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Lepismium lumbricoides - Cacto-macarrão

Nomes populares

Cacto-macarrão, rabo-de-rato,

Nome científico

Lepismium lumbricoides (Lem.) Barthlott

Basionônio

Cereus lumbricoides Lem.

Sinônimos

Rhipsalis sarmentacea Otto & A. Dietr.

Família

Cactaceae

Tipo

Nativa, endêmica do Brasil.

Descrição

Planta epífita, pendente. Artículos cilíndricos, ramificação mesotônica. Aréolas emersas, com escamas cordiformes e caducas. Flores campanuladas, laterais, abundantes, cerca 1,5cm compr., cor branca a amarelada; tépalas 11-16, desiguais entre si, as mais externas triangulares e as mais internas elíptico-lanceoladas até obovadas; estames 28-38, filetes esverdeados, anteras brancas; estigmas com 3-4 lobos, brancos, papilosos. Fruto baga, elipsóide, sem apêndices ou com escamas cordiformes, cerca 0,4cm diâm., vermelho. Sementes elípticas a subovaladas, pretas. (BRUXEL, 2005, p. 4).

Característica

A espécie é reconhecida na natureza pelo aspecto característico dos artículos, semelhantes a fios, pendentes ou reptantes, e pelas escamas brancas bem visíveis sobre as aréolas. No herbário, a desidratação confere um aspecto costado aos artículos. (BAUER, 2006, p. 6).

L. cruciforme pode ser confundido com L. warmingianum (K. Schum.) Barthlott, do qual se diferencia por apresentar cerdas longas e abundantes nas aréolas, flores rosadas ou lilases e frutos magenta (rosa intenso).

Floração / frutificação

Agosto a dezembro, frutificando no mesmo período.

Dispersão

Zoocórica

Hábitat

Mata Atlântica, na Floresta Ombrófila Densa e Mista e Floresta Estacional Semidecidual.

Distribuição geográfica

Bolívia, Argentina, Paraguai, Uruguai e Brasil.

Sudeste (São Paulo), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul)

Etimologia

Propriedades

Fitoquímica

Fitoterapia

Fitoeconomia

Os frutos, apesar das pequenas dimensões, são comestíveis in natura, possuindo um sabor agradável. Espécie de importância ecológica, pois os frutos servem de alimento para a fauna.

Injúria

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Bibliografia

BAUER, D.; WAECHTER, J. L. Sinopse Taxonômica de Cactaceae Epifíticas no Rio Grande do Sul, Brasil. Acta bot. Bras. 20(1): 225-239. 2006. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/abb/v20n1/21.pdf>.

BRUXEL, J.; JASPER, A. A Família Cactaceae na Bacia Hidrográfica do Rio Taquari, RS, Brasil. Acta bot. Bras. 19(1): 71-79. 2005. Disponível em: <http://www.scielo.br/pdf/abb/v19n1/v19n1a07.pdf>.

Catálogo de Plantas e Fungos do Brasil, volume 1 / [organização Rafaela Campostrini Forzza... et al.]. -

Rio de Janeiro: Andrea Jakobsson Estúdio: Instituto de Pesquisas Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2010. 2.v. 875 p. il. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_fungos_vol1.pdf>.

KINUPP, V. F. Plantas Alimentícias Não-Convencionais da Região Metropolitana de Porto Alegre. Tese de Mestrado, Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, 2007. 590p. il. Disponível em: <http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870>.

PLANTAS DA FLORESTA ATLÂNTICA. Editores Renato Stehmann et al. Rio de Janeiro: Jardim Botânico do Rio de Janeiro, 2009. 515p. Disponível em: <http://www.jbrj.gov.br/publica/livros_pdf/plantas_floresta_atlantica.zip>.

ZAPPI, D., Taylor, N., Machado, M. 2010. Cactaceae in Lista de Espécies da Flora do Brasil. Jardim Botânico do Rio de Janeiro. (http://floradobrasil.jbrj.gov.br/2010/FB001556).

 

 

 









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