Marlierea excoriata

Nomes populares

Nome científico

Marlierea excoriata Mart.

Basionônio

Sinônimos

Marlierea parviflora O.Berg.

Família

Myrtaceae

Tipo

Nativa, endêmica do Brasil

Descrição

Árvores glabras. Folhas com pecíolo de 4,7-7,0mm; lâmina 7,0-12,8cm x 2,0-4,2cm, elíptica a obovada, base aguda, ápice longo acuminado a aristado. Flores pediceladas, reunidas em panículas, axilares ou terminais; pedúnculo 0,9-2,5cm; pedicelo 1,5-2,7mm; botões 3,0-3,7mm x 2,4-2,9mm, globosos, fechados; cálice rasgando em 5 lobos irregulares, 2,3-3,1mm x 1,5-1,8mm, lanceolados. Frutos imaturos, ca. 5,5mm.( (MORAIS 2006, p.16, sob Marlierea parviflora).

Característica

Pode ser reconhecida pela ausência de indumento em toda a planta, ramificação dicotômica, caule liso e acinzentado. As folhas no material fresco são verde brilhante na face adaxial e, no material herborizado, verde claro a pálido, possuem glândulas densamente distribuídas e flores pediceladas. (MORAIS 2006, p.16, sob Marlierea parviflora).

Floração / frutificação

Dispersão

Zoocórica

Hábitat

Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual.

Distribuição geográfica

Nordeste (Bahia), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul)(SOBRAL, 2011).

Etimologia

“Com flores pequenas”, em latim. (SOBRAL, 2003, p. 87, sob Marlierea parviflora).

Propriedades

Fitoquímica

Fitoterapia

Fitoeconomia

Injúria

Comentários

Bibliografia

Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.

FLORA ARBÓREA e Arborescente do Rio Grande do Sul, Brasil. Organizado por Marcos Sobral e João André Jarenkow. RiMa: Novo Ambiente. São Carlos, 2006. 349p. il.

MORAIS, P. O.; LOMBARDI, J. A. A Família Myrtaceae na Reserva Particular do Patrimônio Natural da Serra do Caraça, Catas Altas, Minas Gerais, Brasil. Lundiana 7(1): 3-32, 2006. Disponível em: <http://www.icb.ufmg.br/~lundiana/abstract/vol712006/abs7120061.pdf>.

PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.

SOBRAL, M. A Família Myrtaceae no Rio Grande do Sul. Editora da Universidade do Vale do Rio dos Sinos. São Leopoldo, RS. 2003. 215 p. il.

SOBRAL, M., Proença, C., Souza, M., Mazine, F., Lucas, E. 2011. Myrtaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2011/FB010590).