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... porque residentes de ginecologia devem ler sobre Victor Bonney?

postado em 16/07/2011 20:47 por Gestão Hospitalar 2º Semestre

Bonney nasceu em West London, em 1872; seu pai e seu avô paterno eram médicos de família. Cinqüenta anos atrás, cada um dos hospitais de ensino de Londres tinha em seus quadros um ginecologista treinado por Victor Bonney, pois tão grande era sua influência e tão bem sucedidos eram seus métodos de treinamento dos cirurgiões ginecológicos.

Sua fama entre os colegas estava em primeiro lugar pelo seu desempenho extraordinário nas 500 operações radicais (Wertheim) e, por outro lado, para o desenvolvimento de operações conservadoras como a miomectomia e a cistectomia ovariana.

Sua motivação para o desenvolvimento das cirurgias conservadoras foi a experiência de sua esposa Annie, que se tornou intensamente anêmica decorrente de períodos menstruais abundantes e foi submetida a uma histerectomia, único tratamento até então conhecido. Com apenas dois anos de casamento, Annie estava estéril. Vale lembrar ainda que, no décimo dia de pós-operatório apresentou obstrução intestinal.

Desde então, tornou-se interessado na cirurgia conservadora e na função intestinal após cirurgia de grande porte. Desenvolveu não só a operação de miomectomia para remover miomas e conservar o útero, mas também a cistectomia ovariana para remover cistos não-malígnos.

Bonney é também conhecido pela concepção de instrumentos cirúrgicos, como a braçadeira especial, por vezes ainda usada para diminuir a perda de sangue nas miomectomias. Outra contribuição importante foi em insistir na extração fetal por cesariana através do segmento inferior para diminuir a perda de sangue no ato operatório.
 

“Since cure without deformity or loss of function must ever be surgery’s highest ideal, the general proposition that myomectomy is a greater surgical achievement than hysterectomy is incontestable.”

 

VICTOR BONNEY 1931

Avanços tecnológicos na Histerectomia Laparoscópica “Single Site” (LESS)

postado em 24/06/2011 17:42 por Gestão Hospitalar 2º Semestre

Cirurgia Ginecologia: para onde vamos?

postado em 23/06/2011 20:01 por Gestão Hospitalar 2º Semestre

Síndrome de Mayer-Rokitansky-Kuster-Hauser em mulher de 17 anos de idade. Relato de caso

postado em 23/06/2011 19:25 por Gestão Hospitalar 2º Semestre

 
A Síndrome de Rokitansky afeta pelo menos 1 em 4.500 mulheres nascidas. Tal síndrome consiste de agenesia vaginal com outras anormalidades dos ductos müllerianos. A principal característica da síndrome é a ausência congênita ou subdesenvolvimento da parte superior da vagina e útero, sendo raramente associada com agenesia renal unilateral, rim ectopico ou rim em ferradura. Outras possíveis malformações incluem: anomalias vertebral, otológica e cardíaca. Esta síndrome é a segunda principal causa de amenorréia primária. 

Relato de Caso

Paciente de 17 anos apresentando-se com queixas de amenorréia primária. Afirmava que se tornou sexualmente ativa aos 16 anos e havia notado mudanças associadas com a puberdade desde 13 anos de idade. Apresenta desenvolvimento mamário normal, estatura média, peso e envergadura normal. Apresenta também, distribuição normal de cabelo pelo corpo, incluindo pêlos pubianos e axilares. O exame genital mostrou vulva, pequenos e grandes lábios e clitóris normais e tróficos (estrogenizados). A vagina mede 7 cm, terminando em fundo cego.

Perfil hormonal: hormônio foliculo estimulante (FSH), hormônio luteinizante (LH), estradiol e 17-hidroxiprogesterona normais, indicando eixo hipotálamo-hipófise-ovariano normal. A ultra-sonografia do abdômen e pelve confirmaram uma vagina cega e malformação uterina. Ambos os ovários eram normais em tamanho e aparência. O rim esquerdo único e pélvico, porém, dentro dos limites normais para o tamanho e aparência.
 

 

Utra-sonografia Pélvica e Transvaginal. Imagens indicando ausência de útero, presença

de ovários normais e rim pélvico.

 
artigo original disponível na sessão [artigos e documentos]

Endoloop® de pobre ... como preparar um “Nó da Forca” para uso em cirurgia laparoscópica!

postado em 19/06/2011 08:03 por Gestão Hospitalar 2º Semestre

Como preparar um “Nó da Forca” para uso em cirurgia laparoscópica

 

hangman's knot or hangman's noose
 

Degradação, infecção, e os efeitos do calor nas telas de polipropileno para implantação pélvica: o que era conhecido e quando era conhecido?

postado em 14/06/2011 18:35 por Gestão Hospitalar 2º Semestre

 
Neste artigo publicado na sessão “clinical opinion” de um conceituado periódico - International Urogynecology Journal - deste mes de junho,  o Prof. Ostergard faz críticas ao uso de malhas de polipropileno em cirurgias ginecológicas reparadoras, colocando em cheque o FDA e a Industria Médica.
 
 
 
artigo disponível na sessão [artigos e documentos]
 

Uso não contraceptivo do Sistema Intra-Uterino de liberação de Levonorgestrel (SIU-LNG)

postado em 13/06/2011 19:31 por Gestão Hospitalar 2º Semestre

NINA DE SIQUEIRA KUPERMAN

 

USO NÃO CONTRACEPTIVO DO SISTEMA INTRA-UTERINO DE LIBERAÇÃO DE LEVONORGESTREL (SIU-LNG)
 

 
 
 
Trabalho de Conclusão de Curso apresentado à Universidade Federal do Rio de Janeiro como requisito parcial para conclusão do Programa de Residência Médica em Ginecologia e Obstetrícia
 

Orientador: Prof. José Augusto Machado

 

 

Rio de Janeiro

                 2011

 

 
em breve artigo original para download
 

Cirurgia por orifícios naturais: novo conceito em cirurgia minimamente invasiva

postado em 11/06/2011 16:55 por Gestão Hospitalar 2º Semestre

 
No artigo, os autores apresentam o conceito das cirurgias por orifícios naturais e das cirurgias “sem cicatriz”, as suas vias de acesso, seu caráter multidisciplinar e os desafios de seu desenvolvimento. Apontamos as vantagens intra e pós-operatórias. Enfocamos a via vaginal e a colpotomia posterior na aplicação das cirurgias por orifícios naturais em histerectomias vaginais e acessos cirúrgicos aos anexos nos quais se inclui a laqueadura tubárea. Reforçamos a necessidade de nos inteirarmos destas modalidades de cirurgia que poderão trazer grandes vantagens para as pacientes no Brasil.
artigo disponível para download na sessão [artigos e documentos] 

Tumor retroperitoneal de músculo liso de potencial maligno incerto após histerectomia: relato de caso

postado em 31/05/2011 15:03 por Gestão Hospitalar 2º Semestre

Os tumores de músculo liso de potencial potencial biológico indeterminado, geralmente são clinicamente benignos, mas devem ser considerados como tumores de baixo potencial malígno, pois podem ocorrer ocasionalmente ou promover metástases para locais distantes.

 

Apresentação do caso
Os autores relatam  o caso de uma mulher mongol de 62 anos de idade com diagnóstico de tumor do músculo liso retroperitoneal de potencial maligno incerto e metástase pulmonar, com uma história de histerectomia. O caso foi inicialmente diagnosticado como sarcoma do retroperitônio, e o paciente recebeu quimioterapia. No entanto, nenhuma alteração no intervalo do tamanho da massa retroperitoneal e nódulos pulmonares metastáticos foi visto ao longo de um período de pelo menos cinco anos. Ela foi submetida a ressecção parcial da massa retroperitoneal para fins de debulking e estabelecer um diagnóstico histopatológico. O diagnóstico da massa retroperitoneal foi então confirmado como um tumor do músculo liso de potencial maligno incerto.

Conclusão
Os tumores do músculo liso de potencial maligno incerto tem um curso clínico imprevisível, e as recidivas em geral parecem ocorrer após vários anos, mesmo após um longo intervalo livre de doença. Portanto
, pacientes com diagnóstico de tumores do músculo liso de potencial maligno incerto devem ser submetidas a seguimento de  longo prazo.
 
artigo disponível

Histerectomia por orifício natural

postado em 30/05/2011 19:55 por Gestão Hospitalar 2º Semestre

Int Urogynecol J Pelvic Floor Dysfunct. 2008 Sep;19(9):1189-92.

Natural orifice hysterectomy

Moen MD, Noone MB, Elser DM

Illinois Urogynecology
 

O conceito da cirurgia por orifício natural como procedimento cirúrgico minimamente invasivo é relativamente recente. Visando a redução de dor, dano tecidual e a mais rápida recuperação pós-operatória, atinge seu máximo em inovação ao evitar cicatrizes visíveis.

A Histerectomia Vaginal (HV)  já existe há mais de um século, entretanto, ainda vem sendo tipicamente relizada pelos uroginecologistas como um procedimento cirúrgico específico do prolapso genital. As evidências atuais apontam o emprego eficiente e seguro da HV em outras doenças benignas do útero como miomas e sangramento anormal. Apesar disto, a maioria das histerectomias continuam a ser realizadas pela via laparotômica. A HV é o método menos invasivo à via laparotômica clássica, e seu uso deve ser encorajado.

 

 

artigo disponível para download

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