Tibouchina cerastiifolia

Nomes populares

Nome científico

Tibouchina cerastiifolia Cogn.

Voucher

265 Schwirkowski (MBM392077)

Sinônimos

Pterolepis cerastiifolia (DC. ex Naudin) Triana

Família

Melastomataceae

Tipo

Nativa, endêmica do Brasil.

Descrição

Subarbusto, ca. 1 m alt. Ramo tetragonal, setoso glanduloso densamente hirsuto, tricomas glandulares concentrados nas partes jovens. Folha membranácea, oval, 3 nervuras centrais basais e 2 nervuras laterais suprabasais, limbo 3-5 cm compr., 1-2 cm larg., base obtusa, margem serrilhada, ápice acuminado, estrigoso em ambas as faces. Panícula dicasial 2-23,5 cm compr., 1,5-20,5 cm larg. Flores tetrâmeras; 2 brácteas involucrais ca. 1 mm compr., 1 mm larg.; hipanto setoso-glanduloso; corola rósea a purpúrea; estames 8, filetes 6-7 e 8-9 mm compr., glabros, anteras 3-5 e 6-8 mm compr.; estilete 1-1,3 cm compr., glabro; ovário tetralocular; lacínios do cálice persistentes no fruto; cápsula subglobosa, tetrasulcada. (SILVA, 2005, p.3).

Característica

Vegetativamente, T. cerastifolia se assemelha a T. cisplatensis, T. herbacea (Rambo, 1958), T. longipilosa, T. rupestris (Souza, 1986) e T. sebastianapolitana (Chiea, 1990). A flor pentâmera separa T. rupetris; os conectivos, quase iguais entre si, separam T. cisplatensis e T. herbacea; as 5 nervuras basais e os estames, quase iguais entre si, distinguem T. sebastianapolitana; o indumento setoso é o principal atributo utilizado para separar T. longipilosa. (SILVA, 2005, p.4).

Floração / frutificação

Dezembro a maio, e frutos de março a junho.

Dispersão

Habitat

Cerrado e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Mista e Formações Campestres.

Distribuição geográfica

Norte (Tocantins), Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul(Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (GUIMARÃES, 2010).

Etimologia

Propriedades

Fitoquímica

Fitoterapia

Fitoeconomia

Injúria

Comentários

Bibliografia

Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.

GUIMARÃES, P.J.F. 2010. Tibouchina in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB009891).

MEYER, F. S. O Gênero Tibouchina Aubl. (Melastomataceae) no Estado do Paraná, Brasil. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2008. 114p. il. Disponível em: <http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/15459/1/O%20g%c3%aanero%20Tibouchina%20Aubl.%20%28Melastomataceae%29%20no%20estado%20do%20Paran%c3%a1%20-%20F.%20S.%20Meyer%2c%20R.%20Goldenberg%2c%20P.J.pdf>.

OLIVERIA, C. M. S. Tibouchina Sect. Diotanthera, Diplostegia, Pseudopterolepis, Purpurella e Simplicicaules, (Melastomataceae) no Estado de São Paulo. Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Biologia. Campinas, 2001. 133p. Il. Disponível em: <http://cutter.unicamp.br/document/?code=vtls000239981>.

PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.

SILVA, C. V.; AFFONSO, P. Levantamento de Tibouchina Aubl. (Melastomataceae) no Parque Estadual da Serra do Mar – Núcleo Curucutu – São Paulo. Ver. Inst. Flor., São Paulo, v. 17, n. 2, p. 195-206. Dez. 2005. Disponível em: <http://www.iflorestal.sp.gov.br/publicacoes/revista_if/rev17-2pdf/teste%20tibouchinaB.pdf>.