Gênero: Mimosa

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Nomes popularesJuquiriNome científicoMimosa lepidorepens BurkartVoucher936 Schwirkowski (MBM)SinônimosFamíliaFabaceaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatMata AtlânticaDistribuição geográficaSul (Santa Catarina)EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaDutra, V.F.; Morim, M.P. Mimosa in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB100961>. Acesso em: 05 Fev. 2015
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Nomes popularesNome científicoMimosa niederleinii BurkartVoucher260 Schwirkowski (MBM392072)SinônimosFamíliaFabaceaeTipoNativaDescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatDistribuição geográficaEtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografia
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Nomes popularesNome científicoMimosa per-dusenii BurkartVoucher114 Schwirkowski (MBM391925)SinônimosFamíliaFabaceaeTipoDescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatDistribuição geográficaEtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosMeus agradecimentos ao Osmar dos Santos Ribas, do MBM de Curitiba, PR, pela identificação da espécie.Bibliografia
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Nomes popularesBracatinga, bracaatinga, bracatinga-comum, bracatinga-vermelha, anizeiro, mandengoNome científicoMimosa scabrella Benth.Voucher954 Schwirkowski (MBM)SinônimosMimosa bracaatinga HoehneMimosa bracaatinga Hoehne var. aspericarpa HoehneMimosa scabrella Benth. var. aspericarpa (Hoehne) Burkart.Mimosa sórdida Benth.FamíliaFabaceae-MimosoideaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoÁrvore inerme, com até 20 m de altura. Tronco curto, de coloração ferrugínea. Folhas bipinadas com até 14 pares de pinas opostas, com 2-7 cm de comprimento, dotadas de pecíolo engrossado e um par de estipelas na base. Folíolos 15-31 pares por pina, densamente tomentosos. Caracteriza-se por ser semidecídua, heliófita, pioneira e bastante indiferente às condições do solo. Capítulos axilares ou laterais, pedunculados, de 1-3 por nó; flores amarelas e pequenas, dispostas em racemos curtos com folhas basais e com a raque dos racemos; na maioria dos casos, continuando o seu crescimento vegetativo mesmo após a floração. Floresce durante todo o ano. Fruto lomento oblongo-linear, achatado e mucronado, com 2 a 4 sementes no interior (CITADINI-ZANETTE, 1992, p. 37).CaracterísticaFloração / frutificaçãoAbril a setembro, com frutos de novembro a março.DispersãoHabitatÁrvore característica e exclusiva da Mata de Araucária, mas ocorrendo também em outras formações vegetais. É encontrada em matas secundárias, em capões mais abertos, na "zona de matinha nebular", e em menor proporção na zona da mata pluvial da encosta atlântica.Distribuição geográficaSudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (DUTRA, 2010).EtimologiaO nome comum "bracatinga" tem origem indígena. Etimologia, conforme Hoehne: aba = árvore ou mata; ra = peras ou plumas; caa = árvore ou mata; tinga = branco; ou seja, "árvore ou mata de muitas plumas brancas'', do guarani "abaracaatinga".PropriedadesFitoquímicaDe produtos bioquímicos, as sementes fornecem galactomanana e o trigalactosil pinitol, e açúcares, possuindo usos potenciais na indústria de alimentos, fármacos, cosméticos e explosivos.FitoterapiaOs índios dos Estados do Paraná e Santa Catarina utilizavam a casca do caule para combater coceiras.FitoeconomiaEspécie florestal de rápido crescimento. Sua madeira, além de fornecer laminados, é também utilizada para celulose, carvão e lenha.Sua folhagem, legumes e sementes podem ser utilizados na alimentação do gado. É planta apícola, porém o mel produzido de seu pólen não é bem aceito no mercado. É muito empregada na revegetação e recuperação de áreas degradadas, por depositar muita matéria orgânica no solo, e auxiliando também na fixação do nitrogênio. Também é recomendada para plantio como quebra-vento arbóreo.InjúriaComentáriosApós a quebra de dormência das sementes com fervura, a emergência das sementes ocorre entre 20 a 30 dias após o plantio.BibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.CITADINI-ZANETTE, V.; BOFF, V. P. Levantamento Florístico em Áreas Mineradas a Céu Aberto na Região Carbonífera de Santa Catarina, Brasil. Florianópolis. Secretaria de Estado da Tecnologia, Energia e Meio Ambiente. 1992. 160p.DUTRA, V.F., Morim, M.P. 2010. Mimosa in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB100978).FLORA ARBÓREA e Arborescente do Rio Grande do Sul, Brasil. Organizado por Marcos Sobral e João André Jarenkow. RiMa: Novo Ambiente. São Carlos, 2006. 349p. il.LEAL, A. C. Quebra-Ventos Arbóreos. Aspectos Fundamentais de Uma Técnica Altamente Promissora. IAPAR – Fundação Instituto Agronômico do Paraná, Ano X, n. 67. Paraná, 1986. 28p. il. Disponível em: <http://www.iapar.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=1038>.MANUAL TÉCNICO DA BRACATINGA. Carpanezzi, Antonio Aparecido; Laurent, Jean-Marie Eric – Coordenadores. Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária – EMBRAPA. Centro Nacional de Florestas. Curitiba, PR. 70p. Il. Disponível em: <http://www.cnpf.embrapa.br/publica/seriedoc/edicoes/doc20.pdf>.MARQUES, T. P. Subsídios à Recuperação de Formações Florestais Ripárias da Floresta Ombrófila Mista do Estado do Paraná, a Partir do Uso Espécies Fontes de Produtos Florestais Não-madeiráveis. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2007. 244p. Disponível em: <http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/14027/1/disserta%C3%A7%C3%A3o%20Themis%20Piazzetta%20Marques%20PDF.pdf>.PINTO, G. R. M. Desregulamentação do Manejo, Uso e Transporte da Bracatinga (Mimosa scabrella). Disponível em: <http://www.sct.embrapa.br/cdagro/tema05/05tema05.pdf>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.WIELEWICK, A. P. et al. Proposta de Padrões de Germinação e Teor de Água para Sementes de Algumas Espécies Florestais Presentes na Região Sul do Brasil. Revista Brasileira de Sementes, vol 28, nº 3, p.191-197, 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/rbs/v28n3/27.pdf>.