Gênero: Hedychium

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Nomes popularesNome científicoHedychium chrysoleucum Hook.Voucher720 Schwirkowski (MBM)SinônimosFamíliaZingiberaceaeTipoNaturalizadaDescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatDistribuição geográficaEtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografia
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Nomes popularesGengibre-vermelhoNome científicoHedychium coccineum Wall.BasionônioSinônimosFamíliaZingiberaceaeTipoSubespontâneaDescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoEncontrada com flores em fevereiro e março.DispersãoHábitatMata AtlânticaDistribuição geográficaSanta CatarinaEtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaEsta espécie tem se comportado como invasora nos locais onde é encontrada, visto que não é nativa do Brasil.ComentáriosBibliografia
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Nomes popularesLírio-do-brejo, borboleta, borboleta-amarela, cardamomo-da-praia, cardamomo-do-mato, escalda-mão, flor-de-lis, jasmin, jasmin-borboleta, jasmim-do-brejo, lágrima-de-moça, lágrima-de-napoleão, lágrima-de-vênus, lírio-branco, napoleão, narciso, olímpia,Nome científicoHedychium coronarium KoehneVoucher875 Schwirkowski (MBM)SinônimosHedychium spicatum Buch.-Ham. ex Sm.Hedychium coronarium var. baimao Z. Y. ZhuHedychium coronarium var. chrysoleucum BakFamíliaZingiberaceaeTipoSubespontânea, não endêmica do Brasil.DescriçãoPlanta herbácea rizomatosa, perene, vigorosa, entouceirada com 1,5 a 2,0m de altura, com o caule ereto e avermelhado na base, enfolhado. Folhas sésseis, lanceoladas, atenuado-acuminadas no ápice, de base angustada, glabra na página ventral, com dorso e bainha pubescente, com 25 a 40cm de comprimento e 5 a 6cm de largura, com lígula acuminada, membranácea. Espiga densa, com bráctea oblonga, obtusa, plana, emarginada, ciliolada, biflora. Corolas brancas, com tubo longo e lobos lineares. Fruto tipo baga deiscente, elíptico, liso, glabro, verde inicialmente, passando a alaranjado, trifacetado, medindo 2 a 3cm de comprimento por 1,0 a 1,5cm de largura, contendo muitas sementes envoltas em mucilagem vermelha. A sementes são ovaladas e avermelhadas (PLANTAS MEDICINAIS, 2001).CaracterísticaFloração / frutificaçãoJaneiro a março.DispersãoHabitatAmazônia, Caatinga, Cerrado, Pantanal e Mata Atlântica, em todas as formações florestais.Distribuição geográficaÉ originária do Himalaia e Madagascar. No Brasil, é encontrada em todo o país, sendo mais freqüente nas regiões Sul e Sudeste.EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaNa medicina popular, é usada como béquica, diurética, excitante, tônica, anti-reumática, problemas na garganta, gases e também para reduzir a pressão alta. O chá das folhas é empregado, em uso externo, contra coceiras e micoses.FitoeconomiaPode ser utilizada na fixação do solo, mas exige solos bem úmidos. É planta aromática, e de suas flores pode-se extrair essência utilizada em perfumaria. No passado, esta planta foi muito utilizada como fonte de fibras para cordas e barbante, fios para estopa (retirados do caule), celulose, farelo, perfume das flores, farelo para forragem e polvilho, que era retirado dos rizomas. Atualmente há estudos para extração e utilização de fécula da planta para uso comercial.InjúriaPlanta invasora de banhados, beira de rios, canais de drenagem e áreas úmidas, encontra-se por todo o país, sendo, no entanto, mais freqüente nas regiões Sul e Sudeste do Brasil.ComentáriosBibliografiaALEXANDRIA, L. S. Fécula do Lírio-do-brejo do Cerrado Goiano. XLVI Congresso Brasileiro de Química. Salvador, Bahia, 2006. Disponível em: <http://www.abq.org.br/cbq/2006/trabalhos2006/10/928-1085-10-T1.htm>.ALVES, E. O. et al. Levantamento Etnobotânico e Caracterização de Plantas Medicinais em Fragmentos Florestais de Dourados – MS. Ciênc. Agrotec. Lavras, v. 32, n. 2, p. 651-658, mar./abr., 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/cagro/v32n2/48.pdf>.Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.CERVI, A. C. et al. Espécies Vegetais de Um Remanescente de Floresta de Araucária (Curitiba, Brasil): Estudo preliminar I. Acta Biol. Par., Curitiba, 18(1, 2, 3, 4): 73-114. 1989. Disponível em: <http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/acta/article/view/789/631>.DI STASI, L. C.; HIRUMA-LIMA, C. A. Plantas Medicinais na Amazônia e na Mata Atlântica. Editora UNESP. 2. ed. São Paulo, 2002. 592P. il. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/up000036.pdf>.EDWALL, G. Ensaio Para uma Synonímia dos Nomes Populares das Plantas Indígenas do Estado de S.Paulo. 2ª Parte. Boletim Nº 16. Typographia e Papelaria de Vanorden & Cia. São Paulo, 1906. 84 p. Disponível em: <http://www.archive.org/download/ensaioparaumasyn00edwa/ensaioparaumasyn00edwa.pdf>.FONSECA, E. T. Indicador de Madeiras e Plantas Úteis do Brasil. Officinas Graphicas VILLAS-BOAS e C. Rio de Janeiro, 1922. 368 p. Disponível em: <http://www.archive.org/download/indicadordemadei00teix/indicadordemadei00teix.pdf>.KOCH, V. Estudo Etnobotânico das Plantas Medicinais na Cultura Ítalo-brasileira no Rio Grande do Sul – Um Modelo Para o Cultivo Comercial na Agricultura Familiar. Tese de mestrado. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2000. 152p. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/1814>.LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.MAAS, P., Maas, H. 2010. Zingiberaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB110705).PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.PLANTAS MEDICINAIS. CD-ROM, versão 1.0. PROMED – Projeto de Plantas Medicinais. EPAGRI – Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina S.A. Coordenação: Antônio Amaury Silva Junior. Itajaí, Santa Catarina. 2001.SCHULTZ, A. R. Botânica Sistemática. 3ª ed. Editora Globo. Porto Alegre, 1963. 428p. il. v. 2.
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Nomes popularesGengibre-kahiliNome científicoHedychium gardnerianum RoscoeBasionônioSinônimosFamíliaZingiberaceaeTipoSubespontânea, não endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHábitatMata Atlântica.Distribuição geográficaEspécie presente em várias regiões do Brasil.EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.MAAS, P., Maas, H. 2010. Zingiberaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB110706).