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Google Notícias

 
 
O Presidente-Executivo do Google Eric Schmidt 
 
       O Google vai iniciar a oferta de um serviço para levar a internet aos televisores
nos Estados Unidos no outono (no hemisfério Norte), até novembro, com lançamento
mundial em 2011. O presidente-executivo do Google, Eric Schmidt, afirmou que o serviço,
que vai permitir a navegação completa por meio da televisão, será gratuito, e o Google
vai trabalhar com uma variedade de fabricantes de programas e de eletrônicos para
disponibilizá-lo aos consumidores.
- Nós iremos trabalhar com provedores de conteúdo, mas é muito improvável que nós
façamos produção de conteúdo. Vocês não terão que se preocupar com a seleção dos
programas que quiserem ver, nós iremos fazer isso por vocês. Nossas ideias não se esgotam
nunca. Nós podemos sugerir o que você pode fazer em um certo momento ou o que é
importante para você.
Ele participou nesta terça-feira (7) da IFA, maior e mais antiga feira de tecnologia e
eletrônicos da Europa, que começou na última sexta-feira (3) e termina hoje, na Alemanha.
A Sony afirmou na semana passada que concordou em ter o Google TV em seus televisores,
enquanto a Samsung disse que está estudando o serviço.
O anúncio chega menos de uma semana após a Apple revelar sua mais recente versão
da Apple TV, intensificando a batalha com o Google pela atenção dos consumidores.
O executivo falou ainda sobre futuras parcerias com fabricantes de pranchetas eletrônicas.
A ideia é que o Google feche até o final do ano acordos que permitam incluir o sistema
operacional Chrome - a ser lançado em breve - em aparelhos concorrentes do iPad, da Apple.
Tradutor do Google funcionará por comando de voz
Outra novidade apresentada por Schmidt é um uma versão do Google Tradutor para celulares.
O recurso funciona no sistema operacional Android e permite que duas pessoas que falam
idioma diferentes e conversem pelo telefone se entendam por meio de tradução simultânea
de voz. Chamado de "Conversation Mode" (modo de conversação, em português), o novo
serviço do Google fica pronto em alguns meses e será gratuito.
 

Android, do Google, deve ser 2o sistema móvel mais usado em 2010

Por Alexei Oreskovic

SAN FRANCISCO (Reuters) - O sistema operacional móvel Android, do Google, deve fechar o ano como o segundo mais usado, superando softwares de concorrentes como Microsoft, Research in Motion e Apple, segundo relatório de pesquisa divulgado nesta sexta-feira.

Até 2014, o Android representará quase 30 por cento do total de vendas de sistemas operacionais para celular, segundo o centro de estudos Gartner, o que o coloca em concorrência direta com o Symbian, da Nokia, líder do mercado há anos.

O Symbian contará com uma participação de 30,2 por cento do mercado global em 2014, de acordo com a Gartner, contra a fatia de 29,6 por cento estimada para o Android.

A Gartner afirmou que espera que as vendas de diversos aparelhos mais baratos com Android no segundo semestre de 2010 impulsione o crescimento do software, levando-o à vice-liderança do mercado dois anos antes do esperado inicialmente.

O mercado de software para celulares de tornou um dos mais concorridos do setor de tecnologia, uma vez que, cada vez mais, consumidores usam seus aparelhos móveis para acessar a Internet, ouvir música e jogar videogames.

A Apple deu o primeiro impulso ao mercado de smartphones em 2007, com o lançamento do iPhone.

Para o Google, maior site de buscas do mundo, a transição para aparelhos móveis é uma estratégia-chave para manter e expandir seus negócios de publicidade online, que hoje gera 24 bilhões de dólares.

© Thomson Reuters 2010 All rights reserved.

 

Mecanismo de pesquisa da Microsoft, o segundo mais utilizado pelos americanos, vê o Google mais próximo após ultrapassar o Yahoo.

A vitória do Bing sobre o Yahoo nos Estados Unidos não deve ser surpresa para quem vem acompanhando o mercado de buscas. No entanto, a marca é simbólica para um mecanismo de pesquisa que tem pouco tempo de vida e cujo maior objetivo é conquistar uma parte do bolo publicitário que o Google controla.

Agora, com o Yahoo fora do caminho, de acordo com o último estudo da Nielsen – segundo comScore e Hitwise ele ainda é o segundo colocado - o plano da Microsoft de fazer com que seu serviço chegue, ao menos, próximo do Google parece um pouco mais realista. O Bing, junto ao MSN e o Windows Live, foi o responsável por 13,9% das buscas feitas no mês de agosto pelos americanos, um crescimento de 30% em um ano. O Yahoo teve 13,1% - queda de 18% em relação a 2009 – e o Google manteve praticamente estático seu domínio, com 65,1% de participação.

Ultimamente, no entanto, a competição só tem se tornado mais interessante à medida que inspira os rivais a criarem novos recursos e serviços. A batalha, na verdade, ocorre em três campos:

Pesquisa convencional
O novo recurso do Google, sua busca em
tempo real, que mostra os resultados ao mesmo tempo que se digita os termos, é um ótimo exemplo de como as empresas pretendem diferenciar seus serviços. Atualmente, devemos admitir que, se desconsiderarmos a interface, os mecanismos de pesquisa são muito semelhantes. Há um ano, um programador independente desenvolveu uma solução para o Bing que faz o mesmo que a novidade do Google; será que a Microsoft pretende incorporar algo parecido ao seu produto, ou pensa que não vale pena imitar seu rival?

Pesquisa em dispositivos móveis
A companhia de Mountain View tem uma boa vantagem nessa área por ser o mecanismo de pesquisa padrão tanto no iPhone quanto, como não poderia deixar de ser, no Android. A Microsoft vem tentando equilibrar o jogo ao oferecer
aplicativos do Bing para essas plataformas, mas sabe que o que poderá ajudá-la, de fato, é o lançamento do Windows Phone 7. Enquanto isso não ocorre, tenta contornar a situação com, por exemplo, a parceria com a Verizon, que tornará o Bing o buscador principal do novo celular da Samsung, o Facinate, que, ironicamente, porta o sistema operacional da Google.

Recursos
Usar diferentes mecanismos para os diversos serviços que interessem ao usuário pode ser sofrível. Por isso, tanto o Bing como o Google dispõem de recursos paralelos, como mapas, imagens e outras buscas personalizadas. No último mês, a companhia de Mountain View incluiu em seus resultados a movimentação de
redes sociais como Twitter e Facebook, enquanto que a Microsoft renovou seu sistema de mapas. Em junho, inclusive, o Bing passou a oferecer músicas e vídeos em streaming em seu portal.

(Jared Newman)
 
 
***  Google Pesquisas  ***
 


** Google TV busca sucesso onde gigantes fracassaram  **

James Della Valle

A partir desta semana, o Google e seus parceiros – a Sony e a Logitech – começam na rua seu ambicioso projeto de TV via internet. A Google TV, como foi batizada, tem um grande desafio pela frente: ser vitoriosa em um mercado onde outras gigantes da tecnologia, como Apple e Microsoft, só conseguiram conquistar migalhas de audiência. A plataforma une o software da empresa de buscas ao hardware de outras companhias para transformar a televisão do usuário em um centro de entretenimento conectado à web. O conjunto permite acesso a sites, aplicativos específicos e vídeos sob demanda. Você pode assistir à programação desejada a qualquer momento. Um conceito de interatividade similar à proposta da TV Digital no Brasil, que ainda não decolou. 

Uma barreira para esse tipo de iniciativa é a constante briga com grupos responsáveis pela criação de conteúdo, como as indústrias da música e do cinema. Durante anos, essa empresas entraram em conflito com a internet, em um relacionamento do tipo "bate e assopra", onde processos de direitos autorais e acordos momentâneos eram feitos. Para conviver em harmonia, tanto o Google quanto os grupos de mídia devem tecer acordos cuidadosos para não canibalizar o conteúdo já existente na TV paga. O modelo de negócios da Google TV varia de acordo com a flexibilidade dos parceiros. No caso da Amazon e da Netflix, deve prevalecer o aluguel de filmes e seriados. A Amazon deve oferecer capítulos de seriados a partir de 0,99 dólares, dependendo da popularidade das obras. Já a Netflix deve cobrar uma mensalidade de 8,99 dólares pelos filmes do seu catálogo. Uma porcentagem dos lucros, ainda não divulgada, deve ser repassada ao Google.

No caso de canais como o HBO, TNT, CNN, Cartoon Network e Adult Swim, deve haver uma programação específica ou até mesmo a criação de formas alternativas de distribuição de conteúdo. Algo que deverá ser explorado também pelos jornais The New York Times, USA Today, além da National Broadcasting Company (NBC) e da National Basketball Association (NBA), responsável pela liga profissional de basquete dos Estados Unidos. Esses grupos devem criar aplicativos com notícias e clipes de vídeo para a TV via internet. Lojas de música virtuais como a Vevo, Pandora e Napster devem manter seus modelos de distribuição de áudio por streaming. Outro detalhe importante é que, pelo menos no momento, a Google TV não tem a intenção de matar a programação tradicional. O equipamento pode ser conectado ao receptor de TV a cabo (ou satélite) para que o usuário possa alternar entre as programações a qualquer momento.

Principais concorrentes - Embora seja ousada,  a iniciativa do Google não é muito original. A nova aposta da gigante de buscas não é muito diferente da WebTV, da Microsoft, anunciada em 1997 e renomeada MSN TV em 2001. Um receptor e um controle que, ligados ao televisor, proporcionam interatividade e a possibilidade de montar sua programação. Devido à falta de interesse do público, logo os dispositivos foram retirados do mercado, apesar da empresa continuar dando suporte aos proprietários.

A Apple teve um pouco mais de sucesso nesse ramo. Em 2007, lançou a Apple TV, um dispositivo de reprodução e armazenamento de mídia que necessitava de um computador – com os sistemas Mac OS ou Windows – rodando o iTunes. Mais tarde, uma atualização faria com que o aparelho funcionasse sem a necessidade dessa conexão. Na atual versão, anunciada em 2010, a Apple TV perdeu sua capacidade de armazenamento para dar espaço ao conteúdo vindo da internet e de outros dispositivos da marca, como iPads e Macs, utilizando a tecnologia sem fio da empresa. Proprietários do receptor podem acessar conteúdo disponível na loja do iTunes, além de material fornecido pela Netflix, YouTube, MobileMe e Flickr.

A principal diferença entre a Apple TV e a Google TV é a flexibilidade. O Google fornece o software e o conteúdo dos parceiros, enquanto empresas como a Sony e Logitech fornecem o hardware necessário para realizar a conexão. O usuário não paga para utilizar a Google TV, o que não é verdade para o hardware necessário para acessar seus recursos. A Sony já anunciou sua linha de televisores NSX-GT1, com telas de 24, 32, 40 e 46 polegadas, e preços que variam  entre 599 dólares e 1.399 dólares. Já o reprodutor de Blu-ray NSZ-GT1 será comercializado por 399 dólares. O pacote da Logitech, que traz teclado, receptor e controle sai por 299 dólares. Já a Apple TV custa 99 dólares.


** Lucros da Google aumentam 32 por cento **

A Google registrou um aumento de 32 por cento nos lucros relativos ao terceiro trimestre deste ano, acima das expectativas do mercado

De acordo com os resultados apresentados pela gigante da Internet, no terceiro trimestre de 2010 os resultados líquidos da Google foram de 2,17 mil milhões de dólares, valor superior aos 1,64 mil milhões de dólares registados no mesmo período de 2009.

Apesar das expectativas dos analistas não serem tão altas, devido ao actual clima de crise económica que está a afectar os EUA, os bons resultados da Google resultaram de uma boa prestação do segmento da publicidade e de novos negócios da empresa, nomeadamente no que diz respeito à plataforma Android.

Citado pela agência Reuters o presidente executivo da empresa, Eric Schmidt, considerou que este foi um «excelente trimestre».

O responsável acrescentou ainda que nos próximos tempos «vamos continuar a investir fortemente, tanto nas pessoas como nos produtos à medida que prosseguimos uma agenda de inovação».






 
 
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