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Sobre "Double Dose" 2010

"Enquanto a execução é de primeira qualidade, os elementos de ritmo, disposição, e as sensibildades rítmicas dos Artistas, todas contribuem...o duo toca rendições limpas de famosos standards incluindo um tempo rápido (menos normal) de "You Don’t Know What Love Is.” Com uma aproximação rítmica constante que energiza o repertório e que alimenta um incessante preenchimento, com pouco ou nenhum espaço para respirar. E é por isso que "Orasara" de Alves é tão refrescante. A virtuosidade óbvia de cada músico aparece reinventada diante dos nossos ouvidos; o alternado fogo-forte mas inesperada forma de execução permite a ambos os músicos solarem simultâneamente." John Ehpland, Down Beat, 2010 Oct.

Um disco que se ouve muito bem
"O álbum “Double Dose” prima pela sobriedade sonora, sendo todavia, um jazz aguerrido, forte, e bem marcado em que sobressai a grande cumplicidade entre os dois músicos. Hugo Alves assina três dos oito temas que constituem o álbum, Greg Burk outros três e recuperam um tema muito popular de George Gershwin, “Summertime”, e outro de Gene DePaul, “You Don’t Know Love Is”. “Summertime”, com cerca de seis minutos, é um interessante exercício de recriação, enquanto o tema de DePaul surge flui ao longo dos seus sete minutos. Dois standarts em que não caem na imitação fácil  e revelam fulgor e grande criatividade. Muito interessante a construção da composição “Orsara Variations First Movement”, de Hugo Alves, com a qual encerra o álbum. À imaginativa composição acresce a intuitiva e certeira interpretação. Outra composição de Alves, “New Doors”, demonstra o espírito de experimentalista dos músicos, que não se contentaram com uma segura e bem conjugada interpretação. Um disco melodicamente claro, em que sobressai a boa aptidão rítmica.
Um álbum de qualidades ou não constituísse esta dupla, um dos melhores trompetistas de jazz portugueses. Burk por seu turno estudou em Boston, e vive há mais de uma década em Roma, tendo-se tornado num referencial da cena jazz transalpina.
O CD foi gravado com o apoio da Direcção Regional de Cultura do Algarve durante a digressão do duo em 2009, que passou por Lisboa (Centro Cultural de Belém), S. Brás de Alportel, e por Tavira."
António Coelho, http://hardmusica.pt/noticia_detalhe.php?cd_noticia=8268 , Junho.2010

Hugo Alves - Greg Burk "Double Dose" (CD 2010) Double Dose Classif. ****
"Hugo Alves é o trompetista português que mais aprecio, talvez por estar ligado à grande tradição do instrumento no jazz, isto é, som cheio, sentido melódico e simplicidade harmónica. Foi com grande expectativa que recebi esta sua gravação com um muito completo pianista, Greg Burk, instrumentista pouco filiado nas modas meditativas atuais da dominância Jarrett-Mehldau. Tendo feito a sua tarimba académica em Boston, Burk vive há mais de uma dezena de anos em Roma, sendo um elemento ativo da cena jazz italiana. O conceito de piano de Burk é avançado, mas o vigor do seu jogo de mão esquerda não escapa à linha dos clássicos como Peterson ou Flanagan. Assim, ficaram encontradas para este CD as afinidades de dois músicos que sabem tocar em dueto trompete-piano, uma arte difícil na qual Oscar Peterson se esmerou ao trabalhar com Gillespie e outros. Neste século, o exemplo mais significativo talvez tenha sido a especial obra de colaboração entre Bill Chartap e Warren Vaché. Os duetistas de “Double Dose” têm os atributos para realizar um bom trabalho: a propensão para a clareza de linhas, a procura duma conexão expansiva e boa aptidão rítmica. Contudo, não se refugiam numa zona de conforto, pelo contrário, como os dois primeiros temas atestam, principalmente na composição de Hugo Alves ‘New Doors’, trabalham com aventura e risco quando necessário. Os que se seguem, ‘Fancy Pants’(mais bopper), ‘La Lucha’ e ‘Look to the Lion’, espelham humor, swing e extrema musicalidade. Mais fácil se torna ouvir o trabalho realizado sobre dois standards, 'Summertime' e 'You Don’t Know What Love Is’, onde o fulgor da invenção nunca deixa a improvisação cair em esquemas conformistas, ou melhor, de imitação. Hugo Alves tem técnica e segurança, mas sabe, como poucos em Portugal, manter a sua música simples e inteligível."
Raúl Vaz Bernardo, In Expresso de 15.Jan.2011



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Sobre | About "Given Soul" 2007

"... Como no caso do trompetista Hugo Alves, cujo CD Given Soul é uma autêntica lufada de ar fresco no novo jazz português. Não porque percorra novos caminhos como outros, não porque represente uma faceta dum jazz com características intrisicamente portuguesas. Há anos que Hugo Alves vem percorrendo o seu caminho como solista, músico de orquestra e pedagogo. O que ele apresenta em toda a sua humildade é uma música bem alicerçada no jazz, expressa com segurança, invenção melódica, vivacidade e absoluto sentido de jazz. Acompanhado por um trio simpático com os seus conceitos, mormente o baterista Michael Lauren, Hugo Alves, mais uma vez, atesta ser um trompetista de classe internacional." (classif. com ****) Raul Vaz Bernardo, Expresso - Revista Actual, 09.Fev.2008

Hugo Alves Given Soul entre os "Melhores CD's Nacionais de Jazz". António Rúbio, Revista Jazz.pt, Jan/Fev.2008

Hugo Alves Given Soul entre os "10 Melhores CD's Nacionais de Jazz". António Branco, Blog Improvisos Ao Sul, 03.Jan.2008

Hugo Alves Given Soul entre os "8 Melhores CD's Nacionais de Jazz". Manuel Jorge Veloso, Blog O Sítio do Jazz, 01.Jan.2008

Hugo Alves Given Soul, entre os "melhores Cd's Jazz Nacionais". Raul Vaz Bernardo, no JazzLogical. Jan.2008

Hugo Alves Given Soul em pano de fundo musical no Programa "Entre Pratos" da RTP2, apresentado por: Henrique Sá Pessoa, 08.Dez.2007

"Hugo Alves é uma espécie de lobo solitário no panorama Jazz nacional. Algarvio de gema, fez parte do Unit de Zé Eduardo, é o director da Orquestra de Jazz de Lagos e o mentor do Taksi Trio. Hugo Alves é um bopper, com tudo o que de bom e mau se possa dizer: os boppers eram os melhores músicos do mundo e a sua técnica continua em muitos aspectos insuperável. Esteticamente aponta-se-lhe um esgotamento insuperável. Mas assista-se a um concerto de Hugo Alves para se perceber como aquela música parece ter sempre existido e nunca poder deixar de existir. Hugo Alves é um músico de Jazz que gosta do Jazz puro e duro: o seu disco anterior, sem instrumento harmónico, era verdadeiramente cru(el) (creio que mais audível ao vivo), enquanto que em Given Soul, o piano eléctrico de Pablo Romero lhe burilou as arestas, tornando a música mais equilibrada. Um disco que se ouve com prazer." Leonel Santos, Site http://www.jazzlogical.net , "30 Discos de Natal", Dez.2007

Hugo Alves Given Soul classificado com **** (em *****) por http://www.jazzportugal.ua.pt José Duarte, JazzPortugal, Jun.2007

“Alves volta a evidenciar as suas credenciais não só como inspirado instrumentista mas também como dotado compositor. Como a sua sonoridade límpida e um fraseado claro e estruturado, constrói um disco recheado de atmosferas descontraídas e solarengas, pontuadas por um swing elegante... “Given Soul” é um disco sóbrio e honesto, de um músico que não pára de nos surpreender e ainda com muito para dar ao jazz nacional. Isto é só o princípio...”  António Branco, Blog Improvisos Ao Sul, 22.Jun.2007

“Hugo Alves, grande figura do jazz nacional, confirma todos os dotes que possui como trompetista. A evolução para este disco é a mais importante da sua carreira. O som cristalino do trompete e a fluidez das notas que dele saem só podem ser produzidos por um intérprete maduro e perfeitamente senhor dos segredos mais escondidos do seu instrumento, tirando dele toda a melodia e harmonia que precisa para solar da forma exemplar que aqui encontramos. Um marco.” António Rubio in Correio da Manhã, Êxito / Discos da Semana, em 09.Jun.2007 Class. **** (em *****)

“Hugo Alves firma-se como um dos valores seguros do panorama jazzístico nacional. Apreciamos particularmente a forma honesta como apresenta os seus originais... de uma extrema sobriedade, capazes sobretudo de ir ao encontro de sensibilidades que pouco ou nada têm a ver com jazz. A frescura dos temas, sempre numa toada mainstream, faz com que tenha conquistado um lugar que certamente estaria à sua espera: a estética do jazz pinta-se a várias cores e é necessário que o seu espectro tenha o maior número possível de tonalidades... O mundo sonoro de Hugo Alves agarra-nos à primeira audição.” Rui Branco in Jornal de Notícias, Cultura / Discos, em 02.Jun.2007 Class. 7/10



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Sobre "Taksi Trio" 2005

"(sobre o tema Tema Só Para Ti) ”tema de belo recorte... sustentado por uma sonoridade cheia sobre a qual evolui a interessante improvisação do trompete, aqui demonstrando um perfeito domínio instrumental e um timbre belo e controlado”.
(sobre o tema Moínhos de Arroz) “...representa já um salto estético assinalável, no que toca á evolução improvisativa e á sua relação com uma estrutura previamente definida...”
MANUEL JORGE VELOSO no Programa de Rádio “UM TOQUE DE JAZZ”, RDP Antena 2, 12/05/2005

“...recomendo vivamente!” (acerca do CD) ANABELA RIBEIRO no Programa de TV “MAGAZINE” , RTP Canal A 2, 28/02/2005

“As expectativas estavam elevadas, mas Hugo Alves mais uma vez provou a excelência da sua composição e sonoridade. Este disco encerra um jazz livre de catalogações e de rótulos estéreis. Uma lufada de ar fresco. Não o percam de vista." BLOG IMPROVISOS AO SUL, http://improvisosaosul.weblog.com.pt/ , 21/03/2005

“O segundo CD de originais ... confirma o que o antecessor tinha trazido: um músico seguro e com extremo bom gosto. ... O trio funciona como uma pequena máquina, com empatia perfeita. Em destaque, naturalmente, as improvisações de Hugo Alves, quer na trompete, quer no fliscórnio, encontra soluções que chegam a surpreender..." RUI BRANCO in JORNAL DE NOTÍCIAS, “Pré-Escuta”, em 12/03/2005




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Sobre "Estranha Natureza" 2003

“... estilo mainstream 70, com algumas frases mais contemporâneas. É uma escolha consciente.... Hugo ensina e mostra que, sem ir procurar notas aos quatros ventos, domina perfeitamente os seus instrumentos dos quais extrai sons de uma naturalidade á qual já não estamos habituados no jazz... não é de excluir que Hugo Alves se imponha em breve no mundo do jazz.”  PATRICK DALMACE in JAZZ HOT Nº 612 Julho/Agosto 2004 – França

“...um músico completo que se dedica ao jazz contemporâneo... toca de maneira descontraída e bem elaborada, quase despreocupada, mas com todos os elementos do jazz. A sua forma de tocar é suavemente fluente, quase sedutora, assim como dinâmica e vigorosa. Um disco muito bom...”  in JAZZ DIMENSIONS, 18-02-2004 – Alemanha (traduzido)

“..., um disco que nos desperta para a surpreendente maturidade sonora de um trompetista em contínua construção,... Arriscando, com coragem e técnica, uma série de originais inseridos nas correntes neo-mainstream, Hugo Alves revela-se articulado e agressivo q.b. no trompete – sabendo bem onde e porquê «dobrar» o tempo... mas também evidenciando timbre controlado e redondo”. MANUEL JORGE VELOSO in DIÁRIO DE NOTÍCIAS “A várias vozes” suplemento DN Mais, 30/01/2004



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in "All About Jazz . com" Introducing HUGO ALVES em "All About Jazz" Dez.2008, três CD's em revista por Mark Corroto http://www.allaboutjazz.com/php/article.php?id=31372

Que alegria descobrir um novo músico de jazz com talento, um "em empréstimo de Deus", como se diz. Hugo Alves, um trompetista Português pode ter escapado à vossa atenção, mas esteja alerta, ele será um nome que vamos ouvir durante muitos anos. Tal como os trompetistas norte-americanos como Ron Miles, Ralph Alessi e Ron Horton, não comumente discutidos na linha de frente como Wynton Marsalis, Terence Blanchard ou Roy Hargrove, Alves está a criar uma cena em torno do seu instrumento e forma de tocar. E tal como os músicos acima mencionados, ele tem um dom para incorporar a tradição numa música que é totalmente moderna. Nascido em 1973, Alves começou a tocar aos sete anos e mais tarde é apadrinhado pelo lendário contrabaixista Zé Eduardo. Três de seus discos são comentados de seguida, e é ainda de mencionar que ele fundou a Orquestra de Jazz de Lagos, na sua cidade natal, um ensemble de 18 músicos.

Hugo Alves, Estranha Natureza, Actus 2003.
O primeiro tema no seu primeiro registo, Alves escreve a sua declaração de merecimento. Ele começa a "Estranha Natureza", com um dueto de trompete e bateria! Sim, com garra (e não mainstream) como pode parecer, Alves encontra Jorge Moniz no trapézio, prescidindo do "arame" para tocar de igual para igual com o baterista. Os músicos alternam entre o óbvio passeio militar e as possibilidades suaves do jazz de câmara. Alves também detém atenção à medida que a sua visão é revelada nas restantes faixas. O quarteto estabelece algum bebop clássico como em "La P'ra Cima!" e "Castanhitos", tocados por Alves com uma urgência e uma facilidade técnica estonteante, que sugere o domínio de um mestre (talvez até do tipo de Clifford Brown) sobre o seu instrumento. As suas composições aqui, e em outros locais, sugerem e evidenciam a sua capacidade de digerir um estilo e escrever algo interessante a partir da cultura do jazz. Quando o Quarteto assume uma balada, tal como em "Dois Velhos" ou em "Longo Pôr Do Sol", a banda pacientemente permite o desenrolar da composição. Alves habilmente passou da trompete ao flugelhorn na primeira balada, para um sentimento acrescido.

Hugo Alves Trio, Taksi Trio, Actus 2005.
Dois anos mais tarde, Alves lança um registo em trio, com o seu velho amigo Zé Eduardo no contrabaixo e o hábil baterista Jorge Moniz. Esse registo, feito sem piano ou guitarra, é um pouco mais livre, mas também mais "cheio". Alves "abre" a sua música além do bebop e baladas para o mundo do jazz que comercializa o termo limitador "jazz" para o de "música". Eles executam o alegre tema "Apanhó Taksi", uma divertida peça de teatro com "quedas" no timing perfeito para um funcionamento em pleno. Alves executa flexíbilidades e "arrotos", e não ao contrário de Dave Douglas. E, tal como Douglas nunca sopra uma nota "fora", conversando sempre com a gramática perfeita.
Alves reprisa "Drumpet II", como um dueto com bateria. Certamente, esse deve ser um tema favorito em concerto, mas a crueza de um vai-e-vem entre essas duas fortes vozes será um prazer. Alves pode mandar notas cá para fora tão rápido como qualquer trompetista dos dias de hoje - ou "swingar", como faz ele em "Norte Perto", contra a pontualidade de Eduardo, e não ao contrário de Lee Morgan. Ele trabalha uma balada como "Tema Só Para Ti", com tanta delicadeza, que dificilmente se acredita ser o mesmo trompetista. Mas é, em boa verdade, e a sua clareza de notas brilha através do tema.


Hugo Alves Quartet, Given Soul, Actus 2007.
A formação de 2007, de Hugo Alves é um quarteto com a inclusão de Pablo Romero no piano elétrico. Tal como os ouvintes norte-americanos aceitaram a reintrodução deste instrumento, em parte graças a bandas como as Dave Douglas, a sua presença vem assim beneficiar o conceito jazz de Alves. Para este CD ele compôs música que ao mesmo tempo olha para trás para o quadril balançado da música da década de 1970, mas também olhando directamente para o futuro dos pequenos grupos de jazz. A faixa "66 Exchange" soa como uma banda sonora para um programa de televisão feito durante a época em que se empregavam músicos de jazz verdadeiros como compositores. A sua melodia infecciosa lembra-nos de sintonizar o programa em cada semana. A faixa que dá o nome ao album, com Alves no fluglehorn, recorda o tema Children of Sanchez (IMS, 1978) de Chuck Mangione, registo feito no final da década de 1970, com o seu som delicioso, inocente. Alves afirma esse tom puro por toda parte. Quer esteja a tocar uma balada, ou a trabalhar um pouco mais livre, ele atinge todas as notas certas. Esta nova voz continua a desenvolver-se completamente numa impressionante discografia de composição e execução.




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Sobre Hugo Alves como Convidado

Jorge Moniz "Deambulações" (CD 2009), Hugo Alves como sideman.
"Começa com o chamamento de um pastor alentejano, mas mais adiante são ritmos drum 'n' bass o que ouvimos ou um trompete pós-bop bem esgalhado. Actual, bem executado e intrigante, o álbum "Deambulações", de Jorge Moniz..." 2010 Jan http://www.jacc.pt in notícias
 
... "Hugo Alves também brilha a grande altura, quer no segundo tema (belo trompete em “Arábico”), quer na última faixa, desta vez com o fliscorne, com o seu som cheio e redondo a brilhar e a fazer soar bem um tema que tem como título “Alburrica”." 2010 Jan 14 Nuno Catarino in Bodyspace.net



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Sobre a Orquestra de Jazz do Algarve


Sobre o CD "OJA Invites" (2012)
"Nasceu em Lagos, correu os Algarves, levando o jazz de Big Band a todo o lado. Evoluiu, esta OJA, sempre sob a regência do Hugo Alves e aqui está o merecido CD. Vamos gozá-lo e respeitar a capacidade musical deste grupo de Amigos, que tivemos o prazer de ouvir e apresentar no primeiro concerto, em Lagos, claro!" António Rubio— Orquestra de Jazz do Algarve, Hoje 12:48 PM "Nasceu em Lagos, correu os Algarves, levando o jazz de Big Band a todo o lado. Evoluiu, esta OJA, sempre sob a regência do Hugo Alves e aqui está o merecido primeiro CD. Vamos gozá-lo e respeitar a capacidade musical deste grupo de Amigos, que tivemos o prazer de ouvir e apresentar no primeiro concerto, em Lagos, claro!" António Rubio, OJA CD Invites, Liner Notes 2012

"Sob a batuta rigorosa de Hugo Alves, e após anos de trabalho árduo e dedicado - que acompanhei de perto -, eis que a Orquestra de Jazz do Algarve logra finalmente o seu disco de estreia, onde evidencia um nível de maturidade musical deveras significativo." António Branco, OJA CD Invites, Liner Notes 2012

Sobre Concertos da OJA:

“... que teve a participação especial de Bobby Medina ... a OJL, a responsável por esta revolução e invasão (de público), que saiu maravilhada com a qualidade da música apresentada.”  In Canallagos, http://www.canallagos.com , 08/03/2005

“O trabalho do chefe de orquestra e a entrega dos músicos proporcionou uma inesperada dimensão artística... Quer nos solos, quer no som global da orquestra ficou bem expressa a vontade e a capacidade de fazer bem deste grupo... Temas de Duke Ellington, Billy Martin, Sonny Rollins e outros, levaram a sala ao rubro. Referência para os excelentes solos... uma noite inesquecível...” ANTÓNIO RUBIO in CORREIO DA MANHÃ “Uma Agradável Certeza”, 29/01/2005