historia dos navegadores de internet




















Com o surgimento da Internet, ampliou-se o campo da informação. A Internet é uma grande teia ou rede mundial de computadores. Para utilizarmos todos os recursos disponíveis nesta imensa ferramenta de informação, necessitamos de um software que possibilite a busca pela informação. Foi assim que começou a historia dos navegadores, também conhecido pelos termos ingleses web browser ou simplesmente browser, é um programa de computador que habilita seus usuários a interagirem com documentos virtuais da Internet, também conhecidos como páginas da web, que podem ser escritas em linguagens como HTML, ASP, PHP, com ou sem folhas de estilos em linguagens como o CSS e que estão hospedadas num servidor Web.




Historia dos navegadores de internet

Tim Berners-Lee foi um dos pioneiros no uso do hipertexto como forma de compartilhar informações, criou o primeiro navegador, chamado WorldWideWeb, em 1990. Ele ainda o introduziu como ferramenta entre os seus colegas do CERN em Março de 1991. Desde então, o desenvolvimento dos navegadores tem sido intrinsecamente ligado ao desenvolvimento da própria Web.

A Web, entretanto, só explodiu realmente em popularidade com a introdução do NCSA Mosaic, que era um navegador gráfico (em oposição a navegadores de modo texto) rodando originalmente no Unix, mas que foi também portado para o Apple Macintosh e MS Windows logo depois.

A versão 1.0 do Mosaic foi lançada em Setembro de 1993.

Marc Andreesen, o líder do projecto Mosaic na NCSA, demitiu-se para formar a companhia que seria conhecida mais tarde como Netscape Communications Corporation.

A Netscape lançou o seu produto líder Navigator em Outubro de 1994 e este tornou-se o mais popular navegador no ano seguinte. A Microsoft, que até então havia ignorado a Internet, entrou na competição com o seu Internet Explorer, comprado à pressa da Splyglass Inc. Isso marcou o começo da Guerra dos Browsers, que foi a luta pelo mercado dessas aplicações entre a gigante Microsoft e a empresa largamente responsável pela popularização da Web, a Netscape.

Essa disputa colocou a Web nas mãos de milhões de utilizadores ordinários do PC, mas também mostrou como a comercialização da Web podia arruinar os esforços de padronização. Tanto a Microsoft como a Netscape deliberadamente incluíram extensões proprietárias ao HTML em seus produtos, e tentaram ganhar superioridade no mercado através dessa diferenciação. A disputa terminou em 1998 quando ficou claro que a tendência no declínio do domínio de mercado por parte da Netscape era irreversível. Isso aconteceu, em parte, pelas acções da Microsoft no sentido de integrar o seu navegador com o sistema operativo e o empacotamento do mesmo com outros produtos por meio de acordos OEM; a companhia acabou enfrentando uma batalha legal em função das regras anti-truste do mercado norte-americano.

A Netscape respondeu libertando o seu produto como código aberto, criando o Mozilla. O efeito foi simplesmente acelerar o declínio da companhia, por causa de problemas com o desenvolvimento do novo produto. A companhia acabou comprada pela AOL no fim de 1998. O Mozilla, desde então, evoluiu para uma poderosa suite de produtos Web com uma pequena mas firme parcela do mercado.

O Opera, um navegador rápido e pequeno, popular principalmente em computadores portáteis e em alguns países da Europa, foi lançado em 1996 e permanece um produto de nicho no mercado de navegadores para os computadores pessoais (PC).

O Lynx Browser permanece popular em certos mercados devido à sua natureza completamente textual.

Apesar do mercado para o Macintosh ter sido tradicionalmente dominado pelo Internet Explorer e pelo Netscape Navigator, o futuro parece pertencer ao próprio navegador da Apple, o Safari, que é baseado no mecanismo de renderização KHTML, parte do navegador de código aberto Konqueror. O Safari é o navegador padrão do Mac OS X.

Em 2003, a Microsoft anunciou que o Internet Explorer não seria disponibilizado mais como um produto separado, mas seria parte da integrante do sistema operativo Windows e que nenhuma versão nova para o Macintosh seria criada.

O browser é um cliente normalmente utilizado para consultar informação disponibilizada em servidores Web. A capacidade do browser de mostrar adequadamente a informação a que acede depende da sua capacidade de descodificação da mesma, o que por sua vez depende do padrão de codificação utilizado pelos criadores do web site a que se pretende aceder. Por exemplo, para mostrar adequadamente a informação disponível neste web site, podem utilizar-se os browsers Netscape Navigator e Internet Explorer (ambos na versão 3 ou superior, embora algumas características só apareçam correctamente, se se utilizar versões a partir da 4). O browser responsável pela explosão de popularidade da Internet a partir de 1994 chama-se Mosaic, e foi principalmente criação de Marc Andreesen, então um estudante universitário norte-americano. Entre outras possibilidades actuais neste campo, há mesmo um browser norueguês.

Os Navegadores Web, ou Web Browsers se comunicam geralmente com servidores Web (podendo hoje em dia se comunicar com vários tipos de servidor), usando principalmente o protocolo de transferência de hiper-texto HTTP para efetuar pedidos a ficheiros (ou arquivos, em portugues brasileiro), e processar respostas vindas do servidor. Estes ficheiros/arquivos, são por sua vez identificados por um URL.

O navegador, tem a capacidade de ler vários tipos de arquivo/ficheiros, sendo nativo o processamento dos mais comuns (HTML, XML, JPEG, GIF, PNG, etc.), e os restantes possíveis através de plugins (Flash, Java, etc.).

Os navegadores mais recentes têm a capacidade de trabalhar também com vários outros protocolos de transferência, como por exemplo FTP, HTTPS (uma versão criptografada via SSL do HTTP), e muitos outros.

Os navegadores mais primitivos suportavam somente uma versão mais simples de HTML. O desenvolvimento rápido dos navegadores proprietários, porém, (veja As Guerras dos Navegadores) levou à criação de dialetos não-padronizados do HTML, causando problemas de interoperabilidade na Web. Navegadores mais modernos (tais como o Internet Explorer, Mozilla Firefox, Opera e Safari e o Chrome do Google) suportam versões padronizadas das linguagens HTML e XHTML (começando com o HTML 4.01), e mostram páginas de uma maneira uniforme através das plataformas em que rodam.

A finalidade principal do navegador é fazer-se o pedido de um determinado conteúdo da Web, e providenciar a exibição do mesmo. Geralmente, quando o processamento do ficheiro não é possível através do mesmo, este apenas transfere o ficheiro localmente. Quando se trata de texto (Markup Language e/ou texto simples) e/ou imagens bitmaps, o navegador tenta exibir o conteúdo.Alguns dos navegadores mais populares incluem componentes adicionais para suportar Usenet e correspondência de e-mail através dos protocolos NNTP e SMTP, IMAP e POP3 respectivamente

Web browser (em inglês), browser ou navegador de internet (jargão nascido dos próprios usuários - navegar) é um programa que permite a seus usuários a interagirem com documentos eletrônicos de hipertexto, como as páginas HTML e que estão armazenados em algum endereço eletrônico da internet (URL ou URI).


kkkCom o advento da Internet, ampliou-se o campo da informação e, para utilizarmos todos os recursos disponíveis na rede, é necessário um software que possibilite a busca por elas. E é aí que entram os navegadores.

Também conhecido como browser, o navegador é um dos principais softwares de um computador, ainda mais nessa era de web 2.0, onde quase tudo o que precisamos está online.

Tim Berners-Lee, que foi um dos pioneiros no uso do hipertexto como forma de compartilhar informações, criou o primeiro navegador, chamado WorldWideWeb, em 1990. Desde então, o desenvolvimento dos navegadores tem sido intrinsecamente ligado ao desenvolvimento da própria Web.

A Web, entretanto, só explodiu realmente em popularidade com a introdução do NCSA Mosaic, um navegador gráfico (em oposição a navegadores de modo texto) rodando originalmente no Unix, mas que foi também portado para o Apple Macintosh e Microsoft Windows logo depois. A versão 1.0 do Mosaic foi lançada em setembro de 1993 por Marc Andreesen, o líder do projeto.





                Confira abaixo um pouco da história dos principais navegadores

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Criado por Tim Berners-Lee, o WorldWideWeb foi o primeiro navegador da web. Mais tarde, para não confundir-se com a própria rede, trocou de nome para Nexus.

 

1993 – Mosaic

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Foi o primeiro navegador a rodar no Windows, fator determinante para a abertura da web para o público em geral. Marc Andreessen, o líder do time que desenvolveu o Mosaic, saiu da NCSA e, com Jim Clark, um dos fundadores da Silicon Graphics, Inc. (SGI) e outros quatro estudantes formados e nomeados da Universidade de Illinois, iniciaram o Mosaic Communications Corporation. Mosaic Communications finalmente se tornou a Netscape Communications Corporation, produzindo o Netscape Navigator.

 

1994 – Netscape

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O Netscape trouxe todas as características que um browser moderno oferece nos dias de hoje, como por exemplo a navegação por abas, o bloqueio de pop ups, suporte a cookies e histórico de visitas, entre outros. Reinou absoluto durante anos, mas já em 2002 seus usuários se resumiam a alguns poucos gatos pingados. Um dos motivos foi o fato da Microsoft passar a incluir, já em 1995, o Internet Explorer junto com o sistema operacional Windows. Era o início de um novo reinado no mundo dos browsers...










1995 – Internet Explorer 1.0


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Em 1995, a Microsoft entra na briga dos navegadores com seu Internet Explorer 1.0, parte integrante do pacote 'Plus' do Windows 95. Com isso, teve início a ‘guerra dos navegadores’.

A guerra dos navegadores Web é o nome dado a um período de quatro anos (de 1995 a 1999) no qual a empresa Netscape, produtora do software browser homônimo, perde a sua liderança absoluta no mercado de navegadores para a Microsoft.

Este período resultou em uma reversão total no uso de um software para outro, além de gerar projetos como o Mozilla e o Opera.

 


1996 – Internet Explorer 3.0

Em agosto, a Microsoft lança a versão do navegador que começaria a ganhar terreno na briga com a Netscape. Entre as novidades estão o suporte a CSS (linguagem de estilo que auxilia no visual e na construção das páginas), além de um programa leitor de e-mail - produto já embutido no Netscape 2.0. No mesmo ano, é lançado a versão 3 do Netscape e a primeira do Opera.

 

1997 - Internet Explorer 4.0

A quarta versão do navegador da Microsoft é a primeira a ser incluída no sistema operacional de empresa, o Windows 98. A decisão deu origem a uma ação anti-truste movida pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos, que alegava que a MS estaria utilizando táticas monopolistas para ganhar o mercado de browsers.

Com o navegador interligado ao sistema operacional, os usuários, pela praticidade, iriam automaticamente utilizá-lo ao invés de fazer o download do Netscape Navigator/Comunicator.

 


Mozilla - 1998


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A Netscape anuncia a liberação do código-fonte de seu navegador. Com isso, o download do programa se torna grátis e sua programação, open-source, livre para ser usada e modificada por qualquer um. Para divulgar o código, a Netscape cria a comunidade Mozilla, que anos depois lançaria o Firefox.











Premios que o Mozilla já recebeu







2000 – Opera


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O Opera é um navegador criado em 1994 pela empresa estatal de telecomunicações da Noruega e foi a primeira alternativa leve para os usuários.

Recentemente perdeu seu posto de "navegador alternativo" para o Mozilla Firefox, mas conta ainda com uma fiel comunidade de usuários. Diversos dos recursos mais modernos existentes entre os navegadores vieram do Opera e foram copiados para os demais.

Em sua quinta versão, o navegador Opera tenta o modelo adware - gratuito para usuário, mas sustentado por anúncios embutidos no navegador.




 

2003 – Safari

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Até 2003, a plataforma Mac usava navegadores Netscape. Em 2003, a Apple anuncia seu próprio navegador, o Safari, incluído como o navegador padrão a partir do sistema operacional Mac OS X v10.3.

Com uma interface simples, suas funções são básicas: Abas, bloqueador de pop-ups, baixador de arquivos, leitor de notícias RSS e modo privado que evita que terceiros monitorem sua navegação.

 






2004 – Firefox



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Em 2004 é lançado o Firefox 1.0, que surgiu como uma versão mais simplificada do Mozilla. Além de ser gratuito e de código aberto, o software ficou conhecido por sua navegação por abas, apesar de não ser pioneiro na funcionalidade - o navegador Ibrowse e o Opera disponibilizaram o recurso antes.

Atualmente o Firefox é o maior rival da Microsoft no mercado dos navegadores e detém no mundo cerca de 20% do ramo, contra 70% do IE.









2008 – Chrome


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Depois de muita especulação, o Google finalmente se lança no mercado de navegadores em setembro do ano passado com o Chrome, um navegador 'projetado do zero' e com a promessa de ser mais rápido, seguro e estável que os concorrentes.

Entre seus pontos altos, a estrutura de processamento do programa, em que cada aba roda um processo em paralelo, o que, segundo o Google, pouparia recursos do sistema e preveniria vazamentos de memória e travamentos do computador.

 





Últimas dos navegadores

No final do ano passado, duas noticias importantes movimentaram o universo dos navegadores Mozilla Firefox e Google Chrome.

O Chrome, até então rodando em versão beta, foi ‘promovido’ e saiu da versão de testes, pois, segundo seus desenvolvedores, ele estava funcionando perfeitamente e sem nenhum tipo de bug para atrapalhar o internauta.

Outro fator que influenciou na decisão dos desenvolvedores do Chrome foi o fato do software ter sido atualizado 14 vezes, desde o seu lançamento. Com isso, ele chegou a uma fase avançada de desenvolvimento e de melhorias e, agora, precisa apenas de pequenas evoluções.

Na mesma semana que o Chrome passou de beta a versão final, os desenvolvedores do Firefox lançaram a versão Beta 2 do software. É mais um passo para finalizar o desenvolvimento da nova versão do Firefox, prometido para o começo deste ano.

Dessa vez, o grande destaque é a ferramenta para navegar anonimamente na internet. Com ela, o internauta entra em sites da web e não deixa informações em cookies e nem dados que preencheu em sites armazenados no computador. É uma ferramenta muito útil para quem navega em computadores de lugares públicos, como escolas e lan houses.

Os desenvolvedores da Mozilla não fizeram nenhuma grande mudança na interface do Firefox. Em compensação, modificaram bastante o motor do software, que recebeu melhorias no código e o Java TraceMonkey. No final das contas, essas mudanças deixaram o Firefox um pouco mais rápido para carregar algumas páginas com scripts.


Participação de cada um na historia dos navegadores

De acordo com dados publicados no começo de 2009 pela consultoria Net Applications, o Internet Explorer voltou a perder espaço para outros navegadores, caindo de 69,77% para 68,15% de participação no mês de dezembro. Em novembro, a participação do navegador da Microsoft era de 71,27%.

Por outro lado, os browsers Safari, Firefox e Chrome saíram ganhando com a queda de participação do IE. O Firefox agora é usado por 21,34% dos internautas - em novembro a participação era de 20,78%. O Safari subiu de 7,13% para 7,93% no mês passado, enquanto o Chrome, do Google, alcançou 1,04%, contra 0,83% de participação em novembro. O Opera manteve 0,71% de participação.

Matéria retirada do site Olhar Digital em 09-02-2009


http://www.rodflash.com/wp-content/uploads/2009/07/guerradenavegadores.jpgLista de navegadores

  • WorldWideWeb - por Tim Berners-Lee em 1990 para NeXTSTEP.
  • Line-mode - por Nicola Pellow em 1991. Funcionava em modo texto e foi portado para uma série de plataformas, do Unix ao DOS.
  • Erwise - por um grupo de estudantes da Universidade de Tecnologia de Helsinki em 1992.
  • Viola, por Pei Wei, para Unix em 1992.
  • Midas - por Tony Johnson em 1992 para Unix.
  • Samba - por Robert Cailliau para Macintosh.
  • Mosaic - por Marc Andreessen e Eric Bina em 1993 para Unix. Aleks Totic desenvolveu uma versão para Macintosh alguns meses depois.
  • Arena - por Dave Raggett em 1993.
  • Lynx - o Lynx sugiu na Universidade de Kansas como um navegador hypertexto independente da Web. O estudante Lou Montulli adicionou a o recurso de acesso via TCP-IP na versão 2.0 lançada em março de 1993.
  • Cello - por Tom Bruce em 1993 para PC.
  • Opera - por pesquisadores da empresa de telecomunicações norueguesa Telenor em 1994. No ano seguinte, dois pesquisadores, Jon Stephenson von Tetzchner e Geir Ivarsøy, deixaram a empresa e fundaram a Opera Software.
  • Internet in a box - pela O'Reilly and Associates em Janeiro de 1994.
  • Navipress - pela Navisoft em fevereiro 1994 para PC e Macintosh.
  • Netscape - pela Nestcape em outubro de 1994.
  • Internet Explorer - pela Microsoft em 23 de agosto de 1995.
  • Safari - pela Apple Inc. em 23 de Junho de 2003.
  • Mozilla Firefox - pela Mozilla Foundation com ajuda de centenas de colaboradores em 9 de Novembro de 2004.
  • Flock - pela Flock Inc. baseado no Firefox em 22 de Junho de 2006.
  • Google Chrome - pela Google em Setembro de 2008.
  • Konqueror - pelo Time de Desenvolvedores do KDE.

A Web e características dos navegadores

Diferentes navegadores podem ser distinguidos entre si pelas características que apresentam. Navegadores modernos e páginas Web criadas mais recentemente tendem a utilizar muitas técnicas que não existiam nos primórdios da Web. Como notado anteriormente, as disputas entre os navegadores causaram uma rápida e caótica expansão dos próprios navegadores e padrões da World Wide Web. A lista a seguir apresenta alguns desses elementos e características:

O Opera possui um modo especial de visualização chamado "Small-Screen Rendering", que permite a reformatação de páginas para caber em uma tela pequena como a de um telefone, eliminando assim a necessidade de barras horizontais para a visualização do conteúdo.

Segurança

Com o crescimento e as inovações das técnicas de invasões e infecções que existem na Internet, torna-se cada vez mais necessária segurança nos navegadores. Atualmente eles são "obrigados" a possuir proteções contra scripts maliciosos, entre outros conteúdos maliciosos que possam existir em páginas web acessadas.

A segurança dos navegadores gera disputa entre eles em busca de mais segurança. Sua proteção tem que ser sempre atualizada, pois com o passar do tempo, surgem cada vez mais novas técnicas para burlar os sistemas de segurança dos navegadores.

Navegadores mais usados

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Há tempos o Internet Explorer é o líder no mercado dos browsers. De acordo com a revista Info Exame, uma das mais influentes publicações na área de tecnologia da América Latina, o navegador da Microsoft possui uma participação no mercado de 64.64% contra apenas 24% do seu maior rival, o Firefox da Mozilla. Segundo dados de outubro de 2009, logo atrás estão os outros navegadores, como Apple Safari, Google Chrome e Opera.


O mais impressionante é a ascensão do Chrome, o browser da Google. Atualmente, o browser detém mais de 3.50% do mercado, o que o faz ocupar o 4° lugar na disputa. A possível razão para esse fato é os investimentos maciços da empresa na promoção do próprio browser. Atualmente, em sua versão beta, o browser oferece suporte à extensões, assim como o Opera e o Mozilla Firefox, o que pode comprometer ainda mais a colocação do último.

No início da era de internet comercial, em 1994, costumávamos ter disponível, um navegador Mosaic. Nestes tempos, Netscape veio com seu navegador e se tornou um sucesso, mesmo seu software sendo tarifado. Tentando se introduzir no mercado da internet, a Microsoft tentou várias vezes incluir o Internet Explorer no seu sistema operacional. Entre as versões 3 e 4, a Microsoft obteve uma grande quantidade de usuários da internet. Começou uma batalha de navegador.


A versão 5 e 6, Internet Explorer do Microsoft obteve importantes pontos de verificação: chegou a quase unanimidade com usuários de internet, quaze destruiu o seu principal concorrente (Netscape), mantidos outros processos concorrente distante (Opera), recebeu o monopólio da União Europeia e deixou muitos desenvolvedores zangados por não seguir regras HTML do W3C em seus produtos.

Na sequência do estardalhaço e ter nada a perder após derrotado pela gigante Microsoft, Netscape decidiu abrir o intérprete código do browser, dando lugar ao projeto Gecko, que depois seria gerenciado pela Fundação Mozilla. Em breve, a Fundação lança seu próprio browser (Mozilla), que toma o lugar do Netscape. Com pouco impacto, a Fundação decidiu criar uma versão mais simples, mas poderoso e mais comercial mas livre. O Firefox nasceu.

O navegador foi adoptado por muitos usuários, mesmo com pouca utilidade se comparando com a porcentagem do IE. Um dos apoiantes do projecto foi o Google, site de busca mais famoso do mundo. O Opera é outro browser que tem sempre sido "oculto" em gráficos principais, também começa a ganhar uma grande Comunidade de usuários, porque ele é o pioneiro da indústria em dispositivos móveis e jogos de vídeo.

Em 2008 a guerra parece ganhar um novo marco. Apple lançou uma versão do seu navegador Safari para Windows. O navegador também foi quase unânime na plataforma Mac, especialmente após a Microsoft ter desenvolvimento o Internet Explorer para o MacOS. O intérprete do Safari, Webkit, já estava sendo usado em navegadores para outras plataformas, como Linux e Konqueror, Safari do iPhone.
Mas o maior impacto em 2008 foi o lançamento "repentino" de cromo, o navegador do Google. A empresa foi criticada por ter criado um navegador a mais para entrar na luta e isso pode afetar o Firefox, um projeto que eles ainda oferece suporte. Então menos de um mês o navegador tem mais usuários que o opera. Cromo é simples, leve e rápido.

A chegada de chrome trouxe à guerra dos navegadores a razão pela qual deve ter gerado uma luta desde o início: velocidade. Os desenvolvedores investiram muito para melhorar o interpretador de JavaScript principalmente aumentar a velocidade do AJAX com base em sites. Também foi melhorada a velocidade de carregamento, o uso de memória de guias e de conformidade com as normas do W3C em novas versões.

Todos vão ganhar com esta batalha. Navegadores devem ser mais leves, mais rápido e finalmente podemos escolher o que é melhor, sem afetar a funcionalidade básica na internet.






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