Gênero: Cenchrus

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Nomes popularesCapim-elefante, capim-napier, erva-elefante, capim-cameroon, elefantinhoNome científicoCenchrus purpureus (Schumach.) Morrone Voucher455 Schwirkowski (MBM)SinônimosGymnotrix nitens AnderssonPennisetum benthami Steud.Pennisetum flavicomum LeekePennisetum flexispica K. Schum.Pennisetum microstachyum Benth.Pennisetum nitens (Andersson) Hack.Pennisetum palescens LeekePennisetum pruinosum LeekePennisetum purpureum Schumach.FamíliaPoaceaeTipoSubespontâneaDescriçãoPlanta perene, ereta, cespitosa, raro estolonífera. Folhas com lâminas lineares, atenuadas com 30-120 cm de compr. E 0,4-4 cm de largura. Inflorescência terminal, ereta, cilíndrica, com até 7-30 cm de comprimento e 1,5-3 cm de diâmetro, de coloração amarela e castanha, às vezes arroxeada; fascículos com 1 a 5 flores; cerdas do invólucro sobrepassando as espiguetas, total ou parcialmente plumosas. Espiguetas lanceoladas, acuminadas, com 5-7 mm de comprimento (CITADINI-ZANETTE, 1992, p 33).CaracterísticaFloração / frutificaçãoFloresce geralmente de outubro até maio.DispersãoZooocóricaHabitatPlanta heliófita, ocorre na Amazônia, Caatinga e Mata Atlântica,Distribuição geográficaNorte (Amapá, Amazonas), Nordeste (Maranhão, Ceará), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná) (FILGUEIRAS, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaEsta espécie foi introduzida no Brasil para fins forrageiros, no entanto, adaptou-se muito bem às nossas condições e hoje já é considerada planta daninha, pois é encontrada infestando lavouras, beira de estradas e terrenos baldios. É muito agressiva e de difícil controle, como planta forrageira, possui excelentes qualidades, produzindo grande quantidade de massa verde por ano. É rústica e fácil de se multiplicar. Possui resistência a secas, ao frio e ao fogo, apresenta crescimento rápido, possibilitando um primeiro corte após 2 a 4 meses do plantio. Pode ser multiplicada a partir de pedaços de rizomas e por estacas retiradas dos colmos mais desenvolvidos e plantados com sulcos. É pouco exigente com relação ao solo, tolerando desde os férteis aos mais esgotados e desde os enxutos de boa drenagem aos frescos ou mesmo pouco úmidos.InjúriaPlanta daninha infestante de pastagens e beira de estradas.ComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.CITADINI-ZANETTE, V.; BOFF, V. P. Levantamento Florístico em Áreas Mineradas a Céu Aberto na Região Carbonífera de Santa Catarina, Brasil. Florianópolis. Secretaria de Estado da Tecnologia, Energia e Meio Ambiente. 1992. 160p.FILGUEIRAS, T.S. 2010. Pennisetum in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB013512).LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.PEREIRA, A. R. Como Selecionar Plantas Para Áreas Degradadas e Controle de Erosão. 88p. il. Disponível em: <http://www.4shared.com/document/2NJCVeqh/Como_selecionar_plantas_para_r.html>.WELKER, C. A. D.; LONGHI-WAGNER, H. M.; A Família Poaceae no Morro Santana, Rio Grande do Sul, Brasil; Revista Brasileira de Biociências, Porto Alegre, v.5, n. 4, p. 53-92, out./dez. 2007. 40p. Disponível em: <http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/viewFile/571/331>.