Gênero: Bathysa

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Nomes popularesMacuqueiro, araribão, caravana, fumão, fumão-doce, pau-de-macuco, pau-de-colher, quina-de-santa-catarina, quina-do-mato, quina-do-paraná.Nome científicoBathysa australis (A. St.-hil.) K. Schum.Voucher680 Schwirkowski (MBM)SinônimosElaeagia glomiflora Standl.Bathysa meridionalis L.B.Sm. & DownsFamíliaRubiaceaeTipoNativa, endemismo desconhecido.DescriçãoArvoretas, às vezes árvores ou arbustos com até 8m, ramos crassos, tetrágonos, castanhos ou castanho-acinzentados, lenticelados; lenticelas esparsas, verticalmente alongadas. Estípulas com 3,0-3,7x1,2-2,1cm, persistentes, truladas; lâmina com 7,4-79,7x1,9-32,5cm, obovada, ápice acuminado ou obtuso, base cuneada, membranácea, face ventral glabra, face dorsal puberulenta. Tirsóides terminais, raque principal com 19,5-29cm. Flores sésseis, 4-meras, algumas vezes 5- meras; cálice com lacínios lanceolados ou ovados; corola hipocrateriforme, amarelada ou amarelo-esverdeada, externamente com linha vertical de pelos abaixo da incisão dos lobos; lobos eretos, cuculados, largo-ovados, ovados ou oblongos; filetes levemente complanados, glabros, 2-3,5mm; anteras elípticas, com 0,8- 1mm de comp; estilete com 5-5,5mm. Cápsula4-6mm de comp. (FILHO, 1999).CaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatFloresta Ombrófila Densa na Mata Atlântica.Distribuição geográficaNordeste (Bahia), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (GERMANO FILHO, 2010).EtimologiaO nome popular Macuqueiro refere-se ao fato do Macuco, normalmente utilizar esta árvore para pernoitar, fato conhecido por caçadores da espécie, que deram nome à árvore.PropriedadesFitoquímicaFitoterapiaPossui aplicações na medicina caseira.FitoeconomiaEspécie com grande potencial ornamental na arborização urbana, principalmente em canteiros centrais de praças.InjúriaComentáriosNa língua Guarani é chamada de hogue guatchu.BibliografiaCatálogo de plantas e fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.DIAS, J.; COSTA, L. D. Sugestões de Espécies Arbóreas Nativas Ocorrentes no Sul do Estado do Paraná Para Fins Ornamentais. FAFIUV / 2008, Seção de Artigos. ISSN 1809-0559. Curitiba, Paraná, 2008. 28p. Disponível em: <http://www.ieps.org.br/ARTIGOS-BIOLOGIA.pdf>.FILHO, P. G. Estudos Taxonômicos do gênero Bathysa C.Presl (Rubiaceae, Rondeletieae), no Brasil. Rodriguésia 50(76/77): 49-75. 1999.GERMANO FILHO, P. 2010. Bathysa in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB013835).OLIVEIRA, D. Nhanderukueri Ka’aguy Rupa – As Florestas que Pertencem aos Deuses. Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2009. 182p. il. Disponível em: <http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?Module=Files/FileDescription&ID=4402&lang=>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.