Glandularia lobata

Nomes populares

Nome científico

Glandularia lobata (Vell.) P.Peralta & Thode

Voucher

446 Schwirkowski (MBM)

Sinônimos

Verbena lobata Vell.

Família

Verbenaceae

Tipo

Nativa, não endêmica do Brasil.

Descrição

Ervas eretas a prostradas, com 0,2-1 m alt. Caule pubescente a hirto, com tricomas tectores e glandulares pedicelados em várias direções; entrenós 1,7-8 cm compr. Folhas inteiras; lâmina 1,4-6x0,8-3 cm, ovalada a oval-lanceolada, ápice agudo, base obtusa a subtruncada, decurrente no pecíolo, margem serreada a inciso-serreada; face adaxial estrigosa a hirta, com tricomas tectores bem distribuídos, face abaxial pubescente, estrigosa ou hirta, com tricomas tectores bem distribuídos ou mais evidentes sobre as nervuras; pecíolo 0,4-1,5 cm compr. Inflorescências em pleiobótrios heterotéticos com 2 a 5 pares de paracládios simples a tetrâmeros; florescências 0,9-1,6x1,3-2 cm, em espigas multifloras ou paucifloras, cilíndricas na antese, com raque alongada até 3 cm na frutificação; pedúnculo das florescências pubescente a hirto, com tricomas tectores e glandulares pedicelados em várias direções. Brácteas 2-3,5 mm compr., oval-lanceoladas, subglabras a pilosas, com tricomas tectores e glandulares pedicelados principalmente sobre a nervura central, margem ciliada. Cálice 4-6 mm compr., híspido a piloso, com tricomas tectores e glandulares pedicelados principalmente sobre as costelas, antrorsos e patentes; lacínias 0,8-1,5 mm compr., triangular-lanceoladas, coniventes no fruto. Corola hipocrateriforme, lilás a roxa, externamente pilosa, tubo 5-6 mm compr., limbo 6-7 mm diâm. Par superior de estames com apêndices conectivais que superam ou não as tecas, inclusos. Estilete 4 mm compr.; ovário ca. 1 mm compr. Clusas 2-2,5 mm compr., ápice obtuso, base não alargada, face ventral papilosa, face dorsal reticulada no terço superior e estriada no restante. (THODE, 2010, p. 539).

Característica

As inflorescências possuem um padrão diferente das demais espécies do gênero e muitas vezes apresentam quatro florescências partindo de um mesmo nó.

Floração / frutificação

Outubro a março.

Dispersão

Habitat

Pampa e Mata Atlântica, em Formações Campestres.

Distribuição geográfica

Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul)(SALIMENA, 2011).

Etimologia

Propriedades

Fitoquímica

Fitoterapia

Fitoeconomia

Injúria

Comentários

Bibliografia

PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.

SALIMENA, F.R.G., Thode, V., Mulgura, M., O'Leary, N. 2011. Verbenaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2011/FB121850).

THODE, V. A.;MENTZ, L. A. O Gênero Glandularia J.F. Gmel. (Verbenaceae) no Rio Grande do Sul, Brasil. Acta bot. Brás. 24(2): 529-557. 2010. Disponível em:<http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0102-33062010000200023>.

Glandularia lobata http://sites.google.com/site/florasbs/home  São Bento do Sul - Santa Catarina
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