Gênero: Desmodium

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Nomes popularesPega-pega, amor-agarrado, amor-de-velho, amor-seco, amores-de-vaqueiro, amores-do-campo, amorico, amorzinho-seco, carrapichinho, carrapicho, carrapicho-beiço-de-boi, carrapicho-rasteiro, fucinho-de-boi, manduvarana, marmelada-de-cavalo, pega-pega-graúdo, trevinho-de-campo, trevo-de-campo,Nome científicoDesmodium adscendens (Sw.) DC.BasionônioHedysarum adscendens Sw.SinônimosDesmodium adscendens var. caeruleum (Lindl.) DC.Desmodium coeruleum (Lindl.) G.Don.Desmodium glaucescens Miq.Meibomia adscendens (Sw.) KuntzeFamíliaFabaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoErva 20-80 cm alt., prostrada a semi-ereta. Ramos cilíndricos, estriados, pubescentes. Folhas pinado-trifolioladas; estípulas 3-6 mm compr., assimetricamente triangulares, longo-acuminadas, livres, glabrescentes; estipelas 1-2 mm compr., linear-triangulares; pecíolo 4-12 mm compr.; raque 2-5 mm compr.; folíolos 0,5-2,3 x 0,4-1,6 cm, os laterais menores e simétricos, obovados a suborbiculares, base obtusa a arredondada, ápice emarginado a arredondado, face adaxial glabrescente, abaxial pubescente. Racemos longos, 5-21,5 cm compr., axilares e terminais; pedúnculo 0,8-5,2 cm compr.; pedicelos 2 por nó, 3-10 mm compr.; brácteas 3-5 mm compr., uma na base de cada par de pedicelos, ovadas, longo-acuminadas, caducas. Flores 4-6 mm compr. Cálice ca. 3 mm compr., pubescente a glabro; lacínios superiores 2-2,5 mm compr., concrescidos quase até o ápice, lacínios inferiores semelhantes, 1,5-2 mm compr. Corola lilás; estandarte 4-5 x 3-5 mm, orbicular a obovado, ápice emarginado; alas e pétalas da carena 3-5 x 2-3 mm, obovadas, pétalas da carena levemente falcadas. Androceu 5-6 mm compr. Gineceu com ovário 2,5-3 mm compr., subséssil, estípite ca. 1 mm compr.; estilete ca. 2 mm compr., curvo. Lomento 2-4-articulado, subséssil, estípite 0,5-1 mm compr., indeiscente, pubescente; artículos 4-7 x 2-4 mm, assimetricamente elípticos a obovados, margem superior reta, inferior profundamente sinuosa. Sementes 3-4 x 2-3 mm, reniformes, castanho-escuras. (ANDRADE, 2008, p.60).CaracterísticaDesmodium adscendens é facilmente reconhecida, devido à forma de seus folíolos (Oliveira 1983). Assemelha-se, vegetativamente, à D. barbartum, sendo distinguível pela inflorescência longa e lomento com artículos indeiscentes. (ANDRADE, 2008, p. 62).Floração / frutificaçãoNovembro a janeiro, frutificando de dezembro a janeiro.DispersãoEpizoocoriaHábitatAmazônia, Pampa e Mata Atlântica, em Restinga e Formações Campestres. Espécie pouco exigente em relação ao solo ou ao habitat, ocorre tanto em campos úmidos quanto em solos arenosos e pobres.Distribuição geográficaAméricas Central e do Sul, Índias Ocidentais, Ásia e África.Norte (Roraima, Amapá, Pará, Amazonas, Acre, Rondônia), Nordeste (Maranhão, Ceará, Paraíba, Alagoas, Sergipe), Centro-Oeste (Mato Grosso, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (LIMA, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaPossui aplicações na medicina caseira.FitoeconomiaÉ uma ótima planta forrageira.InjúriaPlanta daninha infestante de beira de estradas, terrenos baldios, jardins e culturas perenes.ComentáriosBibliografiaANDRADE, A. L. P. A Subfamília Faboideae (Fabaceae Lindl.) no Parque Estadual do Guartelá, Município de Tibagi, Estado do Paraná. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, Paraná. 2008. 130p. il. Disponível em: <http://hdl.handle.net/1884/15938>.AZEVEDO, A. M. G. O Gênero Desmodium Desv. no Brasil: Considerações Taxonômicas. Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual de Campinas. Campinas, SP. 1981. 320p. il. Disponível em: <http://lakh.unm.edu/handle/10229/56656>.Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.LIMA, L.C.P. , Oliveira, M.L.A.A., Tozzi, A.M.G.A. 2010. Desmodium in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB022931).LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.
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Nomes popularesPega-pegaNome científicoDesmodium affine Schltdl.BasionônioSinônimosFamíliaFabaceae-PapilionoideaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoSubarbustos 30–40 cm alt.; ramos jovens com tricomas uncinados, hirsutos. Folhas trifolioladas; estípulas 5–10 mm compr., lanceoladas a ovadas, livres, glabrescentes; pecíolo 2,5–3,2 cm compr., estriado, uncinado, seríceo; raque 5–8 mm compr., estriada, com tricomas uncinados; folíolos laterais assimétricos; folíolo terminal 3,6–5,4 × 1,8–3,2 cm, ovado, ápice agudo, base arredondada a truncada, face adaxial serícea, face abaxial com tricomas uncinados. Inflorescências pseudo-racemosas, terminais; pedúnculo ca. 8 cm compr.; raque 3,5–10,7 cm compr., estriada, serícea, uncinada; brácteas 3,5–5 mm compr., ovadas, ciliadas, caducas; cálice 3,8–4 mm compr., seríceo; corola rosada, vexilo 5–6 mm compr., alas 5,5–6 mm compr., pétalas dacarena 5,2–6 mm compr.; estames ca. 4 mm compr.; ovário ca. 3,5 mm compr., seríceo; estilete ca. 1,5 mm compr., levemente curvado, glabro; estigma terminal, capitado, glabro. Lomento 2,5–4 × 0,3 cm, 3–7 articulado, semielípticos, com tricomas uncinados; 3–7 sementes, 3,5 × 2,5 mm, reniformes, cinza-claras (FERNANDES, 2008, p. 16).CaracterísticaApresenta certa semelhança com D. axillare, D. incanum e D. adscendens, mas distingue-se de D. axillare pelas inflorescências terminais, e pela presença de 5 a 7 artículos; de D. incanum difere pelas flores cor rosa-clara e porte da planta, e de D. adscendens pelos folíolos terminais elípticos e seríceos. Outra característica desta espécie são os folíolos laterais assimétricos, folíolos terminais ovados e pelos artículos semi-elípticos.Floração / frutificaçãoFloresce e frutifica do verão até o outono.DispersãoHábitatAmazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa e Pantanal. Geralmente habitas os campos, capoeiras, cerrados, capões, pastagens e campos rupestres, mas principalmente matas, preferindo lugares sombrios e úmidos. Na Mata Atlântica ocorre na Floresta Ombrófila Densa, Floresta Estacional Semidecidual e Formações Campestres, ocorre também como planta ruderal.Distribuição geográficaEspécie com distribuição restrita às Américas Central e do Sul.No Brasil, ocorre no Norte (Acre, Rondônia), Nordeste (Maranhão, Ceará, Paraíba), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (LIMA, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.FERNANDES, J. M.; GARCIA, F. C. P. Leguminosae em Dois Fragmentos de Floresta Estacional Semidecidual em Araponga, Minas Gerais, Brasil: Arbustos, Subarbustos e Trepadeiras. Rodriguésia 59(3): 525-546. 2008. Disponível em: <http://rodriguesia.jbrj.gov.br/rodrig59_3/009.pdf>.LIMA, L.C.P. , Oliveira, M.L.A.A., Tozzi, A.M.G.A. 2010. Desmodium in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB022932).NOBRE, A. V. M.; SARTORI, A. L. B.; RESENDE, U. M. As Espécies de Desmodium Desv. (Leguminosae-Papilionoideae-Desmodieae) Ocorrentes no Mato Grosso do Sul. IHERINGIA, Sér. Bot., Porto Alegre, v. 63, n. 1, p. 37-67, jan./jun. 2008. Disponível em: <http://www.fzb.rs.gov.br/publicacoes/iheringia-botanica/Ih63-1-p001-004.pdf>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.RODRIGUES, I. M. C.; GARCIA, F. C. P. Papilionoideae ( Leguminosae) na Mata do Paraíso, Viçosa, Minas Gerais, Brasil: Ervas, Subarbustos e Trepadeiras; Hoehnea 35(5): 519-536, 4 fig., 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/pd/v25n4/a09v25n4.pdf>.SILVA, R. R. Leguminosae no Planalto Residual do Urucum, Oeste do Pantanal do Mato Grosso do Sul, Brasil: Inventário, Taxonomia e Similaridade Florística. Tese de Doutorado. Universidade Estadual de Campinas. Campinas, 2006. 337p. il. Disponível em: <http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000392674>.
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Nomes popularesCarrapicho-beiço-de-boi, agarra-agarra, amor-de-vaqueiro, amor-do-campo, amor-seco, amores-de-vaqueiro, amores-do-campo, amorzinho-seco, barba-de-boi, beiço-de-boi, carrapichinho, carrapicho, carrapinho-de-favinha, carrapicho-miúdo, fucinho-de-boi, manduvarana, marmelada-de-cavalo, mata-pasto, mela-bode, pega-pega, trevinho-do-campoNome científicoDesmodium incanum DC.Voucher267 Schwirkowski (MBM392079)SinônimosAeschynomene incana G. Mey.Desmodium ancistrocarpum Vog.Desmodium canum (J. F. Gmel.) Schinz & Thell.Desmodium diversifolium Schlecht.Desmodium frutescens Schindl.Desmodium supinum DC.Desmodium racemiferum DC.Hedysarum canum J. F. Gmel.Hedysarum frutescens Jacq.Hedysarum racemosum Aubl.Hedysarum incanum Sw.Hedysarum supinum Sw.Meibomia cana BlakeMeibomia incana VailMeibomia supina (Sw.) BrittonFamíliaFabaceae-papilionoideaeTipoNativa, endemismo desconhecido.DescriçãoErva prostrada, ereta a subarbusto; estípula estreito-triangular, livre ou fundida, ciliada, persistente, 8-10mm compr. Folha trifoliolada; pecíolo de 2-5mm compr.; raque 2-6mm compr.; estipela linear-triangular, 2-4mm compr.; folíolo terminal elíptico, oval, basal estreito-elíptico, elíptico, ápice agudo, retuso, obtuso, base obtusa, cuneada, face adaxial pubérula a esparso-pubérula, face abaxial cinéreo-vilosa, principalmente sobre as nervuras e na margem, terminal 2,2-5×0,7-3,5cm, lateral 1,9-4,8×0,7-2,3cm. Inflorescência racemosa, terminal, raro axilar, eixo principal uncinado, 5,2-22cm compr.; bráctea estreito-triangular a lanceolada, persistente, 1,5-3mm compr.; pedicelo 3-7mm compr., corola branca, lilás a rósea, flor em pré-antese 4mm compr.; lacínios do cálice triangulares, externamente pubérulos; estandarte orbicular-depresso a reniforme, ápice obcordado, base reniforme 5-7×6-9mm, asas largo-elípticas, 5-7×3mm, pétalas da quilha elípticas, 2-6×2mm compr.; estames monadelfos; ovário hirsuto, estilete curvado, estigma punctifome. Lomento com sutura superior reta, inferior sinuosa; artículos (1-)-5-(-7), quadrangulares, achatados, levemente reticulados, uncinado-hirsutos, istmo submarginal, estípite 5-10mm compr. (NOBRE, 2008, p. 8).CaracterísticaCaracteriza-se por apresentar folíolo com superfície abaxial cinéreo-vilosa, estípulas soldadas de cor parda, eixo da inflorescência terminal e ereto e os artículos do lomento geralmente cinco e quadrangulares (NOBRE, 2008, p. 8).Espécie muito difundida e polimorfa. Apresenta variações morfológicas marcantes, mas pode ser facilmente identificada por características das estípulas soldadas, inflorescência e lomento, que são constantes ( p. 123).Floração / frutificaçãoFloresce de outubro a maio, frutificando no mesmo período.DispersãoEpizoocoriaHabitatPlanta heliófita, predominando em campos sujos, arbustivos, trilhas, capoeiras e margens de estradas, mas pode ser encontrada também em trilhas de áreas em estado avançado de regeneração, ocorre na Caatinga, Cerrado, Pampa e Pantanal. Na Mata Atlântica ocorre em Formações Campestres, Floresta Estacional Semidecidual e Restinga, ocorre também como ruderal.Distribuição geográficaNorte (Pará, Amazonas, Acre), Nordeste (Maranhão, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (LIMA, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaNa medicina popular, esta planta é utilizada nos seguintes casos: a infusão das folhas é antigonorréica, a parte aérea é usada em problemas dos ovários, e toda a planta é utilizada contra asmas, bronquites, e afecções dos rins. As folhas também servem contra amarelão, como diuréticas e em problemas dos rins. A raiz é usada em problemas do sangue, rins, da bexiga e da próstata, também segurando a urina frouxa das crianças.FitoeconomiaApresenta excelentes propriedades forrageiras, podendo ser consorciada com gramíneas, é aceita pelo gado tanto verde como seca em forma de feno.InjúriaÉ também uma planta daninha freqüente em quase todo o Brasil, encontrada em gramados, beira de estradas e culturas perenes, suas vagens aderem firmemente à roupa.ComentáriosBibliografiaANDRADE, A. L. P. A Subfamília Faboideae (Fabaceae Lindl.) no Parque Estadual do Guartelá, Município de Tibagi, Estado do Paraná. Dissertação de Mestrado. Universidade Federal do Paraná. Curitiba, Paraná. 2008. 130p. il. Disponível em: <http://hdl.handle.net/1884/15938>.AZEVEDO, A. M. G. O Gênero Desmodium Desv. no Brasil: Considerações Taxonômicas. Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual de Campinas. Campinas, SP. 1981. 320p. il. Disponível em: <http://lakh.unm.edu/handle/10229/56656>.ACEVEDO-RODRÍGUEZ, P. Vines and Climbing Plants of Puerto Rico and the Virgin Islands. Smithsonian Institution. Contributions from the United States National Herbarium. Volume 51: 1-483. 2005. Disponível em: <http://botany.si.edu/antilles/PRFlora/vines.html>.Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.CITADINI-ZANETTE, V.; BOFF, V. P. Levantamento Florístico em Áreas Mineradas a Céu Aberto na Região Carbonífera de Santa Catarina, Brasil. Florianópolis. Secretaria de Estado da Tecnologia, Energia e Meio Ambiente. 1992. 160p.FERNANDES, J. M.; GARCIA, F. C. P. Leguminosae em Dois Fragmentos de Floresta Estacional Semidecidual em Araponga, Minas Gerais, Brasil: Arbustos, Subarbustos e Trepadeiras. Rodriguésia 59(3): 525-546. 2008. Disponível em: <http://rodriguesia.jbrj.gov.br/rodrig59_3/009.pdf>.LIMA, L.C.P. , Oliveira, M.L.A.A., Tozzi, A.M.G.A. 2010. Desmodium in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB115339).LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.NOBRE, A. V. M.; SARTORI, A. L. B.; RESENDE, U. M. As Espécies de Desmodium Desv. (Leguminosae-Papilionoideae-Desmodieae) Ocorrentes no Mato Grosso do Sul. IHERINGIA, Sér. Bot., Porto Alegre, v. 63, n. 1, p. 37-67, jan./jun. 2008. Disponível em: <http://www.fzb.rs.gov.br/publicacoes/iheringia-botanica/Ih63-1-p001-004.pdf>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.RODRIGUES, I. M. C.; GARCIA, F. C. P. Papilionoideae ( Leguminosae) na Mata do Paraíso, Viçosa, Minas Gerais, Brasil: Ervas, Subarbustos e Trepadeiras; Hoehnea 35(5): 519-536, 4 fig., 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/pd/v25n4/a09v25n4.pdf>.VENDRUSCOLO, G. S.; SIMÕES, C. M. O.; MENTZ, L. A. Etnobotânica no Rio Grande do Sul: Análise Comparativa Entre o Conhecimento Original e Atual Sobre as Plantas Medicinais Nativas. Pesquisas, Botânica nº 56: 285-322, São Leopoldo: In: Instituto Anchietano de Pesquisas, 2005. Disponível em: <http://www.anchietano.unisinos.br/publicacoes/botanica/botanica56/botanica56.htm>.
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Nomes popularesAmor-do-campo, carrapicho, carrapicho-beiço-de-boi, fucinho-de-boi, pega-pegaNome científicoDesmodium subsericeum MalmeVoucher1020 Schwirkowski (MBM)SinônimosDesmodium uncinatum Benth.FamíliaFabaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoPlanta herbácea a subarbustiva, ou escandente, ereta ou prostrada, ramosa, rizomatosa, estolonífera, ás vezes radicífera nos nós basais; ramo pardacento, ás vezes sublenhoso, trissulcado (sulco central no geral mais profundo), híspido, uncinado-pubérulo ou glabrescente, aderente ao tato, de até 2,5 m compr., 1-3 mm de diâmetro; entrenó 3-8 (-18) cm compr.; estípulas ovadas, às vezes assimétricas, acuminadas, base truncada, dilatada, paleáceas, estriadas, ciliadas, glabras na face ventral, pubescentes na dorsal, de 4-10 mm x 1-3 mm, livres, caducas. Folhas trifoliolada; pecíolo seríceo a uncinado-pubérulo, sulcado, 2,5-6 cm compr.; raquis semelhante ao pecíolo, de 6-13 mm compr.; peciólulo denso-seríceo a velutino, 3-4 mm compr.; estipela, líneo-triangular, paleácea, estriada, ciliada, pubescente, 1,5 mm compr.; folíolo papiráceo, ovado a romboidal, ápice agudo, mucronulado, base arredondada, margem levemente revoluta, ciliada, face superior verde, uncinado-pubérula a estrigosa, face inferior sedosa, prateada, incano-lanosa, com 5 nervuras secundárias proeminentes; folíolo terminal 2,5-9,9 cm x 2-6,3 cm; laterais 2,5-8,3 cm x 2-4,6 cm. Rácemo, terminal e axilar de 15-30 cm compr.; eixo da inflorescência estriado, sulcado, uncinado-pubérulo; brácteas verdes, ovadas, ápice caudado, no geral arroxeado, base arredondada, finamente estriadas, ciliadas, paleáceas, glabrescentes em ambas as faces, caducas com a antese, de 7-13 mm x 3-5 mm; pedicelos geminados, soldados na base, uncinado-pubérulos ou estrigosos, 5-15 mm compr.; cálice bilabiado, pubérulo com pêlos retos principalmente ao longo da nervura central dos lacínios, lábios superior bífido, inferior com lacínio central mais longo, de cerca de 3,5 mm compr., demais 2 mm compr., tubo de 1-2 mm compr.; corola rósea a violácea, 8-12 mm compr., estandarte com guias de néctar evidentes, quilha livre apenas na base; estame vexilar unido ao tubo dos filetes apenas na base; ovário multiovulado. Lomento estipitado (estipe sub-reta, 1-3 mm compr.) sutura superior reta, às vezes levemente arqueada, inferior sinuosa com 4-8 artículos largo-ovais a subtriangulares, denso uncinado-pubescentes espessados nas suturas; ístmo submarginal largo de cerca de 1 mm compr. (AZEVEDO, 1981, p. 87).CaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatMata Atlântica, na Floresta Ombrófila Mista e Floresta Estacional Semidecidual. É encontrado em capoeira, campo, pastagem, várzea e outras áreas perturbadas.Distribuição geográficaSudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (LIMA, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaAZEVEDO, A. M. G. O Gênero Desmodium Desv. no Brasil: Considerações Taxonômicas. Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual de Campinas. Campinas, SP. 1981. 320p. il. Disponível em: <http://lakh.unm.edu/handle/10229/56656>.Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.LIMA, L.C.P. , Oliveira, M.L.A.A., Tozzi, A.M.G.A. 2010. Desmodium in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB029617).PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.
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Nomes popularesPega-pega, carrapicho, carrapicho-beiço-de-boi, desmódioNome científicoDesmodium tortuosum (Sw.) DC.BasionônioHedysarum tortuosum (Sw.) DC.SinônimosDesmodium purpureum (Mill.) Fawc. & RendleHedysarum purpureum Mill.Meibomia purpurea (Mill.) Vail ex SmallMeibomia tortuosa (Sw.) KuntzeFamíliaFabaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoSubarbusto a arbusto ereto, cerca de 2m altura; estípula triangular, livre, vilosa, persistente, 5-20mm compr. Folha trifoliolada; pecíolo 6-50mm; raque 5-30mm; estipela estreito-triangular, 1-7mm compr.; folíolos terminal e lateral elípticos, ovais, rômbicos, ápice agudo, mucronulado, base cuneada, ambas as faces híspido-estrigosas, folíolo terminal 1,5-10×0,5- 4,5cm, lateral 1,5-6×0,5-3cm. Inflorescência paniculada, terminal e axilar, eixo principal pubérulo, 10-55cm compr.; bráctea estreito-triangular, triangular, persistente, 2-2,3mm compr.; pedicelo 8-10mm compr.; corola azul a roxa, flor em antese 5-6mm compr.; lacínios do cálice triangulares, pubérulo-ciliados; estandarte largo-oboval, 5×4mm, ápice emarginado, base atenuada, asas elípticas, 5×2mm, pétalas da quilha oblongas, 5×2mm; estames monadelfos; ovário hirsuto, estilete reto, estigma punctiforme. Lomento com ambas margens sinuosas, artículos 1-6, orbiculares a largo-elípticos, achatados, reticulados, tortuosos, uncinado-pubérulos, istmo central, estípite10-15mm compr. (NOBRE, 2008, P. 10).CaracterísticaDesmodium tortuosum é caracterizada pelo indumento híspido-estrigoso em ambas as faces do folíolo, pelo anel violáceo no ramo formado pelo desprendimento das estípulas e pelos frutos com artículos tortuosos de coloração castanho-escura. Esta espécie assemelha-se a Desmodium distortum pois ambas apresentam hábito subarbustivo a arbustivo e folíolos elípticos, ovais e rômbicos. Entretanto, D. tortuosum possui artículos orbiculares a largoelípticos, tortuosos e D. distortum os apresenta elípticos e não tortuosos. (NOBRE, 2008, p. 11).Floração / frutificaçãoFloresce e frutifica praticamente o ano todo.DispersãoEpizoocóricaHábitatAmazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, em Formações Campestres e Floresta Estacional Semidecidual.Distribuição geográficaNorte (Pará, Amazonas, Rondônia), Nordeste (Ceará, Paraíba, Pernambuco, Bahia), Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (LIMA, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaÉ utilizada na medicina caseira contra caspa e como antigonorréico.FitoeconomiaÉ cultivada em muitos lugares como planta forrageira.InjúriaPlanta daninha infestante de culturas perenes, terrenos baldios e beira de estradas. É um grande problema nas culturas de soja do Centro-Oeste Brasileiro.ComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.DI STASI, L. C.; HIRUMA-LIMA, C. A. Plantas Medicinais na Amazônia e na Mata Atlântica. Editora UNESP. 2. ed. São Paulo, 2002. 592P. il. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/up000036.pdf>.LIMA, L.C.P. , Oliveira, M.L.A.A., Tozzi, A.M.G.A. 2010. Desmodium in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB083064).LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.NOBRE, A. V. M.; SARTORI, A. L. B.; RESENDE, U. M. As Espécies de Desmodium Desv. (Leguminosae-Papilionoideae-Desmodieae) Ocorrentes no Mato Grosso do Sul. IHERINGIA, Sér. Bot., Porto Alegre, v. 63, n. 1, p. 37-67, jan./jun. 2008. Disponível em: <http://www.fzb.rs.gov.br/publicacoes/iheringia-botanica/Ih63-1-p001-004.pdf>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.SILVA, R. R. Leguminosae no Planalto Residual do Urucum, Oeste do Pantanal do Mato Grosso do Sul, Brasil: Inventário, Taxonomia e Similaridade Florística. Tese de Doutorado. Universidade Estadual de Campinas. Campinas, 2006. 337p. il. Disponível em: <http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000392674>.
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Nomes popularesCarrapicho, amores, amoroso, carrapicho-beiço-de-boi, pega-pegaNome científicoDesmodium uncinatum (Jacq.) DC.Voucher220 Schwirkowski (MBM392032)SinônimosHedysarum unicanthum Jacq.Meibomia uncinata (Jacq). KuntzeFamíliaFabaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoSubarbusto, ramo estriado, com tricoma uncinado. Estípula 3 mm compr., lanceolada, caduca; estipela 5−7 mm compr., linear, persistente; pecíolo 3−5 cm compr., hirsuto; raque 0,8x1,5 cm compr., estriada, hirsuta. Folha 3-foliolada, imparipinada; folíolos laterais simétricos; folíolo terminal 4,2−6 × 1,8−2,8 cm, ovado-lanceolado, base obtusa, ápice agudo ou apiculado, margem inteira, face adaxial pubescente-setosa, face abaxial velutina, venação camptódroma, geralmente com uma mácula acompanhando a nervura central, concolor. Inflorescência paniculada, terminal, 7−12-flora por racemo; pedúnculo 3,5 cm compr., uncinado ou hirsuto; raque 1,5 cm compr., uncinada ou hirsuta. Flor zigomorfa, pedicelada, pedicelo 1,1−1,2 cm compr.; cálice 4 mm compr., campanulado, 5-laciniado, lacínios 0,2−3 mm compr., hirsuto externamente; corola esverdeada, lilás ou azul, estandarte 11 mm compr., glabro externamente, alas 8 mm compr., pétalas da carena 8 mm compr.; androceu heterodínamo, estames 10, diadelfos (9+1), 7−8 mm compr., anteras uniformes; ovário 5 mm compr., seríceo, estípite 0,5 mm compr.; estilete 3 mm compr., curvado, glabro; estigma terminal, puberulento. Lomento 3-8 articulado, 2,5−4 × 0,3−0,4 cm, artículo trigonal ou rômbico, ápice agudo, uncinado-hirsuto; sementes 3−8, 2, 4 × 2 mm, arredondadas, castanha-esverdeadas. (LIMA, 2007, p. 20).CaracterísticaÉ uma espécie próxima de D. subsericeum Malme, da qual se diferencia pelo ramo estriado, face abaxial do folíolo velutina e lomento uncinado-hirsuto. (LIMA, 2007, p. 20).Também é semelhante a D. affine, da qual se diferencia pelos artículos subtriangulares. (RODRIGUES, 2008, p. 13).Floração / frutificaçãoEncontrada com flores e frutos em fevereiro.DispersãoHabitatCaatinga, Cerrado, Pampa e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Mista e Floresta Estacional Semidecidual.Distribuição geográficaNordeste (Bahia), Centro-Oeste (Mato Grosso do Sul), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul)(LIMA, 2010).EtimologiaUncinatum refere-se a uncus, que em latim significa unha ou garra, propriedades característica dos lomentos, ou frutos de espécies deste gênero, que agarram-se á roupa ou ao pelo dos animais.PropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaPlanta daninha infestante de pastagens, beira de estradas e terrenos baldios.ComentáriosBibliografiaAZEVEDO, A. M. G. O Gênero Desmodium Desv. no Brasil: Considerações Taxonômicas. Dissertação de Mestrado. Universidade Estadual de Campinas. Campinas, SP. 1981. 320p. il. Disponível em: <http://lakh.unm.edu/handle/10229/56656>.Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.EDWALL, G. Ensaio Para uma Synonímia dos Nomes Populares das Plantas Indígenas do Estado de S.Paulo. 2ª Parte. Boletim Nº 16. Typographia e Papelaria de Vanorden & Cia. São Paulo, 1906. 84 p. Disponível em: <http://www.archive.org/download/ensaioparaumasyn00edwa/ensaioparaumasyn00edwa.pdf>.FERNANDES, J. M.; GARCIA, F. C. P. Leguminosae em Dois Fragmentos de Floresta Estacional Semidecidual em Araponga, Minas Gerais, Brasil: Arbustos, Subarbustos e Trepadeiras. Rodriguésia 59(3): 525-546. 2008. Disponível em: <http://rodriguesia.jbrj.gov.br/rodrig59_3/009.pdf>.GONÇALVES, E. G.; LORENZI. H. Morfologia Vegetal – Organografia e Dicionário Ilustrado de Morfologia das Plantas Vasculares. Instituto Plantarum de Estudos da Flora. São Paulo, 2007. 447p. il.LIMA, L. C. P. Leguminosae nas Florestas Estacionais do Parque Estadual do Itacolomi, Minas Gerais, Brasil: Ervas, Arbustos, Subarbustos, Lianas e Trepadeiras. Rodriguésia 58(2): 331-358. 2007. 28p. il. Disponível em: <http://rodriguesia.jbrj.gov.br/rodrig58_2/32-06.pdf>.LIMA, L.C.P. , Oliveira, M.L.A.A., Tozzi, A.M.G.A. 2010. Desmodium in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB083066).LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.NOBRE, A. V. M.; SARTORI, A. L. B.; RESENDE, U. M. As Espécies de Desmodium Desv. (Leguminosae-Papilionoideae-Desmodieae) Ocorrentes no Mato Grosso do Sul. IHERINGIA, Sér. Bot., Porto Alegre, v. 63, n. 1, p. 37-67, jan./jun. 2008. Disponível em: <http://www.fzb.rs.gov.br/publicacoes/iheringia-botanica/Ih63-1-p001-004.pdf>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.RODRIGUES, I. M. C.; GARCIA, F. C. P. Papilionoideae ( Leguminosae) na Mata do Paraíso, Viçosa, Minas Gerais, Brasil: Ervas, Subarbustos e Trepadeiras. Hoehnea 35(5): 519-536, 4 fig., 2008. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/pd/v25n4/a09v25n4.pdf>.