Gênero: Ipomoea

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Nomes popularesBatata-brava, batatarana, boa-noite, cipó-café, dama-da-noite, bona-nox, flor-da-noiteNome científicoIpomoea alba L.Voucher1048 Schwirkowski (MBM)SinônimosCalonyction aculeatum (L.) HouseCalonyction bona-nox (L.) BojerCalonyction megalocarpum A. Rich.Calonyction pulcherrimum ParodiCalonyction roxburghii G. DonCalonyction speciosum ChoisyCalonyction trichospermum (Blume) G. DonConvolvulus aculeatus L.Convolvulus bona-nox (L.) Spreng.Convolvulus latiflorus Desr.Convolvulus pulcherrimus Vell.Ipomoea aculeata (L.) KuntzeIpomoea aculeata BlumeIpomoea ambigua Endl.Ipomoea tubulosa Willd. ex Roem. & Schult.Ipomoea bona-nox L.FamíliaConvolvulaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoTrepadeira herbácea, volúvel. Ramos lisos, acúleos curtos, carnosos, glabros. Folhas simples, alternas, inteiras ou 2-5 lobadas; lâmina 7-9 × 6-8 cm, oval-orbiculada, glabra; ápice agudo; base cordada; venação actinódroma. Inflorescências em cimeiras axilares; flores 5-meras; sépalas carnosas, ovais ou elípticas, aristas apicais nas sépalas externas; corola hipocrateriforme, alva, tubo 9-15 cm compr.; anteras rimosas. Cápsulas globosas ou ovóides.(VILLAGRA, 2011).CaracterísticaPode ser reco­nhecida, mesmo vegetativamente, pelos ramos glabros e verrucosos. (FERREIRA, 2009).Floração / frutificaçãoDispersãoHabitatAmazônia, Caatinga, Cerrado, Mata Atlântica, Pampa, PantanalDistribuição geográficaNorte (Acre, Amazonas, Amapá, Pará, Rondônia, Roraima, Tocantins); Nordeste (Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe); Centro-oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso); Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo); Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina) (SIMÃO-BIANCHINI, 2015)EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaFERREIRA, P. P. A.; MIOTTO, S. T. S. Sinopse das espécies de Ipomoea L. (Convolvulaceae) ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil. R. bras. Bioci., Porto Alegre, v. 7, n. 4, p. 440-453, out./dez. 2009Simão-Bianchini, R.; Ferreira, P.P.A. Ipomoea in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. Disponível em: <http://reflora.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB7022>. Acesso em: 11 Out. 2015VILLAGRA, B. L. P.; NETO, S. R. Plantas trepadeiras do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil). Hoehnea 38(3): 325-384, 46 fig., 2011.
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Nomes popularesNome científicoIpomoea cairica (L.) SweetVoucher882 Schwirkowski (MBM)SinônimosConvolvulus cairicus L.Batatas cavanilesii (Roem. & Schult.) G. DonConvolvulus cavanilesii (Roem. & Schult.) Spreng.Convolvulus digitatus Roxb.Convolvulus limphaticus Vell.Ipomoea cairica var. obtusata HoehneConvolvulus quinquelobus VahlIpomoea stipulacea Jacq.Convolvulus tuberculatus Desr.Ipomoea cairica var. uniflora (Meisn.) HoehneFamíliaConvolvulaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoTrepadeira herbácea, volúvel. Ramos estriados, glabros. Folhas simples, alternas, 5-lobadas; estruturas foliáceas nas axilas; lâmina 3-4 × 1-1,7 cm, membranácea; face adaxial espiculada nas margens; face abaxial glabra; venação palinactinódroma. Inflorescências em cimeiras axilares; flores 5-meras; sépalas subiguais, membranáceas, glabras; corola infundibuliforme, lilás, 3-6 cm compr.; anteras rimosas. Cápsulas globosas, glabras. Sementes cuneiformes, pubescentes no dorso. (VILLAGRA, 2011)CaracterísticaReconhecida pelas folhas inteiras, pelas flores com sépalas rostradas e corola hipocrateriforme, com 2-3 cm de comprimento, vermelha. A outra espécie ocorrente no Estado com flores vermelhas é I. quamoclit, mas esta possui folhas pinatífidas e sépalas não rostradas. (FERREIRA, 2009).Floração / frutificaçãoEncontrada com flores em fevereiro e março.DispersãoHabitatAmazônia, Cerrado e Mata Atlântica.Distribuição geográficaNordeste (Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Sergipe), Centro-oeste (Distrito Federal, Goiás, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso); Sudeste (Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo), Sul (Paraná, Rio Grande do Sul, Santa Catarina) (Simão-Bianchini, 2013).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaÉ utilizada como planta ornamental.InjúriaPlanta daninha encontrada em beira de estradas e terrenos balldios.ComentáriosBibliografiaFERREIRA, P. P. A.; MIOTTO, S. T. S. Sinopse das espécies de Ipomoea L. (Convolvulaceae) ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil. R. bras. Bioci., Porto Alegre, v. 7, n. 4, p. 440-453, out./dez. 2009Simão-Bianchini, R.; Ferreira, P.P.A. 2013. Ipomoea in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/jabot/floradobrasil/FB7030)VILLAGRA, B. L. P.; NETO, S. R. Plantas trepadeiras do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil). Hoehnea 38(3): 325-384, 46 fig., 2011.
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Nomes popularesCorda-de-viola, jetiranaNome científicoIpomoea grandifolia (Dammer) O’DonellVoucher272 Schwirkowski (MBM392084)SinônimosFamíliaConvolvulaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoCaracterísticaFloração / frutificaçãoEncontrada com flores em fevereiro e março.DispersãoHabitatAmazônia, Caatinga, Cerrado, Pantanal e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Mista e na Floresta Estacional Semidecidual.Distribuição geográficaNorte (Amazonas), Nordeste (Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Bahia), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (BIANCHINI, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaComentáriosBibliografiaBIANCHINI, R.S., Ferreira, P.P.A. 2010. Convolvulaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB017000).Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.
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Nomes popularesEnredadeira, campainha, cardeal, cipó-coração, corda-de-viola, corriola, flor-de-cardeal, jetirana, jitirana, primavera, primavera-de-caienaNome científicoIpomoea indivisa (Vell.) Hallier f.Voucher694 Schwirkowski (MBM)SinônimosConvolvulus indivisus Vell.Ipomoea coccínea L.Quamoclit indivisa (Vell.) Hallier f.FamíliaConvolvulaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoPlanta volúvel, ramificada; folhas ovaladas e oval-lanceoladas, glabras, ápice agudo e base cordada ou hastada; inflorescência em cimeiras com 3-15 flores vermelhas ou roxas; ovário ovóide, glabro; estigmas 2-globosos; fruto cápsula subglobosa, glabra.CaracterísticaReconhecida pelas folhas inteiras, pelas flores com sépalas rostradas e corola hipocrateriforme, com 2-3 cm de comprimento, vermelha. A outra espécie ocorrente no Estado com flores vermelhas é I. quamoclit, mas esta possui folhas pinatífidas e sépalas não rostradas. (FERREIRA, 2009).Floração / frutificaçãoFloresce e frutifica praticamente o ano todo.DispersãoHabitatEspécie heliófita, habita a Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Floresta Ombrófila Mista.Distribuição geográficaSudeste (Minas Gerais, São Paulo), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (BIANCHINI, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaInjúriaTrata-se de uma planta daninha de mediana freqüência em lavouras anuais ou perenes, beira de estradas e terrenos baldios. O maior problema é o sufocamento da cultura de cereais, ou os problemas que causa durante a colheita mecânica da safra.ComentáriosBibliografiaBIANCHINI, R.S., Ferreira, P.P.A. 2010. Convolvulaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB007046).Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.CERVI, A. C. et al. Espécies Vegetais de Um Remanescente de Floresta de Araucária (Curitiba, Brasil): Estudo preliminar I. Acta Biol. Par., Curitiba, 18(1, 2, 3, 4): 73-114. 1989. Disponível em: <http://ojs.c3sl.ufpr.br/ojs2/index.php/acta/article/view/789/631>.FERREIRA, P. P. A.; MIOTTO, S. T. S. Sinopse das espécies de Ipomoea L. (Convolvulaceae) ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil. R. bras. Bioci., Porto Alegre, v. 7, n. 4, p. 440-453, out./dez. 2009LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.
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Nomes popularesCampainha, bom-dia, bons-dias, corda-de-viola, corriola, glória-da-manhã, jetiranaNome científicoIpomoea purpurea (L.) Roth.Voucher332 Schwirkowski (MBM)SinônimosConvolvulus purpureus L.Convolvulus superbus H. B. K.Convolvulus sanguineus Willd.Convolvulus intermedius Loidel.Ipomoea glandulifera Ruiz & Pav.Ipomoea intermedia Schult.Pharbitis híspida Choisy.FamíliaConvolvulaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoTrepadeira herbácea, volúvel. Ramos hirsutos, tricomas translúcidos. Folhas simples, alternas, inteiras ou 3-lobadas; lâmina 5-6 × 5,5-6,5 cm, largamente cordada, pubescente em ambas as faces, ápice agudo; base cordada; venação actinódroma. Inflorescências em cimeiras axilares, 2-5 flores; flores 5-meras; sépalas oblongo-lanceoladas, tricomas bulbosos na porção basal; corola infundibuliforme, purpúrea, azul, rósea ou alva, 3-6 cm compr.; anteras rimosas. (VILLAGRA, 2011).CaracterísticaPode ser reconhecida pelo indumento hirsuto e pelas sépalas agudas. As espécies mais próximas são I. nil, que possui sépalas acuminadas e I. indica que possui indumento seríceo. (FERREIRA, 2009).Floração / frutificaçãoDispersãoHabitatAmazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Mista, Floresta Ombrófila Densa e Floresta Estacional Semidecidual.Distribuição geográficaNorte (Amazonas, Acre), Nordeste (Bahia), Centro-Oeste (Goiás, Distrito Federal), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (BIANCHINI, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaPlanta ornamental utilizada para revestir cercas, pérgolas e muros.InjúriaÉ considerada uma das piores plantas daninhas infestante de lavouras, pois seus ramos volúveis são capazes de envolver completamente a plantas cultivadas, comprometendo seu desenvolvimento e colheita.ComentáriosBibliografiaBIANCHINI, R.S., Ferreira, P.P.A. 2010. Convolvulaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB007055).Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.FERREIRA, P. P. A.; MIOTTO, S. T. S. Sinopse das espécies de Ipomoea L. (Convolvulaceae) ocorrentes no Rio Grande do Sul, Brasil. R. bras. Bioci., Porto Alegre, v. 7, n. 4, p. 440-453, out./dez. 2009LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.SCHULTZ, A. R. Botânica Sistemática. 3ª ed. Editora Globo. Porto Alegre, 1963. 428p. il. v. 2.TOGNON, G. B. Potencial Ornamental, Propagação, Rendimento de Óleos Essenciais e Resposta à Deficiência Hídrica de Ipoméias. Tese de mestrado. Universidade de Passo Fundo. Passo Fundo, 2010. 146p. il. Disponível em: <http://www.upf.br/ppgagro/download/grasielatognon.pdf>.VILLAGRA, B. L. P.; NETO, S. R. Plantas trepadeiras do Parque Estadual das Fontes do Ipiranga (São Paulo, Brasil). Hoehnea 38(3): 325-384, 46 fig., 2011.
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Nomes popularesCampainha, corda-de-viola, corriola, jetiranaNome científicoIpomoea triloba L.BasionônioSinônimosBatatas triloba (L.) Choisy.Convolvulus heterophyllus Sessé & Moc.Convolvulus trilobus (L.) Desr.Ipomoea blancoi ChoisyIpomoea confertiflora Standl.Ipomoea eustachiana Jacq.Ipomomea galapagensis AndersonIpomoea triloba var. quinquefolia KuntzFamíliaConvolvulaceaeTipoSubespontâneaDescriçãoPlanta anual, trepadeira, volúvel, herbácea, de caules com leve pilosidade translúcida, de 1-2 m de comprimento. Folhas alternas; lâmina simples, 3-6 (9) x 3-5 (6,5) cm, ovadas, usualmente 3-5-lobadas, cartáceas, ápice mucronado, agudo ou emarginado, base cordiforme ou sagitada, margem inteira, levemente revoluta; face adaxial com minúsculos pêlos nas veias; face adaxial glabra, com venação proeminente; pecíolo glabro, levemente sulcado, com 2-4 cm de compr. com duas depressões glandulares, próximas à base da lâmina. Flores simples ou em cimeiras dicásias, axilares; pedúnculo longamente peciolado, quadrangular, pubescente, tuberculado. Cálice verde, não acrescente, sépalas pilosas, ca. 8 mm compr., ovado a oblanceolado, com ápice agudo ou acuminado; corola de cor rosa-violeta, usualmente avermelhado da base até o centro, infundibuliforme ou campanulada, 1,5-1,6 cm compr., limbo ca. 1 cm de diâm.; estames sagitados, brancos, dois deles pequenos, não exsertos; estigmas globosos, brancos, não exsertos. Cápsula depressa-globosa, castanha, ca. 8 mm de diâmetro, pilosa, com estilete persistente; sementes 4 por fruto, 3-5 mm compr., glabras, castanho escuras até pretas.CaracterísticaNa ausência da corola, esta espécie é comumente confundida com a Ipomoea tiliacea, em indivíduos com folhas relativamente largas e sem lobos. No entanto, Ipomoea triloba pode ser distinguida por possuir sépalas pilosas, enquanto que em Ipomoea tiliacea elas são glabras.Floração / frutificaçãoDispersãoHábitatCaatinga, Cerrado e Mata AtlânticaDistribuição geográficaNorte (Amazonas), Nordeste (Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul), Sudeste (Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina) (BIANCHINI, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaOcasionalmente é cultivada com fins ornamentais.InjúriaTrata-se de uma planta daninha muito comum nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. É muito indesejada nas lavouras de cereais devido às dificuldades causadas à colheita mecânica, conferindo também alta umidade aos grãos.ComentáriosBibliografiaACEVEDO-RODRÍGUEZ, P. Vines and Climbing Plants of Puerto Rico and the Virgin Islands. Smithsonian Institution. Contributions from the United States National Herbarium. Volume 51: 1-483. 2005. Disponível em: <http://botany.si.edu/antilles/PRFlora/vines.html>.BIANCHINI, R.S., Ferreira, P.P.A. 2010. Convolvulaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB007069).Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 2 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro : Andrea Jakobsson Estúdio : Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 830 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol2.pdf>.LORENZI, H. Plantas Daninhas do Brasil: Terrestres, Aquáticas, Parasitas e Tóxicas. Instituto Plantarum. Nova Odessa, SP, 4ª ed. 2008. 672p. il.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.