Tibouchina clinopodifolia

Nomes populares

Nome científico

Tibouchina clinopodifolia Cogn.

Voucher

11 Schwirkowski (MBM391763)

Sinônimos

Família

Melastomataceae

Tipo

Nativa, endêmica do Brasil.

Descrição

Subarbusto, ca. 30 cm alt. Ramo tetragonal, esparsamente setoso glanduloso, tricomas glandulares. Folha membranácea, oval, 3 nervuras centrais basais e 2 nervuras laterais suprabasais, limbo 3,5-5 cm compr., 1,7-2,3 cm larg., base obtusa, margem serreada, ápice acuminado, setoso-glanduloso em ambas as faces. Dicásio 1,4-3 cm compr., 1,2-2 cm larg. Flores pentâmeras; 2 brácteas involucrais ca. 3 mm compr., 1 mm larg.; hipanto setoso-glanduloso; corola róseoclara; estames 10, quase iguais entre si, filetes ca. 3 mm compr., glabros, anteras ca. 1,5-2 mm compr.; estilete ca. 5 mm compr., glabro; ovário pentalocular; lacínios do cálice persistentes no fruto; cápsula subglobosa, pentasulcada. (SILVA, 2005, p.4).

Característica

Esta espécie apresenta hábito semelhante à T. cerastifolia, diferindo por suas flores pentâmeras. Vegetativamente, T. clinopodifolia se assemelha a T. urbanii, T. versicolor (Souza, 1986) e T. sebastianapolitana (Chiea, 1990). A flor pentâmera separa T. clinopodifolia dessas três espécies; as 5 nervuras basais também distinguem T. sebastianapolitana. (SILVA, 2005, p.4).

Floração / frutificação

Dispersão

Habitat

Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Mista.

Distribuição geográfica

Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (GUIMARÃES, 2010).

Etimologia

Propriedades

Fitoquímica

Fitoterapia

Fitoeconomia

Injúria

Comentários

Bibliografia

Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.

CITADINI-ZANETTE, V.; BOFF, V. P. Levantamento Florístico em Áreas Mineradas a Céu Aberto na Região Carbonífera de Santa Catarina, Brasil. Florianópolis. Secretaria de Estado da Tecnologia, Energia e Meio Ambiente. 1992. 160p.

GUIMARÃES, P.J.F. 2010. Tibouchina in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB009897).

MEYER, F. S. O Gênero Tibouchina Aubl. (Melastomataceae) no Estado do Paraná, Brasil. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2008. 114p. il. Disponível em: <http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/15459/1/O%20g%c3%aanero%20Tibouchina%20Aubl.%20%28Melastomataceae%29%20no%20estado%20do%20Paran%c3%a1%20-%20F.%20S.%20Meyer%2c%20R.%20Goldenberg%2c%20P.J.pdf>.

OLIVERIA, C. M. S. Tibouchina Sect. Diotanthera, Diplostegia, Pseudopterolepis, Purpurella e Simplicicaules, (Melastomataceae) no Estado de São Paulo. Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Biologia. Campinas, 2001. 133p. Il. Disponível em: <http://cutter.unicamp.br/document/?code=vtls000239981>.

PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.

SILVA, C. V.; AFFONSO, P. Levantamento de Tibouchina Aubl. (Melastomataceae) no Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Curucutu – São Paulo. Ver. Inst. Flor., São Paulo, v. 17, n. 2, p. 195-206. Dez. 2005. Disponível em: <http://www.iflorestal.sp.gov.br/publicacoes/revista_if/rev17-2pdf/teste%20tibouchinaB.pdf>.