Dioscorea delicata

Nomes popularesCará, inhameNome científicoDioscorea delicata R.KnuthSinônimosFamíliaDioscoreaceaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoDispersãoHabitatDistribuição geográficaOcorrências confirmadas:Sudeste (São Paulo)Sul (Paraná, Santa Catarina)Domínios Fitogeográficos Mata AtlânticaTipo de Vegetação Floresta Ombrófila (= Floresta Pluvial) (DIOSCOREACEAE, 2019).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaDIOSCOREACEAE in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB35298>. Acesso em: 11 Nov. 2019PEDRALLI, G. et al. Uso de nomes populares para as espécies de Araceae e Dioscoreaceae no Brasil. Hortic. bras., v. 20, n. 4, dez. 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/hb/v20n4/14485.pdf>.

Dioscorea monadelpha

Nomes popularesCará, inhameNome científicoDioscorea monadelpha (Kunth) Griseb.SinônimosHelmia monadelpha KunthDioscorea longirachis R.KnuthDioscorea monadelphoides J.F.Macbr.Dioscorea monadelphoides var. longirachis (R.Knuth) AyalaDioscorea praetervisa R.KnuthDioscorea similis R.KnuthFamíliaDioscoreaceaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoMonóica, delicada; sistema subterrâneo tuberiforme, discoide. Caule dextrorso, sulcado angulado, ca. 1 mm larg., verde, salpicado de numerosas glândulas rubiginosas. Folhas alternas; lâmina 3,5-15 cm compr., 1,5-9 cm larg., triangular ovada a sagitiforme, ápice longamente acuminado, sinus basal 1,5-3,5 cm de profundidade, auriculada a côncavo às vezes deltoide invertido, separando lobos basais arredondados, 9-nervuras, as externas trifurcadas próximo da base, geralmente membranácea a rígido-membranácea, discolor, numerosos rafídeos, tricomas glandulares e tectores simples, principalmente na face abaxial e na região de saída das nervuras primárias; pecíolo 1,5-5,5 cm compr., ca. 0,5 mm larg., canaliculado, genículo basal com pelos glandulares esparsos. Inflorescência estaminada racemo simples, 1-2 por axila, às vezes ramificada próxima da base, 5,5-25(-33) cm compr.; raque e pedúnculo sulcado-angulados, alas escabrosas; pedúnculo 2,5-5 cm compr.; bractéolas 2, a maior oblonga, a menor linear. Flores estaminadas isoladas em cada nó floral, ca. 7 mm diâm., verde clara, pedicelo l-3 mm compr., com tricomas glandulares esparsos; perigônio campanulado, 3-4 mm compr., tubo com tricomas glandulares rubiginosos; tépalas desiguais, 2,5-4 mm compr., 0,6-1 mm larg., unidas no terço basal, lanceolado-oblongas a oblongas, ápice agudo, 3-nervuras, estames 3, unidos em coluna estaminal 1,5‑2 mm compr., cilíndrica, levemente trígona, carnosa, atro-purpúrea, com tricomas glandulares, 3-tida no ápice, cada segmento com antera coccínea, extrorsa. Inflorescência pistilada espiga, simples, 1 por axila; 6-12(-19) cm compr., raque angulada; pedúnculo 5-12 cm compr.; bractéolas 2, a maior acuminada e a menor subulada. Flores pistiladas sésseis, verdes; perigônio campanuliforme, patentes na ântese; tépalas ca. 2 mm compr., ca. 1 mm larg., oblongas, às vezes com pontos rubiginosos, 3-nervuras; estaminódios ausentes, ovário 2-3mm compr., 3 estiletes uncinados. Cápsula 1,2-3 cm compr., 0,8-1,4 cm larg., elíptica a oblonga, ápice obtuso, base aguda a obtusa; sementes 1,2-1,4 cm compr., 0,3-0, 5cm larg., ¾ representados por ala posterior elíptica a oblonga (KIRIZAWA, 2016).CaracterísticaFloração / frutificaçãoNa ReservaBiológica do Alto da Serra de Paranapiacaba, as flores estaminadas foram observadas de agosto a dezembro, fevereiro a junho, raramente de maio a julho, quando tem início o fenecimento da parte aérea da planta; as flores pistiladas, em menor número, florescem em agosto, dificilmente observadas no outono, entre maio e junho. Os frutos surgem entre agosto e novembro; quando amadurecem em maio e junho, as cápsulas deiscentes mostram bordo filiforme que se destaca do restante da ala (KIRIZAWA, 2016).DispersãoHabitatDistribuição geográficaOcorrências confirmadas:Nordeste (Alagoas, Bahia, Paraíba, Pernambuco)Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo)Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina)Possíveis ocorrências:Nordeste (Sergipe)Domínios Fitogeográficos Mata Atlântica, PampaTipo de Vegetação Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila (= Floresta Pluvial) (DIOSCOREACEAE, 2019).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaO sistema subterrâneo pode pesar quase 2,5 kg. (Barroso et al. 1974). Após analise bioquímica, Chu (1989) verificou que os tubérculos apresentaram teores de amido superiores a 30% do peso seco e alta porcentagem de compostos não solúveis emágua, em particular a hemicelulose (KIRIZAW, 2016).InjúriaComentáriosBibliografiaDIOSCOREACEAE in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB35298>. Acesso em: 11 Nov. 2019KIRIZAWA, M.; XIFREDA, C.C.; SILVA, J.H. Diversidade florística de Dioscoreaceae na Reserva Biológica do Alto da Serra de Paranapiacaba, Santo André, São Paulo, Brasil. Hoehnea 43(1): 99-117, 47 fig., 2016. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/hoehnea/v43n1/2236-8906-hoehnea-43-01-0099.pdf>.PEDRALLI, G. et al. Uso de nomes populares para as espécies de Araceae e Dioscoreaceae no Brasil. Hortic. bras., v. 20, n. 4, dez. 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/hb/v20n4/14485.pdf>.

Dioscorea multiflora

Nomes popularesJapecanga, salsaparrilha, inhame-de-espinhoNome científicoDioscorea multiflora Mart. ex Griseb.SinônimosDioscorea concepcionis Chodat & Hassl.Dioscorea macrocapsa UlineDioscorea multiflora var. asuncianensis Uline ex R.KnuthDioscorea multiflora var. asuncionensis Uline ex R. KnuthDioscorea multiflora var. concepcionis (Chodat & Hassl.) Pellegr.Dioscorea multiflora var. lofgrenii R.KnuthDioscorea multiflora var. parvifolia Griseb.Dioscorea niederleinii R.KnuthHelmia multiflora (Mart. ex Griseb.) KunthFamíliaDioscoreaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoTrepadeira herbácea, volúvel. Ramos estriados, espessados, não alados. Folhas simples, alternas; lâmina 4-5 × 3,5-4,5 cm, cordiforme, glabra, coriácea; ápice longamente acuminado; margem não espessada; base cordada; venação actinódroma; pecíolo articulado. Inflorescências femininas em cacho de espigas; tépalas glabras. Cápsulas elípticas-ovais, 2-2,5 cm compr. (VILLAGRA, 2011).Sufrútice dioico, glabro, dextrorso, siempreverde. Tubérculo leñoso, con raíces largas, 1 cm de diám., con abultamientos. Tallos robustos, sur¬ cados, 1 cm. de diám., con espinas cónicas de origen foliar; tallos jóvenes inermes. Hojas de forma variable según edad, posición y sexo de la planta; comúnmente coriáceas, rígidas, cordado-triangulares a hastadas, mucronadas, agudas, de base truncada a acorazonada y con senos redondeados, limbo 3-8 cm de long, por 3-6 cm de lat., verde glauco, con 5-7 nervaduras, las dos extremas bifurcadas. Pe.eíolo acanalado hacia la base, articulado o geniculado, 2-6 cm de long. Inflorescencias paniculadas de 12 a 20 cm de long., de flores estaminadas globosas, subsésiles, en glomérulos paucifloros. Bractéolas 2, ápice bilobado, 1,5 mm de long. Perigonio campanulado, verdoso, con estrías rubiginosas, segmentos erguidos, oblongos, obtusos, 3 mm de long., uninervados. Estambres 6, incurvados, insertos en la base de los segmentos, filamentos delgados, concrescentes por la base con el lóbulo; anteras globosas, introrsas. Rudimento estilino triquetro-piramidal de base circular, muy desarrollado. Espigas simples de flores pistiladas solitarias, segmentos oblongos, de ápice redondeado; 6 estaminodios, columna estilar triquetra, con 3 ramas estigmáticas curvadas, divergentes, de ápice bifurcado. Cápsula coriácea, elipsoide, 28 mm de long, por 15 mm de lat., semillas con ala basal con estrías rojizas; embrión 12-17 mm de long., endosperma abundante (XIFREDA, 1982).CaracterísticaFloração / frutificaçãoEncontrada florescendo em outubro.DispersãoHabitatDistribuição geográficaOcorrências confirmadas:Norte (Amazonas, Pará, Tocantins)Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba)Centro-Oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso)Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo)Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina)Possíveis ocorrências:Nordeste (Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe)Domínios Fitogeográficos Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, PampaTipo de Vegetação Área Antrópica, Cerrado (lato sensu), Floresta de Terra Firme, Floresta Estacional Perenifólia, Floresta Estacional Semidecidual, Floresta Ombrófila (= Floresta Pluvial), Floresta Ombrófila Mista, Vegetação Sobre Afloramentos Rochosos (DIOSCOREACEAE, 2019).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.DIOSCOREACEAE in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB35298>. Acesso em: 11 Nov. 2019PEDRALLI, G. et al. Uso de nomes populares para as espécies de Araceae e Dioscoreaceae no Brasil. Hortic. bras., v. 20, n. 4, dez. 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/hb/v20n4/14485.pdf>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.VILLAGRA, B. L. P.; NETO, S. R. Plantas trepadeiras do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil). Hoehnea 38(3): 325-384, 46 fig., 2011.XIFREDA, C.C. Estudios en Dioscoreaceae II. Boletin de la Sociedad Argentina de Botanica. 21 (1-4): 273-298. 1982. Disponível em: <http://botanicaargentina.com.ar/wp-content/uploads/2018/09/273-298017.pdf>.ZUCHIWSCHI, E. Florestas Nativas na Agricultura Familiar de Anchieta, Oeste de Santa Catarina: Conhecimentos, Usos e Importância. UFSC – Universidade Federal de Santa Catarina. Florianópolis, 2008. 193p. il. Disponível em: <http://www.tede.ufsc.br/tedesimplificado/tde_arquivos/44/TDE-2008-06-17T142512Z-287/Publico/dissertacao_Elaine.pdf>.

Dioscorea piperifolia

Nomes popularesCará, inhame, cará-do-mato, cosco-de-burro, inhame-bravoNome científicoDioscorea piperifolia Humb. & Bonpl. ex Willd.SinônimosDioscorea conferta Vell.Dioscorea maynensis KunthDioscorea piperifolia var. apiculata UlineDioscorea piperifolia var. obtusifolia Chodat & Hassl.Sismondaea dioscoreoides DelponteFamíliaDioscoreaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoPlantas dióicas. Sistema subterrâneo constituído por um rizóforo subsuperficial, 1,5-3cm profundidade, alongado (ca. 20 cm compr.), com tuberosidades discóides (2,5 a 3cm diâm.), reticulados, com raízes longas, ramificadas, originárias da base envolvendo sua porção média inferior; ponto vegetativo central, saliente; periderme castanho a verde-escura e medula branco-amarelada. Lianas com ramos perenes, esverdeados, amarelados a castanho-escuros, sinistrogiros, 1-3 m compr.; ramos jovens eretos ou apoiantes sobre arbustos, pilosos na inserção das folhas, filiformes, circular-elípticos em seção transversal, comprimidos; ramos velhos sempre volúveis, glabros a seríceos, circulares, aplanados, canaliculados. Folhas simples, alternas deltóides a ovais, cordadas, acuminadas, membranáceas, glabras, esverdeadas a castanho-escuras, com 7 nervuras salientes em ambas as faces, 2,5-5cm compr., pecíolos delicados, filiformes, 1m compr. Inflorescências estaminadas racemosas, 4-15 cm compr., pêndulas a apoiantes; 1-3 flores por nó floral, aglomeradas; bráctea ovado-acuminada, 1,2-1,6mm compr., pontuações avermelhaddas distribuídas longitudinalmente em relação ao eixo central; perianto rotáceo, amarelado, alaranjado ou purpúreo, escuto no centro do disco; tépalas internas e externas oval-oblongas, 1-1,5 mm compr., pontuações avermelhadas no terço superior; estames 6, sésseis ou subsésseis, inseridos na base das tépalas; anteras ca. 0,3mm compr., branco-amareladas, arredondadas a oblongo-ovais, introrsas a lateral-extrorsas, deiscência longitudinal; pistilódio crasso, cônico, 0,2-0,5 mm compr., íntegro ou com três sulcos radiais, segmentos papilosos, amarelado-escuros. Inflorescências pistiladas em espigas, pêndulas, 6-12 cm compr.; flores com perianto campanulado, branco-amarelado ou esverdeado, sésseis, isoladas em cada nó floral; bráctea oval-acuminada, ca. 1,7mm compr., profilo elíptico-acuminado, ca. 0,7mm compr., ambos amarelados e hialinos; perianto campanulado; tépalas internas e externas oblongo-acuminadas, 3,5-5mm compr.; gineceu tricarpelar, estilete crasso, aplanado, dividido a partir da base em 3 ramos divergentes, marrom-escuros, linear-lanceolados, estaminódios ausentes. Cápsulas 0,6-3cm compr., oval-elípticas a quadrangulares, valvas amareladas a alaranjado-escuras, cartáceas a membranáceas, com restos do perigônio no ápice, pontuações avermelhadas, margens dilatadas. Sementes 0,2-1cm compr., circulares a oval-lanceoladas, alaranjadas a marrom-escuros, asa reduzida na base, alongando-se em direção ao ápice, circundando toda a semente (PEDRALLI, 2002).CaracterísticaFloração / frutificaçãoEncontrada em floração no mês de dezembro.DispersãoHabitatDistribuição geográficaOcorrências confirmadas:Norte (Acre, Amazonas, Pará, Rondônia, Tocantins)Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Sergipe)Centro-Oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso)Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo)Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina)Domínios Fitogeográficos Amazônia, Caatinga, Cerrado, Mata AtlânticaTipo de Vegetação Caatinga (stricto sensu), Cerrado (lato sensu), Floresta de Terra Firme, Floresta Ombrófila (= Floresta Pluvial), Restinga (DIOSCOREACEAE, 2019).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaAs folhas são emolientes.FitoeconomiaEspécie utilizada na alimentação humana, pois os rizóforos são comestíveis após preparo adequado. Também podem ser utilizados para alimentação de animais, especialmente suínos.InjúriaComentáriosBibliografiaCatálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.DIOSCOREACEAE in Flora do Brasil 2020 em construção. Jardim Botânico do Rio de Janeiro.Disponível em: <http://floradobrasil.jbrj.gov.br/reflora/floradobrasil/FB35298>. Acesso em: 11 Nov. 2019FONSECA, E. T. Indicador de Madeiras e Plantas Úteis do Brasil. Officinas Graphicas VILLAS-BOAS e C. Rio de Janeiro, 1922. 368 p. Disponível em: <http://www.archive.org/download/indicadordemadei00teix/indicadordemadei00teix.pdf>.PEDRALLI, G. Dioscoreaceae e Araceae: Aspectos Taxonômicos, Etnobotânicos e Espécies Nativas Com Potencial Para Melhoramento Genético. Universidade Federal de Ouro Preto. Disponível em: <http://www.emepa.org.br/anais/volume2/av202.pdf>.PEDRALLI, G.G. Levantamento florístico das Dioscoreaceae (R.Br.) Lindley da Cadeia do Espinhaço, Minas Gerais, e Bahia, Brasil. Bol. Bot. Univ. São Paulo 20: 63-119. 2002. Disponível em: <http://www.revistas.usp.br/bolbot/article/view/58027>.PEDRALLI, G. et al. Uso de nomes populares para as espécies de Araceae e Dioscoreaceae no Brasil. Hortic. bras., v. 20, n. 4, dez. 2002. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/hb/v20n4/14485.pdf>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.