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Eriobothrya japonica - Ameixa-amarela

Nomes populares

Ameixeira-amarela, ameixa, ameixa-do-japão, ameixa-japonesa, nêspera, nespereira

Nome científico

Eriobothrya japonica (Thunb.) Lindl.

Basionônio

Sinônimos

Família

Rosaceae

Tipo

Subespontânea, não endêmica do Brasil.

Descrição

Característica

Floração / frutificação

Dispersão

Zoocórica

Hábitat

Amazônia e Mata Atlântica.

Distribuição geográfica

É originária do Japão e China.

Ocorre subespontaneamente no Norte (Pará), Nordeste (Paraíba, Bahia, Alagoas), Centro-Oeste (Goiás), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (BIANCHINI, 2010).

Etimologia

Propriedades

Fitoquímica

Composição por 100 g de parte comestível: Calorias, nutrimentos e minerais

Calorias 44, Proteínas 0,2(g), Lipídios 0,6(g), Glicídios 10,7(g), Fibra 0,8(g), Cálcio 18(mg), Fósforo 14(mg), Ferro 0,8(mg)

Composição por 100 g de parte comestível: Vitaminas

Vitamina B1 0,02(mg), Vitamina B2 0,05(mg), Niacina 0,3(mg), Vitamina C   10(mg)

Fitoterapia

Os frutos servem para o preparo de um xarope utilizado para combater a tosse, e para baixar a pressão arterial. Os índios Guarani utilizam-se desta planta para tratamento das dores de ouvido, chamando-a de nhambi kue, pois as gemas apicais assemelham-se ao lóbulo da orelha.

Fitoeconomia

Espécie esporadicamente utilizada como ornamental frutífera em jardins e pomares caseiros. Os seus frutos são muito apreciados por várias espécies de pássaros, como sanhaços e tucanos, os quais são os responsáveis pela ampla dispersão da espécie nas matas.

Injúria

É considerada planta invasora de alta invasividade, o que é facilmente verificável, pois em matas secundárias esta espécie é muito freqüente.

Comentários

Os frutos são muito apreciados por várias espécies de pássaros, como tucanos, periquitos e papagaios.

Bibliografia

BIANCHINI, R.S. 2010. Rosaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB087434).

KOCH, V. Estudo Etnobotânico das Plantas Medicinais na Cultura Ítalo-brasileira no Rio Grande do Sul – Um Modelo Para o Cultivo Comercial na Agricultura Familiar. Tese de mestrado. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2000. 152p. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/1814>.

OLIVEIRA, D. Nhanderukueri Ka’aguy Rupa – As Florestas que Pertencem aos Deuses. Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2009. 182p. il. Disponível em: <http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?Module=Files/FileDescription&ID=4402&lang=>.PAIVA, C. L.; SANTOS, A. C. F. Taperas e Suas Plantas: Etnobotânica dos Antigos Assentamentos Humanos. Diálogos, DHI/PPH/UEM, v. 10, n. 3, p. 33-53, 2006. Disponível em: <http://www.uem.br/dialogos/index.php?journal=ojs&page=article&op=view&path[]=81>

STURTEVANT, E. L. Edible Plants of The World. Edited by U. P. HEDRICK. The Southwest School of Botanical Medicine. 775p. Disponível em: <http://www.swsbm.com/Ephemera/Sturtevants_Edible_Plants.pdf>.

 

TABELAS de Composição de Alimentos – ENDEF. 5ª ed.; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE; Rio de Janeiro, 1999. 137p. Disponível em: <http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/monografias/GEBIS%20-%20RJ/Tabela%20de%20Composicao%20de%20Alimento-ENDF.pdf>.

 







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