Doryopteris lomariacea

Nomes populares

Nome científico

Doryopteris lomariacea Klotzsch

Voucher

1009 Schwirkowski (MBM)

Sinônimos

Família

Pteridaceae

Tipo

Nativa, não endêmica do Brasil.

Descrição

Plantas terrestres. Caule curto-reptante, com escamas bicolores, linear-lanceoladas, ca. 3 mm compr. Frondes eretas, dimorfas, fronde estéril 30-40 × 12-15 cm e fronde fértil 67-72 × 14-12 cm; pecíolo castanho-escuro a negro, ca. 2 mm diâm., cilíndrico, com tricomas esparsos, ca. 1 mm, porção basal com escamas lanceoladas, filiformes, tortuosas, coloração semelhante à do rizoma; lâmina da fronde estéril com 5 lobos, lobos basais 3-lobados, arredondados, obtusos a agudo-lanceolados; lâmina da fronde fértil profundamente lobada, lobos lineares, coriáceos, glabros; nervuras livres, unidas somente na margem da lâmina por uma nervura inframarginal, tanto na lâmina fértil quanto na estéril. Soros contínuos sobre a margem, inclusive ao redor do sinus; indúsio com margem inteira, 0,6-0,8 mm larg. (NÓBREGA, 2008, p. 20).

Característica

É caracterizada pela lâmina fértil profundamente lobada e pela venação livre nas frondes estéreis e férteis.

Doryopteris lomariacea caracteriza-se pela lâmina estéril pedada com margem crenada, com segmentos de ápice arredondado, ala da raque entre o 1º e 2º segmento equilátera, nervuras livres e presença de tricomas multicelulares glandulares. (SAKAGAMI, 2006, p. 96).

Floração / frutificação

Dispersão

Habitat

Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidecidual e Formações Campestres. Geralmente é encontrada como terrícola em locais com o solo encharcado, sendo comum em bordas de trilhas.

Distribuição geográfica

Guiana, Peru, Bolívia, Paraguai e Brasil.

Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (PRADO, 2010).

Etimologia

Propriedades

Fitoquímica

Fitoterapia

Fitoeconomia

Injúria

Comentários

Bibliografia

BENTO, M. B.; KERSTEN, R. A. Pteridófitas de um Ecótono Entre as Florestas Ombrófila Densa e Mista, Mananciais da Serra, Piraquara, Paraná. Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Curitiba, 2008. 74p. Disponível em: <http://www.uc.pr.gov.br/arquivos/File/Pesquisa%20em%20UCs/resultados%20de%20pesquisa/Cassio_Michelon_Bento.pdf>.

Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -

Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.

NÓBREGA, G. A.; PRADO, J. Pteridófitas da Vegetação Nativa do Jardim Botânico Municipal de Bauru, Estado de São Paulo, Brasil. Instituto de Botânica. Hoehnea 35(1): 7-55, 1 tab., 7 fig., 2008. Disponível em: <http://www.ibot.sp.gov.br/HOEHNEA/Hoehnea35(1)artigo01.pdf>.

PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.

PRADO, J. 2010. Pteridaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB091906).

ROCHA, M. A. L. Inventário de Espécies de Pteridófitas de Uma Mata de Galeria em Alto Paraíso, Goiás, Brasil e Morfogênese dos Gametófitos de Pecluma ptilodon (Kumze) Price e Campyloneurumphyllitidis (L.) C. Presl. (Polypodiaceae). UNB – Universidade de Brasília, Instituto de Ciências Biológicas. Brasília, 2008. 127p. il. Disponível em: <http://bdtd.bce.unb.br/tedesimplificado/tde_arquivos/35/TDE-2008-06-04T151346Z-2649/Publico/2008_MariaAucileneLimaRocha.pdf>.

SAKAGAMI, C. R. Pteridófitas do Parque Ecológico da Klabin, Telêmaco Borba, Paraná, Brasil. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2006. 212p. il. Disponível em: <http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/15461/1/Dissertacao_Cinthia.pdf>.

SCHWARTSBURD, P. B. Pteridófitas do Parque Estadual de Vila Velha, Paraná, Brasil. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2006. 170p. Disponível em: <http://www.ibot.sp.gov.br/hoehnea/volume34/Hoehnea34(2)artigo05.pdf>.

TORRES, E. I. M. et al. Presencia de Doryopteris lomariacea (Pteridaceae, Pteridophyta) en Argentina. Bonplandia 15(3-4). 2006. Disponível em: <http://ibone.unne.edu.ar/bonplandia/public/15_3_4/143_148.pdf>.

Doryopteris lomariacea http://sites.google.com/site/florasbs/home São Bento do Sul - Santa Catarina
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