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Placas tectónicas e os seus movimentos

As mudanças climáticas são normais ao comportamento do planeta Terra e as suas principais causas são geológicas.

 

Alguns cientistas como Alfred Lothar Wegener admitiram a hipótese de que os continentes estiveram unidos, há cerca de 225M.a., num super continente, a Pangeia, rodeado por um só oceano, chamado Pantalassa.

No decurso dos tempos, a posição dos continentes e dos oceanos tem vindo a alterar-se e certamente continuará a modificar-se, em consequência do movimento das placas tectónicas.

 

A mobilidade das placas litosféricas tem como consequência a mudança da configuração e da localização dos continentes e dos oceanos no decurso do tempo, podendo alterar as correntes marítimas e atmosféricas.

A colisão de continentes gera novas cordilheiras, o que pode impedir o acesso de correntes atmosféricas quentes de uma região à outra e as áreas montanhosas podem gerar glaciares alpinos, tendo estes um efeito de arrefecimento da atmosfera.

 

A maior parte das glaciações ocorreram em épocas em que continentes formaram grandes aglomerações. Por exemplo, durante a existência do supercontinente Rodinia no Neoproterozóico (1000 a 545 milhões de anos atrás) ocorreram várias glaciações severas.

 

A luz da teoria da tectónica de placas, é possível compreender muitas das alterações climáticas ocorrentes na superfície da Terra e consequentemente, das modificações na flora e na fauna dessas regiões.

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