Gênero: Polygala

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Nomes popularesNome científicoPolygala appendiculata Vell.Voucher788 Schwirkowski (MBM)SinônimosPolygala leptocaulis Torr. & A.GrayPolygala leptocaulis var. glochidiata (Chodat) MarquesPolygala leptocaulis Torr. & A.Gray var. leptocaulisPolygala modesta Miq.Polygala paludosa var. amethystina A.St.-Hil. & Moq.Polygala paludosa var. angustocarpa ChodatPolygala paludosa var. exappendiculata ChodatPolygala paludosa var. glochidiata ChodatPolygala paludosa var. longispicata A.St.-Hil. & Moq.FamíliaPolygalaceaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoSubarbustos eretos, 9,3‑61 cm alt. Caule folioso, cilíndrico, fortemente estriado, glabro, sem glândulas, com ramificação basal, mediana ou terminal. Folhas pecioladas, alternas, papiráceas, glabras, glandulosas, estreito‑lineares, lâminas 3‑40 × 0,3‑1,5 mm, ápice acuminado, base atenuada, margem lisa; pecíolo 0,4‑0,7 mm compr. Brácteas e bractéolas decíduas, margem lisa. Racemos pedunculados, terminais, estreito‑cilíndricos, 1‑21 cm compr., densifloros. Flores 1,8‑2,1 mm compr., brancas, rosadas a roxas; pedicelos 0,6‑1 mm compr., glabros, reflexos na frutificação. Sépalas externas glabras, glandulosas, ápice agudo, margem serreada; uma sépala largo‑ovada, 0,8‑1,2 mm compr.; duas sépalas livres e iguais entre si, estreito‑ovadas, 0,7‑1 mm compr.; sépalas internas glabras, sem glândulas, elípticas a largo‑elípticas, 1,8‑2 mm compr., ápice arredondado, base unguiculada. Pétalas laterais glabras, sem glândulas, estreito-elípticas a elípticas, 1,5‑1,8 mm compr., ápice obtuso; carena cristada, glandulosas no dorso, crista 0,4‑0,7 mm compr., com 6‑8 lobos simples. Ovário glabro, glanduloso, elíptico. Cápsulas glabras, glandulosas, elípticas, 1,5‑2 mm compr., não estipitadas, aladas, emarginadas nos dois bordos. Sementes pubérulas, ovoides, 1‑1,5 mm compr., com apêndice membranáceo profundamente bilobado, atingindo 1/10 do comprimento da semente. (LÜDTKE, 2013).CaracterísticaO diminuto tamanho do apêndice membranáceo bilobado da semente (1/10 do seu comprimento) é a característica diagnóstica e exclusiva desta espécie. (LÜDTKE, 2013).Floração / frutificaçãoDispersãoHabitatAmazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, Pantanal.Distribuição geográficaNorte (Amazonas, Pará, Roraima), Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe), Centro-oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso), Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo), Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina). (PASTORE, 2015).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaLÜDTKE, R.; SOUZA-CHIES, T. T.; MIOTTO, S. T. S. O gênero Polygala L. (Polygalaceae) na região Sul do Brasil. Hoehnea 40(1): 1-50, 13 fig., 2013.Pastore, J.F.; Ludtke, R.; Ferreira, D.M.C.; Kuntz, J. Polygalaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB129262>. Acesso em: 22 Mar. 2015.
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Nomes popularesNome científicoPolygala aspalatha L.Voucher1078 Schwirkowski (MBM)SinônimosPolygala polycephala A.St.-Hil. & Moq.FamíliaPolygalaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoSubarbustos eretos ou decumbentes, 10‑70 cm alt. Caule folioso, cilíndrico, fortemente estriado, glabro, sem glândulas, com ramificação basal, mediana ou terminal. Folhas sésseis, alternas, papiráceas, glabras, sem glândulas, filiformes ou estreito‑lineares, lâminas 3‑17 × 0,3‑1 mm, ápice acuminado, base cuneada, margem lisa. Brácteas e bractéolas tardiamente decíduas, margem lisa. Racemos subsésseis, terminais, capitados ou subcapitados, 0,7‑2,5 cm compr., densifloros. Flores 4‑5 mm compr., brancas, branco‑esverdeadas, creme ou lilases; pedicelos 1‑5 mm compr., glabros ou pilosos, eretos na frutificação. Sépalas externas glabras ou pilosas, sem glândulas, ápice acuminado, margem inteira; uma sépala ovada ou ovado‑lanceolada, 1‑2,2 mm compr.; duas sépalas livres e iguais entre si, lanceoladas ou ovado‑lanceoladas, 2,5‑4 mm compr.; sépalas internas glabras, sem glândulas, elípticas, 4‑5 mm compr., ápice apiculado, base cuneada. Pétalas laterais pilosas internamente ou na parte basal, sem glândulas, elípticas, 2,2‑4 mm compr., ápice obtuso; carena cristada, sem glândulas, crista 0,7‑1,5 mm compr., com sete lobos simples. Ovário glabro, sem glândulas, suborbicular ou orbicular. Cápsulas glabras, sem glândulas, suborbiculares, 2,2‑3 mm compr., não estipitadas, aladas, emarginadas em ambos os bordos. Sementes pubérulas, globosas, 1,8‑2 mm compr., com apêndice membranáceo profundamente bilobado, igual ou ultrapassando 0,3 mm o comprimento da semente. (LÜDTKE, 2013).CaracterísticaPolygala aspalatha assemelha‑se muito a P. cyparissias, tanto no hábito quanto em detalhes morfológicos peculiares, como a presença de tricomas na parte interna basal das pétalas laterais, além das características das cápsulas e das sementes. Polygala aspalatha difere de P. cyparissias por apresentar folhas mais estreitas e longas com até 17 × 1 mm de comprimento, sépalas internas mais longas, com 2,2 mm de comprimento, mas, as vezes, não há como distingui‑las morfologicamente por estes caracteres. Polygala aspalatha possui brácteas e bractéolas tardiamente caducas e folhas membranáceas, enquanto que em P. cyparissias as brácteas e bractéolas são decíduas e as folhas são carnosas. (LÜDTKE, 2013).Floração / frutificaçãoDispersãoHabitatMata Atlântica, Pampa.Distribuição geográficaSudeste (São Paulo), Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina). (PASTORE, 2015).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaLÜDTKE, R.; SOUZA-CHIES, T. T.; MIOTTO, S. T. S. O gênero Polygala L. (Polygalaceae) na região Sul do Brasil. Hoehnea 40(1): 1-50, 13 fig., 2013.Pastore, J.F.; Ludtke, R.; Ferreira, D.M.C.; Kuntz, J. Polygalaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB101510>. Acesso em: 10 Mar. 2015.
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Nomes popularesNome científicoPolygala campestris GardnerVoucher541 Schwirkowski (MBM)SinônimosFamíliaPolygalaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoErvas decumbentes ou prostradas, 20‑42 cm alt. Caule folioso, quadrangular ou cilíndrico, estriado, escassamente piloso, com tricomas curtos, sem glândulas, simples ou com ramificação basal, mediana ou terminal. Folhas sésseis, alternas, papiráceas, pilosas, sem glândulas, lanceoladas, ovadas, largo‑ovadas, estreito‑elípticas a largo‑elípticas, lâminas 3‑18 × 1,5‑12 mm, ápice mucronado, apiculado, acuminado ou cuspidado, base obtusa, atenuada ou cuneada, margem serreada, ciliada. Brácteas e bractéolas decíduas, margem lisa ou ciliada. Racemos pedunculados, terminais, cilíndricos, 2‑14 cm compr., laxifloros. Flores 3‑4,3 mm compr., lilases, roxas ou azuis; pedicelos 1‑2 mm compr., glabros, patentes ou reflexos na frutificação. Sépalas externas glabras, sem glândulas, ápice agudo, margem inteira; uma sépala largo‑ovada, 1,7‑2,2 mm compr.; duas sépalas livres e iguais entre si, lanceoladas, 1,3‑1,9 mm compr.; sépalas internas glabras, sem glândulas, largo‑obovadas, 3,1‑4,3 mm compr., ápice obtuso ou arredondado, base atenuada ou aguda. Pétalas laterais glabras, sem glândulas, elíptico‑assimétricas, 2,1‑3 mm compr., ápice obtuso; carena cristada, sem glândulas, crista 1‑1,5 mm compr., com 8‑12 lobos simples. Ovário glabro, sem glândulas, suborbicular ou largo‑elíptico. Cápsulas glabras, sem glândulas, oblongas ou largo‑elípticas, 1,5‑2,1 mm compr., não estipitadas, não aladas. Sementes pubescentes, oblongas ou elipsoides, 1,6‑1,8 mm compr., com apêndice membranáceo profundamente bilobado, atingindo de 2/3 ao comprimento total da semente. (LÜDTKE, 2013).CaracterísticaPode ser confundida com Polygala linoides, principalmente pelo hábito e distribuição geográfica, porém, difere desta por apresentar folhas numerosas, brácteas florais com margem ciliada e pela carena, geralmente dividida em um número maior de lobos (8‑12), sendo, às vezes, muito difícil distingui-las morfologicamente. (LÜDTKE, 2013).Floração / frutificaçãoDispersãoHabitatAmazônia, Mata Atlântica, PampaDistribuição geográficaSudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo), Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina)EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaLÜDTKE, R.; SOUZA-CHIES, T. T.; MIOTTO, S. T. S. O gênero Polygala L. (Polygalaceae) na região Sul do Brasil. Hoehnea 40(1): 1-50, 13 fig., 2013.Pastore, J.F.; Ludtke, R.; Ferreira, D.M.C.; Kuntz, J. Polygalaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB87181>. Acesso em: 12 Nov. 2014
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Nomes popularesNome científicoPolygala lancifolia A.St.-Hil. & Moq.VoucherTizziani & Schwirkowski (FURB 44465)SinônimosPolygala virgata Vell.FamíliaPolygalaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoSubarbustos eretos, sub-decumbentes ou prostrados e apoiantes, 20‑156 cm alt. Caule folioso, cilíndrico, densamente piloso, com tricomas curtos, sem glândulas, com ramificação basal, mediana ou terminal. Folhas pecioladas, alternas, membranáceas a papiráceas, pilosas, sem glândulas, lanceoladas lâminas 5‑54 × 2‑27 mm, ápice mucronado, obtuso, acuminado ou cuspidado, base aguda ou obtusa, margem serreada, ciliada; pecíolo 1,5‑3 mm compr. Brácteas e bractéolas decíduas, margem ciliada. Racemos pedunculados, terminais, cilíndricos, 1‑6 cm compr., laxifloros. Flores 2,3‑3,2 mm compr., brancas, creme a esverdeadas; pedicelos 0,5‑1 mm compr., glabros, reflexos na frutificação. Sépalas externas glabras, sem glândulas, ápice agudo, margem ciliada; uma sépala ovada, 1,5‑2,1 mm compr.; duas sépalas livres e iguais entre si, ovado‑elípticas, 1,3‑1,8 mm compr.; sépalas internas glabras, sem glândulas, suborbiculares, obovado‑elípticas, largo‑obovadas ou largo‑ovadas, 2,3‑3 mm compr., ápice arredondado, base aguda. Pétalas laterais glabras, sem glândulas, elípticas, 2‑2,5 mm compr., ápice obtuso; carena cristada, sem glândulas, crista 0,9‑1,1 mm compr., com 3‑6 lobos simples e bífidos. Ovário glabro, sem glândulas, suborbicular ou cordiforme. Cápsulas glabras ou pubérulas com tricomas escassos e curtos, sem glândulas, oblongas ou suborbiculares, 2,5‑4,3 mm compr., não estipitadas, aladas, emarginadas nos dois bordos. Sementes pubérulas, estreito‑oblongas, 2,5‑3,3 mm compr., com apêndice membranáceo inteiro ou levemente bilobado, atingindo de 4/5 ao comprimento total da semente. (LÜDTKE, 2013).CaracterísticaEspécie característica pelo hábito subarbustivo alcançando até 1,56 cm de altura, folhas grandes, lanceoladas, cápsula alada e sementes reniformes com apêndice membranáceo‑subcarnoso. (LÜDTKE, 2013).Floração / frutificaçãoDispersãoHabitatMata Atlântica.Distribuição geográficaCentro-oeste (Distrito Federal); Sudeste (Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo); Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina). (PASTORE, 2015).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaLÜDTKE, R.; SOUZA-CHIES, T. T.; MIOTTO, S. T. S. O gênero Polygala L. (Polygalaceae) na região Sul do Brasil. Hoehnea 40(1): 1-50, 13 fig., 2013.Pastore, J.F.; Ludtke, R.; Ferreira, D.M.C.; Kuntz, J. Polygalaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB26043>. Acesso em: 11 Out. 2015.VILLAGRA, B. L. P.; NETO, S. R. Plantas trepadeiras do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil). Hoehnea 38(3): 325-384, 46 fig., 2011.
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Nomes popularesNome científicoPolygala paniculata L.Voucher151 Schwirkowski (MBM391961)SinônimosPolygala humilis Vell.Polygala ramossisima Cav.Polygala tenella Willd.FamíliaPolygalaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoErvas ou subarbustos eretos, 19‑87 cm alt. Caule folioso, cilíndrico, levemente estriado, glanduloso, densamente piloso, com tricomas curtos, com ramificação basal, mediana ou terminal. Folhas sésseis, 4‑5 verticiladas na base e alternas no ápice da planta, papiráceas, pilosas, glandulosas, lineares, estreito‑elípticas a largo‑elípticas, lâminas 5‑35 × 0,5‑5 mm, ápice mucronado, agudo ou acuminado, base atenuada, margem inteira ou irregular, ciliada. Brácteas e bractéolas decíduas, margem lisa. Racemos pedunculados, terminais, estreito-cilíndricos, 0,5‑12 cm compr., laxifloros. Flores 2,1‑2,8 mm compr., branco‑rosadas, rosadas a roxas; pedicelos 0,8‑1 mm compr., glabros, reflexos na frutificação. Sépalas externas glabras, glandulosas, ápice obtuso, margem inteira; uma sépala largo‑ovada, 1‑1,5 mm compr.; duas sépalas livres e iguais entre si, estreito‑ovadas, 1‑1,5 mm compr.; sépalas internas pilosas na base da face ventral, sem glândulas, elípticas, 2‑2,5 mm compr., ápice obtuso, base cuneada ou atenuada. Pétalas laterais glabras, sem glândulas, estreito‑elípticas, 2,1‑2,5 mm compr., ápice obtuso ou arredondado; carena cristada, sem glândulas, crista 0,3‑0,8 mm compr., com 6‑9 lobos simples. Ovário glabro, sem glândulas, elíptico. Cápsulas glabras, sem glândulas, elípticas, 2‑2,6 mm compr., não estipitadas, não aladas. Sementes pubescentes, elipsoides ou ovoides, 1,5‑1,8 mm compr., com apêndice membranáceo profundamente bilobado, atingindo de 1/4 a 4/5 do comprimento da semente. (LÜDTKE, 2013).CaracterísticaPode ser confundida com Polygala pulchella e P. linoides, diferindo destas por apresentar glândulas nas estruturas florais, caule e folhas, e pelas sépalas externas inseridas em dois pontos diferentes. (LÜDTKE, 2013).Floração / frutificaçãoDispersãoHabitatAmazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa.Distribuição geográficaNorte (Amazonas, Pará, Roraima)Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Sergipe)Centro-oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso)Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo)Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina). (PASTORE, 2015).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaLÜDTKE, R.; SOUZA-CHIES, T. T.; MIOTTO, S. T. S. O gênero Polygala L. (Polygalaceae) na região Sul do Brasil. Hoehnea 40(1): 1-50, 13 fig., 2013.Pastore, J.F.; Ludtke, R.; Ferreira, D.M.C.; Kuntz, J. Polygalaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB20566>. Acesso em: 28 Out. 2015