sol, foram ao túmulo." (Marcos 16:2 RA).
  3. "Havendo Ele ressuscitado de manhã cedo no primeiro dia da semana, apareceu primeiro a Maria Madalena [...]" (Marcos 16:9 RA).
  4. "Mas, no primeiro dia da semana, alta madrugada, foram elas ao túmulo, levando os aromas que haviam preparado." (Lucas 24:1 RA).
  5. "No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro, e viu que a pedra estava revolvida." (João 20:1 RA).
Estes cinco versos descrevem a ida das duas "Marias" ao sepulcro de Jesus e Sua ressurreição. Contudo, eles e seus respectivos contextos não apresentam nenhuma orientação sobre a guarda do "primeiro dia da semana", ou, algo sobre a revogação da observância do sábado. Ao contrário, a narrativa de Lucas destaca que Maria (mãe de Jesus) e Maria Madalena prepararam perfumes e especiarias aromáticas no sexto dia (sexta-feira), descansaram no sétimo dia (sábado) de acordo com o quarto mandamento e, no amanhecer do "primeiro dia da semana" (domingo) foram ao túmulo levando o que tinham preparado (Lucas 23:54-56).

O sábado citado em Lucas 23:56 foi o primeiro da nova aliança e, o destaque que se fez sobre a obediência das discípulas de Cristo ao quarto mandamento, prova inquestionavelmente que o sábado instituído no Éden (Gênesis 2:1-3; Êxodo 20:8-11) não foi anulado na cruz do Calvário. Igualmente, este relato prova que as prerrogativas do sábado não foram transferidas para o domingo. Em momento algum é dito que o quarto mandamento foi alterado em decorrência da morte e ressurreição de Cristo, os quatro Evangelhos tão somente em suas narrativas confirmam a concretização da profecia referente a ressurreição do Messias ao terceiro dia após a Sua morte (Mateus 16:21).

Mateus e Marcos descreveram esses acontecimentos em 62 d.C. (31 anos após a ressurreição), Lucas e João narraram respectivamente em 64 d.C. (33 anos depois) e 97 d.C. (66 anos após a ressurreição). Esta observação sobre as datas em que os quatro Evangelhos foram escritos é de suma importância porque, décadas depois da ressurreição de Jesus, seus autores nada dizem sobre a alteração da observância sabática; nenhuma palavra de advertência ou repreensão é proferida sobre a santificação do sábado mencionada em Lucas 23:54-56. Se realmente alguma mudança tivesse ocorrido, tal coisa deveria constar nos registros dos Evangelhos, pois isso afetaria diretamente um dos mandamentos da lei de Deus, caracterizada por Jesus como eterna e imutável.1 Os próprios discípulos que eram judeus e praticaram a observância sabática ao longo de suas vidas certamente não deixariam de discorrer sobre esta importante questão se o sábado houvesse sido revogado. Adiante o sexto verso que faz referência ao "primeiro dia da semana".

Desconfiança, medo e zombaria
"Ao cair da tarde daquele dia, o primeiro da semana, trancadas as portas da casa onde estavam os discípulos com medo dos judeus, veio Jesus, pôs-se no meio e disse-lhes: Paz seja convosco!" (João 20:19 RA).
Entre os cristãos permeia o falso ensino de que este verso descreveria uma reunião religiosa promovida pelos discípulos, e isso seria uma comprovação da observância do domingo; os mais empolgados afirmam ainda que na ocasião houve santa ceia. Entretanto, ao analisar João 20:19 em seu respectivo capítulo e, confrontá-lo com as informações de Lucas 24:36-43 (que trata do mesmo episódio), facilmente observa-se que não houve nenhuma reunião de caráter religioso e muito menos santa ceia pelos seguintes motivos:
  1. Os discípulos estavam numa casa de portas trancadas temendo os judeus que assassinaram a Jesus e, evitando a zombaria (cf. Lucas 23:35; Atos 2:13).
  2. Após o forte impacto de ter perdido o Mestre, os discípulos não mantiveram a seguinte declaração: "[...] O Filho do homem será entregue nas mãos dos homens, e O matarão; mas, três dias depois da Sua morte, ressuscitará." (Marcos 9:31 RA; João 2:19-22). E quando Jesus ressurgiu entre eles, se apavoraram. Em seguida foram repreendidos por causa da incredulidade que sustentaram.2 Tomé, um dos discípulos, mesmo após receber vários testemunhos sobre o ocorrido, continuou sem acreditar na ressurreição de Jesus (João 20:24-29). Seria realmente possível administrar um culto a Deus e até mesmo uma santa ceia nestas circunstâncias? (cf. João 14:6).
  3. Os discípulos estavam reunidos à mesa compartilhando uma refeição quando Jesus apareceu a eles. E, após acalmá-los do susto que tiveram (convencendo-os de Sua ressurreição), pediu algo para Se alimentar e trouxeram-Lhe peixe e mel (Lucas 24:42-43). Não houve nenhuma santa ceia à exemplo da ocorrida na véspera da crucificação.3
Jesus e Seus discípulos eram judeus e zelosos pelo quarto mandamento, a santificação do sábado sempre foi uma realidade em suas vidas(b) (Lucas 4:16; Atos 16:13; Atos 17:1-3). Ademais, os versos de João 20:19 e 26 indicam que Jesus teve duas excelentes oportunidades para anunciar algo sobre a transferência ou extinção da observância sabática, no entanto, nada foi dito a este respeito. É surpreendente que esta suposta mudança na lei, algo de imensurável importância (Mateus 5:17-19; Mateus 19:16-19; Lucas 16:17), não tenha sido esclarecida por Cristo. A seguir o sétimo verso que cita o "primeiro dia da semana".

Confraternização e despedida
"No primeiro dia da semana, estando nós reunidos com o fim de partir o pão, Paulo, que devia seguir viagem no dia imediato, exortava-os e prolongou o discurso até à meia-noite. Havia muitas lâmpadas no cenáculo onde estávamos reunidos." (Atos 20:7-8 RA).
O capítulo 20 de Atos demonstra que Lucas descreveu as viagens evangelísticas de Paulo considerando a ordem cronológica em que elas ocorreram. Em uma delas, Paulo retornou à Trôade para encontrar os cristãos que o aguardavam (Atos 20:4-5), e permaneceu nesta cidade por sete dias (verso 6). E ao chegar o momento de deixá-la, eles reuniram-se novamente para compartilhar uma refeição ('partir o pão', verso 7). O relato informa, apenas por motivo cronológico, que essa reunião de despedida ocorreu no "primeiro dia da semana". Lucas não ensina, e tampouco deixa implícito, que o domingo fora destinado para reuniões de consagração à semelhança do sábado. Sobre Atos 20:7-8, o historiador August Neander e o teólogo Charles Ellicott (ambos observadores do domingo) afirmam respectivamente que:
"A passagem não é inteiramente convincente, porque a imediata partida do apóstolo pode ter reunido a pequena igreja numa fraternal refeição de despedida, em cuja ocasião o apóstolo pronunciou seu último sermão, embora neste caso, não houvesse nenhuma particular celebração no domingo."4
"Pode parecer estranho que alguns sustentem a opinião exposta na nota anterior, de que o apóstolo e seus companheiros assim se propusessem a viajar no dia que se transferiram todas as restrições do sábado judaico. No entanto, deve-se lembrar: 1.º) que não há nenhuma prova de que S. Paulo pensasse em tais dias como assim mudados, mas bem ao contrário (Gál. 4:10; Col. 2:16); e 2.º) que o navio, no qual seus amigos obtiveram passagem, provavelmente não devia alterar seu dia de partida para satisfazer escrúpulos, mesmo que tais escrúpulos existissem."5
A reunião de Atos 20:7 não é caracterizada como uma santa ceia por ter havido o "partir do pão", pois esta prática era comum na época e consistia de uma reunião fraternal para compartilhar uma refeição. Isso é confirmando em Atos 2:42-47, onde se diz que todos os dias os cristãos se reuniam em suas residências e participavam solidariamente de refeições ("partir do pão"). O Rev. Clifford William Dugmore, adepto da observância dominical, a este respeito declara: "Não há menção de taça, nem mesmo de quaisquer orações ou cânticos; o discurso de Paulo não se segue à leitura da Escritura."6 Outros teólogos, também confirmam este posicionamento:
"[...] A antiga expressão 'partir o pão'[c] ressalta, por um lado, a parte mais importante (e, às vezes, única) de uma refeição para a classe inferior, especialmente para os pobres. Por outro lado, lembra o procedimento comum segundo o rito judaico de que, no início de cada refeição, ocorria uma eulogía, uma palavra de bênção (em hebraico: beracha), e o partir do pão."7
"[...] partiam o pão diariamente em casas particulares. Este 'partir do pão' servia a um fim duplo: era um elo de fraternidade e um meio de sustento para os necessitados."8
"[...] o partir do pão é simplesmente parte costumeira e necessária do preparo para se comer em companhia. Inicia-se o partilhar do prato principal na própria refeição. [...] O 'partir do pão' é a descrição de uma refeição comum em termos da ação inicial. Por isso a locução é empregada para a mesa comum quanto da participação dos membros da primitiva comunidade em cada dia em suas casas (Atos 2:42, 46), e também para as refeições comuns das comunidades cristãs gentílicas (Atos 20:7 cf. I Cor. 10:16)."9
A expressão "partir o pão" proveniente do grego "klao artos" (Atos 20:7) ou "klasis artos" (Lucas 24:35; Atos 2:42) refere-se as refeições casuais patrocinadas pelos primeiros cristãos, ela não tem vínculo com a palavra grega "deipnon", que é utilizada para indicar refeições formais, como por exemplo: ceia festiva, jantar solene, banquete suntuoso (Mateus 23:6; Lucas 14:12; João 12:2) e, santa ceia (João 13:2).

O relato afirma ainda que, o prolongamento das exortações de Paulo conduziu o "discurso até à meia-noite" (Atos 20:7 cf. Atos 20:9). A palavra "discurso" neste trecho provém do verbo grego "dialegomai", que significa: "arguir", "debater", "conversar"; o que demonstra que Paulo promoveu na ocasião um diálogo (uma discussão de ideias) com os cristãos de Trôade, houve uma reunião com o intuito de fornecer instruções, de contestar perguntas e eliminar dúvidas doutrinárias. A narrativa de Atos 20:7-12 não apresenta uma reunião regular da igreja acompanhada de um sermão, tampouco seguida de santa ceia. Lucas ao dizer: "até à meia-noite", esclarece também que aquela reunião noturna de despedida (que iniciou após o pôr do Sol de sábado, Atos 20:8), proporcionou que as indagações e explanações continuassem por longo tempo (Atos 20:11), mesmo a viagem de Paulo estando programada para ocorrer na manhã daquele dia para mais uma de suas viagens evangelísticas. Adiante, o oitavo e último verso que faz referência ao "primeiro dia da semana" no Novo Testamento.

Auxílio aos necessitados
"No primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte, em casa, conforme a sua prosperidade, e vá juntando, para que se não façam coletas quando eu for." (I Coríntios 16:2 RA).
Este verso é comumente utilizado às avessas para alegar que os donativos solicitados por Paulo foram coletados em reuniões da igreja a cada domingo. No entanto, tal argumento apresenta grosseiras falhas, visto que as coletas não eram realizadas em cultos dominicais, a primitiva igreja sequer reunia-se aos domingos para fins religiosos(d).

Os donativos foram separados e guardados individualmente pelos ofertantes em suas respectivas residências e, em seguida, recolhidos por Paulo que os encaminhou à Jerusalém (I Coríntios 16:3-4). As recomendações, "cada um de vós ponha de parte" ("hekastos humon para heautou tithemi") e "vá juntando" ("thesaurizo"), auxiliam a esclarecer este assunto ao apresentarem os seguintes detalhes: a locução "para heautou", que significa: "próximo de si"; "perto de si"; "reserve em seu poder" (equivalente a, "em sua casa"), orientava o ofertante a reservar "consigo" o seu donativo. E cada quantia separada pelo ofertante "juntava-se" (era adicionada, "thesaurizo") ao montante que ele mesmo estava formado e encontrava-se sob sua proteção, ou seja, houve uma acumulação gradativa baseada naquilo que era obtido durante a semana ("conforme a sua prosperidade"). Portanto, as próprias orientações em I Coríntios 16:2 desmentem a insinuação de que as doações eram entregues na igreja aos domingos.

Era costume daquela época, no início da semana (domingo), ocorrer o planejamento da despesa semanal (contabilidade doméstica). E Paulo recomendou aos cristãos que ao fazê-lo, não se esquecessem de separar a doação que fosse possível para os pobres em Jerusalém. E como demonstrado, essas doações foram guardadas por cada cristão em sua própria residência. Várias traduções bíblicas enfatizam essas coletas privativas utilizando a expressão "em casa"(e), enquanto outras optaram por não usa-la.

Assim, quando Paulo retornou à cidade de Corinto, os cristãos que se propuseram a ajudar entregaram-lhe os seus respectivos donativos e o toral foi encaminhado para os necessitados de Jerusalém (I Coríntios 16:3 cf. Atos 11:27-30, Romanos 15:25-26). A ideia de reunião dominical é inteiramente desconhecida em I Coríntios capítulo 16, na realidade não existe em parte alguma do Novo Testamento a informação de que os primeiros cristãos cultuavam aos domingos. Referente a estas questões, a Encyclopaedia Biblica de Cheyne(f) and Black(g), no artigo "dia do Senhor", comenta:
"[...] A maior parte da igreja de Corinto consistia de pessoas pobres e desconhecidas (I Cor. 1:26 ss); possivelmente para muitos deles, o último ou o primeiro dia da semana era dia de pagamento; o primeiro dia, logo, foi o dia em que eles poderiam mais facilmente reservar à parte, alguma coisa. I Cor. 16, portanto, não nos fornece com alguma segurança, fatos sobre a observância do domingo nas igrejas paulinas."10 "Não devemos, porém, passar por alto o fato de que, a dádiva de cada um devia ser separada particularmente (par hauto), isto é, em seu próprio lar, e não em alguma assembleia de adoração."11
A obra "The Cambridge Bible For Schools and Colleges", publicada pela Cambridge University Press, apresenta o mesmo posicionamento sobre I Coríntios 16:2:
"Contudo, ainda que seja bastante evidente, a partir do consentimento universal dos cristãos que eles estavam acostumados a se reunirem para o culto no dia do Senhor, não podemos inferir isto a partir desta passagem. [...] 'cada um de vós ponha de parte', isto é, 'em casa' (Tyndale, apud se, Vulg.), não em uma reunião, como geralmente se supõe. [...] Ele [Paulo] fala de um costume em seu tempo, de se colocar uma pequena caixa ao lado da cama, e dentro da qual a oferta era sempre depositada depois de se fazer uma oração."12
As duas citações acima pertencem a autores e colaboradores que advogaram em favor do repouso dominical, não obstante, isso não os impediu de serem honestos com o verdadeiro relato de I Coríntios 16:2. E ainda nesta temática, tem-se o interessante testemunho do cônego católico Hugo Bressane de Araújo:13
- Mas a Bíblia manda observar o domingo em vez do sábado?
- Não.
- Quem mudou o dia do Senhor de sábado para o domingo?
- A igreja Católica[h].
- Mas os protestantes observam o descanso no domingo.
- Então neste ponto seguem a tradição Católica contra a qual sempre estão a clamar.
- Mas dizem os protestantes que S. Paulo manda guardar o domingo.
- Não. S. Paulo, na I Epístola aos Coríntios, cap. XVI, ordena que se faça uma coleta para os pobres no primeiro dia da semana; eis as palavras do Apóstolo, verso 2.º: "Ao primeiro dia da semana, cada um de vós ponha de parte alguma coisa em casa, guardando assim o que bem lhe parecer, para que se não façam as coletas quando eu chegar." Porventura esta determinação do apóstolo acerca das esmolas para os pobres de Jerusalém anula o preceito sobre a observância do sábado? [...]
- Que dizer, pois, dos protestantes que não reconhecendo a tradição e o poder da igreja Católica, guardam o domingo em vez do sábado?
- Ou devem guardar o sábado, ou estão em contradição com a Bíblia.
E para finalizar, William Domville (outro observador do domingo) também contraria a alegação de que I Coríntios 16:2 refere-se a uma reunião religiosa da igreja primitiva no "primeiro dia da semana":
"[...] Estranho que um texto, que não diz nada a respeito de qualquer reunião em favor de qualquer propósito, esteja sendo conduzido para provar um costume de se reunir para fins religiosos! [...] Se é estranho inferir a partir dele um costume de se reunir, embora nenhuma reunião seja mencionada nele, parece ainda mais estranho, ainda mais inconsistente, inferir a partir dele [...] que uma orientação para reservar donativos em casa signifique que estes donativos deveriam ser entregues na igreja. [...]
A tradução em nossas Bíblias comuns é exatamente como o original: 'Cada um de vós ponha de parte em casa.' Uma tradução ainda mais literal da palavra original thesaurizon (acumulando), torna ainda mais perceptível que cada contribuinte deveria acumular por si mesmo, e não entregar o donativo de semana em semana a nenhuma outra pessoa."14

Vídeo relacionado: O Sétimo Dia - Estudo 04
a. Acesse: O dia do Senhor
c. Referências citadas pelos autores: Atos 2:42; Atos 20:7; Atos 20:11; I Coríntios 10:16 cf. Marcos 6:41; Marcos 8:5; Marcos 14:22.
e. Exemplos de traduções bíblicas que utilizam a expressão, "em casa", em I Coríntios 16:2: Revista e Atualizada (João Ferreira de Almeida, 1993); Reina Valera (1909); Sagradas Escrituras (versão espanhola, 1569); Biblia de Jerusalén (versão espanhola, 1976); A Biblia Sagrada (Pereira de Figueiredo, Lisboa: 1867); Darby Bible (John Nelson Darby, 1890); The Webster Bible (1833); La Bible de I'Épée (2010); La Sainte Bible (David Martin, 1744); Riveduta Bible (1927); Ostervald's Bible (Jean-Frédéric Osterwald, 1996); Dansk Bibel (1931); Svenskt Bibeln (1917); Det Norsk Bibelselskap (Sociedade Bíblica Norueguesa, 1930); Romanian Dumitru Cornilescu Bible (1928); Geneve Bible (1599).
f. Thomas Kelly Cheyne foi ordenado pelo Balliol College, e atuou como professor de interpretação da Sagrada Escritura na Oxford University.
g. John Sutherland Black foi autor e editor, escreveu artigos para a Dictionary of National Biography e Encyclopædia Britannica (1911).
1. Mateus 5:17-19; Lucas 16:17; Mateus 19:16-19 cf. Romanos 3:31, Romanos 6:14-15; Tiago 2:8-13 cf. Eclesiastes 12:13; Isaías 66:22-23.
2. Mateus 28:16-17; Marcos 16:11-14; Lucas 24:36-38; João 20:8-10.
3. Mateus 26:26-30; Marcos 14:22-26; Lucas 22:19-20; João 13:1-15.
4. NEANDER, A. (1831). The History of the Christian Religion and Church: During the Three First Centuries, vol. I, London: Printed by F. Rivington, p. 337 (footnote); (Johann August Wilhelm Neander foi teólogo e historiador alemão, especializado em história cristã).
5. ELLICOTT, C. J. (1895). A Bible Commentary for Bible Students, vol. VII, London: Marshall Brothers, p. 138. Quoted in: CHRISTIANINI, A. B. (1981). Subtilezas do Erro, 2.ª ed., São Paulo: CPB, p. 206; (Charles John Ellicott foi ministro anglicano, escritor e professor de teologia na Universidade de Cambridge).
6. Clifford William Dugmore, "Lord's Day and Easter". In: CULLMANN, O. (1962). Neotestamentica et Patristica in Honorem Sexagenarii, Leiden: E. Brill, p. 274.
7. STEGEMANN, E. W; STEGEMANN, W. (2004). História Social do Protocristianismo: Os primórdios no judaísmo e as comunidades de Cristo no mundo mediterrâneo, ed. Sinoidal, p. 250; (Ekkehard Wilhelm Stegemann, teólogo alemão, foi professor de teologia bíblica na Universität Bayreuth. Atualmente é professor do Novo Testamento na Universität Basel, Suíça. E seu irmão, Wolfgang Stegemann (doutor em teologia), foi assistente de teologia sistemática do Novo Testamento na Ruprecht-Karls Universität Heidelberg. Hoje atua como professor na Augustana Hochschule).
8. WALKER, W. (1925). História da Igreja de Cristo, Imprensa Metodista, p. 32. Quoted in: CHRISTIANINI, A. B. ob. cit., p. 207.
9. KITTEL, G.; BROMILEY, G. W. (1965). Theological Dictionary of the New Testament, vol. III, Michigan: Wm. B. Eerdmans Publishing Co., p. 728-729. Quoted in: BACCHIOCCHI, S. (1977). From Sabbath to Sunday: A Historical Investigation of the Rise of Sunday Observance in Early Christianity, Rome: Pontifical Gregorian University Press, p. 97.
10. CHEYNE, T. K.; BLACK, J. S. (1902). Encyclopaedia Biblica: A Critical Dictionary of the Literary, Political and Religious History, the Archeology, Geography and Natural History of the Bible, vol. III, Toronto: George N. Morang & Company Limited, col. 2813 ("Lord's day").
11. CHEYNE, T. K.; BLACK, J. S. Encyclopaedia Biblica, entry: "Lord's day". Quoted in: CHRISTIANINI, A. B. ob. cit., p. 214.
12. LIAS, J. J. (1878). The Cambrigde Bible for Schools: The First Epistle to the Corinthians, London: Cambridge University Press, p. 164; (Rev. John James Lias foi chanceler da Llandaff Cathedral e professor de história inglesa e literatura moderna; escreveu artigos para a Encyclopædia Britannica).
13. ARAUJO, H. B. (1931). Perguntas e Respostas, vol. I, p. 23-24; (editado da tipografia de: "Lar Catholico", capítulo "Sábado ou Domingo").
14. DOMVILLE, W. (1849). The Sabbath: An Examination of the Six Texts Commonly Adduced from the New Testament in Proof of a Christian Sabbath, London: Chapan and Hall, chap. III, p. 101-104.

Outros estudos:
Ċ
IASD On-line,
24 de nov de 2013 07:04