Gênero: Sisyrinchium

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Nomes popularesCebolinhaNome científicoSisyrinchium micranthum Cav.Voucher38 Schwirkowski (MBM391817)SinônimosSisyrinchium iridifolium KunthSisyrinchium laxum Otto ex SimsSisyrinchium scabrum Schltdl. & Cham.FamíliaIridaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoErva, 12,0-65,4 cm alt. Folhas 4-17 por planta, 7,1-20,4 cm compr., 0,1-0,4 cm larg., margem pilosa, ápice acuminado a agudo, recurvado. Inflorescências 1-3 por planta, ca. 1,6-4,9 cm compr.; pedúnculo 5,9-13,6 cm compr., ca. 0,1 cm larg., plano, margem pilosa, ereto a levemente flexuoso, com 2-5 brácteas florais falcadas a linear-ensiformes, as duas mais externas 2,5-3,9 cm compr., 0,1-0,4 cm larg., concrescidas desde a base até 0,5-1,2 cm, crassas, glabras ou com margem pilosa, membranácea, ápice acuminado, as demais 1,0-1,5 cm compr., ca. 0,2-0,4 cm larg., fendidas, membranáceas, glabras, ápice agudo; pedicelos 1,0-4,0 cm, glabros; escapos 1-3 por planta, 1,5-14,2 cm compr., 0,1-0,4 cm larg., simples, margem ciliada, levemente flexuosos, com feixe mediano plano, proeminente, áfilos em sua extensão, portando uma bráctea tectriz no ápice 6,3-13,4 cm compr., 0,2-0,3 cm larg., linearensiforme, crassa, margem interna membranácea na base, tricomas filamentosos na margem, concrescida desde a base até 0,9-3,1 cm compr., ápice agudo, recurvado; entrenós 2,0-13,9 cm compr., 0,1-0,4 cm larg., com brácteas tectrizes em toda a sua extensão, alternas, 4,7-7,8 cm compr., 0,2-0,4 cm larg., planas, linear-ensiformes, nervura mediana não proeminente, crassas, margem interna membranácea na base, tricomas filamentosos na margem, concrescidas desde a base até 0,6-2,7 cm compr., ápice acuminado a agudo, recurvado. Brácteas basais 1-2 por planta, 2,0-7,8 cm compr., 0,1-0,3 cm larg., linear-ensiforme, crassas, glabras ou com raros tricomas filamentosos, ápice reto a recurvado. Flores lilases, com centro amarelo; tépalas eretas, nervuras medianas proeminentes, vináceas, base com tricomas filamentosos na face externa, margem revoluta apenas no ápice, manchas rubras até ca. 1,5 mm compr. Hipanto subgloboso, na face interna, ápice cirroso, glabro, as mais externas ca. 10 mm compr., ca. 5 mm larg., obovadas, as mais internas ca. 7 mm compr., ca. 1 mm larg., oblongolanceoladas. Filetes ca. 2,5 mm compr., alternos aos estiletes, formando tubo estaminífero parcialmente exposto à corola, base tomentosa com tricomas capitados, porções livres planas, glabras; anteras ca. 1 mm compr., 0,5 mm larg, oblongas, dorsifixas. Estiletes ca. 2 mm compr., unidos 1-2 mm compr., 1-2 mm larg., pubescente, com tricomas capitados. Cápsulas 2–4 mm compr., 2-5 mm larg., 1-5 por planta, globosas, pubescentes ou glabras. Sementes 7-14 por lóculo, 0,5-2 mm compr., 0,5-1 mm larg., piramidais, superfícies lisas, margem membranácea. (TEKEUCHI, 2008, p.57).CaracterísticaPlanta com folhas planas, lineares. Inflorescência ramificada com brácteas de forma lanceolada em escapos estreitos, planos. Flores mais tipicamente arroxeadas, mas também amarelas, creme ou rosadas, com perigônio em forma de taça e tépalas patentes. Tépalas com base amarela e com a fauce geralmente de coloração mais intensa (roxa ou lilás). Estames parcialmente unidos, porção unida globosa e com densos tricomas glandulares na base, que vão se tornando esparsos para o ápice da coluna estaminífera. Anteras separadas entre si, com os ramos do estilete evidentes, filiformes e opostos às anteras. Androceu e gineceu inclusos no perigônio. Espécie com grande variabilidade de porte vegetativo e cores de flor. (EGGERS, 2008, p.171).Floração / frutificaçãoDispersãoHabitatPampa e Mata Atlântica, na Floresta Estacional Semidecidual e Formações Campestres.Distribuição geográficaSudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul)(EGGERS, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaACEVEDO-RODRÍGUEZ, P.; STRONG, M. T. Monocotyledons and Gymnosperms of Puerto Rico and the Virgin Islands. Smithsonian Institution. Contributions from the United States National Herbarium. Volume 52: 1-415. 2006. il. Disponível em: <http://botany.si.edu/Antilles/PRFlora/monocots/vol52web.pdf>.Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.EGGERS, L. A Família Iridaceae no Parque Estadual de Itapuã, Viamão, Rio Grande do Sul, Brasil. Revista Brasileira de Biociências, Porto Alegre. V. 6. n. 3. p. 167-175. jul./set. 2008. Disponível em: <http://www6.ufrgs.br/seerbio/ojs/index.php/rbb/article/viewFile/1016/819>.EGGERS, L. 2010. Sisyrinchium in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB008071).PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.TAKEUCHI, C.; AFFONSO, P.; CHUKR, N. S. Levantamento de Iridaceae Juss. no Núcleo Curucutu, Parque Estadual da Serra do Mar, São Paulo. Rev. Inst. Flor., São Paulo, v. 20, n. 1, p. 51-53, jun. 2008. Disponível em: <http://www.iflorestal.sp.gov.br/publicacoes/revista_if/rev20-1pdf/iridaceaePDF.pdf>.