Gênero: Inga

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Nomes popularesIngá-mirim, angá, ingá, ingá-amendoin, ingá-dedo, ingá-feijão, ingá-miúdo, ingaí, ingazeiroNome científicoInga marginata Willd.Voucher696 Schwirkowski (MBM)SinônimosFeuilleea marginata (Willd.) KuntzeInga excelsa Poepp.Inga guayaquilensis G. DonInga leptostachya Benth.Inga microcoma HarmsInga odorata G. DonInga puberula Benth.Inga pycnostachya Benth.Inga sapida KunthInga semialata (Vell.) Mart.Inga tysonii T. s. EliasMimosa semialata Vell.FamíliaFabaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoÁrvores 3 – 12 m alt., ramos cilíndricos a levemente angulosos, glabros ou glabrescentes quando jovens, tornando-se glabros quando maduros, densa ou esparsamente lenticelados, lenticelas pouco proeminentes esbranquiçadas, às vezes verrucosas; estípulas pubescentes a glabras, lanceoladas ou oblongas, 6 – 15 X 1,2 – 2,5 mm, estriadas longitudinalmente, caducas. Folhas pecioladas, pecíolos 1 – 2,3 cm compr., cilíndricos ou com alas vestigiais, glabros; raques foliares aladas, 2,3 – 11 cm compr., glabras, alas terminais 2 – 7mm larg., cuneadas; folíolos 2 –3 pares, elíptico-lanceolados a elípticos, raramente lanceolados, folíolos apicais 7 – 15,5 X 1,7 – 6 cm, raramente maiores, basais 3,5 – 10 X 1,0 – 3,2 cm, ápices acuminados ou acuminado-apiculados; superfícies foliolares glabras; apêndice terminal folioso, setoso, ca. 5 mm compr., caduco, ausente na maioria dos exemplares; nectários foliares sésseis, cilíndricos, 1 – 2 mm diâm. Inflorescências espiciformes cilíndricas, sem adensamento, axilares, 1 – 4 por axila; pedúnculos pubescentes a glabros, 0,8 – 2,5 cm compr., raramente maiores; raques florais 5 – 11 cm compr., brácteas diminutas, apiculadas, 0,5 – 1,5 mm compr., glabras, caducas. Flores sésseis ou curto-pediceladas, pedicelos até 0,5 mm compr., ca. 40 31 – 100 por inflorescência; cálices campanulados, sépalas 5, de 1 – 2,2 mm compr., glabros ou pubescentes, lacínios irregulares, triangulares ou denticulados; corolas infundibuliformes, pétalas 5, de 3 – 6 mm compr., glabras, lacínios triangulares, regulares ou irregulares; estames ca. 30 – 40, brancos, 10 – 16 mm compr., tubo estaminal exserto na mesma proporção em relação à corola; gineceu 1 – carpelar, ovários sésseis; estiletes pareados ou curto exsertos em relação aos estames, glabros; estigmas funiliformes. Frutos sésseis, coriáceos, glabros, verde-amarelados quando maduros, lineares, secção transversal elíptica, 7 – 15 X 0,9 – 1,2 X 0,8 – 1 cm, margens estreitas levemente constritas entre as sementes, faces amplas, constritas entre as sementes; sementes verdes, quase circulares; sarcotesta adocicada comestível (POSSETTE, 2008, p. 30).CaracterísticaFloração / frutificaçãoFloresce e frutifica quase o ano todo.DispersãoZoocóricaHabitatNo Brasil pode ser encontrada na Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Mista, Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual, geralmente em matas úmidas e várzeas.Distribuição geográficaÉ uma das espécies mais comuns e amplamente distribuídas do gênero. Está presente no sul do México e em quase toda a América do Sul, nos Andes, Bolívia, norte da Argentina, Paraguai e Brasil.Norte (Amapá, Pará, Amazonas, Acre), Nordeste (Ceará, Bahia), Centro-Oeste (Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (GARCIA, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaAs saponinas presentes na planta possuem aplicações na bioquímica como antibacteriana e fungicida.FitoterapiaNa medicina popular possui aplicações no tratamento de úlceras vaginais. O decocto da casca é adstringente e hemostático.FitoeconomiaÁrvore com uso potencial para fins ornamentais na arborização urbana de parques. Planta apícola, produtora abundante de néctar e pólen. Se utilizada como forragem, apresenta bom teor de proteína bruta e tanino. A polpa dos frutos (sarcotesta) é comestível e de sabor agradável, apesar da pequena dimensão dos frutos, produz abundantemente, e o arilo solta-se facilmente das sementes, facilitando o consumo. Muito importante como espécie para recuperação de áreas degradadas, não só pelo alimento para a fauna que fornece, mas também por auxiliar na fertilização do solo e contribuir na recuperação de solos pobres ou esgotados pelo cultivo. Antigamente a madeira era utilizada para obras internas, caixotaria, carpintaria, lenha e carvão. A casca contém de 10 a 20 % de tanino, produto utilizado para curtir couro.InjúriaComentáriosPara sua germinação, não é necessária a quebra de dormência das sementes.BibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.FONSECA, E. T. Indicador de Madeiras e Plantas Úteis do Brasil. Officinas Graphicas VILLAS-BOAS e C. Rio de Janeiro, 1922. 368 p. Disponível em: <http://www.archive.org/download/indicadordemadei00teix/indicadordemadei00teix.pdf>.GARCIA, F.C.P., Fernandes, J.M. 2010. Inga in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB023012).HOEHNE, F. C. Frutas Indígenas. Instituto de Botânica; Publicação da série “D”; Secretaria da Agricultura, Indústria e Comércio. São Paulo, SP, 1946. 96 p. il. Disponível em: <http://www.4shared.com/file/92677564/77782eb7/Frutas_Indgenas_-_1946_-_F_C_H.html>.KINUPP, V. F. Plantas Alimentícias Não-Convencionais da Região Metropolitana de Porto Alegre. Tese de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2007. 590p. il. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870>.LOPES, S. B.; GONÇALVES, L. Elementos Para Aplicação Prática das Árvores Nativas do Sul do Brasil na Conservação da Biodiversidade. Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. Rio Grande do Sul, 2006. 18p. Disponível em: <http://www.fzb.rs.gov.br/jardimbotanico/downloads/paper_tabela_aplicacao_arvores_rs.pdf>.MARQUES, T. P. Subsídios à Recuperação de Formações Florestais Ripárias da Floresta Ombrófila Mista do Estado do Paraná, a Partir do Uso Espécies Fontes de Produtos Florestais Não-madeiráveis. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, 2007. 244p. Disponível em: <http://dspace.c3sl.ufpr.br/dspace/bitstream/1884/14027/1/disserta%C3%A7%C3%A3o%20Themis%20Piazzetta%20Marques%20PDF.pdf>.MORIM, M. P.; BARROSO, G. M. Leguminosae Arbustivas e Arbóreas da Floresta Atlântica do Parque Nacional do Itatiaia, Sudeste do Brasil: Subfamílias Caesalpinioideae e Mimosoideae. Rodriguésia 58(2): 423-468. 2007. Disponível em: <http://rodriguesia.jbrj.gov.br/rodrig58_2/52-06.pdf>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.POSSETTE, R. F. S. O Gênero Inga Miller (Leguminosae – Mimosoideae) no Estado do Paraná, Brasil. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Paraná – UFPR. Curitiba, 2008. 110p. il. Disponível em: <http://www.botanica.org.br/acta/ojs/index.php/acta/article/view/579/313>.PRUDENCIO, M; CAPORAL, D.; FREITAS, L. A. Espécies Arbóreas Nativas da Mata Atlântica: Produção e Manejo de Sementes. Projeto Microbacias II. São Bonifácio, 2007. 17p. Disponível em: <http://www.microbacias.sc.gov.br/abrirConsultaGeral.do>.STURTEVANT, E. L. Edible Plants of The World. Edited by U. P. HEDRICK. The Southwest School of Botanical Medicine. 775p. Disponível em: <http://www.swsbm.com/Ephemera/Sturtevants_Edible_Plants.pdf>.ZUCHIWSCHI, E. Florestas Nativas na Agricultura Familiar de Anchieta, Oeste de Santa Catarina: Conhecimentos, Usos e Importância; UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2008. 193p. il. Disponível em: <http://www.tede.ufsc.br/tedesimplificado/tde_arquivos/44/TDE-2008-06-17T142512Z-287/Publico/dissertacao_Elaine.pdf>.
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Nomes popularesIngá-macaco, angá, ingá, ingá-banana , ingá-ferradura, ingá-preso, ingazeiroNome científicoInga sessilis (Vell.) Mart.Voucher63A Schwirkowski (MBM391866)SinônimosMimosa sessilis Vell.Feuilleea sessilisFamíliaFabaceae-MimosoideaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoÁrvores 4 – 15 (20) m alt.; ramos angulosos, tomentosos quando jovens, tornando –se glabros, esparsamente lenticelados, lenticelas esbranquiçadas; estípulas tomentosas, ovaladas a lineares, 4 – 11 X 1,5 – 4 mm, caducas. Folhas pecioladas, pecíolos 1,7 – 3,7 cm compr., alados, tomentosos; raques foliares aladas, 8,3 – 19 cm compr., tomentosas, alas terminais 6 – 25 mm larg., obovadas; folíolos 5 – 8 pares, elíptico-lanceolados a lanceolados, folíolos apicais, 7 –13,5 X 2,5 – 5,5 cm, basais, 4,5 – 9,5 X 1,5 – 3,6 cm, ápices acuminados ou cuspidados, superfícies adaxiais glabrescentes, abaxiais vilosas; apêndice terminal sempre ausente; nectários foliares sésseis, comprimidos transversalmente, 1,5 – 3,5 mm compr., por 0,7 – 2,5 mm larg. Inflorescências racemosas, sem adensamento, axilares, 1 – 3 por axila; pedúnculos tomentosos, 3,5 – 8 cm compr.; raques florais 0,7 – 5,7 cm compr.; brácteas ovaladas, 2,5 – 5 X 4 – 4,5 mm, tomentosas, caducas. Flores sésseis ou pediceladas, pedicelos 4 – 7 mm compr., 2 – 10 flores por inflorescência, abrindo – se 1 ou 2 por vez; cálices campanulados, sépalas 5, de 15 – 23 mm compr., tomentosas, sem estrias ou levemente estriadas longitudinalmente, lacínios regulares; corolas infundibuliformes; pétalas 5, de 24 – 33 mm compr., densamente seríceas, tricomas dourados, lacínios regulares, triangulares; estames ca. 150, brancos, 65 – 83 mm compr., tubo estaminal incluso; gineceus 1 – carpelar; ovários sésseis, glabros; estiletes exsertos; estigmas funiliformes. Frutos sésseis, lenhosos, tomentosos a denso-velutinos, nigrescentes, fortemente curvados, às vezes levemente curvados, secção transversal elíptica, 9,5 – 25 X 2,5 – 3,5 X 1,3 – 2 cm, margens estreitas, nunca constritas entre as sementes, margens externas rugosas, internas raramente rugosas, faces abertas, onduladas; sementes verdes, elípticas; sarcotesta bem desenvolvida, adocicada, comestível.CaracterísticaDiferencia-se de outras espécies de ingá pelas folhas e flores maiores e pelos frutos característicos.Floração / frutificaçãoFloresce nos meses de março, abril, maio e dezembro, frutificando de agosto a novembro.DispersãoZoocóricaHabitatEspécie freqüente na floresta ombrófila densa submontana e montana, floresta estacional e florestas de araucária, ocorrendo na Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa, Floresta Ombrófila Mista e Floresta Estacional Semidecidual.Distribuição geográficaNorte (Pará), Nordeste (Bahia), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (GARCIA, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaComposição por 100 g de parte comestível: Calorias, nutrimentos e mineraisCalorias 60, Proteínas 1,0(g), Lipídios 0,1(g), Glicídios 15,5(g), Fibra 1,2(g), Cálcio 21(mg), Fósforo 20(mg), Ferro 0,9(mg)Composição por 100 g de parte comestível: VitaminasVitamina B1 0,04(mg), Vitamina B2 0,06(mg), Niacina 0,4(mg), Vitamina C 9(mg)FitoterapiaO chá da casca possui propriedades medicinais, sendo utilizado como anti-séptico bucal.FitoeconomiaAlém dos frutos que possuem polpa comestível, o ingá-macaco é uma planta melífera, e os frutos também servem de alimento para a fauna. A planta pode ser utilizada na recuperação e áreas degradadas.InjúriaComentáriosPara obtenção de sementes, os frutos podem ser colhidos da árvore quando iniciarem a abertura ou recolhidos diretamente do chão. As sementes são recalcitrantes, ou seja, sua viabilidade de germinação dura poucos dias; não é necessário quebrar a dormência das sementes. Na língua Guarani é citada como Inga guatchu (Ingá-guaçú).BibliografiaALVES, E. O. et al. Levantamento Etnobotânico e Caracterização de Plantas Medicinais em Fragmentos Florestais de Dourados – MS. Ciênc. Agrotec. Lavras, v. 32, n. 2, p. 651-658, mar./abr., 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/cagro/v32n2/48.pdf>.Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.FLORA ARBÓREA e Arborescente do Rio Grande do Sul, Brasil. Organizado por Marcos Sobral e João André Jarenkow. RiMa: Novo Ambiente. São Carlos, 2006. 349p. il.GARCIA, F.C.P., Fernandes, J.M. 2010. Inga in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB083263).HOEHNE, F. C. Frutas Indígenas. Instituto de Botânica; Publicação da série “D”; Secretaria da Agricultura, Indústria e Comércio. São Paulo, SP, 1946. 96 p. il. Disponível em: <http://www.4shared.com/file/92677564/77782eb7/Frutas_Indgenas_-_1946_-_F_C_H.html>.KINUPP, V. F. Plantas Alimentícias Não-Convencionais da Região Metropolitana de Porto Alegre. Tese de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2007. 590p. il. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870>.LOPES, S. B.; GONÇALVES, L. Elementos Para Aplicação Prática das Árvores Nativas do Sul do Brasil na Conservação da Biodiversidade. Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul. Rio Grande do Sul, 2006. 18p. Disponível em: <http://www.fzb.rs.gov.br/jardimbotanico/downloads/paper_tabela_aplicacao_arvores_rs.pdf>.MORIM, M. P.; BARROSO, G. M. Leguminosae Arbustivas e Arbóreas da Floresta Atlântica do Parque Nacional do Itatiaia, Sudeste do Brasil: Subfamílias Caesalpinioideae e Mimosoideae. Rodriguésia 58(2): 423-468. 2007. Disponível em: <http://rodriguesia.jbrj.gov.br/rodrig58_2/52-06.pdf>.OLIVEIRA, D. Nhanderukueri Ka’aguy Rupa – As Florestas que Pertencem aos Deuses. Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2009. 182p. il. Disponível em: <http://www.pluridoc.com/Site/FrontOffice/default.aspx?Module=Files/FileDescription&ID=4402&lang=>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.POSSETTE, R. F. S. O Gênero Inga Miller (Leguminosae – Mimosoideae) no Estado do Paraná, Brasil. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Paraná – UFPR. Curitiba, 2008. 110p. il. Disponível em: <http://www.botanica.org.br/acta/ojs/index.php/acta/article/view/579/313>.PRUDENCIO, M; CAPORAL, D.; FREITAS, L. A. Espécies Arbóreas Nativas da Mata Atlântica: Produção e Manejo de Sementes. Projeto Microbacias II. São Bonifácio, 2007. 17p. Disponível em: <http://www.microbacias.sc.gov.br/abrirConsultaGeral.do>.SCHULTZ, A. R. Botânica Sistemática. 3ª ed. Editora Globo. Porto Alegre, 1963. 428p. il. v. 2.