oficina Poesia Virtual

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Com inscrições esgotadas para os dois dias de curso, a oficina de Poesia Virtual capacitou 80 professores de dez estados brasileiros.

 

Poesia Virtual – Mensagem, Imagem, Movimento e Som, oficina ministrada pela professora Gládis Leal dos Santos, de Joinville (SC), foi a mais concorrida entre as 13 oferecidas nesta 5ª Educática. O curso, com duração média de 90 minutos, tem como base o projeto “Nossas Poesias”, desenvolvido com alunos da 4ª série da CAIC Professor Mariano Costa, em Joinville, onde Gládis atua como coordenadora da sala de informática.
O objetivo do projeto é capacitar professores para o uso das ferramentas oferecidas pelo computador, em atividades a serem aplicadas aos alunos do ensino fundamental nas salas de aula, permitindo que eles desenvolvam a criatividade. Objetivo este, que segundo Gládis, foi alcançado, ao avaliar o interesse dos participantes e os trabalhos desenvolvidos nos dois dias de oficina.
O projeto inicial, que consistiu numa exposição virtual, foi apresentado na Biblioteca Municipal de Joinville, no ano passado. A mostra resultou num CD Room e em um livro, que foram doados à biblioteca.
Na Oficina de Capacitação, ministrada nos dias 03 e 04, no Complexo Argos, durante a 5ª Educática, Gládis trabalhou com o Power Point. O curso de “Poesia Virtual” é simples, segundo a educadora, que salientou a criatividade como quesito básico para se desenvolver os trabalhos.
O curso consiste no uso de um texto, manuseio do Power Point, uma ilustração que o aluno mesmo tenha feito no Pentium e na gravação de uma declamação do texto (poesia), no Windows. “É só juntar esses quatro elementos. Por isso a oficina se chama ‘Poesia Virtual – Mensagem, Imagem, Movimento e Som’”, justificou Gládis.

Experiência importante

Este é o quarto ano que Gládis participa da Educática, sendo esta a primeira vez que ministra uma oficina em Jundiaí. No ano passado, ela esteve representando, com outras profissionais, a Secretaria de Educação de Joinville, com um estande montado na Feira de Tecnologias.
“Adorei essa experiência de ministrar a oficina. O importante, neste curso, é o que os alunos podem desenvolver com os recursos da máquina, sem precisar de um software”, salientou, ao complementar que “o barato é saber como trabalhar o conteúdo pedagógico dentro desses programas”.
Em Joinville, contou Gládis, é o professor o responsável pelo laboratório e não o técnico de informática. Pois é o professor o profissional capaz de fazer essa junção entre criatividade e informática.
Gládis quer participar da Educática, no ano que vem, novamente. “Este ano, pude sentir melhor as necessidades dos professores e já estou vendo o que posso trazer para eles”, adiantou Gládis, que ressaltou a troca de experiência como ponto alto da Educática.


Surpresa interestadual

“Nesta 5ª Educática conheci oficinistas de vários estados, inclusive, do meu próprio estado. Profissionais até da Univalle, do Itajaí”, contou, mostrando-se surpresa com a participação de profissionais de 86 municípios, que representaram dez estados brasileiros.
Gládis tem 43 anos, sendo 24 dedicados à Educação. Nestes últimos quatro anos, vem se aperfeiçoando na área de informática educacional. Sábado, um dia após o encerramento da oficina, a educadora gravou os trabalhos resultantes das oficinas ministradas em Jundiaí, em CD, para que os oficinistas possam copiar.