Gênero: Lepismium

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Nomes popularesRabo-de-araraNome científicoLepismium houlletianum (Lem.) BarthlottBasionônioSinônimosRhipsalis regnelii Lindb.FamíliaCactaceaeTipoNativa, não endêmica do Brasil.DescriçãoPlantas epifíticas ou rupícolas, semi-eretas ou pendentes. Artículos basais em parte cilíndricos e lenhosos, os terminais aplanados, 3,5-34 cm compr. e 2-5 cm larg., verdes a avermelhados quando expostos à intensa luz solar, margem serrada. Aréolas no fundo dos dentes, emersas, glabras, com escama basal triangular 1 mm compr. Flores campanuladas, uma por aréola, 0,8-2 cm compr. e 0,9-1,8 cm larg.; pericarpelo angulado, glabro; perianto branco ou amarelo-pálido, sepalóides amarelo-pálidos, petalóides brancos; filetes e anteras brancas; estilete esverdeado, estigma 3-5 lobado, branco. Frutos globosos, 0,5-0,7 cm compr. e 0,4-0,5 cm larg., glabros, magenta; cicatriz do perianto 0,2-0,3 cm larg., branca. Sementes 1 mm compr., castanhas. (BAUER, 2006, p. 5).CaracterísticaÉ planta fácil de distinguir das demais espécies, por apresentar seus ramos com bordas profundamente serreadas. (BRUXEL, 2005, p.3).Floração / frutificaçãoFloresce junho a fevereiro e frutifica de setembro a março.DispersãoZoocóricaHábitatMata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Mista.Distribuição geográficaArgentina e Brasil.Sudeste (Minas Gerais, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina) (ZAPPI, 2010).EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaOs frutos são comestíveis e saborosos.InjúriaComentáriosBibliografiaBAUER, D.; WAECHTER, J. L. Sinopse Taxonômica de Cactaceae Epifíticas no Rio Grande do Sul, Brasil. Acta bot. Bras. 20(1): 225-239. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/abb/v20n1/21.pdf>.BRUXEL, J.; JASPER, A. A Família Cactaceae na Bacia Hidrográfica do Rio Taquari, RS, Brasil. Acta bot. Bras. 19(1): 71-79. 2005. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/abb/v19n1/v19n1a07.pdf>.Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. - Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.ZAPPI, D., Taylor, N., Machado, M. 2010. Cactaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB001555).
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Nomes popularesCacto-macarrão, rabo-de-rato,Nome científicoLepismium lumbricoides (Lem.) BarthlottBasionônioCereus lumbricoides Lem.SinônimosRhipsalis sarmentacea Otto & A. Dietr.FamíliaCactaceaeTipoNativa, endêmica do Brasil.DescriçãoPlanta epífita, pendente. Artículos cilíndricos, ramificação mesotônica. Aréolas emersas, com escamas cordiformes e caducas. Flores campanuladas, laterais, abundantes, cerca 1,5cm compr., cor branca a amarelada; tépalas 11-16, desiguais entre si, as mais externas triangulares e as mais internas elíptico-lanceoladas até obovadas; estames 28-38, filetes esverdeados, anteras brancas; estigmas com 3-4 lobos, brancos, papilosos. Fruto baga, elipsóide, sem apêndices ou com escamas cordiformes, cerca 0,4cm diâm., vermelho. Sementes elípticas a subovaladas, pretas. (BRUXEL, 2005, p. 4).CaracterísticaA espécie é reconhecida na natureza pelo aspecto característico dos artículos, semelhantes a fios, pendentes ou reptantes, e pelas escamas brancas bem visíveis sobre as aréolas. No herbário, a desidratação confere um aspecto costado aos artículos. (BAUER, 2006, p. 6).L. cruciforme pode ser confundido com L. warmingianum (K. Schum.) Barthlott, do qual se diferencia por apresentar cerdas longas e abundantes nas aréolas, flores rosadas ou lilases e frutos magenta (rosa intenso).Floração / frutificaçãoAgosto a dezembro, frutificando no mesmo período.DispersãoZoocóricaHábitatMata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Mista e Floresta Estacional Semidecidual.Distribuição geográficaBolívia, Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil.Sudeste (São Paulo), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul)EtimologiaPropriedadesFitoquímicaFitoterapiaFitoeconomiaOs frutos, apesar das pequenas dimensões, são comestíveis in natura, possuindo um sabor agradável. Espécie de importância ecológica, pois os frutos servem de alimento para a fauna.InjúriaComentáriosBibliografiaBAUER, D.; WAECHTER, J. L. Sinopse Taxonômica de Cactaceae Epifíticas no Rio Grande do Sul, Brasil. Acta bot. Bras. 20(1): 225-239. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/abb/v20n1/21.pdf>.BRUXEL, J.; JASPER, A. A Família Cactaceae na Bacia Hidrográfica do Rio Taquari, RS, Brasil. Acta bot. Bras. 19(1): 71-79. 2005. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/abb/v19n1/v19n1a07.pdf>.Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.KINUPP, V. F. Plantas Alimentícias Não-Convencionais da Região Metropolitana de Porto Alegre. Tese de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2007. 590p. il. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870>.PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.ZAPPI, D., Taylor, N., Machado, M. 2010. Cactaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB001556).