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  • Milreu, Estói, Portugal - Mosaico em parede com peixes

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Porque é que os Romanos criavam moreias?

 Na época, uma grande moda foi lançada pelo rico Licinus Murena (daí o nome moreia). Fascinado por este animal, para ele símbolo de poder, o homem começou a criar moreias em cativeiro. Pouco tardou para que o imperador César o imitasse, apresentando, por ocasião de um banquete, cerca de 6000 moreias aos seus convidados. Os proprietários de moreias mais abastados chegavam a pôr coleiras sumptuosas aos seus mais belos especímenes! Vedius Pollo, por sua vez, divertia os seus convidados, oferecendo às moreias esfaimadas os escravos desobedientes!


 

Peixe, Símbolo do Cristianismo?
Sim, o peixe foi um dos símbolos do Cristia­nismo. O peixe era alimento básico entre os ju­deu. Embora duas vezes tenha sido objeto de mi­lagre, e assim como o pão tornou-se símbolo de Cristo, assim também o peixe pôde ser lembra­do como provisão de Deus. Uma vez que o pei­xe era um alimento essencial, a profissão de pes­cador era comum. O Senhor Jesus usou a figura do pescador e da pesca para exemplificar o discipulado e a abrangência do Reino de Deus.

 Os ministros de Deus são chamados pescado­res, porquanto procuram conquistar os homens para Cristo e para o reino (Mt 4:19; Mc 1:17; Lc 5:10).

Como símbolo cristão, a palavra grega para peixe, ichthys, era dividida como segue: / (Je­sus); ch (Cristo); th (de Deus); y (Filho); s (Salva­dor). A frase grega, por inteiro, era: Ieosous Christós Theou hyiós, Soter, ou seja: Jesus Cris­to, Filho de Deus, Salvador.

Observe a imagem do peixe ainda preservada nas catacumbas romanas, onde os cristãos primitivos se encontravam para praticar secretamente o culto.

Descobrimentos portugueses
 
Mapa prova que portugueses descobriram a Austrália

Uma carta náutica do século 16 que está em uma biblioteca de Los Angeles prova que os aventureiros portugueses,
não os britânicos nem holandeses, foram os primeiros europeus a descobrir a Austrália, diz um novo livro que detalha a descoberta
 secreta do continente australiano.
O livro "Beyond Capricorn" (Além de Capricórnio) diz que o mapa, que marca locais geográficos de forma acurada em português
 ao longo da costa leste da Austrália, prova que o navegante português Christopher de Mendonça liderou uma frota de quatro navios
 até a Baía de Botany em 1522 -- quase 250 anos antes da chegada do capitão britânico James Cook.
O autor, o australiano Peter Trickett, disse que quando viu o pequeno mapa reconheceu todas as baías e cabos da Baía de Botany
em Sydney -- o local onde Cook reivindicou a Austrália para a Grã-Bretanha em 1770.
"(O mapa) era tão certeiro que eu pude desenhar nele as modernas pistas de aeroporto, nos lugares apropriados, sem nenhum
 problema", disse Trickett à Reuters na quarta-feira. Trickett disse que se deparou com uma cópia do mapa enquanto folheava livros
 em uma livraria de Canberra há oito anos. Ele disse que a livraria tinha uma reprodução do Atlas Vallard, uma coleção de 15 mapas
feitos à mão completados até 1545 na França. Os mapas representavam o mundo como ele era conhecido na época.
Dois dos mapas chamados "Terra Java" tinham uma similaridade notável com a costa leste australiana. "Havia algo familiar neles,
mas havia algo errado -- era um quebra-cabeça. Como conseguiram ter todos esses lugares com nomes portugueses?", disse Trickett.
Ele pensou que os cartógrafos haviam feito os mapas de Vallard alinhando erradamente dois mapas portugueses dos quais copiavam.
 É aceito que cartógrafos franceses tenham usado mapas adquiridos ilegalmente de Portugal e de embarcações portuguesas que
 foram capturadas, disse o autor. "Os mapas originais teriam sido desenhados em pergaminhos feitos de animais, normalmente pele
de carneiro ou cabra, de tamanho limitado. Para uma costa do tamanho do leste da Austrália, de 3.500 km, seriam 3 a 4 mapas",
explicou ele.
"O cartógrafo de Vallard juntou esses mapas como um quebra-cabeças. Sem marcações de bússolas claras é possível juntar o mapa
 sul de duas maneiras diferentes. Minha teoria é que ele foi combinado de maneira errada".
Usando um computador, Trickett fez uma rotação de 90 graus da parte sul do mapa de Vallard para produzir um mapa que representa
acuradamente a costa leste da Austrália. "Eles forneceram provas notáveis de que navios portugueses fizeram essas viagens corajosas
 de descoberta no início do ano 1520, apenas alguns anos depois de eles terem navegado o norte da Austrália para chegar às Ilhas
Spice -- as Moluccas. Isso foi um século antes dos holandeses e 250 anos antes do capitão Cook", disse.
Trickett acredita que os mapas originais foram feitos por Mendonça, que saiu de Portugal com quatro navios em uma missão secreta
 para descobrir a "Ilha do Ouro" de Marco Pólo, no sul de Java. A descoberta de Mendonça foi mantida em segredo para evitar que
 outras potências européias da época chegassem à nova terra, disse Trickett, que acredita que sua teoria é apoiada por descobertas
de artefatos portugueses do século 16 nas costas australianas e neozelandesas.



A Fauna na Ria Formosa

Um dos mais importantes aspectos da Ria Formosa é a existência de muitas espécies de animais, encontrando--se algumas delas em vias de extinção, sendo por isso importante ter muita atenção especial em relação à conservação da natureza.
Em vários estudos que foram feitos na Ria Formosa concluiu-se que existem as seguintes espécies de animais:

- 288 Moluscos
- 79 Peixes
- 15 Répteis
- 11 Anfíbios
- 214 Aves
- 18 Mamíferos
- 8 Aracnídeos (aranhas)
- 5 Crustáceos (lagosta, carangueijo, etc.)
- 6 Anelídeos (minhocas)




A pouca profundidade das águas da Ria Formosa permite uma temperatura favorável, o que faz com que a riqueza dos alimentos favoreça o desenvolvimento de animais marinhos nas suas águas. A Ria, para além de local de abrigo é, também, uma zona privilegiada para reprodução e permanência das várias espécies de peixes, bem como de moluscos e crustáceos.


Na Ria Formosa já foram identificadas mais de 50 espécies de peixes, das quais se destaca a Dourada, o Sargo, a Enguia, o Robalo e a Tainha. Para além dos peixes, também existe o camarão de Monte Gordo, ou de Quarteira, o camarão da Ria, o Caranguejo Morraceiro e a Boca. Temos também o Polvo, o Choco, a Lula e Bivalves como as Amêijoas, Berbigão, a Conquilha e o Lingueirão.

A História do Sal

Há muitos anos o sal exerceu um grande fascínio sobre os homens. Todas as antigas civilizações o usavam, mesmo sem ser para cozinhar. Os gregos incluíam-no nas oferendas religiosas e os romanos, além de usá-lo como condimento e conservante em carnes, peixes, azeitonas e queijos, costumavam inclui-lo em ritos sagrados (davam, por exemplo, uma pitada de sal ao recém-nascido para fazer brotar a sua sabedoria). Aliás, davam tanto valor a esta mercadoria que ela fazia parte da remuneração dos soldados de César, daí a origem da palavra “salário”, do latim salarium.



Flor de sal

A Flor de sal é produzida nas reservas naturais da Ria Formosa. O processo de extracção de sal é uma actividade milenar, que se mantêm sazonal e inalterada. Em Maio, a água do mar invade os tanques, previamente preparados por pessoas com muitos anos de experiencia nesta matéria. A água começa a evaporar e o sal começa a cristalizar, nessa altura, diariamente, um marnoto recolhe o primeiro sal, que tem o nome de flor de sal. Este sal é tão especial e puro que já lhe chamaram o «ouro branco». A flor de sal tem muitas aplicações, como por exemplo, na gastronomia, na queijaria e nalguns produtos cosméticos. 



Processo Tradicional de Extracção do Sal da Ria Formosa

O sal e o seu processo de extracção tradicional, na Ria Formosa, começam com a entrada de água do mar num grande reservatório, durante a maré-alta, pois esta água é melhor para a produção de sal. Este reservatório funciona como um grande lago em que são guardadas as melhores águas, que são usadas nos períodos em que não há marés vivas, normalmente estas acontecem apenas de duas em duas semanas. Habitualmente a cultura do sal começa com o alagamento das salinas nos meses mais quentes do ano, que vão de Maio a Agosto, pois o sal forma-se com a evaporação da água. À medida que esta evapora vão-se formando os cristais de sal. Esses mesmos cristais vão formando várias camadas. O sal é retirado de Agosto a Setembro, esta prática era feita por homens e mulheres que carregavam o sal numas canastras à cabeça, tornando-se numa actividade muito difícil, mas bem remunerada. Antigamente o sal era usado em bruto na salga do peixe e das carnes, pois não havia frigoríficos e então o sal era o único conservante naqueles tempos difíceis.


«A SALEXPOR – Companhia Portuguesa de sal higienizado». Fez das salinas da ria formosa as responsáveis pela maior parte da produção de sal marinho da região do Algarve e cerca de metade do total nacional.



A Ria Formosa é um sapal que se situa no Algarve, em Portugal, e estende-se pelos concelhos de Loulé, Faro, Olhão, Tavira e Vila Real de Sto. António.


Abrange uma área de 18.400 hectares, 60 Km desde a Ria do Ancão até à Praia da Manta Rota. O Decreto-lei 377/87 de 9 de Dezembro de 1987, dá-lhe o estatuto de Parque Natural e área protegida. A Sul, através de um cordão dunar paralelo à orla continental, fica protegida do Oceano Atlântico.
É formado por duas penínsulas: a Península do Ancão e Praia de Faro e a península de Cacela (Praia de Cacela Velha e a praia da Fábrica) e cinco ilhas barreira arenosas: ilha da Barreta, ilha da Culatra, ilha da Armona, ilha de Tavira e ilha de Cabanas que servem de protecção ao sapal, canais e ilhotas.


A Norte, o fim da laguna não tem delimitação precisa. É recortada por pequenas praias arenosas, salinas, por terra firme cultivável e por linhas de água doce que nela desaguam na ribeira de São Lourenço, rio Seco, ribeira de Marim, ribeira de Mosqueiros, rio Gilão, ribeira do Almargem e ribeira de Cacela. Junto à cidade de Faro tem a sua laguna máxima de 6 Km.

A Origem deste sistema lagunar e do Cordão dunar pode ter começado com movimentos a nível de crosta terrestre, modificações na morfologia dos fundos marinhos, o movimento das ondas e a direcção das correntes, as variações no nível do Mar, os sedimentos provenientes das falésias do Barlavento e do Continente ou das linhas de água que desaguam na ria e das condições meteorológicas.

Este conjunto de ilhas Barreira são do tipo transgressivo, recuando para o Continente através da acção do mar e do vento. A Ria Formosa é uma zona húmida que serve de habitat a aves aquáticas.

Tem bastante importância económica por causa da variedade de peixe, mariscos e bivalves, principalmente em Olhão.


Na Ilha de Faro, também conhecida por Praia de Faro, o acesso faz-se através de uma estreita Ponte que atravessa a Ria Formosa. Mas também se pode ir de barco numa extensão de 10 km. A sua fisionomia é bastante diversificada devido aos canais formados sob a influência das correntes de maré formando, assim, uma rede hidrográfica densa.

É uma Zona húmida de importância internacional de habitat de aves aquáticas. Por este motivo está inscrita na Convenção de Ramsar, pelo que o Governo Português assumiu o compromisso de manter as características ecológicas de zona e de promover o seu uso racional.

Esta área protegida está também classificada como zona de protecção especial no âmbito da Directiva 79/409/EU. O Parque natural está geminado com Domaine de certes-Le Teich, França, ao abrigo do Programa de Germinação de Áreas Protegidas Costeiras de Europa.

O parque Nacional da Ria Formosa tem sido ameaçado pelo excesso de população que vive na região, principalmente devido ao turismo.  

Neste local também podem ser encontrados muitos locais arqueológicos que apresentam vestígios de povoações romanas e pré-romanas.
 
Em 2010, a Ria Formosa foi eleita uma das sete maravilhas naturais de Portugal, na categoria de zonas marinhas, categoria a que também concorriam o Arquipélago das Berlengas e a Ponta de Sagres.

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Camarão jurássico resiste no Algarve

'Triops vicentinus’ é um fóssil vivo do tempo dos dinossauros.
     

Os charcos temporários de água doce da Costa Vicentina escondem uma espécie de crustáceo única no Mundo. O camarão girino tem o nome científico de ‘triops vicentinus’ e é considerado um fóssil vivo jurássico, dado que a sua existência remonta ao tempo dos dinossauros, há cerca de 200 milhões de anos.

Margarida Machado e Margarida Cristo, investigadoras da Universidade do Algarve, foram coautoras da descoberta desta espécie em 2010, em conjunto com um cientista alemão, que fez o estudo genético. Agora, percorrem os charcos onde existe este crustáceo para fazerem, periodicamente, o estudo das populações. "O ‘triops vicentinus’ está confinado ao concelho de Vila do Bispo e encontramos esporadicamente em charcos em Tunes, Paderne e Faro. Não existe em mais lado nenhum do Mundo", explicou Margarida Machado, durante uma ação de campo, que o CM acompanhou. No total, a espécie habita em 20 charcos temporários.

A colega, Margarida Cristo, explica que este crustáceo "tem uma existência conhecida em fósseis desde o tempo dos dinossauros". A resistência ao tempo deve-se à sua estratégia de vida: os seus ovos (cistos) podem permanecer no solo seco durante muito tempo, eclodindo com o aparecimento da água.

Este crustáceo pode atingir os 7 centímetros e a cauda pode medir o mesmo tamanho. As larvas de insetos são um dos seus alimentos, contribuindo assim para controlar a proliferação de mosquitos. "É fundamental preservar os charcos para preservar esta espécie", alerta Margarida Cristo.

É esse o objetivo do projeto LIFE Charcos, desenvolvido pela Liga para a Proteção da Natureza (LPN), em parceria com as universidades do Algarve e de Évora.

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Paulo Afonso, natural de Santo Amaro, concelho de São Roque do Pico, capturou no passado dia 7 de julho de 2015, através de caça submarina, um exemplar de Atum Albacora (Thunus albacares) com 97,1 kg.

Este exemplar foi agora formalmente homologado como Recorde Europeu, superando o antigo recorde de 73,9 kg, também de Paulo Afonso.

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Há uma “cidade” piscatória no fundo do mar algarvio, agora desvendada em mapa
Uma comissão de oito sábios, pescadores, validou o trabalho dos cientistas, produzido durante um ano. No fundo do mar, há meio milhar de sitíos que são “aldeamentos” onde o peixe se esconde.

Na cidade que se ergue no fundo do mar, ao longo de uma faixa de 220 quilómetros – de Vila Real de Stº António a Odeceixe - há um mundo novo a (re)descobrir através da toponímica. Durante um ano, uma equipa de cinco investigadores do CCMAR, em colaboração com os pescadores, fez o levantamento de mais de 7 mil nomes de lugares “secretos” da costa algarvia. No final, porque a designação de alguns sítios se repetia de zona para zona, a carta ficou reduzida a cerca de 500 lugares. O mapa, explicou Jorge Gonçalves, o cientista da Ualg que coordenou o projecto, “tinha de ter leitura fácil, por isso foram assinalados só os sitíos mais significativos”. Quem validou o trabalho foi uma Comissão de Sábios constituída por oito elementos. “Todos pescadores”, sublinha Jorge Gonçalves, destacando os “agradecimentos” à comunidade piscatória, que identificou os lugares e colaborou com os académicos.




O Quilómetro Quadrado mais estranho do Oceano


Maravilhas do Oceano




https://www.youtube.com/watch?v=dWKTbdtbYfA

https://www.youtube.com/watch?v=bNucJgetMjE

https://www.youtube.com/watch?v=uCRBxtQ55_Y

https://youtu.be/http://www.inalgarve.net/#!alma-algarvia/cy7uo8ncUVddkK3Q

http://www.msn.com/pt-pt/video/viral/baleias-em-modo-divers%c3%a3o-surpreendem-turistas-a-andar-de-caiaque/vi-AAiy9vq?ocid=spartandhp









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Hélio Rolão,
16/03/2014, 02:44
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Hélio Rolão,
16/03/2014, 02:43
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16/03/2014, 02:45
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16/03/2014, 02:42
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