Nasceu em Lisboa a 17 de Maio de 1970. Completou o Curso de Imagem e Artes Visuais na Escola de Artes Visuais António Arroio e o Curso de Fotografia do IADE. Diplomado pela APAF com o curso de Fotografia Profissional. Diplomado pelo Instituto Politécnico de Tomar com o Curso de Conservação e Restauro de Fotografia e Processos Fotográficos do séc. XIX. Diplomado pelo Centro de Arte e Comunicação Visual (A.R.C.O.) com o Curso de História da Fotografia. Pelo Centro de Formação Profissional de Artes Gráficas e Multimédia obteve Formação Pedagógica Inicial de Formadores. Enquanto fotógrafo, foram-lhe atribuídos vários prémios, entre os quais: em 1994, o 3º Prémio no Concurso Internacional “Young Europeans Artists”; em 1997, o 1º Prémio na III Bienal de Fotografia da Moita; em 1999, o 3º Prémio na IV Bienal de Fotografia da Moita; em 2001, o 1º Prémio na V Bienal de Fotografia da Moita e o 1º Prémio na VII Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira; em 2003, o 2º Prémio na VI Bienal de Fotografia da Moita. Publicou, em 2003, Relatos Falsos para um Falso Diário, edição de 100 exemplares manufacturados e, no ano seguinte, Como uma história que vamos viver juntos, em parceria com a fotógrafa Tânia Araújo. Luís Rocha tem obras suas em colecções diversas: no Centro Português de Fotografia do Ministério da Cultura, na BP Oil Europe (Inglaterra), nas Câmaras Municipais de Vila Franca de Xira e de Castro Verde, e ainda no Movimento de Expressão Fotográfica, de que é sócio fundador e Director do Conselho Artístico. Expõe desde 1992, tendo apresentado a exposição «Vila Nova do Ceira» («Trabalho do Milho») na Semana Fotográfica de Orense (Espanha), no Centro Cultural de Belém, nos Encontros Fotográficos de Almada, na Primavera Fotográfica de Faro e ainda na EXPO 98. Em 1996, apresentou pela primeira vez a exposição «vovó amava um marujo que andara nos mares do sul» (imagens e texto), em Rio Maior, mais tarde adaptada e de novo exposta com o título «Atlântico» na Central Tejo, com José Barata (1999), e «olhares esquecidos por ventos trazidos» na Bienal de Fotografia de Cascais (2000). O trabalho preparatório dessa exposição, intitulado «O Antunes pescava de noite quando me ensinou um segredo», foi recuperado em 2003, numa exposição do Movimento de Expressão Fotográfica. As exposições «Deolinda era o nome do meu vizinho de baixo» (Central Tejo, 2001) e «Um beijo com sabor a gelado, como vem nos livros» (Espaço Cinearte, 2002) deram origem à exposição «Relatos Falsos para um Falso Diário», inaugurada na Bienal de Vila Franca de Xira em 2003. Em 2004, as exposições «Tentei relacionar imagens que não eram relacionáveis» (Galeria Bento Martins, em Carnide) e «O Mundo do Faz de Conta» (Pavilhão Preto, Museu da Cidade) iniciam um projecto mais amplo designado «Projecto_Lisboa». Foi fundador da empresa Imagens Marginais e tem trabalhado, desde 1993, como fotógrafo em diversas revistas e instituições artísticas, além de ser Formador de Fotografia desde 1994, actividade que continua a desempenhar actualmente no Instituto do Emprego e Formação Profissional. O seu trabalho como Fotógrafo de Cena iniciou-se em 1991, na Atlântida – Estúdios de Produção e Cinema, passando entretanto por várias companhias de teatro e de dança.
Texto de : Gustavo Rubim