Lauraceae‎ > ‎

Persea americana - Abacateiro

Nomes populares

Abacateiro, abacate, abacate-espada

Nome científico

Persea americana Mill.

Basionônio

Sinônimos

Persea gratissima Gaertn.

Família

Lauraceae

Tipo

Subespontânea

Descrição

Árvore de casca pardacenta, que pode atingir até 20m de altura, caule um pouco tortuoso e copa enorme, onde encontram-se as folhas alternas, pecioladas, lanceoladas e acuminadas; as flores são branco-pálidas, pequenas e pouco vistosas; fruto do tipo baga ovóide, podendo chegar até 20 cm de comprimento, com polpa verde, comestível, que envolve a semente grande e marrom.

Característica

Floração / frutificação

Dispersão

Hábitat

Distribuição geográfica

Etimologia

O nome do gênero deriva de uma homenagem à Perseu.

Propriedades

Fitoquímica

Composição por 100 g de parte comestível: Calorias, nutrimentos e minerais

Calorias 162, Proteínas 1,6(g), Lipídios 16,0(g), Glicídios 6,4(g), Fibra 2,0(g), Cálcio 13(mg), Fósforo 47(mg), Ferro 0,7(mg)

Composição por 100 g de parte comestível: Vitaminas

Vitamina B1 0,07(mg), Vitamina B2 0,24(mg), Niacina 1,5(mg), Vitamina C 12(mg)

Fitoterapia

É uma das 71 plantas medicinais autorizadas para uso pelo Ministério da Saúde. Algumas das propriedades medicinais do abacate são: diurético, analgésico, antitérmico, carminativo, emenagogo, anti-helmíntico, antiinflamatório, antidisentérico e no combate aos cálculos renais. O chá das folhas também é indicado como excitantes da vesícula biliar, carminativas, estomáquicas, emenagogas, vulnerarias, anti-sifilíticas, diuréticas, contra doenças renais, bronquites, anticaspa, reumatismo, amenorréia, flatulência, uremia e como febrífugas. Normalmente são utilizados as folhas, os brotos e flores em infusão.

Fitoeconomia

Por suas qualidades e sua extrema suavidade ao paladar, o abacate é uma das frutas mais versáteis existentes, utilizado em incontáveis e variadas receitas. Pelo sabor de sua polpa pouco açucarada, o abacate pode ser consumido como iguaria doce ou salgada, de acordo com os hábitos e a cultura dos povos das regiões em que é cultivado.

Injúria

Comentários

Na língua Guarani é chamada de petu guatchu.

Bibliografia

ALIMENTOS REGIONAIS BRASILEIROS. Ministério da Saúde, Secretaria de Políticas de Saúde, Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição. Brasília, DF, 2002. 141 p. il. Disponível em: <http://dtr2001.saude.gov.br/editora/produtos/livros/pdf/05_1109_M.pdf>.

Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -

Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.

DI STASI, L. C.; HIRUMA-LIMA, C. A. Plantas Medicinais na Amazônia e na Mata Atlântica. Editora UNESP. 2. ed. São Paulo, 2002. 592P. il. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/up000036.pdf>.

FONSECA, E. T. Indicador de Madeiras e Plantas Úteis do Brasil. Officinas Graphicas VILLAS-BOAS e C. Rio de Janeiro, 1922. 368 p. Disponível em: <http://www.archive.org/download/indicadordemadei00teix/indicadordemadei00teix.pdf>.

FRANCO, L. L. As Sensacionais 50 plantas Medicinais. 5ª ed. Editora de Livros e Revistas "O Naturalista". Curitiba, 1998. 248 p. il.

QUINET, A., Baitello, J.B., Moraes, P.L.R. de 2010. Lauraceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB025622).

OLIVEIRA, D. Nhanderukueri Ka’aguy Rupa – As Florestas que Pertencem aos Deuses. Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2009. 182p. il. Disponível em: <http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?Module=Files/FileDescription&ID=4402&lang=>.

RENISUS – Relação Nacional de Plantas Medicinais de Interesse ao SUS; DAF/SCTIE/MS – RENISUS; Ministério da Saúde. Brasília, DF, 2009.  Disponível em: <http://portal.saude.gov.br/portal/arquivos/pdf/RENISUS.pdf>.

STURTEVANT, E. L. Edible Plants of The World. Edited by U. P. HEDRICK. The Southwest School of Botanical Medicine. 775p. Disponível em: <http://www.swsbm.com/Ephemera/Sturtevants_Edible_Plants.pdf>.

TABELAS de Composição de Alimentos – ENDEF. 5ª ed.; Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE; Rio de Janeiro, 1999. 137p. Disponível em: <http://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/monografias/GEBIS%20-%20RJ/Tabela%20de%20Composicao%20de%20Alimento-ENDF.pdf>.

 

 

 









Comments